#Grupal #Incesto #Traições #Virgem

Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk-03 praia de nudismo

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IA-ESCREVER

“Nesse cu eu meto vara, meto vara, meto vara… Nesse cu eu meto vara, meto vara, meto vara… Te dou uma ideia, te levo pro escuro,

Depois de todas aquelas “aulas” que tinham virado puro fogo no cu da mamãe, eu mal conseguia olhar pra ela sem ficar duro. Rosângela andava pela casa com aquele rebolado mais solto, o cuzinho ainda um pouquinho inchadinho das metidas da noite anterior, e toda vez que ela se abaixava pra pegar alguma coisa no armário, a camisola curta subia e mostrava o rego vermelho, brilhando de pomada e do meu leitinho que ela insistia em deixar escorrendo lá dentro “pra sentir o filho o dia inteiro”.

Mas nos últimos dias ela estava diferente. Preocupada. Toda vez que Nina passava pela sala de baby-doll branco curtinho, daqueles transparentes que mal cobriam a bundinha firme e redonda de 19 anos, mamãe parava o que estava fazendo, apertava os olhos e murmurava baixinho:

— Meu Deus do céu… olha o jeito que ela anda… será que minha filha ainda é virgem? Será que aquele cuzinho apertadinho dela ainda tá intocado?

Eu fingia que não ouvia, mas meu pau dava um pulinho só de imaginar a cena. Nina, loirinha igual à mãe, mas mais magrinha, peitinhos pequenos e empinados, bundinha durinha de quem faz pilates escondido, sempre de shortinho ou camisolinha que deixava metade da bunda de fora. Mamãe não parava de olhar.

Naquela manhã de sábado, depois do café, ela me puxou pro quarto dela enquanto papai ainda dormia no sofá e Nina tomava banho.

— Filho… eu tô morrendo de preocupação — sussurrou ela, fechando a porta e encostando as costas na madeira. Vestia só uma camisola de cetim rosa clarinho, curtíssima, sem nada por baixo. Os peitos cheios balançavam livres, mamilos rosados marcando o tecido fino, e dava pra ver o contorno do cuzinho inchadinho quando ela se mexia. — A Nina tá estranha… saindo muito, chegando tarde, usando aquelas roupas indecentes… eu preciso saber se ela ainda é virgem. Se aquele corpinho dela ainda tá puro.

Ela mordeu o lábio inferior, olhos verdes cheios de ansiedade e algo mais… um tesão culpado que eu já conhecia bem.

— E como você vai descobrir, mãe? — perguntei, já sentindo o pau endurecer dentro da cueca.

— Marquei ginecologista pra ela agora de manhã. Mas… eu não posso entrar no consultório com ela. Política da clínica. Só a paciente. Eu vou ficar na sala de espera roendo as unhas. Você vem comigo? Me faz companhia?

Claro que eu fui.

Nina desceu vestindo uma saia jeans curta plissada, blusinha cropped branca justa que marcava os peitinhos pequenos e empinados, sem sutiã, e um tênis branco. Parecia uma estudante safada. Mamãe vestiu um vestidinho floral soltinho, daqueles que vão até o meio da coxa, sem calcinha por baixo “pra não marcar”, e ficamos os três no carro em silêncio.

Na clínica, mamãe e eu sentamos na sala de espera. Ela cruzava e descruzava as pernas grossas, o vestidinho subindo e mostrando a coxa branquinha. De vez em quando ela apertava minha mão, sussurrando:

— Ai, filho… e se ela já tiver feito safadeza? E se o cuzinho dela já tiver sido arrombado? Eu vou morrer de vergonha… mas ao mesmo tempo… meu Deus, eu preciso saber.

Depois de uns quarenta minutos, Nina saiu do consultório com o rosto vermelho como tomate. Mamãe pulou da cadeira na hora.

— E aí, filha? O que a doutora falou? Me conta tudo!

Nina olhou pros lados, envergonhada, mas baixou a voz:

— Mãe… a doutora elogiou muito. Disse que eu pareço ser completamente intocada… tanto na vagina quanto no ânus. Falou que o hímen tá intacto, bem elástico, sem nenhum sinal de penetração. Que meu ânus é rosadinho, apertadinho, sem nenhuma dilatação… parece de quem nunca usou nem dedo. E… e ela elogiou meus seios também. Disse que mesmo sendo pequenos, são bem formados, firmes, lindos, com aréolas clarinhas e mamilos perfeitos. E a vagina… ai, mãe, que vergonha… ela disse que é uma das mais bonitas que ela já viu na vida. Lisinha, rosada, bem cuidada, lábios internos delicados, clitóris pequeno e escondidinho… parece que eu faço depilação perfeita e uso hidratante todo dia.

Mamãe ficou parada, boca aberta, olhos brilhando de alívio… mas também de algo quente, quase invejoso. As coxas dela se apertaram uma na outra, e eu vi o vestidinho marcar o bico dos peitos duros.

— Meu Deus do céu… que alívio… — murmurou ela, voz rouca. — Mas… mas eu não vi nada. Não fiquei lá dentro pra confirmar com meus próprios olhos. Como eu vou ter certeza absoluta?

Ela ficou em silêncio uns segundos, mordendo o lábio, olhando pra Nina de cima a baixo como se estivesse imaginando tudo que a doutora descreveu. Depois, de repente, o rosto dela se iluminou com uma ideia.

— Já sei! — disse ela, voz baixa mas decidida. — Vamos fazer uma viagem pra um resort de nudismo. Só nós quatro. Lá todo mundo fica pelado o tempo inteiro… eu vou poder ver com meus próprios olhos se minha filhinha ainda tá intacta mesmo. Ver esses peitinhos pequenos balançando, ver essa vagina lisinha e rosada, ver esse cuzinho apertadinho piscando sem nenhuma marca… assim eu fico tranquila de verdade.

Nina arregalou os olhos, mas não disse não. Mamãe virou pra mim, apertou minha coxa por baixo do banco do carro, os dedos subindo perigosamente perto do meu pau já duro dentro da bermuda.

— O que você acha, filho? Vamos marcar essa viagem? Assim… todo mundo pelado… sem segredos… e eu vou poder confirmar que minha Nina ainda é a virgenzinha perfeita que a doutora elogiou tanto.

Eu só sorri, sentindo o cuzinho da mamãe ainda latejando da noite anterior, e respondi baixinho:

— Pode deixar, mãe. Eu marco tudo. Vai ser uma viagem inesquecível.

Mamãe deu um suspiro longo, aliviado e cheio de tesão escondido, apertando as coxas de novo enquanto imaginava o resort inteiro pelado… e eu já sabia que aquilo ia virar muito mais que só “confirmar virgindade”.

Depois da consulta, o clima no carro voltou pesado de um jeito diferente. Mamãe dirigia devagar, as coxas grossas apertadas uma na outra, o vestidinho floral subindo um pouco toda vez que ela pisava no freio. Nina ia no banco de trás, quietinha, rosto ainda vermelho da vergonha da consulta, mexendo no celular como se nada tivesse acontecido. Eu, no carona, não conseguia parar de olhar pra mamãe: os peitos cheios balançando livres por baixo do tecido fino, os mamilos rosados marcando duro, e o cheiro doce de excitação dela subindo devagar, misturado com o perfume floral que ela sempre usava.

Quando chegamos na agência de viagens no centro, mamãe estacionou no estacionamento subterrâneo, desligou o motor e virou pra mim com os olhos brilhando.

— Filho… vamos lá dentro marcar as passagens agora. Eu não aguento esperar. Quero ver logo minha filhinha peladinha no resort, confirmar com meus próprios olhos que aquele cuzinho rosadinho ainda tá intocado… e que a bucetinha dela é mesmo tão linda quanto a doutora falou.

Ela mordeu o lábio inferior, apertou minha coxa por cima da bermuda, os dedos subindo devagar até roçar o volume que já estava crescendo.

— E você… você vai me ajudar a escolher o chalé mais isolado, tá? Pra gente ter privacidade… pra eu poder… relaxar um pouco durante a viagem.

Nina desceu do carro primeiro, dizendo que ia esperar na praça ali perto porque “tava com calor”. Ficamos só nós dois no carro escuro do estacionamento. Mamãe virou o corpo pro meu lado, o vestidinho subiu até o alto das coxas, mostrando que não tinha calcinha nenhuma. A bucetinha raspadinha brilhava de umidade, lábios inchados entreabertos, um fiozinho de mel escorrendo devagar.

— Paulo… antes de entrar… eu tô pegando fogo desde a consulta. Ouvir a doutora elogiando o corpinho da Nina… imaginar ela pelada… e saber que meu cuzinho já foi arrombado pelo meu próprio filho… ai, meu Deus… tá latejando tanto.

Ela abriu as pernas um pouco mais, levou a mão entre as coxas e abriu os lábios com dois dedos, mostrando a entrada rosada piscando.

