#Corno

Clube dos segredos: trecho do meu livro erótico

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Amarailson-Neko

Esse é um trecho do meu futuro livro erótico, pretendo publica-lo em breve. Tudo aqui é ficção. Tenha que fazer uma revisão, mas está fácil entender.

TRECHO DE LIVRO ERÓTICO.

Eles entraram na casa.

— Sejam muito bem-vindos — disse Jairo.

— Que casa linda! A sala de estar, a cozinha e a sala de jantar são amplas e muito bem distribuídas em um único espaço — comentou Tony, admirando o ambiente.

— De fato. Lá em cima ficam quatro quartos, todos suítes — acrescentou Jairo. — Sou arquiteto e fui eu mesmo quem projetou tudo: uma casa com pé direito de seis metros, e os quartos ficam acima da garagem, de modo que as portas de todos podem ser vistas da sala e da cozinha.

— Você é arquiteto? — indagou Tony.

— Sim — respondeu Jairo.

— Eu também sou — declarou Tony.

— Nós dois somos — completou Edu.

— Que coincidência! E vocês dois estavam no Clube hoje pela manhã? — observou Emanuely.

— Então temos mais uma coisa em comum — sorriu Jairo. — Três arquitetos que frequentam lugares especiais e reservados.

— Mas a minha esposa nem imagina que estive lá hoje — revelou Tony.

— Eu me lembro de vocês hoje cedo — disse Edu. — Estavam de máscaras, mas reconheci pelas roupas: camisas de praia amarelas e calção azul combinando.

— Gostamos de usar roupas combinando quando vamos à praia — explicou Emanuely.

— Só na praia, pois eu não ficaria bem de vestido andando por aí — brincou Jairo.

Todos riram.

— Mas no Carnaval ele se veste de fantasia, usa vestidos e até calcinha — revelou Emanuely.

— Toda sexta-feira de Carnaval em Caicó — complementou Jairo. — Lá há festas maravilhosas, e eu amo passar essa época longe de casa, em outro lugar. Vocês conhecem?

— Já ouvimos falar — respondeu Tony.

Emanuely colocou quatro taças e uma garrafa de vinho refinado sobre a ilha da cozinha, onde havia quatro banquetas altas.

— Venham degustar um vinho — convidou ela. — Aproximem-se. Gostam de vinho?

— Gosto, sim — respondeu Tony.

— Com certeza, aceitamos — disse Edu.

Sentaram-se nas banquetas: Jairo e Emanuely de um lado, Tony e Edu do outro, em frente à ilha. Emanuely serviu a todos.

— Um vinho excelente — avaliou Edu.

— É de fato um dos melhores. Mas não os convidei aqui apenas para degustarmos vinho — emendou Jairo, mudando o tom.

Tony sentiu um ar de déjà-vu; aquelas palavras lhe soavam de forma muito parecida com o que ouvira na noite anterior.

— E para que nos convidou? — perguntou Edu.

— Irei direto ao ponto — afirmou Jairo. — Eu amo ver minha esposa com outros homens. E quando ela me disse viu vocês no Clube hoje, resolvi convidá-los: quero vê-la transar com outro homem hoje, aqui mesmo.

Tony não pareceu surpreso, mas Edu, sim, e bebeu de uma só vez todo o conteúdo de sua taça.

— Mas ela precisa concordar, não é? — ponderou Tony.

— Eu já aceitei — revelou Emanuely, bebendo um gole de vinho. — E precisamos ser breves, pois em breve chegarão outros convidados que estão a caminho, e eles não sabem de nossos segredos.

Jairo então colocou preservativos sobre a ilha. Tony e Edu trocaram um olhar.

— Vá, meu bem. Vá para o outro lado — disse o marido.

Emanuely levantou-se e caminhou até o outro lado da bancada. Tony a observou dos pés à cabeça: uma mulher de um metro e setenta, cabelos loiros e lisos que lhe chegavam à altura das costas, pernas bem torneadas, seios médios, fartos e firmes, olhos castanhos. Trajava um top branco sem alças que deixava à mostra o tom dourado de sua pele bronzeada, e uma minissaia xadrez em tons de vermelho e preto. Estava descalça.

