Cheiro de Cu e Tesão na Escada
Segurando a escada para a empregada, Henrique é enlouquecido pelo cheiro do cu dela. Sem resistir, eles entregam-se a uma foda proibida de 15 minutos.
As férias traziam aquela preguiça gostosa para dentro de casa, mas ainda havia tarefas a cumprir. Eu ajudava minha esposa e a nossa empregada, Jacqueline, na faxina das grandes portas de vidro da sala. Eram painéis imensos, do chão ao teto, que exigiam o uso de uma escada de alumínio para alcançar o topo.
Minha esposa precisou sair de carro para buscar nossa filha na aula de balé, deixando nós dois sozinhos na sala. Jacqueline subiu os degraus com agilidade, enquanto eu fiquei embaixo, firme, segurando a base da escada para garantir a segurança. Ela esfregava o vidro com energia, o que fazia o alumínio balançar levemente a cada investida do braço. Para dar mais firmeza, subi alguns degraus e fiquei logo abaixo dela, abraçando as laterais.
Ela continuou a limpeza, limpando as partes intermediárias, e foi descendo devagar para alcançar os vidros mais baixos. De repente, o corpo dela estava perfeitamente alinhado ao meu. Seu bumbum ficou a centímetros do meu rosto — uma proximidade que, em qualquer outra circunstância, seria constrangedora. Mas Jacqueline não demonstrou o menor pudor. Pelo contrário: desceu mais um degrau, encaixando-se praticamente contra mim.
Sentindo o calor daquele corpo colado ao meu e tomado por uma onda súbita de tesão, aproximei o rosto e respirei fundo, tragando o perfume dela. Ela percebeu na mesma hora. Em vez de se afastar, empinou levemente o quadril, num convite mudo e irresistível.
Encorajado pelo gesto, colei o nariz em sua pele, farejando-a como um predador faminto.
— Está gostando do cheiro, Sr. Henrique? — ela perguntou, com a voz rouca e provocante, virando ligeiramente o rosto para trás.
— Está delicioso — respondi, com a respiração já acelerada.
— Então tira minha calça e cheira melhor.
A tentação era grande demais para resistir. Com as mãos trêmulas de desejo, abaixei a calça de lycra e a calcinha dela. Enterrei o rosto ali, esfregando o nariz com vontade, inalando o aroma quente que me entorpecia os sentidos.
Sem perder tempo, abri os lábios e comecei a lamber. Jacqueline arqueou as costas, empurrando o quadril contra a minha boca, abrindo-se para mim enquanto eu chupava aquele tesouro úmido e quente.
Olhei para o relógio: tínhamos no máximo quinze minutos antes que minha esposa voltasse.
Segurei-a pela cintura, ajudei-a a descer da escada e a coloquei com as mãos na parede, deixando-a empinada para mim. Baixei minha bermuda num puxão só, liberando meu pau que latejava, duro e pulsante. Encaixei a cabeça na entrada daquele cuzinho apertado e, num empurrão firme, entrei de uma vez só, arrancando dela um gemido abafado.
— Isso... — ela gemia, enquanto eu começava a ditar o ritmo.
A foda transformou-se em algo urgente, animalesco, banhado em puro suor e adrenalina. Eu metia fundo, com força, puxando de leve os cabelos dela pela nuca, ouvindo-a implorar para eu arrombar o cu dela, chamando-me de tarado, safado, gostoso. Cada estalo de pele contra pele ecoava na sala silenciosa.
O tempo corria contra nós, o que tornava tudo ainda mais proibido e excitante. Meti loucamente, acelerando as estocadas, xingando-a e dizendo que aquele era o cu mais gostoso que eu já tinha comido na vida. O ápice veio violento e sincronizado: gozei fundo, despejando meu gozo dentro dela, enquanto Jacqueline se desmanchava em orgasmos longos e trêmulos contra a parede.
Ajeitamos a roupa às pressas, limpamos o suor e recuperamos a compostura exatamente um minuto antes de ouvirmos o barulho do carro da minha esposa estacionando na garagem. Quando a porta se abriu, lá estava eu, perfeitamente calmo, terminando de secar o último pedaço de vidro.
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