#Assédio #Estupro #Sado #Virgem

Heroina safada encontra bandido gostoso

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Anonimo

Conto totalmemte fictício e fantasioso de uma heroina voadora que sai em busca de fazer justiça e encontra os poder do sexo. Será que ela conseguirá vence-los?

Caralho, que merda eu me meti.
Sou uma heroina em inicio de carreira, tenho peitos volumosos, cintura fina, abdomen chapado, coxas grossas de muito agachamento e detalhe, eu posso voar.
Eu tava no encalço, desse bandido a meses, o cara é envolvido em trafico de drogas, de influência, de pessoas e até de orgãos. E ele era um homem extremamente bonito tanto que podia entrar em qualquer meio e ser bem aceito acima de qualquer suspeita
Com uma info bem quente e achei onde era a mansão desse marginal
Eu invadi voando a casa daquele filho da puta usando só uma blusa curta mostrando o abdômen e uma saia justa curtíssima. Cheguei logo chutando a porta.
“Vou foder a vida desse bandido”, pensei. Só que o bandido… puta que me pariu.
Ele tava lá, no meio da sala cheia de caixas de dinheiro e armas. Ele era alto, ombros largos, peitoral musculoso e marcado de tinta preta pra caralho – dragões, caveiras, uma porra de uma mulher nua enrolada no braço, tatuagem de puto vadio mesmo. Calça jeans baixa, mostrando a cueca e aquele volume que parecia querer sair pra me rasgar em duas. Cara dele parecia o Cauã Reymond , barba por fazer, taquinho e tudo
— Olha só a putinha que veio me visitar — ele disse, voz grossa e a pica grossa tbm já se aproximando.
Eu pra não perder a compostura gritei “vai tomar no cu, seu desgraçado!” e tentei chutar ele na cara. Ele desviou fácil e me um tapa tão forte que cai tonta me pegou pelos braços e me deitou em uma cama segurando meus pulsos , o desgraçado era forte pra caralho, eu perto dele era muito fraca. Aí ele coloca os joelhos sobre meus pulsos, o que doeu bastante e sacou um frasco e molhou um pano. Depois pressionou aquela merda na minha cara tampando meu nariz e boca
Não sei que droga tinha naquele pano mas o cheiro doce foi fundo na minha mente tava ficando com a cabeça leve e os olhos fechando era algo pra me drogar e me deixar mole
- Dorme sua vagabunda, dorme. Ouvi o bandido dizer
“Não, não, não, seu desgraçado!” pensei, segurando a respiração forcei os braços pra sairem de baixo dos joelhos dele tentei segurar o braço dele tirar a mão dele da minha cara
Empurrei o peito dele. Porra, que peito duro e quente. Ele bravejou “puta do caralho!” não soltou. O cheiro invadia meu nariz mesmo assim. Minha cabeça começou a girar, pernas bambas, o pauzão dele tava enorme marcando a calça e durasso contra a minha barriga só de sentir o corpo dele colado no meu quis me entregar, meus seios esmagados contra o peito tatuado dele, a porra do volume dele pressionando a minha barriga.
Visão escurecendo e suspiro exausto de entrega, os braços caíram ao lado da cabeça com as costas das mãos viradas para cama. Senti ele se esfregando, descendo aquela tora de carne que ele tinha entre as pernas até roçar na minha buceta sobre a minha calcinha . Eu senti o cacete dele pulsando ficando mais duro minha buceta babando. Ele remove o pano da minha boca. As duas mãos dele no meu rosto e beijando minha boca a lígua encontrando a minha eu só tava deixando acontecer. Então reagi “Não, caralho! Eu não vou virar brinquedo de ninguem” Abri os olhos de novo, forcei os braços dele grunhindo "ahhhhh droga" ele disse. Ele gemeu alto, soltou um pouco. “vai se foder, seu covarde do caralho!” gritei e tentei arrancar o cabelo dele. Meus dedos deslizaram no pescoço tatuado, na pele quente, e por um segundo eu pensei em beijar aquela boca de novo em vez de socar. Mas só raiva era o que queria demonstrar.
Ele riu de novo, mesmo com a dor, e voltou com o pano. Mais forte. Mais cheiro. Eu lutei como uma puta desesperada – unhas no peito dele, pernas enrolando na cintura larga, esfregando a buceta molhada sem querer naquela porra de pau duro. “Não… caralho… ahhh …” minha voz saiu quase um gemido.
A visão escureceu de novo. Eu forcei, forcei, dei mais um tapa fraco na cara dele, olhando aqueles olhos e pensando “puta merda, que homem...”. O cheiro tomou conta. Meus braços cairam. As pernas desligaram. Eu ainda consegui murmurar “seu filho da puta” antes do mundo virar preto e eu deixar a cabeça afundar com a boca aberta e buceta piscando.
Porra.
As mãos grandes do cara parecia de gorila prendia meus pulsos acima da cabeça com uma força que quase me fez implorar. Eu sinto o peso dele em cima de mim, o pau duro e grosso esfregando na minha boceta já molhada.
