#Corno #Coroa

Um casal de coroas respeitáveis, mas no privado...

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Galego

Um casal de coroas respeitáveis, mas... no privado...

Não me considero um nerd, sou formado em TI e trabalho nessa área, em uma empresa numa cidade mais ou menos uns 40 mim da minha, que é pequena e tudo comum, 70 kg bem distribuído nos meus 1.76 cm, tive casos, hoje estou livre.
Numa sexta feira estava indo para minha cidade, entrei na via de acesso a ela, quando me deparo com a picape do Sr. Prado, novo dono da fazenda Castelo, tinha se mudado fazia pouco tempo para a fazenda, parada no acostamento, parei meu carro e fui ver se precisava de ajuda.
Perguntei se precisava de ajuda, disse que sim, pois a picape teve uma pane e não sabia o que era, perguntei o que podia fazer, me pediu para levar sua esposa D. Laura até a fazenda que não estava passando bem e que o guincho logo chegaria para socorrê-lo.
Uma senhora muito simpática, dizia que estava gostando muito de morar na fazenda e da cidade, quis saber de mim, respondi, chegamos na fazenda, perguntei se estava melhor, disse que sim, ia me despedir, D. Laura, pediu para esperar pelo seu marido assim pediria para fazer um café para tomarmos, até seu marido Afonso chegar, é o que podia fazer pelo favor que fiz, mesa posta, durante o café, quis saber mais de mim, família..., eles chegaram, Sr. Afonso me agradeceu mais um vez e disse olhando para D. Laura, precisamos fazer um jantar para esse rapaz muito educado e prestativo e disse, pode ser amanhã?
Para mim, seria ótimo respondi, falou a hora, me despedi e fui ver minha família, fazia 15 dias que não vinha.
Passei o sábado tranquilo, falei em casa do jantar, quiseram saber por que, expliquei.
Na hora marcada cheguei na fazenda, quem me recebeu foi D. Laura com um vestido solto de alcinhas um pouco acima dos joelhos, com aquele corpo esguio, cabelo castanhos preso atrás, me abraçou bem forte, um perfume delicioso, entramos e o Sr. Afonso, de bermuda, sandália e camiseta polo, já com um aperitivo pronto, nos sentamos, ele em um apoltrona e ela ao meu lado, começamos a conversar, sempre que ela se abaixava para pegar seu copo na mesa de centro, dava para ver seus seios, quando cruzava as pernas, às vezes colocava a mão na minha perna, imagine como ficava com isso, tentava disfarçar, terminado o aperitivo, fomos jantar, ela mesmo trouxe o jantar ajudado pelo marido, jantamos e tomamos vinho.
Terminado o jantar, ajudei a arrumar e levar as coisas para a cozinha houve alguns encontrões entre nós, se curvou para colocar as louças na lavadoras se curvou, o vestido subiu bem e dava para ver bem suas pernas bem feitas, mesmo com seus acho mais de 60 anos, tentei desviar, ela percebeu, a partir desse dia a nossa amizade só aumentou, almoços, jantar, piscina, já tinha se passado alguns meses, D. Laura sempre carinhosa comigo, nos abraços, carinhos, até que num final de semana, estávamos na piscina, o Sr. Afonso me convidou para passar com eles um final de semana prolongado na praia, em seu apartamento, fazia uns 3 anos que não iam, desde que que único filho morreu em um acidente de carro que o pai também estava.
Me prepararam que no apartamento tinha o costume de viver “bem à vontade” longe das convenções sociais, era para mim não estranhar, que poderia ficar também.
Chegamos já era noite, um apartamento muito bom, Sr. Afonso me levou até o meu quarto e saiu, me sentei na cama e fiquei pensando como me comportar com ele à vontade, teria que ser discreto e controlado.
Depois do banho, fiquei na dúvida como sair, coloquei a cueca e fui dar uma espiada, os dois nus na cozinha, o corpo da D. Laura era além de esguio, bem formado, bunda redonda, pernas firmes, ele um pouco mais gordo, bem peludo, nas costas e pernas, voltei no quarto me acalmei tirei minha cueca e fui, meu pau ainda estava meia bomba, fui, para a cozinha e perguntei se podia ajudar, os dois me olharam, deram um sorriso, ela disse, já entrou no clima isso é bom, venha ajude aqui enquanto a Afonso prepara os drinques, fiquei ao lado dela, dependendo dos nossos movimentos nossas perna ou ancas roçavam.