— Me dá só um pouquinho… só a cabecinha no cuzinho… pra aliviar. Aqui mesmo, no carro. Ninguém vai ver.

Meu pau já estava duro pra caralho. Desci a bermuda rápido, o pau saltou grosso, veias saltadas, cabecinha vermelha babando pré-gozo. Mamãe se virou de lado no banco do motorista, empinou a bundona pra mim, levantou o vestidinho até a cintura. O rego se abriu, mostrando o cuzinho ainda vermelhinho e inchadinho das metidas da noite anterior, mas agora mais relaxado, piscando como se pedisse.

— Vem, filho… devagar… só encaixa a cabecinha… meu cuzinho quer sentir o pau do filho antes de entrar na agência.

Segurei a base do pau, posicionei a glande grossa no anel rosado. Empurrei devagar. O cuzinho abriu fácil — já acostumado —, envolvendo a cabecinha inteira com um calor apertado e úmido. Mamãe gemeu rouco, mordeu o próprio braço pra abafar.

— Ai… tá entrando… a cabecinha grossa abrindo meu cuzinho de novo… tá quente… tá pulsando dentro…

Eu parei ali, só a cabeça dentro, sentindo o anel apertar ritmadamente em volta da coroa. Ela rebolava devagar, fazendo o cuzinho subir e descer na glande, massageando como uma boquinha quente.

— Isso… assim… não mexe… só fica encaixado… sente como tá gostoso… meu cuzinho ama o pau do filho…

Mas o tesão era demais. Ela empurrou pra trás com mais força, deixando uns cinco centímetros entrarem. O anel esticou, as preguinhas se abriram, e ela gemeu alto, tremendo as coxas grossas.

— Ai… mais fundo… mete mais… enche o cuzinho da mamãe…

Não aguentei. Segurei a cintura dela por baixo do vestidinho, puxei devagar e meti até o talo. As bolas bateram na bundona macia, o pau inteiro sumiu no cuzinho quente e apertado. Mamãe gritou abafado no encosto do banco, corpo convulsionando.

— Todo dentro… meu Deus… o pau inteiro do meu filho no meu cuzinho… tá batendo no fundinho…

Comecei a meter devagar, estocadas longas e fundas, sentindo o anel apertar toda vez que eu saía quase inteiro e voltava a entrar. O som molhado ecoava no carro: ploc, ploc, ploc. O mel da buceta dela escorria pelas coxas, molhando minhas bolas.

— Filho… mete gostoso… arromba o cuzinho da mamãe… enquanto a gente pensa na Nina peladinha no resort…

Aumentei o ritmo. Metia forte agora, as bolas batendo ritmadamente na bundona que tremia a cada estocada. Mamãe apertava o volante com força, gemendo rouco:

— Vai… vai… enche minha bundona… goza dentro… deixa teu leitinho quente escorrendo no cuzinho da mamãe o dia inteiro…

Senti o gozo subindo rápido. Dei umas estocadas fundas, as bolas coladas na bunda dela, e gozei forte. Jato grosso atrás de jato, enchendo o cuzinho quente até transbordar. A porra escorreu pelas bordas do anel, pingando nas coxas dela e no banco.

Mamãe gozou junto, apertando forte em volta do pau, tremendo inteira, gemendo baixinho:

— Ai… tô gozando… gozando com o pau do filho enchendo meu cuzinho… toma… toma tudo…

Quando terminei, tirei devagar. O cuzinho ficou aberto por uns segundos, vermelho e inchado, porra branca escorrendo devagar pelo rego. Mamãe respirava pesado, rosto vermelho, sorriso culpado.

— Meu Deus… gozei tão forte… agora… agora veste a calcinha, filho. Quero que você deixe tua porra toda dentro do meu cuzinho enquanto a gente entra na agência marcar as passagens. Quero sentir escorrendo o dia inteiro… quero sentar na cadeira da agência com o cuzinho cheio do leitinho do meu filho.

Ela pegou a calcinha de renda preta que tinha deixado no porta-luvas — uma das que eu dei pra ela —, vestiu devagar, puxando o tecido fino pro rego. A calcinha afundou no cuzinho melado de porra, segurando tudo lá dentro. Ela ajeitou o vestidinho, abriu a porta e desceu do carro com as pernas bambas.

— Vem, Paulo… vamos marcar essa viagem. E quando a gente voltar pro carro… quem sabe eu não te peço mais um pouquinho… pra manter o cuzinho quentinho até em casa.

Entramos na agência de mãos dadas, ela andando devagar, apertando as coxas pra não deixar a porra escorrer demais. Eu sentia o cheiro de sexo no ar, via o jeito que ela mordia o lábio toda vez que sentava, sentindo meu leitinho se mexer dentro dela.

A viagem pro resort de nudismo já estava marcada. E eu sabia que o cuzinho da mamãe ia chegar lá já bem treinado… e faminto por mais.

As passagens já estavam marcadas na agência. Chalé privativo no resort de nudismo, quatro dias e três noites, saída em duas semanas. Mamãe saiu de lá com um sorriso culpado nos lábios carnudos, o vestidinho floral grudado nas coxas grossas por causa do calor e do suor misturado com o leitinho que ainda escorria devagar do cuzinho dela. Toda vez que ela dava um passo, apertava as nádegas de leve, sentindo a porra se mexer lá dentro, e soltava um suspiro baixinho que só eu ouvia.

Chegamos em casa por volta das sete da noite. Papai já tinha chegado do trabalho, estava largado no sofá assistindo futebol com uma cerveja na mão. Nina tinha subido direto pro quarto dela, dizendo que ia “tomar um banho demorado” porque “tava suada da consulta”. Mamãe e eu trocamos um olhar cúmplice no corredor. Ela ainda andava um pouquinho mais devagar, as coxas roçando uma na outra pra não deixar a calcinha de renda preta transbordar de porra.

— Filho… vai lá ver se a Nina tá bem — sussurrou ela, voz rouca. — Eu vou preparar o jantar. Mas… se ouvir algo estranho… me avisa.

Eu subi as escadas devagar. O quarto da Nina ficava no final do corredor, porta entreaberta como sempre. Quando cheguei perto, ouvi. Gemidos abafados. Baixinhos, mas inconfundíveis. Um “ai… devagar… tá apertado…” misturado com respiração pesada de homem.

Meu coração disparou. Empurrei a porta só um pouquinho, o suficiente pra ver sem ser visto. Mamãe apareceu atrás de mim na mesma hora, silenciosa como sombra, e colou o corpo quente nas minhas costas. Os peitos cheios dela apertaram contra mim, os mamilos duros roçando minha camisa.

Lá dentro: Nina de bruços na cama, de quatro, a camisola branca de baby-doll levantada até a cintura, shortinho de renda rosa puxado pro lado. A bundinha firme e redonda empinada alto, as nádegas branquinhas se abrindo naturalmente no rego. Papai estava atrás dela, de joelhos na cama, cueca boxer abaixada até os joelhos. O pau dele — médio, uns 15 cm, mais fino que o meu — estava duro, babando, pressionando forte contra o cuzinho rosadinho e apertadinho da Nina.

Ele empurrava devagar, mas não entrava. A cabecinha grossa (pro tamanho dele) batia na entrada, esticava o anel virgem, mas escorregava pro lado toda vez. Nina mordia o travesseiro, gemendo abafado:

— Pai… devagar… tá doendo… meu cuzinho é muito apertadinho… não entra…

Papai suava, segurava a cintura fina dela com as duas mãos, tentava forçar de novo. A glande abria só a pontinha, esticava as preguinhas rosadas, mas o anel resistia, apertado demais, virgem demais. Ele gemia frustrado:

— Caralho, Nina… relaxa esse cuzinho… deixa o pai entrar… tá piscando tanto… tá chamando…

Mas nada. Ele não sabia como fazer. Manezão total. Empurrava reto, sem lubrificar direito, sem preparar o anel com dedo ou língua. Só forçava como se fosse buceta. Nina tremia, empinava mais por instinto, mas soltava gritinhos de dor misturados com tesão.

— Ai… pai… tá abrindo um pouquinho… mas dói… não força tanto…

Mamãe, colada nas minhas costas, apertou minha cintura com força. Senti a mão dela descer devagar pela minha barriga até apertar meu pau já duro dentro da bermuda.

— Meu Deus do céu… olha isso, filho… teu pai tentando comer o cuzinho da nossa filhinha… e não consegue… tá todo atrapalhado… não sabe deflorar um cuzinho virgem direito…

Ela respirava pesado no meu ouvido, o hálito quente. A outra mão dela subiu pro próprio peito, apertando o mamilo por cima do vestidinho.

— Ele não sabe… mas você sabe, né, Paulo? Sabe como abrir devagar… como lubrificar com a língua… como encaixar a cabecinha grossa e deixar o anel se acostumar… meu cuzinho aprendeu direitinho com você…

Eu gemi baixinho quando ela apertou mais forte meu pau.

