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Boas-vindas no sítio - Parte 1

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pknocu2000

A experiência com o Antunes trouxe esperanças para mais sexo no futuro. Não havia sido a primeira. Eu precisava fazer mais e senti um prazer imenso ao ser devorado por pica preta de forma safada numa bela janela de oportunidade. Minha descoberta fora em casa e até então eu não havia sequer tentado fora. Um tio que viera morar conosco abriu a porteira e o jardineiro viu a chance e trabalhou bem florescendo mais desejos. Um jovem branco já chegando aos dezesseis anos estava curioso e em alta progressão por interesse em sexo. O corpo pede e não há como evitar, então, não culpo quem começa cedo de forma consciente. No meu caso e chama bem a atenção, o sexo veio em casa e eu não fui atrás contrariando a lógica normal onde é preciso buscar. A jovem idade também levou para esta peculiar situação e realmente foi diferente.

Tia Laura, irmã da minha mãe, deu outra ajuda sem saber quando fui convidado a passar uma semana em seu sítio no interior em Dezembro e eu já havia feito dezesseis anos. Viajei sem pensar nisto, não conheço ninguém por lá ao não ser a própria tia, então, as chances seriam zero, certo? Minha tia veio buscar e quando cheguei eu já notei olhadas vindas do caseiro. Só descer do carro e parece que o cara desnudou com os olhos o meu corpo. Caramba! A sorte dele que eu sou chegado na coisa senão teria complicado bem. Falta de bom senso. Ele teve mais sorte e minha tia nada percebeu ou desconfiou desta secada com sorrisos e olhares. A sensação que eu era carne sangrando para um leão faminto. Alto e magro, uns trinta e sete anos, bigode e barba por fazer, branco, eu percebi que seria comido se ficasse sozinho. Eu dormi como pedra.

Dia seguinte, Sábado, tomei café da manhã e aquele jeito repeitador dele era uma fachada. O problema que eu estava um mês e meio sem sexo e a oportunidade estava bem diante dos meus olhos bastando pegar. Esta minha carência facilitou o lado dele e acabei permitindo mais olhadas e sorrisos com troca de olhares sem titia ver. Quando deu umas nove da manhã, minha tia falou que precisava resolver uns negócios e saiu de carro deixando-me aos cuidados do caseiro! Aí já viu! O cara já fez um sinal após trocar olhares e entramos na cozinha do sítio e ele mostrou a pica comprida branca, falando:

- Tem que ser rápido.

Só encostei a porta e paguei um boquete rápido para melar e subir o tesão que estava explícito. Abaixei a bermuda e cueca empinando a bela bunda branca que eu tenho para receber um toque, carícia e um elogio:

- Bonita bunda.

O toque arrepiou e as pernas deram uma tremida com as minhas mãos na pia. Uma passada de saliva e o caseiro deu uma esfregada om sua pica e forçou, fiz uma careta e passou!

- Ah!

Se estava corado, fiquei mais, o sangue esquentou e a respiração acelerou junto com a zonzeira! O danado não aliviou e veio quente mandando pegada forte para que eu aceitasse a relação! O caralho rasgou um pouco e no vai e vem foi metendo e convencendo que precisava relaxar e conseguiu sem muito esforço. Falei:

- Come. Ai, ai.

Impressionou a pegada com sexo rápido atacando bastante no fundo e gemi, fiz caretas, meu maior medo ali era minha tia aparecer. O cara não tirava o pau de jeito algum e cravou, pedindo:

- Rebola.

Rebolei e senti mais calmo. O caralho já havia feito o aceite e eu estava dando na boa e ele repetiu aquela tensa pegada segurando minha cintura. Dá vontade do cérebro explodir e a loucura parece que sobe. É incrível. O som de sexo tomou o ambiente e ouvi:

- Gostoso do caralho!

Meu cu deve ser muito gostoso de foder pois o cara não parava de enterrar fazendo meu cu esquentar na entrada e com os olhos fechados e mordendo o lábio, abrindo a boca, gemendo baixo, eu curti o passeio da pica. É um tesão e excitado, eu apertava meu pau evitando uma ejaculação precoce.

- Ai, ai, ain!

O sexo forte segurando minha cintura mostrava um cara tarado e que pelo visto não metia fazia algum tempo. Ele não ficou naquele vai e vem rápido e sim pegando firme com força e metendo para tirar e voltar a foder. Sequer levou em consideração dos meus dezesseis anos, jovem. Se eu estava dando, então, eu que arcasse com as consequências! Bem isto e eu no gemido com boca aberta até que ele falou:

- Vou gozar.

- Dentro.

Metendo rápido, ele foi reduzindo e soltou jatos dentro do meu cu. Fiquei na boa recebendo leitada e ele tirou deixando escorrer o esperma com meu cu piscando e doendo. Eu sorri como agradecimento e fui ao banheiro para limpar aquela safadeza que deixou minha bunda grudada, escorreu no saco,, bati uma e fui ao banho enquanto ele voltou ao trabalho deixando a porta aberta para arejar.

Minha tia só chegaria uma hora e meia depois trazendo compras para a semana e eu achei tudo excitante, quente, tão quanto o cara eu sou bem safado! Evitei sentar e o dia passou rápido. As boas-vindas foram dadas. O conto continua.

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