#Corno

Meu marido me entregou para o chefe me engravidar.

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Eu sempre fui obcecada por manter o corpo em forma, correndo na orla de Boa Viagem, fazendo crossfit na academia da Avenida Conselheiro Rosa e Silva, e o resultado era esse corpinho esculpido que todo mundo elogiava. Aos 26 anos, recém-formada em Educação Física, casei com o Bruno, um cara de 28, auxiliar administrativo no centro do Recife, 1,70m, uns 82 kg, barriguinha fofa, tímido demais, daqueles que cora só de ouvir um elogio. Ele era meu primeiro e único homem até então. O sexo entre a gente era bonitinho, tranquilo... o pau dele grossinho, uns 13 cm, entrava em mim e em dois minutos já tava gozando, tremendo todo, sem nem aguentar o aperto da minha bucetinha. Eu achava fofo, sabe? Saber que bastava encostar nele pra perder o controle total.

Resumo rápido pra você não largar esse conto: uma noite de jantar na casa chique do chefe dele em Boa Viagem virou o enterro dos meus limites. O que começou com olhares na beira da piscina terminou comigo de quatro, gritando de prazer enquanto um macho de verdade me rasgava sem dó, meu marido assistindo e gozando no chão. E o melhor? Isso virou rotina, hoje tenho dois filhos lindos, o corno cuida com amor e o macho quer mais um. Se quiser saber cada detalhe sujo, cada gemido, cada jato quente que ainda sinto escorrendo... continue lendo. E se curtir, comenta aqui embaixo qual aventura quer ver próxima. Pra me achar e ver mais das minhas loucuras: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026.

Tudo começou num jantar na casa do Victor, o chefe do Bruno, filho de um dos donos da firma, lá na parte alta de Boa Viagem, mansão com piscina infinita olhando pro mar, varanda enorme, luzes LED piscando na água. Noite perfeita, céu estrelado, brisa vindo da praia. Tinha um monte de gente importante, risada alta, taças tilintando. Bruno, como sempre, era o alvo das piadinhas. Victor, alto, 1,87m, corpo definido de quem treina todo dia, pele bronzeada de sol da praia de Pina, cabelo ondulado bagunçado tipo surfista, 29 anos mas cara de garoto malvado. Ele adorava humilhar meu marido na frente de todo mundo. "Ô Bruno, vai buscar mais gelo, vai, empregadinho!" E o Bruno ia, vermelho, cabeça baixa, sorrisinho forçado.

Eu tava de vestido justo, preto, decotado na medida certa, bunda empinada marcando, conversando com umas esposas na beira da piscina quando Victor chegou roubando a cena. Contava história, fazia graça, todo mundo rindo. Seus braços grossos, veias saltadas, cheiro de perfume caro misturado com protetor solar. Quando nossos olhos se cruzaram, senti um choque. Ele me mediu de cima a baixo, mordeu o lábio de leve. "Pô, Bruno, como você conseguiu uma dessas, hein? Essa mulher merece um homem de verdade." Bruno riu nervoso, "É, ela é demais mesmo..." Mas dava pra ver o pau dele marcando na calça social, duro só de me ver sendo desejada.

Mais tarde, perto da mesa de petiscos, Victor me seguiu. Chegou por trás, abraçou minha cintura forte, colou o corpo quente no meu. Senti a rola dele, dura como pedra, pressionando bem no meio da minha bunda. Meu corpo inteiro arrepiou. "Você é gostosa demais pra ficar com esse fracote", sussurrou no meu ouvido, bafo quente. Eu congelei uns segundos, buceta pulsando, molhando a calcinha. Me afastei devagar, fingi que nada aconteceu, fui chamar o Bruno pra irmos embora. Mas Victor gritou: "Amanhã cedo aqui, hein, Bruno? Traga a mulher também. Vai ter enterro dos ossos na piscina, dia quente pra caralho."

Não queria ir. Mas Bruno insistiu: "Vai ser legal, amor, relaxa na piscina..." Chegamos no dia seguinte, sol rachando, calor de rachar em fevereiro. Casa vazia. Ninguém além de nós três. Percebi a armadilha na hora, quis dar meia-volta, mas a piscina infinita brilhava azul, convidando. Bruno já tirando a camisa, feliz da vida. De repente Victor saiu da água, pingando, sunga preta colada, abdômen tanquinho perfeito, gotas escorrendo pelos gominhos. Olhou pra mim de biquíni e a rola dele cresceu na hora, marcando enorme, apontando pra cima. Parecia um adolescente descobrindo mulher.