— Mãe… olha como a Nina empina… tá querendo… mas o cuzinho dela é apertado demais pro pau do pai…

Mamãe rebolou de leve contra mim, o rego melado de porra roçando minha bunda por cima da roupa.

— Coitadinha… vai ficar com o cuzinho dolorido sem nem ter gozado… mas eu… eu tô com o cuzinho cheio do teu leitinho quente… escorrendo agora mesmo… enquanto vejo isso…

Ela apertou as coxas, sentindo a porra se mexer dentro dela, e sussurrou rouca:

— Filho… não fala nada agora… deixa eles… mas depois… depois a gente conversa. Porque se teu pai não sabe arrombar um cuzinho virgem… talvez você precise ensinar pra Nina também. Igual ensinou pra mim.

Papai deu mais uma estocada frustrada, a cabecinha escorregou de novo pro lado. Nina gemeu alto no travesseiro, corpo tremendo.

— Pai… não entra… tá muito grosso pro meu cuzinho…

Ele parou, ofegante, pau pulsando no ar, babando.

— Tá bom, filha… relaxa… a gente tenta de novo outro dia… com mais calma…

Mamãe me puxou devagar pra trás pelo corredor, antes que eles nos vissem. Quando chegamos na escada, ela virou pra mim, olhos verdes brilhando de tesão e ciúme misturados.

— Meu Deus… minha filhinha ainda virgem no cuzinho… e teu pai maneiro demais pra abrir. Mas você… você abre gostoso, né, filho? Abre devagar… enche tudo… faz gemer de prazer…

Ela me deu um beijo rápido na boca, língua roçando a minha, gosto de pecado.

— Amanhã a gente começa o “ensaio” pro resort. Todo mundo pelado em casa. Pra se acostumar. E quem sabe… quem sabe eu não deixo você mostrar pra Nina como se faz direito.

Ela desceu as escadas rebolando devagar, o vestidinho subindo, mostrando a calcinha preta encharcada de porra no rego. Eu fiquei lá em cima, pau latejando, imaginando o cuzinho apertadinho da Nina piscando… e sabendo que o resort ia ser só o começo.

Depois daquela cena no quarto da Nina — papai tentando forçar o cuzinho apertadinho dela sem sucesso, ela gemendo de dor e tesão misturados, mordendo o travesseiro pra não gritar —, mamãe não conseguiu dormir direito. Ficou a noite inteira revirando na cama ao meu lado (papai roncava no sofá de novo), sussurrando no escuro:

— Filho… a gente precisa se acostumar. Antes do resort… antes de todo mundo ficar pelado o dia inteiro… a gente tem que ensaiar. Ver os outros nus sem surtar. Sem ficar duro na hora errada… sem tocar… só olhar e se acostumar.

No dia seguinte, domingo, papai acordou cedo pra jogar bola com os amigos. Nina disse que ia passar o dia na casa da amiga pra “estudar”. Ficamos só nós três: mamãe, eu e… bom, a ideia era só nós, mas mamãe insistiu que Nina precisava participar também. Quando ela voltou à tarde, mamãe chamou todo mundo pra sala.

— Hoje vamos fazer um ensaio — anunciou ela, voz firme mas tremendo um pouquinho nas pontas. — Vamos ficar todos pelados aqui em casa. O dia inteiro. Pra se acostumar com a nudez. No resort ninguém usa roupa… então a gente tem que treinar pra não ficar envergonhado, pra não ficar olhando demais… pra não… reagir demais.

Nina arregalou os olhos, rosto vermelho na hora.

— Mãe… sério? Pelados? Tipo… tudo?

Mamãe assentiu, já tirando o vestidinho floral devagar.

— Sério, filha. É pro bem da viagem. E é só família. Ninguém vai julgar. Vamos começar.

Ela deixou o vestido cair no chão. Ficou nua na sala: peitos cheios balançando livres, mamilos rosados já duros de nervoso e tesão, barriga lisinha, bucetinha raspadinha brilhando de leve, bundona redonda tremendo um pouquinho. Virou de costas devagar, mostrando o cuzinho ainda vermelhinho e inchadinho das metidas recentes, com um traço sutil de porra seca na borda.

— Viu? Nada demais. Agora vocês.

Papai hesitou, mas tirou a camisa e a bermuda. O pau dele — médio, mole no começo — balançava entre as pernas peludas. Nina demorou mais, mordendo o lábio, mas acabou tirando o short jeans e a blusinha cropped. Ficou só de calcinha e sutiã por uns segundos, depois soltou tudo. Peitinhos pequenos e empinados, aréolas clarinhas, mamilos rosadinhos duros na hora. Bucetinha lisinha, lábios delicados e rosados, clitóris pequeno escondidinho. Virou de costas: bundinha firme, redonda, rego perfeito, cuzinho rosadinho e apertadinho piscando de vergonha.

Eu tirei tudo por último. Meu pau já estava semi-duro só de ver todo mundo nu. Saltou grosso, veias saltadas, cabecinha vermelha brilhando. Papai olhou de lado, surpreso com o tamanho. Nina desviou o olhar rápido, mas eu vi ela morder o lábio inferior.

Mamãe tentou manter a pose de “normalidade”.

— Pronto. Agora senta todo mundo no sofá. Vamos ver TV pelados. Sem tocar. Sem graça. Só se acostumar.

Sentamos. Eu no meio do sofá grande. Mamãe do meu lado esquerdo, Nina do direito, papai na poltrona em frente. O silêncio era pesado, só o som da TV. Todo mundo pelado, coxas roçando de leve quando alguém se mexia.

Meu pau endureceu rápido. Ficou reto, latejando, apontando pro teto. Nina olhava de canto de olho, rosto vermelho. Papai também ficou duro, mas bem menos impressionante — uns 15 cm, fino, curvado pra cima.

Mamãe quebrou o silêncio.

— Tá vendo? É normal. Corpo reage. Mas a gente controla.

Depois de uns minutos, ela sugeriu:

— Vamos dar um abraço de família. Pra quebrar o gelo. Abraço apertado, mas sem safadeza.

Levantamos. Primeiro eu abracei mamãe por trás. Meu pau duro encaixou no rego da bundona dela, cabecinha grossa roçando o cuzinho inchadinho. Ela deu um gemidinho baixinho, quase inaudível, corpo tremendo de leve.

— Filho… cuidado… tá roçando…

Mas não se afastou. Ficamos assim uns segundos, meu pau pulsando entre as nádegas macias, a cabecinha pressionando o anel rosado que já conhecia bem o formato.

Do outro lado, Nina abraçou papai por trás também. O pau dele, duro agora, encaixou no rego da bundinha dela. Nina empinou de leve, sem querer (ou querendo?), e a cabecinha dele roçou o cuzinho apertadinho. Ela soltou um suspiro manhoso.

Mamãe olhou pro lado e viu. Apertou minha cintura com força, sussurrando no meu ouvido:

— Olha… tua irmã tá sentindo o pau do pai no rego… mas não entra… coitadinha…

Enquanto isso, eu empurrei de leve. A cabecinha grossa abriu o cuzinho da mamãe só a pontinha — menos de um centímetro —, esticando o anel ainda sensível. Ela deu um gemidinho rouco, coxas tremendo.

— Ai… filho… a cabecinha entrou um pouquinho… tá abrindo de novo…

Nina desconfiou. Virou o rosto de leve, viu mamãe tremendo no meu abraço, mas não falou nada. Porque o pau do papai estava bem no meio do rego dela, roçando o cuzinho virgem, e ela mesma rebolava sutilmente, sentindo o calor.

Mamãe sussurrou mais baixo:

— Tá sentindo, Paulo? Meu cuzinho piscando na cabecinha… quer mais… mas hoje é só ensaio. Nada de meter tudo.

Ficamos assim uns minutos: abraços “inocentes”, paus duros roçando regos, cabecinhas pressionando entradas apertadas sem entrar de verdade. Gemidinhos abafados, respirações pesadas.

Quando mamãe soltou o abraço, meu pau saiu com um “plop” molhado do cuzinho dela. Ficou vermelho, babando pré-gozo misturado com o mel que escorria do rego. Ela ajeitou o cabelo, tentou disfarçar o tremor nas pernas.

— Pronto… ensaio feito. Amanhã a gente repete. Pra se acostumar de vez.

Nina subiu pro quarto rápido, bundinha tremendo, cuzinho piscando vazio. Papai foi pro banheiro, pau ainda duro. Mamãe me puxou pro corredor, colou os peitos nus no meu peito.

— Filho… quase não aguentei. Tua cabecinha no meu cuzinho… enquanto via tua irmã sentindo o pau do pai… meu Deus… tô pingando.

Ela abriu as pernas de leve, deixou eu ver o mel escorrendo pelas coxas grossas.

