Um pouco de sexo violento
Trecho do meu livro gay erótico "Professores (Nada) Encantadores", disponível completo gratuitamente via e-book na Am4zon.
— Aguenta mais ou devemos banhar logo?
A respiração quente de Roger em meu rosto me faz tremer.
— Pausa, pausa. — digo arfante.
Roger larga minhas pernas e retira aquele delicioso pau duro de dentro de mim. Minhas pernas caem com força na cama e começo a gemer de dor. Sinto minha entrada ardendo como na minha primeira vez, meu cu está destruído e só de pensar nessa ima-gem meu pau endurece novamente.
— Eu disse que devíamos ter usado lubrificante ou pelo menos ter me deixado cuspir. — Roger diz acariciando meu corpo.
— Não é a primeira vez que transamos sem.
— Não, mas fomos com muita força e por muito tempo. Você gozou três vezes.
Eu ejaculei três vezes, não gozei. É diferente, querido.
— E ainda quero mais.
Roger se inclina e me abraça pelo pescoço.
— Podemos ter mais depois, mas precisa descansar. E eu também. Ah, minhas pernas doem e meu saco então nem se fala.
Me levanto e dou um tapinha leve em suas bolas. A imagem do membro mole completamente melado de porra era a mais belas das paisagens.
— Ahhh! — ele grita — Safado! Agora você vai ver.
Roger me joga na cama e me vira de lado, me surpreendendo com várias tapinhas em minha bunda. