Meu confessionário (parte 2)
Meu violador ia penetrar meu anel de couro, selando a nossa união em carne.
Resumo:
Meu violador me levou ao terreno abandonado para destroçar minha boca virgem.
Continuação:
A porra escorreu sobre minha farda de aula, por sorte era branca, e havia uma farda substituda.
Ele se retirou primeiro, mas antes me falou:
- Ahh... foi muito bom... amanhã tu vem tá bom... eu quero mais... você vai gostar de sentar na pica do baiano, esse mesmo horário, eu sei onde tu mora e com quem tu mora - falou ofegante e ameaçador
Eu fiquei ajoelhado, triste, comecei a sentir calafrios, mais logo sai, fui direito para o banho, me senti culpado, pois o erro tinha sido meu, como pude pensar que um homem estranho e lascivo sexual, ia me proporcionar um sexo casual, mas eu havia pedido ali para ser violado.
Minha mandibula e garganta estava dolorida, me deixou logo rouco, não pensei nem no mais horrivel as dst.
Dormi cedo, que a amanhã sofreria ainda mais. Chegando o dia seguinte, resolvi ir direto para minha casa, tomei um banho e sem me avó ver. Prossegui para o mesmo lugar. Sem farda, algo que me incomodou naquele dia, por ser abafada.
Estava shortinho amarelo moletom e camisa vermelha que estava pequena e mim fazendo parecer pouco da minha barriga, chegando no local, Manoel me esperou, mas logo me respondeu irritado:
- Oxente, demorou demais - franzindo a testa de raiva.
- Eu tava me arrumando, foi muito incomodo ontem com aquela farda - expliquei a ele.
- Isso é perfume? - ele me perguntou, eu assenti - ficou cheirosinho para mim, indiozinho, gostei, bora que hoje eu vou lhe comer sem capa. - me arrastando para lá novamente, pegando em meus braços, fui até la.
- Olha, tire a roupa que quero ver seu corpinho direito, quero apalpa-lo - tateou meu corpo principalmente minhas coxas - suas coxas são mui gostosas, sua perna é grossa, acho que se treinar desde novinho seu corpo fica bem feminino indiozinho, já já vira indiazinha, que bom que já tô comendo na raiz - amasseio minha bundinha, aquilo me deixou de pau duro, fazendo ele perceber - oshi, abre essas pernas, tá durinho, esse é o máximo seu pintinho cresce. Pelo visto já salvei vc de passar vergonha, tem nem pica, acho que nem vai ter - ele me virou contra parede, apoei minhas mãos na parede cimentada, e empinei, desta vez ia ser só penetração.
- É assim que casa uma fêmea e um macho, pega pica e sela a união com anel de couro da fêmea - sussurou em meu ouvido - apartir de hoje você minha fêmea, desista de ser homem - ele se agachou um pouco enquanto eu ficava de ponta de pé, pois havia certa diferença de altura, ele passou manteiga no meu cuzinho, meu cuzinho quente ficou melecado com a manteiga lambuzada, ele agarrou minha barriga, enquanto tentava encaixar o pênis, sentindo aquilo encostar cada vez no meu anel, e tentando forçar a entrada, meu cu trancou, mas seria pior, pois ele ia arrombar, num jogo paciente.
Aquilo entrou, senti meu cuzinho se expandir enquanto a glande adentrava na entrada, meu cuzinho não colaborava, não sei se porque devia eu ser virgem, pois hoje ele é mais receptivo, meu anel então soltou um peido expulsando o corpo intruso,eu estava nervoso, meu corpo não estava preparado para penetração, soltei algumas flatulências inodoro enquanto a grande rola tentava abri uma brecha, minhas pregas tinha força na época, mas seria rápido.
Finalmente, senti depois de forçar, algo arrebentar minhas pregas pela primeira vez, senti algo como se fosse corte no meu cuzinho, algo que ardia e incomodava, agora porteira tava livre, senti cada canto novo com aquela nova sensação, parecia que eu queria sair do chão, flutuar pois aquilo me quebrou de todos os jeitos.
- Agora vai, indiozinho - pegando pelas minhas cinturas, começou nossa malemolência, sarradinha rápida e contida, mas algo que incomodava, sentia uma pressão na virilha, queria fazer xixi, esguicei um pouquinho, o liquido transparente. Aquele homem estab me subjugando e dominando, mas para mim aquilo era mais puro sofrimento, enquanto se esvaia minha masculinidade, barulho da virilha com bunda ecoava pelo silêncioso lugar em que estavamos, eu deixado levar pelo extase comecei a gemer involutariamente:
- ah aii aiii aiii aiii aiii aiii ai aiii isso aiiii aii aiii ahh aha ah ah aha - ele se impressionou com meu prazer e afincou com mais força, o prazer era libertador, tudo que estava em mim era completa submissão, aquilo estava sendo prazeroso e sem igual, dá meu cuzinho estava bom.
Chegando no ápice do sexo, ele resolveu gozar cedo demais. Melecou meu cuzinho de porra, aquilo foi muito cansativo, mesmo sendo rápido.
A porra e o sangue estavam misturado descendo pelas minhas pernas, ele se retirou primeiro e me avisou com da última vez, dá o cuzinho foi realizador, mas não seria última vez.
Minhas pernas ficaram bambas e imóveis, tive que me acalmar um pouco até retornar a casa.
Manoel me marcou como mulherzinha. Após ele fiquei viciado em bater punheta para negros pintudos, ficando sua picas pretas em fotos onde eu me mastubo, por isso que eu gosto de negão, nem é pelo tamanho da peça, mas acho eles lindos.
Eu e Manoel tivemos um relacionamento duradoro, até ele se mudar de cidade. Se quiserem posso fazer uma parte três sobre alguns outros sexos com Manoel.
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Comentários (1)
Coroa: Show. Ele não te fez de mulher porque você sempre vai ser homem, ele te fez um viadinho, um putinho, uma bichinha. Sem dúvida os negros são ótimos pra se fuder. Você deu foi muita sorte. Preste mais atenção na escrita e conte sim outros encontros
Responder↴ • uid:1iert5az