— Hoje à noite… quando todo mundo dormir… vem pro meu quarto. Quero sentir tudo de novo. Enquanto penso na Nina peladinha no resort… e no cuzinho dela ainda virgem esperando alguém que saiba abrir direito.

Ela me deu um beijo na boca, língua quente, e subiu as escadas rebolando devagar, bundona tremendo, cuzinho vermelho piscando pra mim.

O ensaio tinha sido “sem safadeza”. Mas todo mundo sabia que o resort ia ser bem diferente. E que os abraços iam virar muito mais que isso.

O primeiro dia no resort chegou rápido demais. O voo foi curto, mas o clima dentro do avião já estava carregado: mamãe sentada do meu lado, coxas grossas roçando na minha perna toda vez que o avião balançava, vestidinho soltinho subindo devagar e mostrando que ela não tinha colocado calcinha nenhuma “pra facilitar na chegada”. Nina do outro lado do corredor, de short jeans curtinho e cropped, peitinhos pequenos marcando o tecido fino, bundinha firme empinada no assento. Papai cochilava com fone de ouvido, alheio a tudo.

Quando chegamos no resort, o ar quente e úmido do litoral nos acertou em cheio. O recepcionista sorriu simpático:

— Bem-vindos ao Paraíso Natural. Aqui é nudismo total a partir da portaria. Podem deixar as roupas nos armários ali. As chaves dos chalés estão prontas.

Mamãe respirou fundo, olhou pra gente com um sorriso nervoso.

— Vamos lá, família. Sem vergonha. É só pele.

Papai tirou a camisa primeiro, depois a bermuda. Ficou nu, pau mole balançando, barriguinha de cerveja aparecendo. Nina hesitou, rosto vermelho como pimentão, mas mamãe já estava tirando o vestidinho. Os peitos cheios balançaram livres, mamilos rosados endurecendo com a brisa. Bucetinha raspadinha brilhando de leve, bundona redonda tremendo quando ela se abaixou pra guardar as sandálias no armário. O cuzinho ainda um pouquinho avermelhado das últimas metidas, mas agora mais relaxado, piscando sutilmente.

Nina seguiu o exemplo. Tirou o cropped, peitinhos pequenos e empinados ficaram à mostra, aréolas clarinhas, mamilos durinhos. Depois o short e a calcinha minúscula. Bucetinha lisinha, rosada, lábios delicados entreabertos como a doutora tinha elogiado. Virou de costas pra guardar as coisas: bundinha firme, redonda, rego perfeito, cuzinho apertadinho rosado, virgem, intocado, piscando de vergonha.

Eu tirei tudo por último. Meu pau já estava semi-duro só de ver as três peladas ali na portaria. Saltou grosso, veias saltadas, cabecinha vermelha brilhando. Papai olhou de canto de olho, surpreso de novo com o tamanho. Nina desviou o olhar rápido, mas eu vi ela morder o lábio inferior, coxas se apertando de leve.

Caminhamos até o chalé pela trilha de pedras, todos nus, sol batendo na pele. Ninguém falou muito. O silêncio era pesado de tesão contido. Mamãe andava na frente, rebolando devagar, bundona tremendo a cada passo. Nina atrás dela, bundinha durinha balançando, peitinhos saltitando. Papai no meio, pau balançando mole. Eu fechando o grupo, pau endurecendo mais a cada visão da bundona da mamãe e da bundinha da Nina.

Chegamos no chalé: varanda com rede, quarto grande com cama king, banheiro aberto com chuveirão. Mamãe jogou a bolsa na mesa e suspirou.

— Pronto… chegamos. Agora é só relaxar. Sem roupa o dia inteiro. Vamos pra praia?

Mas ninguém tinha coragem de sair ainda. O nervosismo era grande demais. Sentamos na varanda, todos nus, pernas abertas sem querer, corpos expostos.

Mamãe sentou no meu colo primeiro. “Pra testar se a gente aguenta sem surtar”, disse ela. Virou de costas, bundona macia se acomodando nas minhas coxas. Meu pau duro encaixou no rego dela, cabecinha grossa roçando o cuzinho inchadinho. Ela deu um gemidinho baixinho, rebolou sutilmente.

— Ai… filho… tá roçando… mas é só pra se acostumar… não mexe…

Nina olhou, rosto vermelho, mas não disse nada. Depois mamãe levantou e Nina sentou no colo do papai. Bundinha firme se acomodando, pau dele encaixando no rego dela. Nina empinou de leve, sentindo a cabecinha roçar o cuzinho virgem. Soltou um suspiro manhoso, coxas tremendo.

— Pai… tá quente… mas… é só pra treinar…

Mamãe observava tudo, olhos brilhando. Depois elas trocaram de lugar. Nina veio pro meu colo. Bundinha durinha se sentou devagar, rego perfeito envolvendo meu pau duro. A cabecinha grossa pressionou o cuzinho apertadinho dela, abrindo só a pontinha das preguinhas rosadas. Nina congelou, respirou fundo, mas não levantou. Rebolou de leve, quase sem querer.

— Paulo… tá… tá batendo no meu cuzinho… tá grosso demais…

Mamãe sentou no colo do papai. Bundona macia se acomodando, pau dele roçando o rego melado. Ela rebolou devagar, gemendo baixinho.

— Jorge… sente como tá gostoso… mas sem safadeza… só pra relaxar…

Ficamos assim uns minutos: elas trocando de colo, bundas nuas roçando paus duros, cabecinhas pressionando entradas apertadas sem entrar de verdade. Gemidinhos abafados, respirações pesadas, corpos tremendo de tesão contido.

Ninguém falou em ir pra praia naquele dia. Ficamos no chalé, nus, sentados, deitados na rede, corpos roçando “sem querer”. Meu pau latejava o tempo inteiro, babando pré-gozo. O cuzinho da mamãe piscava toda vez que eu passava perto. O da Nina ficava vermelhinho de tanto roçar.

Mamãe sussurrou no meu ouvido quando ninguém viu:

— Filho… hoje foi só o começo. Amanhã… amanhã a gente vai pra praia de verdade. E quem sabe… quem sabe eu não te peço pra aliviar esse fogo no banheiro do chalé. Porque tô pingando só de ver tua irmã peladinha… e saber que o cuzinho dela ainda tá virgem esperando alguém que saiba abrir direito.

Ela apertou minha coxa, unhas cravando de leve, e se afastou rebolando devagar, bundona tremendo, deixando um rastro de gotinhas no chão de madeira.

O primeiro dia terminou assim: tímido, quente, cheio de roçadas “inocentes”. Mas todo mundo sabia que o segundo dia ia ser bem diferente. E que os limites do resort iam cair rápido.

O segundo dia no resort amanheceu quente, o sol batendo forte na varanda do chalé. Todo mundo acordou cedo, ainda nu, corpos já acostumados com a sensação do ar livre na pele. Mamãe saiu primeiro, esticando os braços, peitos cheios balançando, bundona tremendo de leve enquanto se espreguiçava. O cuzinho dela ainda estava um pouquinho avermelhado das roçadas do dia anterior, mas agora brilhava de óleo solar que ela passou devagar, dedos circulando o anel rosado como se estivesse se preparando pra algo.

Nina desceu da cama king, peitinhos pequenos empinados, bundinha firme saltitando a cada passo. Papai foi pro banheiro, pau mole balançando. Eu fiquei na rede, pau já semi-duro só de olhar pras duas peladas ali na varanda.

Mamãe veio até mim, sentou na beirada da rede, coxas grossas roçando nas minhas.

— Filho… tô com uma vontade louca hoje. Meu cuzinho tá latejando desde ontem, lembrando das roçadas no teu colo. Mas aqui no chalé não dá… todo mundo vê.

Ela mordeu o lábio, olhos verdes brilhando.

— Vamos andar nas pedras? Lá na ponta da praia tem umas rochas grandes, escondidas. A gente pode… aliviar um pouquinho. Sem ninguém ver.

Nina ouviu e disse que ia junto.

— Eu também vou. Tô curiosa pra ver o mar de perto.

Mamãe hesitou, mas assentiu.

— Tá bom, filha. Mas fica perto da gente, hein?

Saímos os três: mamãe na frente, rebolando devagar pela areia quente, bundona tremendo; eu atrás, pau balançando duro; Nina fechando, bundinha durinha saltitando, peitinhos balançando de leve. Papai ficou no chalé, disse que ia “tirar um cochilo”.

Chegamos nas pedras. Um labirinto de rochas altas, ondas batendo baixo, ninguém por perto. Mamãe subiu numa pedra maior, empinou a bundona, mãos apoiadas na rocha, olhando pro mar.

— Filho… vem cá. Me ajuda a subir melhor.

Eu subi atrás dela. Nina ficou embaixo, olhando pra cima, curiosa. Mamãe virou de costas pra mim, empinou mais, rego se abrindo naturalmente. O cuzinho piscava, rosado, ainda um pouco inchado das vezes anteriores.

— Paulo… mete… mete agora. Meu cuzinho não aguenta mais. Tá pegando fogo.

Segurei a cintura fina dela, posicionei a cabecinha grossa no anel quente. Empurrei devagar. O cuzinho abriu fácil, acostumado, envolvendo a glande inteira com um calor apertado e úmido. Mamãe gemeu rouco, corpo tremendo.

— Ai… tá entrando… a cabecinha grossa abrindo meu cuzinho… tá quente… tá pulsando…

Eu meti mais fundo, devagar, sentindo o anel esticar em volta da haste veiada. Metade do pau já dentro, bolas roçando as nádegas macias. Ela empurrou pra trás, gemendo alto.

— Todo… mete todo, filho… enche o cuzinho da mamãe… enquanto a gente tá aqui nas pedras…

Comecei a meter ritmadamente, estocadas longas e fundas. Ploc, ploc, ploc — as bolas batendo na bundona que tremia. Mamãe segurava firme nas pedras, coxas grossas apertando, gemendo sem parar.

— Ai… assim… fode gostoso… arromba o cuzinho da tua mãe… tá batendo no fundinho…

Eu olhei pra baixo. Nina estava lá, olhos arregalados, olhando pra cima. Ela via tudo: meu pau grosso entrando e saindo do cuzinho da mamãe, as preguinhas rosadas se abrindo e fechando a cada estocada, porra pré-gozo misturada com mel escorrendo pelas coxas dela. Nina não falou nada. Só mordeu o lábio, levou a mão devagar entre as próprias pernas, dedos roçando o clitóris pequeno e duro.

Mamãe não viu a filha olhando. Estava de olhos fechados, gemendo rouco.

— Filho… tô gozando… tô gozando no teu pau… aperta mais… enche tudo…

Ela gozou forte, cuzinho apertando ritmadamente em volta da minha haste, mel jorrando pelas coxas. Eu não aguentei: meti fundo, bolas coladas na bundona, e gozei dentro. Jatos grossos enchendo o cuzinho quente, transbordando pelas bordas, escorrendo pelo rego.

Quando tirei devagar, o cuzinho ficou aberto por uns segundos, vermelho vivo, inchado, porra branca pingando devagar. Mamãe respirou pesado, virou pra mim com sorriso culpado.

— Meu Deus… gozei tão forte… agora vamos voltar. E não conta pro teu pai.

Descemos as pedras. Nina já estava na areia, fingindo olhar pro mar, mas eu vi as coxas dela brilhando de umidade, clitóris inchadinho aparecendo entre os lábios delicados.

Chegamos no chalé. Papai ainda cochilava na rede. Mamãe sentou na varanda, pernas abertas, cuzinho vermelho e inchadinho exposto. Papai acordou, olhou pra ela e franziu a testa.

— Rosângela… teu cuzinho tá todo vermelhinho… inchadinho… que foi isso?

Mamãe deu um sorriso disfarçado, apertou as coxas de leve pra segurar a porra lá dentro.

— Deve ser alergia da areia, amor. Pegou sol demais. Já passo uma pomada.

Papai resmungou algo e voltou pro cochilo. Mamãe olhou pra mim, piscou devagar, sussurrando só pra eu ouvir:

— Alegria da areia… teu leitinho quente escorrendo no meu cuzinho… isso sim é alergia gostosa.

Nina passou por mim no corredor do chalé, bundinha tremendo. Quando ninguém viu, ela encostou de leve no meu braço, sussurrou baixinho:

— Eu vi tudo… vi você comendo a mamãe nas pedras… o pau inteiro entrando e saindo… meu cuzinho piscou só de olhar.

Ela se afastou rebolando sutil, deixando um rastro de gotinhas no chão.

O dia ainda nem tinha acabado. E o cuzinho da mamãe já estava latejando de novo, cheio do meu leitinho, esperando a próxima chance de ser arrombado. Enquanto o da Nina… o da Nina ainda esperava o momento certo pra ser aberto por alguém que soubesse fazer direito.

No terceiro dia no resort, o sol já queimava forte logo cedo, mas o clima dentro do chalé estava ainda mais quente. Papai acordou reclamando de dor de cabeça — disse que a cerveja da noite anterior tinha batido forte demais. Nina apareceu na cozinha do chalé com cara de sono, peitinhos pequenos empinados, bundinha firme tremendo de leve enquanto pegava água na geladeira. Ela sentou devagar na cadeira, fazendo uma careta sutil, como se estivesse desconfortável.

— Tô me sentindo mal hoje, pai. Acho que peguei um sol demais ontem. Vou ficar no chalé descansando.

Papai resmungou algo sobre “ficar de boa também” e se jogou na rede da varanda com um copo de água e aspirina. Nina piscou pra mim quando ninguém viu, um sorrisinho safado nos lábios carnudos.

Mamãe, que já estava pingando de tesão desde a manhã (o cuzinho dela ainda latejava do gozo nas pedras no dia anterior), viu a cena e aproveitou na hora.

— Amor, já que o Jorge e a Nina vão ficar aqui… eu e o Paulo vamos pra praia um pouquinho. Tomar um sol, nadar… relaxar. A gente volta pro almoço.

Papai nem levantou a cabeça da rede.

— Vai lá, Rosângela. Eu fico de olho na menina.

Mamãe me puxou pelo braço, nua, bundona tremendo de ansiedade.

— Vem, filho… hoje é nosso dia. Meu cuzinho tá implorando pelo teu pau desde ontem. Não aguento mais esperar.

Saímos do chalé e fomos direto pra praia. Mas em vez de ficar na areia cheia de gente, mamãe me levou pra uma área mais afastada, atrás de umas dunas baixas, onde as ondas quebravam suave e ninguém passava. Deitamos numa toalha grande que ela trouxe, corpos nus colados, sol batendo na pele.

Ela se deitou de bruços primeiro, bundona empinada pro alto, rego aberto naturalmente, cuzinho rosado piscando pra mim.

— Filho… começa devagar. Beija meu cuzinho… lambe… prepara ele pro teu pau grosso.

Ajoelhei atrás dela, segurei as nádegas macias e abri devagar. O cuzinho já estava relaxado, ainda um pouco inchado das metidas anteriores, mas quente e convidativo. Dei um beijinho leve no anel, depois outro mais demorado. A língua saiu, circulando as preguinhas rosadas, lambendo devagar. Mamãe gemeu rouco, empinando mais.

— Ai… tua língua no meu cuzinho… tá lambendo gostoso… tá molhado…

Enfiei a ponta da língua devagar, sentindo o calor apertado do interior. Ela tremeu inteira, coxas grossas apertando minha cabeça.

— Filho… chupa meu cuzinho… me prepara… quero sentir tudo hoje… de todo jeito.

Depois de lamber até ela pingar mel pelas coxas, levantei e posicionei o pau duro na entrada. A cabecinha grossa pressionou o anel, abriu fácil e entrou inteira. Mamãe gemeu alto, sem se importar se alguém ouvisse.

— Ai… tá entrando… a cabecinha grossa abrindo meu cuzinho… mete mais… enche tudo…

Empurrei devagar até o talo. As bolas bateram na bundona, pau inteiro sumido no calor apertado. Comecei a meter ritmadamente, estocadas longas e fundas, sentindo o anel apertar toda vez que eu saía quase inteiro e voltava a entrar.

— Isso… fode gostoso… arromba o cuzinho da mamãe… tá batendo no fundinho…

Depois de uns minutos metendo no cuzinho, ela virou de costas, abriu as pernas bem largas, bucetinha raspadinha exposta, lábios inchados brilhando de tesão.

— Agora na bucetinha, filho… só a cabecinha primeiro… depois mais fundo… quero sentir teu pau na entrada da bucetinha da mãe…

Segurei o pau pela base, rocei a glande nos lábios carnudos. Ela gemeu, arqueou as costas.

— Ai… tá quente… tá babando nos meus lábios…

Pressionei devagar. A cabecinha grossa abriu os lábios, encaixou na entrada molhada. Só a cabeça dentro, nada mais. Mamãe apertou os músculos internos, massageando a glande ritmadamente.

— Meu Deus… a cabecinha na bucetinha… tá pulsando dentro… tá grosso demais…

Fiquei parado, só pulsando. Ela rebolava devagar, fazendo os lábios subirem e descerem na glande, clitóris duro roçando na base. Depois pediu mais.

— Mete metade agora… só metade… pra eu sentir…

Empurrei devagar. Metade do pau entrou na bucetinha quente e apertada. Ela gritou baixinho, mãos apertando os próprios peitos.

— Ai… tá enchendo… tá abrindo minha bucetinha… tá gostoso…

Meti devagar, só metade, estocadas curtas. O mel escorria pelas minhas bolas, som molhado ecoando nas dunas.