— Abre essa porra de perna, vadia — ele rosna, empurrando meu joelho pra lado com o joelho dele.
Quando ele puxa a calcinha pro lado e enfia de uma vez só, eu grito "aaah..". Ele não espera, não pergunta, só fode. Cada estocada um barulho de ploc-ploc_ploc de coxa batendo fundo e o barulho molhado da minha buceta engolindo toda aquela pica. As mãos dele descem pro meu pescoço e apertam. Me enforcando enquanto me comia com força, os dedos afundando na minha garganta me tirando o fôlego
— Tá gostoso hein, sua puta, geme pra mim — ele ordena, apertando mais. Eu sinto o rosto esquentar, a visão embassar um pouco, e mesmo assim meu corpo responde, em um deslize eu sinto o prazer ir da buceta ir comprimir todo o abdomen fazer minhas pernas tremerem arqueando minha coluna e fazendo eu revirar os olhos até ficarem brancos um "oooohhh" sai da minha boca, eu sinto o pau dele latejar na minha buceta digo "nããããoo..." mas era tarde já tava demonstrando prazer. Ela levanta mimha blusa, meus seios saltitam a cada estocada, firmes naturais subindo e descendo e voltando pro lugar durinhos, os mamilos enrijecidos.
Ele tampa minha boca.
Eu só consigo gemer abafado 'mmmmmph mmmmmph" , ele solta um pouco só pra eu conseguir respirar e imediatamente aperta de novo, fudendo mais rápido, mais fundo. Meus seios continuam saltitando descontrolados a cada estocada brutal.
- Fala que você é uma puta. Ele tira a mão da minha boca pra deixar eu falar
Arfando pra recuperar o fôlego
- Nunca seu filha da puta de mer...PÁ! Um estalo é seco alto do tapa na cara que ele me da me fazendo virar todo o pescoço pro lado e faz meu mundo girar mais ainda.
Ele me fode ainda mais duro, segurando meus antebraços e girando eles pro cotovelo ficar colado ao meu corpo pra fazer meus biceps comprimirem meus seios um contra o outro pra parecerem maiores. Eu começo a sentir o calor do orgasmo vindo penso "ah droga não da mais"
Ele coloca uma da minhas no ombro dele e vai com tudo
- Paaree eu ahhh
- Tá gostoso hein vadia?
- Ahhh nãããoo ahhh
- Pois toma - ele aumenta a velocidade
- Aaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaahhh aaaaaaaahhhh
— Isso, goza no meu pau, cachorra.
E eu gozo forte um squirt sujo, e o pau dele martelando fundo e eu gemendo até ele diminuir o ritmo e eu desabar de droga e de exaustão.
Exausta na cama, levo o braços pesados arrastando pelo tecido da cama até chegar na cabeça onde aperto as têmporas, vejo um flash de câmera ligado bem na minha cara. O desgraçado tava filmando eu pelada quis chutar a camera mas eu tava muito tonta e fraca.
Foi quando ele apoiou a câmera em um tripé e me virou de costas, me arrastou até minhas pernas ficarem pra fora da cama, dessa vez ele tirou minha calcinha e jogou no chão. Eu balbuciava "nãããão". Dessa vez ele meteu no meu cu com força batendo batendo quadril na minha bunda, eu tentava acertar um chute nele. De repente eu sinto um tapa forte na minha bunda que chacoalha minha bunda e me arranca um gritinho "aaaaaaaiii". Enquanto ele tá puxando meu cabelo fazendo meu pescoço ir pra trás e a coluna arquear ele aproveita pra continuar metendo no meu cu, cada bombada firme é um choque de prazer que vai ia minha espinha até o meu cérebro e me arrancava gemidos. o Urros dele me bombando, comendo meu cu e me sacudindo até que eu finalmente minhas pernas tremeram de prazer enquanto eu comprimi meu rabo no pau dele
Depois de tudo reúno forças e engatinho até o meio da cama caio de barriga pra cima só querendo tirar um cochilo mas ainda havia o perigo. Aquele miserável tava com uma seringa na mão pronto aplicar em mim sabe se lá que substância era e eu não tinha recuperado as forças. Ele vem por cima posiciona a seringa para aplicar no meu pescoço , ecosta a agulha. Eu suspiro fundo e recupero parte das forças, em movimento rápido tomo a seringa da mão dele e aplico no pescoço dele "Agora você vai ter o que merece seu arrombado". Ele cai no chão, começa a sacudir o corpo tendo ataque epilético sei lá, da boca dele sai espuma. Eu ainda tonta recupero minha calcinha e visto, baixo a saia como se quisesse que o tecido fosse até os pés e baixo o top com raiva finalmente escondendo os seios. O corpo do desgraçado parou de se mover, eu respiro fundo agora com a mente no lugar, o efeito da droga inalante havia dissipado um pouco. Pego o celular dele apago aquele video maldito que ele fez me comendo, só pra garantir, destrui aquela merda de celular. Olho uma ultima vez pro bandido, "era um tesão , fodia gostoso pra caralho, mas era um filho da puta de merda" saio pela janela e voando até sumir nas nuvens.

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