Ela se recostou à ilha, que lhe ficava à altura da cintura, e apoiou o corpo sobre a bancada; a saia subiu-lhe ligeiramente, revelando-lhe o belo bumbum. Pegou um preservativo e o entregou a Tony, que estava sentado ao seu lado. Ele levantou-se, despiu-se, e ela começou a acariciá-lo com carinho, passando as mãos em seu peito descendo ate a cintura. Ela agachou-se e começou a acariciar o pênis dele bem diante dos olhos do esposo.

— Hum... Do tamanho que eu gosto — comentou Emanuely com um sorriso.

Edu levantou-se e posicionou-se à direita de Tony, para ver melhor.

Emanuely começou fazer sexo oral com vontade no Tony. Poucos instantes depois, ergueu-se e apoiou as mãos sobre a bancada.

— Coloque a camisinha e me fode por trás — pediu ela. — Comece em minha buceta, devagar.

— Espere um instante, deixe-me retirar sua calcinha — disse Jairo, aproximando-se e tirando-lhe a peça íntima vermelha.

— Vá em frente, sortudo — disse Edu.

— Os dois serão sortudos hoje; logo será sua vez — sorriu Jairo, deixando Edu visivelmente feliz.

— Edu, você poderia me ajudar, pode lubrificar a buceta dela? — pediu Tony.

— Posso mesmo? — indagou Edu, surpreso.

— Claro que pode. Venha logo — disse Emanuely.

Edu aproximou-se, agachou-se e começou a chupar a sua vagina com muito desejo, com vontade.

— Ah... Que língua! Estava com tanta vontade de me chupar assim? — suspirou ela.

— Quem me dera poder filmar isso — confessou Edu.

— Não. Não costumamos permitir gravações — esclareceu Jairo. — Preferimos que nada seja filmado.

Edu chupava a sua vagina e apertava nádegas da Emanuely, mas logo parou quando ela pediu:

— Chega, agora quero o Tony.

Edu afastou-se. Tony colocou o preservativo e penetrou-a com cuidado.

— Humm! — gemeu ela. — Isso... Me fode com vontade.

— Farei o meu melhor — respondeu Tony. — Que buceta apertadinha a sua.

Tony transava com calma e atenção, enquanto Jairo observava tudo sentado do outro lado da bancada, bebendo seu vinho.

— Isso, Tony... Aproveite bem — disse Edu, já visivelmente ansioso.

Tony puxou-lhe o top sem alças para baixo e a minissaia para cima e passou a acariciar-lhe os seios enquanto continuava. Ela virou o rosto e os dois se beijaram.

— Não se acanhem, nenhum de vocês — disse Jairo. — Edu, sinta-se à vontade para tocá-la e beijá-la também, se quiser.

— Posso tirar a roupa também? — indagou Edu

— Mas é claro — respondeu Jairo

Ede despiu-se, e Emanuely e Tony se posicionaram em direção a Edu e continuaram abraçados e se beijando. Edu aproximou-se e começou a acariciar e beijar-lhe os seios com devoção. Emanuely retribuía acariciando o seu tórax descendo até o seu pênis, e ela logo passou à masturba-lo

— Que beleza... Que peitos suculentos — murmurou Edu, profundamente excitado.

Emanuely para de beijar Tony e voltou-se para beijar Edu enquanto acariciava seu pênis e testículos.

— Hum... Dois homens tão belos só para mim — disse ela. — Quero duas picas dentro de min ao mesmo tempo, uma no cu e outra na buceta.

Tony interrompeu-se por um instante quando ela pediu:

— Agora quero seu amigo comendo a minha buceta.

Tony afastou-se e Edu colocou o seu preservativo. Emanuely tirou o top a a minissaia e se acomodou de quatro no chão, e ele se ajoelhou, penetrando-a com calma e cuidado.

— Gosta de pau de arquiteto? — perguntou Edu, com voz suave.

— Gosto... Muito — respondeu ela, ofegante.

Edu transava ali mesmo, no chão da sala, enquanto Jairo mudava-se para uma poltrona, de onde podia observar cada movimento com mais clareza.