Depois ela sentou no meu colo, de frente pra mim. Segurou meu pau pela base, posicionou na entrada do cuzinho (que já estava bem acostumado e larguinho depois de tantas metidas).

— Agora senta tudo no cuzinho… quero engolir teu pauzão inteiro com o cuzinho que já tá treinado pro filho.

Ela desceu devagar. O anel abriu fácil, engolindo a cabecinha, depois a haste grossa, até as bolas colarem na bundona. Ficou sentada até o talo, gemendo rouco.

— Todo dentro… meu cuzinho engolindo tudo… tá latejando no fundinho…

Começou a quicar devagar, subindo e descendo, bundona batendo nas minhas coxas. Peitos cheios balançando na minha cara, mamilos duros roçando meus lábios. Eu chupei um, depois o outro, enquanto ela acelerava.

— Ai… filho… quica no colo do filho… cuzinho arrombado gostoso… tô gozando… tô gozando no teu pau…

Ela gozou forte, apertando o cuzinho ritmadamente em volta da minha haste, mel jorrando. Eu segurei a bundona, meti fundo e gozei dentro, enchendo tudo de novo com jatos grossos que transbordaram pelas bordas.

Ficamos assim uns minutos, ela sentada no meu colo, pau ainda dentro do cuzinho melado de porra, respirando pesado.

— Meu Deus… gozei de todo jeito hoje… cuzinho, bucetinha… tudo pro pau do meu filho.

Quando voltamos pro chalé, papai ainda na rede, Nina deitada na cama do quarto. Mamãe sentou na varanda, pernas abertas, cuzinho vermelho e inchado pingando leitinho devagar.

— Filho… amanhã a gente continua. Porque meu cuzinho já tá viciado… e acho que o da Nina também vai querer provar em breve.

Nina, da porta do quarto, sorriu de lado pra mim, sem dizer nada. Mas os olhos dela diziam tudo: ela tinha ouvido cada gemido. E queria a vez dela.

O último dia no resort passou voando, cheio de sol, praia e olhares carregados. Mas quando chegamos em casa, o ar da sala já estava diferente. Papai e Nina mal falaram no carro de volta — ele dirigia quieto, ela no banco de trás mexendo no celular com um sorrisinho discreto. Mamãe, do meu lado, apertava as coxas grossas toda hora, sentindo o cuzinho ainda latejando das metidas intensas das dunas. Eu sentia o cheiro dela subindo: mel misturado com porra seca.

Chegamos em casa já era noite. Papai disse que ia tomar banho e dormir cedo — “viagem cansou”. Mamãe subiu pro quarto pra desfazer as malas. Eu e Nina ficamos na sala arrumando as coisas. Ela me olhou de canto, bundinha firme marcada no short jeans curtinho que usava em casa.

— Paulo… você gozou muito na mamãe lá no resort, né? — sussurrou ela, voz manhosa. — Eu ouvia tudo pelas paredes do chalé. Os gemidos dela… o barulho molhado… meu cuzinho piscava só de imaginar.

Antes que eu respondesse, ouvimos um choramingo vindo do andar de cima. Baixinho, abafado, mas claro: “ai… não entra… tá muito apertado… dói…”.

Mamãe desceu correndo as escadas, ainda com a roupa de viagem, olhos arregalados.

— Filho… ouviu isso? É a Nina… não, espera… é do quarto do teu pai.

A gente subiu em silêncio, coração disparado. A porta do quarto do casal estava entreaberta. Luz do abajur acesa. Dentro: Nina de bruços na cama dos pais, camisola branca de baby-doll levantada até a cintura, shortinho de renda rosa puxado pro lado. Bundinha firme empinada alto, rego aberto, cuzinho rosadinho piscando de nervoso. Papai atrás dela, de joelhos na cama, cueca abaixada, pau duro (ainda médio, fino comparado ao meu), brilhando de lubrificante KY que ele espalhava com os dedos desajeitados.

Ele passava o KY no anel apertado dela, circulando devagar, tentando relaxar. Nina mordia o travesseiro, gemendo baixinho:

— Pai… devagar… meu cuzinho é muito apertadinho… nunca entrou nada… tá doendo…

Papai murmurava rouco, voz tremendo de tesão:

— Relaxa, filhinha… deixa o pai entrar… só a cabecinha… vai ser gostoso… tu vai ver…

Ele posicionou a glande no anel virgem. Empurrou devagar. O cuzinho resistiu, esticou as preguinhas rosadas, abriu só a pontinha. Nina deu um gritinho abafado no travesseiro, corpo tremendo.

— Ai… tá abrindo… dói… mas… continua…

Papai forçou mais um pouco. A cabecinha grossa (pro tamanho dele) entrou inteira, esticando o anel ao máximo. Nina arregalou os olhos, lágrimas de dor e tesão escorrendo.

— Meu Deus… a cabecinha tá dentro… tá enchendo meu cuzinho…

Papai parou ali, ofegante, suando. Não sabia o que fazer depois. Ficou parado, pau pulsando na entrada apertada.

— Tá sentindo, filha? Tá gostoso?

Nina respirou fundo, depois… começou a rebolar devagar. Sozinha. Empurrando pra trás, fazendo o cuzinho engolir mais um centímetro, depois outro. Gemendo rouco, voz embolada no travesseiro:

— Ai… tá entrando mais… tá abrindo gostoso agora… continua, pai… mete mais…

Papai acordou do transe. Segurou a cintura fina dela e empurrou devagar. O pau inteiro foi entrando: metade, três quartos, até as bolas colarem na bundinha firme. Nina gritou abafado, mas não parou de rebolar. Pelo contrário: acelerou, quicando pra trás, cuzinho apertado massageando a haste fina.

— Isso… pai… todo dentro… meu cuzinho engolindo tudo… tá pulsando…

Papai começou a meter ritmadamente, estocadas curtas no começo, depois mais fundas. Ploc, ploc, ploc — bolas batendo na bundinha que tremia. Nina gemia alto agora, sem se importar:

— Ai… fode meu cuzinho, pai… arromba a filhinha… tá gostoso… tô gozando…

Ela gozou forte, cuzinho apertando ritmadamente em volta do pau do pai, corpo convulsionando. Papai não aguentou: deu umas estocadas fundas, gemeu rouco e gozou dentro. Jatos quentes enchendo o cuzinho virgem da filha, transbordando pelas bordas, escorrendo pelo rego.

— Toma… toma o leitinho do pai… enche teu cuzinho…

Quando terminou, ele tirou devagar. O cuzinho da Nina ficou aberto por uns segundos, vermelho vivo, inchado, porra branca pingando devagar. Ela ficou de bruços, ofegante, bundinha tremendo, sorrisinho culpado no rosto.

Mamãe, colada na porta comigo, apertava minha mão com força. Sussurrou rouca no meu ouvido:

— Meu Deus… teu pai conseguiu… arrombou o cuzinho da nossa filhinha… e ela mesma rebolou até entrar tudo… gozou forte…

A gente saiu de fininho pelo corredor, antes que eles nos vissem. Mamãe me puxou pro meu quarto, trancou a porta.

— Filho… liga pro celular deles agora. Fala que a gente chegou mais cedo da viagem… que estamos subindo as malas… pra eles não desconfiarem.

Eu peguei o celular, disquei pro número do papai. Ele atendeu ofegante, voz rouca:

— Alô?

— Pai, sou eu. Chegamos mais cedo. Estamos subindo as malas. Desce aí pra ajudar?

Ele hesitou, respirou fundo.

— Tá bom, filho… já descemos.

Desliguei. Mamãe me olhou, olhos brilhando de tesão e ciúme misturados.

— Eles vão descer agora… com o cuzinho da Nina cheio do leitinho do pai… e o meu ainda cheio do teu de ontem. Meu Deus… isso tá ficando cada vez mais sujo.

Ela se aproximou, colou os peitos cheios no meu peito, sussurrando:

— Amanhã… amanhã a gente pergunta pra ela por que o cuzinho tá vermelho e inchadinho. E quem sabe… quem sabe eu não deixo você mostrar pra ela como se faz direito. Igual você fez comigo.

Ela me deu um beijo na boca, língua quente, e saiu do quarto rebolando devagar, bundona tremendo, deixando o cheiro de sexo no ar.

A viagem tinha acabado. Mas o fogo em casa… esse só estava começando a pegar de verdade.

Na manhã seguinte à chegada em casa, o sol entrava pela janela da cozinha, iluminando a mesa onde todo mundo tomava café. Papai já estava de roupa social, pronto pro trabalho, tomando café preto forte. Nina desceu devagar as escadas, ainda de camisola curta de algodão branco, peitinhos pequenos marcando o tecido fino, bundinha firme balançando sutil a cada degrau. Ela sentou na cadeira com cuidado, fazendo uma careta discreta, coxas apertadas, como se doesse encostar.

Mamãe, que já estava de avental por cima da camisola curta, serviu o suco dela e parou ao lado da filha, olhando de cima a baixo.