Pronto, estão prontos, depois terminem, peguei o meu e fomos sentar na sala, me sentei e ela sentou ao meu lado, ai deu para ver, sem barriga e os seios empinados, acho que plástica, e conforme conversávamos ela colocava a mão na minha perna, comecei a ficar excitado, Sr. Afonso percebeu e não disse nada, ela percebeu, tentei disfarçar, logo meu pau ficou duro, não sabia se ia para o quarto, pedia desculpa, ela olhou para meu pau e disse Afonso é um belo pau, não acha?
Sim, bem consistente, fique tranquilo Cesar, sei que a Laura deixa a gente com tesão, pena que eu não posso me excitar, depois do acidente... Ah! Afonso, você me satisfaz de outro jeito, disse ela.
Está bom, terminem seus drinques que vou terminar o jantar.
Ela me olhou faminta por um pau e disse, ele infelizmente não é mais viril, olhou para meu pau e disse: Posso, levou a mão para pegá-lo, fiquei sem ação, ela pegou, ficou acariciando-o, foi descendo lentamente e começou a mamá-lo, com maestria, comecei a passar a mão nas suas costas e descia até a bunda, estava tão envolvido que nem percebi o Sr. Afonso em pé vendo, levei um susto, ele disse, acho que alguém não vai jantar, ela parou e disse, quer experimentar? E me olhou, consenti ele se agacho na minha frente e começou a mamá-lo, ela se aproximou e começamos a nos beijar, ele mamando igual a um bezerro faminto, criei coragem e comecei a massagear seus seios, quanto mais massageava e apertava seus mamilos, mais me beijava, parei e disse, não vou aguentar, ele parou e sentou no sofá, ela veio por cima de mim, seus seios ficaram bem na minha frente, comecei a mamá-los, deliciosos, ela suspirava, se posicionou e foi descendo lentamente sobre meu pau que foi recebendo aquela buceta gostosa como devia receber, duro e ávido por ela, o Sr. Afonso sentado só apreciando, ela começou a subir e descer primeiro bem lentamente e depois mais rápido, gemia, arfava, gritou que gostoso, goze, goze Cesar preciso sentir sua porra na minha buceta, vai, vai, gozei, ela gritou outra vez e continuou seu ir e vir, arfava, gemia, me abraçava fortemente, deu um suspiro e me olhou e nos beijamos, e foi saindo lentamente, pressionando meu pau, foi para o banheiro e fui para o meu, me lavei e fui para a cozinha, só estava o Sr. Afonso, me olhou e disse, nunca tinha chupado um pau, só chupei a buceta da Laura, que é o que eu posso fazer, dar esse prazer para ela, o que achou da minha chupada?
Foi a primeira vez que um homem me chupou, pela experiência foi muito boa, logo ela chegou e fomos jantar, salada e frios e um bom vinho.
Estávamos indo dormir, a D. Laura me convidou para dormir com eles, cama King Size, o Sr. Afonso reforçou, fui para meu quarto, fiz minha higiene e fui para o quarto deles, ela ficou no meio de nós, demos boa noite, acordei com ela virada de bunda para mim, estava de pau duro, comecei a cutucar seu cuzinho, ela se aconchegou mais, pegou no meu pau e direcionou para sua buceta, com uma mão abracei-a e comecei a massagear seus seios e com a outra, trazê-la mais para mim, comecei sua buceta apertar meu pau, que sensação maravilhosa, e o Sr. Afonso dormindo, quanto mais eu massageava seus seios e apertava delicadamente seus mamilos, mais ela suspirava e forçava sua bunda ao meu encontro, ai comecei o ir e vir bem lentamente, ela se remexia, suspirava, comecei a acelerar, ela gemeu, continuei, gemeu alto e rebolava no meu pau, suspirou e gemeu, gemeu, e sua buceta cada vez mais apertava meu pau, dei duas estocadas e gozei, ela rebolava como não queria que terminasse, e eu estocando, ela rebolando, fomos diminuindo os movimentos meu pau foi escorregando ela pediu que pegasse uns lenços de papel, peguei para ela e para mim, ela se virou para mim e disse, desde o acidente é a primeira vez que estou com um homem, sabia que você era bom de cama, está valendo a pena?
Sim, muito mesmo.
Teremos mais dias para nós e o Afonso.
que acontece todo mundo fala, como a mudança do novo dono da fazenda Castelo.
Me chamo Cesar, tenho 28 anos, cabelos lisos castanho como meus olhos, rosto

Continua.

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