— Tony... Ajoelhe-se aqui diante dela— pediu Jairo — para ela chupar você.

Tony obedeceu, trocou o preservativo e se ajoelhou à frente de Emanuely, que logo começou a fazer um oral nele enquanto Edu continuava por trás.

— Que delícia... Hum! Por que não nos encontramos antes? — disse Edu. — Você é loira perfeita.

Os três permaneceram assim, no chão da sala, enquanto Jairo observava serenamente, saboreando seu vinho. Era um momento que nenhum dos quatro haveria de esquecer.

— Vamos para o sofá — pediu Emanuely. — Quero sentir ambos ao mesmo tempo.

Interromperam-se e levantaram-se. Emanuely retirou o preservativo de Edu e chupou e seu pênis.

— Assim... Continue assim — pediu ele, mas logo ela parou

— Venha, Tony... Deite-se no sofá — chamou ela.

Tony deitou e colocando o preservativo. Emanuely acomodou-se sobre ele, sentando-se devagar, com ele penetrando seu pênis em sua vagina.

— Isso... Senta bom gosto no meu pau — pediu Tony.

— Isso querida. Deixe-o sentir o quanto você é maravilhosa — disse Jairo, com voz calma.

— Agora... Venha até mim — pediu ela, virando-se para Edu.

Edu coloca o preservativo e aproximou-se. Emanuely acomodou-se e separou suas nádegas.
— Quero transar com os dois, ao mesmo tempo — disse ela. Edu peneteou o seu pênis em seu anus lentamente.

— Ah...! — gemeu ela, sentindo cada toque. — Isso... Come meu cu com força.

— Que cuzinho apertado — sussurrou Edu.

Assim, os três transavam intensamente no sofá, enquanto Jairo os observava com atenção e satisfação. Não parecia desejar participar, mas contemplava cada movimento com olhar atento e contente.

— Ah... Me fode caralho com vontade... — dizia Emanuely, entre suspiros. — Olha, meu bem... Veja a sua esposa com dois machos tarados...

— Sim, meu amor... Estou adorando ver você assim — respondeu Jairo, serenamente, sem deixar de observar.

Tony beijava e acariciava os seios de Emanuely, enquanto Edu transava com ela por trás. E os três se entregaram intensamente ali, no sofá-cama.

O sinal do celular de Jairo tocou. Ele leu a mensagem de texto de Anna Roma, sua irmã: “Estamos abastecendo. Chegaremos em quinze minutos”. A irmã de Jairo iria passar a noite de sábado e o domingo ali com ele.

— Vamos lá, rapazes! Aproveitem e gozem logo, pois teremos visitas em quinze minutos — avisou Jairo.

— Já estão chegando? — indagou Emanuely.

— Quem vem aí? — perguntou Edu.

— Minha irmã e os filhos dela. Mas ainda temos um tempinho antes que apareçam.

Os três levantaram-se do sofá-cama.

— Sente-se na poltrona. Quero sentar senta no seu pau — pediu Emanuely a Edu.

Ele obedeceu e se acomodou; ela posicionou-se e sentou-se sobre ele.

— Isso mesmo... Senta e rebola no meu pau — pediu ele, e ela o fez com vontade. — Hum! Que delícia...

Tony agachou-se bem à frente de Emanuely e começou a acariciar e beijar-lhe os seios, enquanto ela se movia sobre o colo de Edu.

— Que mulher maravilhosa você tem, Jairo — comentou Tony enquanto chupava os seios dela.

— Eu sei — respondeu ele, satisfeito.

Emanuely deitou-se sobre o corpo de Edu, e Tony começou a beijá-la entre os seios seguindo ate a sua vagina com carinho. Ele começou a fazer sexo oral nela.

— Ah! Que boca... — suspirou ela. — Agora quero o seu pau na minha buceta.

Tony se posicionou e penetrou-a com força; ela gemia e se contorcia de prazer, enquanto Edu continuava a amá-la por trás, fazendo com que seus gemidos se tornassem cada vez mais altos.

— Ah! Isso... Fode assim — exclamou ela.