— Nina… filha… por que você tá sentando tão devagar? Tá com dificuldade pra sentar direito… e olha teu cuzinho… tá vermelho e inchadinho de novo. Igual o meu depois que… bom, você sabe.

Nina corou forte, baixou os olhos pro copo, mordendo o lábio inferior.

— Ah… mãe… deve ser a mesma alergia que você teve no resort. Areia, sol, sei lá… pegou forte.

Mamãe se inclinou mais perto, voz baixa mas firme, olhos verdes fixos nos da filha.

— Filha… não mente pra mamãe. Eu vi ontem à noite. Vi teu pai tentando… e depois conseguindo. Vi você rebolando pra trás, engolindo tudo sozinha, gemendo gostoso. Vi ele gozando dentro do teu cuzinho virgem.

Nina arregalou os olhos, rosto vermelho até as orelhas, mas não negou. Olhou pro lado, viu que papai já tinha saído pro trabalho sem ouvir nada.

— Mãe… eu… eu não aguentei. Depois de ver vocês no resort… de ouvir os gemidos… meu cuzinho ficou latejando o dia inteiro. Quando chegamos, ele me chamou pro quarto… disse que queria tentar de novo… com calma. E… e dessa vez entrou. Doeu no começo… mas depois… depois foi gostoso. Muito gostoso. Eu mesma quis mais… rebolei até entrar tudo… e gozei forte… com o leitinho dele dentro.

Mamãe ficou em silêncio uns segundos, respirando pesado. Depois sorriu de lado, um sorriso culpado e quente ao mesmo tempo.

— Meu Deus do céu… minha filhinha… finalmente deixou o cuzinho ser arrombado… e pelo pai. Igual eu deixei pro teu irmão.

Nina olhou pra mim, que estava sentado do outro lado da mesa, pau já endurecendo dentro da bermuda só de ouvir. Ela piscou devagar, sorrisinho safado nos lábios.

— É… irmão… agora eu sei como é. A sensação de ser preenchida… de sentir quente, grosso, pulsando dentro… meu cuzinho ainda tá sensível… tá piscando agora só de lembrar.

Mamãe se aproximou mais, passou a mão devagar no cabelo da filha, depois desceu pro ombro, apertando de leve.

— Tá doendo ainda?

— Um pouquinho… mas é uma dor gostosa. Toda vez que sento, sinto o leitinho dele lá dentro… escorrendo devagar.

Mamãe assentiu, olhos brilhando.

— Então descansa hoje. Mas à noite… a gente vê filme na sala. Todo mundo pelado. Igual no ensaio antes do resort. Pra se acostumar de vez. E quem sabe… quem sabe a gente não conversa mais sobre isso. Sobre como abrir direitinho… como fazer gozar forte.

Nina sorriu, olhou pra mim de novo, piscando.

— Pode ser, mãe. Eu topo.

O dia passou devagar. Papai chegou do trabalho cansado, tomou banho e foi pro sofá ver jornal. À noite, mamãe chamou todo mundo pra sala.

— Vamos ver um filme. Mas sem roupa. Pra relaxar depois da viagem.

Papai resmungou, mas tirou tudo. Nina tirou a camisola devagar, ficando nua, peitinhos empinados, bucetinha lisinha brilhando de leve, cuzinho ainda vermelho e inchadinho piscando sutil. Mamãe tirou o avental e a camisola, bundona tremendo, peitos cheios balançando. Eu tirei a bermuda e a camiseta, pau já duro apontando pro teto.

Sentamos no sofá grande: mamãe no meio, eu do lado esquerdo, Nina do direito, papai na poltrona em frente. O filme era uma comédia boba, mas ninguém prestava atenção de verdade. Os olhos passeavam: mamãe olhando o cuzinho inchado da Nina, Nina olhando meu pau grosso latejando, papai olhando as duas bundas nuas.

Nina se ajeitou no sofá, sentou de lado, abrindo um pouco as pernas. O cuzinho vermelho apareceu de relance, ainda sensível, um traço sutil de porra seca na borda. Mamãe viu e sussurrou baixo:

— Olha como tá lindo… vermelho, inchadinho… marcado pelo pai.

Nina sorriu, olhou pra mim.

— Irmão… você também marca gostoso, né? A mamãe vive assim… cheia do teu leitinho.

Mamãe riu baixinho, apertou minha coxa.

— Verdade… mas hoje é noite de filme. Sem safadeza… só olhando.

Mas enquanto o filme rolava, as mãos começaram a passear “sem querer”. Mamãe roçando a coxa na minha, Nina encostando o peitinho no meu braço. Papai se masturbava devagar na poltrona, pau médio duro. Nina abriu mais as pernas, dedos roçando o clitóris pequeno. Mamãe fez o mesmo, abrindo os lábios inchados.

O filme acabou com todo mundo ofegante, paus duros, bucetas pingando, cuzinhos piscando. Ninguém falou em ir dormir cedo.

Mamãe desligou a TV, olhou pra gente.

— Amanhã… amanhã a gente conversa mais. Sobre dança… sobre funk… sobre como ensinar direitinho. Porque agora todo mundo já provou um pouquinho. E ninguém quer parar.

Nina piscou pra mim de novo, sorrindo.

— Boa noite, irmão… sonha comigo. Com meu cuzinho piscando… esperando a vez de provar um pau maior.

Ela subiu as escadas rebolando devagar, bundinha tremendo, cuzinho vermelho brilhando na luz fraca.

Mamãe me deu um beijo na boca, língua quente.

— Filho… amanhã o chalé vira funk de novo. Pelados. E dessa vez… sem limite.

A casa estava silenciosa. Mas o ar cheirava a sexo, a pecado, a família se entregando de vez. E a próxima dança… essa ia ser inesquecível.

Depois do filme, ninguém quis subir pra dormir. O ar da sala estava pesado, cheirando a pele quente, buceta molhada e cuzinho recém-arrombado. Todo mundo ainda pelado no sofá, paus duros, bucetas brilhando, mamilos arrepiados. Mamãe olhou pra gente, mordeu o lábio e sorriu daquele jeito safado que eu já conhecia bem.

— Sabe de uma coisa, família? Já que estamos todos pelados em casa, confortáveis, sem vergonha nenhuma… igual no resort… por que não dançamos um funk? Só pra relaxar. Eu aprendi direitinho com o Paulo… posso ensinar pra vocês.

Papai riu, ainda com o pau meio mole na mão.

— Dançar pelado? Tá louca, Rosângela?

— Tô não, amor. É só diversão. Nina, liga o som. Coloca uma batida boa.

Nina pegou o celular, conectou no som da sala. Uma batida pesada, lenta, daqueles funk melody bem safados começou a tocar. Mamãe levantou primeiro, bundona tremendo, peitos balançando livres. Foi até o papai, virou de costas e sentou no colo dele do jeito que eu ensinei: rebolado lento, empinando, descendo até o pau dele encaixar no rego.

— Assim, amor… solta o quadril… joga pra trás…

Ela rebolava gostoso, bundona macia subindo e descendo no colo do papai, o rego engolindo o pau dele que começava a endurecer devagar. Mamãe olhava pra mim por cima do ombro, piscando.

Nina veio até mim, sorrindo tímida mas com fogo nos olhos. Virou de costas, bundinha firme e redonda se acomodou no meu colo. Meu pau já estava duro pra caralho, latejando. Ela desceu devagar, rebolando igual a mãe tinha feito. O pau grosso passou direto no meio das pernas dela, cabecinha roçando os lábios lisinhos da bucetinha, depois subindo e pressionando o cuzinho ainda vermelho e inchadinho.

— Ai, irmão… tá passando no meio das minhas pernas… tá quente… tá babando na minha bucetinha…

Ela rebolava mais solta, empinando, fazendo meu pau deslizar pra frente e pra trás entre os lábios dela, a cabecinha batendo de leve no cuzinho sensível. Eu gemia baixo, mãos na cintura fina dela, sentindo a bundinha durinha tremer.

Mamãe olhou pra cena, riu safada, ainda dançando no colo do papai.

— Olha só o Paulo… já tá duro que nem pedra, pau passando no meio das pernas da irmã… hein, filho? Não pode fazer safadeza não, viu? Aqui é só dança…

Ela tirou sarro, voz rouca de tesão, mas o pau do papai ainda estava meio mole, só roçando no rego dela sem endurecer direito.

— Amor… tá mole ainda? Relaxa… deixa a mamãe rebolar mais…

Mamãe franziu a testa de brincadeira, depois olhou pra gente e disse alto:

— Tá bom, vamos trocar os parceiros. Assim fica mais justo. Nina, vem pro colo do pai. Paulo, vem pra mamãe.