Entramos na água. Começamos brincadeiras idiotas, empurrão, mergulho. Victor me agarrava "sem querer", mão na coxa, na cintura, roçando a pica dura nas minhas costas. Bruno fingia não ver, nadava pra longe. Saí da piscina, sentei na espreguiçadeira tomando sol, buceta latejando de tesão contido. Eles conversavam sobre esporte. Bruno admitiu: "Eu não tenho resistência nenhuma, cara. Admiro quem aguenta." Victor riu alto: "E tu aguenta essa gostosa aí? Duvido. Ela merece pau que dure, que encha ela direito. Senão logo arruma outro."

Bruno ficou quieto. Depois, baixinho: "É verdade... eu gozo rápido demais com ela. Não dou conta. Ela merece mais." Meu corpo inteiro queimou. Era como se ele tivesse me entregado de bandeja. Victor sorriu safado, sacou a rola pra fora da sunga. Uma tora grossa, 21 cm, veias pulsando, cabeça inchada, curvando pra trás de tão dura. Bruno, coitado, tirou a dele também. Diferença brutal. Eu não segurei o riso: "Nossa... realmente é outra coisa."

Victor veio pra cima de mim, mão no meu peito, apertando o bico duro por cima do biquíni. "Deixa eu te mostrar o que é prazer de verdade." Bruno começou a se tocar do lado. Victor mandou: "Para, corno. Deixa eu cuidar dela." Me levantou no colo como se eu não pesasse nada, beijou minha boca com força, língua invadindo, levou pra dentro da casa, quarto enorme com vista pro mar. Me jogou na cama king size, pegou óleo, lubrificou o dedo grosso e enfiou no meu cu sem aviso. Ardeu pra caralho, mas ao mesmo tempo um tesão louco. "Relaxa, vadia, vai caber tudo."

Molhou minha buceta com a boca, chupando forte, depois subiu, encaixou a cabeça e meteu de uma vez. Gritei alto, dor misturada com prazer insano. Ele socava sem pena, cada estocada batendo no fundo, bolas enormes batendo na minha bunda. Eu apertava, molhava tudo, delirando. "Isso, geme alto, mostra pro corno como se fode de verdade." Bruno batia punheta do lado, gozou rapidinho no chão, gemendo baixinho.

Victor me virou de quatro, puxou meu cabelo, empinei mais. O pau era grande demais, doía entrar fundo, mas eu queria mais. Ele metia forte, ritmado, tapas na bunda ecoando. "Olha teu corno aí, gozando vendo a esposa ser arrombada." De repente senti um peido escapar de tanto tesão e pressão, ele riu: "Tá gostando tanto que solta pum, safada?" Fiquei com vergonha, mas gozei forte, primeira gozada de verdade, corpo tremendo, molhando a cama inteira.

Ele continuou socando, sem camisinha, rasgou logo nas primeiras metidas. "Vai tomar tudo cru, vadia." Eu implorava: "Mais forte, por favor..." Bruno perguntou rouco: "Quer isso de novo, amor?" Gritei: "Quero! Todo dia!" Victor riu, jogou o corpo sobre o meu, me derrubou de bruços, socando fundo. "Olha o corno, sua putinha nem aguenta ficar de quatro. Agora ela é minha." Gozei de novo, gritando, ele inchou mais dentro de mim, urrou, empurrou forte e jorrou. Jato quente atrás de jato, enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. Ficou dentro, ainda duro, me beijando devagar, acariciando.

Saímos dali pingando porra dele, grossa, quente, diferente da rala do Bruno. Isso virou rotina. Parei de trepar com o corno. Ele aceitou, cuida dos nossos dois filhos com carinho. Victor quer mais um, já tá planejando. Cada aventura fica mais intensa, mais suja, mais viciante. Quem sabe o que vem depois? Um ménage com mais macho? Grávida de novo na piscina? Comenta aqui embaixo o que você quer ver nas próximas aventuras. Me segue em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 pra não perder nada. Beijo molhado. 😈
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