— Que buceta apertadinha a sua — disse Tony, muito excitado. — Parece que nunca foi tocada.

— E o cu dela também é bem apertado — completou Edu. — Nunca senti nada igual.

Continuaram assim, na poltrona. Tony a amava e acariciava-lhe os seios, até que chegou ao seu limite.

— Vou gozar! Hum! Ah — avisou ele, que ejaculou e retirou o seu pênis ainda ereto da vagina da Emanuely. O preservativo estava cheio.

— Por favor, tire-o e coloque-o dentro da minha taça — pediu Jairo.

Tony estranhou o pedido, mas atendeu ao que ele pedia retirando o preservativo e colocando-o na taça de vinho, que ja estava vazia.

Edu e Emanuely levantaram-se da poltrona, mas ela logo se colocou de quatro no sofá-cama, e ele continuou fazendo sexo anal com ela. Jairo observava tudo sentado em seu lugar, atento a cada movimento.

— Ahh! Estou quase lá — disse Edu que chegando ao seu clímax.

— Isso... Aproveite — pediu Jairo.

— Humm! Come meu cu vai ah.. — pediu ela, ofegante. — Que pau gostoso o seu

Passados alguns instantes, Edu também chegou ao clímax.

— Ah! Que sensação maravilhosa! Ah delícia — exclamou ele. — Ah! Jamais esquecerei esta noite.

— É algo que guardaremos para sempre — observou Jairo. — Agora, coloque o seu preservativo também na taça.

Edu atendeu ao pedido.

Emanuely levantou-se completamente nua e suada no meio da sala, beijou Edu e depois Tony.

— Obrigada por todo esse prazer — agradeceu ela.

— Mas você chegou ao gozou? — perguntou Edu. — Não percebi.

— Ainda não. Isso foi apenas um começo — revelou ela. — O melhor fica para mais tarde com meu esposo, quando estivermos a sós em nosso quarto.

— Então aproveitem muito — desejou Edu com um sorriso.

— Vou tomar um banho para receber Anna e as crianças — disse ela, pegando suas roupas.

— Boa noite — despediu-se Tony.

Jairo levantou-se, pegou a taça com os preservativos e entregou à esposa, que subiu para o quarto. Tony e Edu ficaram ali, observando-a subir as escadas ainda completamente nua.

— Bom, rapazes, gostaria que ficassem mais tempo — disse Jairo — mas minha irmã e os quatro filhos dela já estão chegando, boa noite e obrigado.

— Quem agradece somos nós por essa noite inesquecível — devolveu Edu.

— Com certeza — concordou Tony. — Vocês formam um casal incrível.

— Então é isso. Até mais — despediu-se Jairo.

Eles voltaram para a casa de praia. No caminho, conversaram sobre o estranho pedido de Jairo.

— O que ele vai fazer com às camisinhas dentro da taça? — perguntou Edu.

— Não faço ideia — respondeu Tony.

— Tomara que não queira usar para engravidar a esposa dele. Ainda sou muito jovem para ter que arcar com uma pensão — brincou Edu.

— Você ia até gostar de ter essa responsabilidade — provocou Tony. — Afinal, teria sempre um motivo para voltar aqui e vê-la.

— Pode ser que sim — refletiu ele. — Mas e se nascer um filho seu?

— Deixe disso. Deve ser apenas um gosto pessoal deles, um fetiche — disse Tony. Não passa disso.

Os dois chegaram na casa de praia da família da Agatha.

Tony e Edu entraram na casa.

— Vocês estavam... estavam correndo na praia? — perguntou Ângela.

— Correndo? — repetiu Edu — Por que acha que estávamos correndo?

— Estão suados e com cheiro de vinho — observou ela — Foram beber também?

— É. Nós só fomos dar uma caminhada e encontramos um amigo — respondeu Tony.

— Isso mesmo. Arquiteto, por sinal, e tomamos um pouco de vinho — completou Edu.

— Agatha já está dormindo, mas pode acordá-la se quiser — disse Ângela, voltando-se para Tony.

— Não. Eu só vou tomar um banho e descansar — respondeu Tony, subindo em direção ao quarto, enquanto Edu foi se acomodar no quarto de hóspedes, no andar de baixo.