Ela mudou a música no celular. Colocou um proibidão pesado, daqueles bem explícitos:

“Nesse cu eu meto vara, meto vara, meto vara…
Nesse cu eu meto vara, meto vara, meto vara…
Te dou uma ideia, te levo pro escuro,
Arreia a calcinha que eu te empurro tudo…”

A batida era suja, pesada, perfeita pra rebolar sem vergonha. Mamãe veio até mim, virou de costas, bundona empinada. Segurou meu pau grosso pela base com a mão quente, posicionou a cabecinha grossa bem na entrada do cuzinho dela — que já estava acostumado, larguinho, piscando de tesão.

— Vem, filho… coloca na entrada… e vamos dançar até entrar tudo…

Ela começou a rebolar devagar, descendo ritmada com a batida. A cabecinha abriu o anel rosado, entrou devagar. Mamãe gemeu rouco, voz embolada:

— Ai… tá entrando… a cabecinha grossa abrindo meu cuzinho de novo… desce mais…

Continuou dançando, rebolando em oito, empinando forte. Cada descida engolia mais um centímetro: metade, três quartos, até o pau inteiro sumir no cuzinho quente. As bolas bateram na bundona macia. Ela ficou dançando assim, pau todo dentro, rebolando forte, bundona tremendo, gemendo alto:

— Isso… tá todo dentro… dançando com o pau do filho enterrado no meu cuzinho… tá pulsando no fundinho…

Eu segurava a cintura dela, metendo de leve no ritmo, sentindo o anel apertar e soltar a cada rebolada.

Olhamos pro lado. Nina estava no colo do papai, dançando igual. Bundinha firme quicando, descendo forte. O pau dele já duro agora, e ela rebolava até engolir tudo: o cuzinho vermelho e inchadinho dela engolindo o pau do pai até as bolas, subindo e descendo, gemendo manhosa:

— Ai, pai… tá todo dentro do meu cuzinho… tô quicando gostoso… tá enchendo tudo…

Mamãe e eu fomos dançando sem desengatar — pau inteiro no cuzinho dela, ela rebolando sem parar — até chegar perto deles. Vimos direito: Nina quicando forte, bundinha batendo nas coxas do pai, cuzinho apertado engolindo e soltando o pau dele, porra e mel escorrendo pelo rego.

Mamãe gemeu mais alto, apertando o cuzinho em volta do meu pau:

— Olha, filho… tua irmã tá engolindo o pau do pai com o cuzinho… igual eu tô engolindo o teu… que família safada…

A música continuava batendo forte. Ninguém parou de dançar. Os gemidos enchiam a sala, bundas tremendo, paus latejando fundo nos cuzinhos. O funk proibido mandava no ritmo… e ninguém queria que aquela dança acabasse nunca.

A batida do proibidão continuava pesada, suja, ecoando pela sala:

“Nesse cu eu meto vara, meto vara, meto vara…
Te dou uma ideia, te levo pro escuro,
Arreia a calcinha que eu te empurro tudo…”

Mamãe rebolava sem parar, meu pau inteiro enterrado no cuzinho dela, as bolas batendo ritmadamente na bundona macia. O anel rosado apertava e soltava em volta da haste grossa, sugando cada vez que ela descia. Ela olhou pro lado, viu Nina quicando no colo do pai, o cuzinho vermelho engolindo tudo, e gemeu mais alto, voz rouca de tesão:

— Olha só, filho… tua irmã tá dançando com o pau do pai todo no cuzinho dela… igual eu tô dançando com o teu… que família mais safada… meu Deus do céu… tô pingando só de ver…

Nina virou o rosto, olhos vidrados, bundinha quicando mais forte no colo do papai. O pau dele entrava e saía brilhando de lubrificante e porra, o cuzinho dela fazendo um biquinho inchado toda vez que subia.

— Mãe… tá gostoso demais… o pau do pai tá me enchendo… mas… mas eu quero mais fundo… quero sentir batendo forte…

Mamãe sorriu safada, ainda rebolando no meu pau.

— Então vamos mudar, filha. De quatro. Segurando o encosto do sofá. Assim eles metem de verdade… igual no funk de verdade.

As duas se levantaram devagar. Meu pau saiu do cuzinho da mamãe com um “ploc” molhado, brilhando de mel e pré-gozo. O cuzinho dela ficou aberto por uns segundos, vermelho, piscando, um fio de porra escorrendo. Nina fez o mesmo: o pau do papai saiu do cuzinho dela, deixando o anel inchadinho e aberto, porra branca pingando pelo rego.

Elas se posicionaram lado a lado no sofá grande. De quatro, joelhos afastados, bundas empinadas alto, mãos segurando firme o encosto do sofá. Mamãe do lado esquerdo, bundona redonda e macia tremendo; Nina do lado direito, bundinha firme e durinha empinada, os peitinhos pequenos balançando pra baixo. As duas olharam pra trás, sorrisos culpados e cheios de fome.

Mamãe falou primeiro, voz manhosa:

— Vem, filho… mete tudo de novo. Quero sentir teu pauzão arrombando meu cuzinho enquanto eu seguro aqui… forte… bem fundo…

Nina olhou pro pai, rebolando o quadril no ar:

— Vem, pai… me fode o cuzinho de novo… agora que já tá aberto… quero sentir batendo até as bolas… me faz gemer alto…

Eu me posicionei atrás da mamãe, segurei a cintura fina dela e meti de uma vez. O pau grosso entrou até o talo, bolas batendo forte na bundona. Mamãe gritou de prazer, unhas cravando no encosto do sofá:

— Ai, meu Deus… todo dentro de novo… tá batendo no fundinho do meu cuzinho… mete forte, filho… arromba a mamãe dançando funk…

Do lado, papai meteu na Nina. O pau dele entrou mais fácil agora, o cuzinho dela já acostumado. Nina gemeu alto, empinando mais:

— Ai, pai… tá todo dentro… tá enchendo minha bundinha… mete mais… me fode gostoso…

Os dois começaram a meter no mesmo ritmo da batida pesada. Ploc-ploc-ploc-ploc — o som molhado de bolas batendo em bundas enchia a sala, misturado com os gemidos roucos das duas. Mamãe rebolava pra trás contra mim, bundona tremendo forte a cada estocada:

— Isso, filho… assim… me fode o cuzinho… tá tão grosso… tá me abrindo toda… tô sentindo tuas bolas batendo na minha bundona… ai… vou gozar… vou gozar com o pau do meu filho no meu cu…

Nina quicava pra trás contra o pai, voz manhosa e quebrada:

— Pai… mais forte… me arromba esse cuzinho virgem que era só teu… tá pulsando… tá gostoso demais… tô gozando, pai… tô gozando no teu pau…

Eu sentia o cuzinho da mamãe apertar forte em volta do meu pau, as paredes internas massageando cada veia. Dei estocadas fundas, segurando a bundona com força, metendo até o talo toda vez. O suor escorria pelas costas dela, os peitos balançando loucamente.

— Mãe… teu cuzinho tá apertando tanto… tô gozando… vou encher tudo…

Mamãe gritou, corpo tremendo inteiro:

— Goza, filho… goza dentro… enche o cuzinho da mamãe de leitinho quente… toma… toma tudo…

Eu meti fundo, bolas coladas na bundona, e gozei forte. Jato grosso atrás de jato, enchendo o cuzinho quente até transbordar, porra branca escorrendo pelas coxas grossas dela.

Do lado, papai gemeu rouco, segurando a cintura fina da Nina:

— Filha… tô gozando… toma o leitinho do pai no teu cuzinho…

Ele empurrou fundo e gozou dentro dela. Nina gritou de prazer, cuzinho apertando, corpo convulsionando enquanto sentia o pai enchendo ela toda.

As duas ficaram de quatro, segurando o encosto do sofá, bundas empinadas, cuzinhos abertos e vermelhos pingando porra grossa pelo rego. Mamãe olhou pra Nina, sorriso safado, voz rouca:

— Olha só, filha… dois cuzinhos cheios de leitinho… da família toda… que delícia de dança.

Nina virou o rosto, ainda ofegante, piscando pra mim:

— Irmão… foi o melhor funk da minha vida… meu cuzinho tá ardendo… mas quer mais.

A música ainda tocava baixa. Ninguém se mexeu. Só o som da respiração pesada e da porra escorrendo devagar. O resort tinha acabado… mas a dança proibida em casa… essa estava só começando de verdade.

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Comentários (4)

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  • IA-ESCREVER: querem que eu reescreva?

    Responder↴ • uid:2ql48xvzk
    • Corno da Fran: Não precisa, tem umas incongruências mas quem liga pra isso na hora que tá batendo uma bela punheta ?

      • uid:1cxp9x7jvgwp
    • Corno da Fran: Já manda a próxima parte kkkk

      • uid:1cxp9x7jvgwp
  • Soares: Conto muito excitante, porém perdido na narrativa, para quem é atento a uma boa escrita com muito tesão deixou a desejar. No geral está bom!

    Responder↴ • uid:1daic2akhk