Tony entrou no quarto e viu Agatha dormindo tranquilamente. Passou pelo banheiro para tomar seu banho e, em seguida, deitou-se ao lado dela com todo o cuidado, para não acordá-la.

O som de uma mensagem quebrou o silêncio. Tony pegou o celular e viu que era de Edu. A mensagem dizia: “O que será que Emanuely e Jairo estão fazendo? Afinal, ela não gozou e disse que iria se satisfazer com o esposo. Será que já estão transando?”

Tony respondeu: “Não sei. Mas a irmã dele, com os filhos, estava chegando. Devem estar os recebendo.”

Edu visualizou e logo respondeu: “Mas já faz mais de trinta minutos que saímos de lá! Aposto que já estão trepando, com certeza ele já está comendo ela 😂🤣😂”

Tony leu e respondeu de forma simples: “Vai dormir. Boa noite 🛌” — e desligou o aparelho, fechando os olhos.

Na casa de Jairo, a irmã e os sobrinhos já estavam instalados. Mas, no quarto do casal, algo estava prestes a acontecer: Jairo, já despido, estava sentado na beira da cama. Emanuely saiu do closet completamente nua, trazendo nas mãos a taça com preservativos e um pequeno chicote de cabo preto. Entregou os preservativos a Jairo, que os abriu e usou o sêmens restante de Tony e Edu para lubrificar uma réplica de pênis.

— Chegou a hora, minha querida. É a nossa vez — pronunciou ele, fitando-a — Está pronta?

— Quase lá — respondeu Emanuely, vestindo uma peça de couro preta tipo uma cueca.

Jairo entregou-lhe a réplica de pênis, que ela acoplou à peça de couro. Em seguida, Jairo se acomodou de quatro sobre o colchão da cama. Emanuely subiu na cama e, com firmeza, desferiu quatro chicotadas em suas nádegas.

— Toma, seu canalha — esbravejou ela, enquanto o chicote descia — Isto é por trazer homens para deitar-se comigo.

— Ai! Assim mesmo, querida... castiga-me, pois mereço — suplicou Jairo, sentindo prazer em cada toque.

Emanuely se posicionou bem atrás dele e introduziu a réplica em seu anus.

— É assim que gosto... está bem lubrificado, pode ir com força — pediu ela.

— Tudo o que desejar, minha senhora — concordou ele, sentindo cada movimento, enquanto ela o preenchia e o chicote cortava o ar sobre suas costas. Os gemidos e os gritos se tornavam cada vez mais intensos, mas o quarto era à prova de som, e ninguém, fora dali, podia ouvir qualquer ruído.

O sol despontou sobre a praia de Sant’Ana. Caminhantes cedo, famílias e crianças começavam a sair para aproveitar o dia ensolarado. Ninguém ali podia imaginar o que havia acontecido na noite anterior. Tudo parecia calmo e normal.

Na casa de Jairo, sua irmã e os sobrinhos já se arrumavam para um passeio a bordo do veleiro da família.

E, na casa de praia da família de Agatha...

— Acorda, dorminhoco — chamou Agatha, balançando Tony suavemente.

— Eu aceito outra taça de vinho... na casa do Jairo... — murmurou Tony, abrindo os olhos aos poucos.

— Que vinho? E quem é esse Jairo? — indagou Agatha, confusa.

Tony acordou de repente, sentando-se:

— Quem... ah, Jairo? — balbuciou, confundido — Que vinho? Do que está falando?

— Você mesmo disse que aceitava outra taça de vinho — repetiu Agatha — E mencionou alguém chamado Jairo.

— Acho que estava sonhando... — concluiu Tony, respirando aliviado por ter falado pouco, mas já se esforçando para mudar de assunto.

— Tá bem — disse Agatha — Nos vamos velejar um pouco depois do café, quer ir?

— Sim. Eu vou sim — respondeu Tony que vai para o banheiro.

ESSE FOI SÓ UM TRECHO. ESSE TRECH ESTA QUASE NO MEIO DO LIVRO..
COMTINUA EM BREVE EM LIVRO COM 189 PÁGINAS

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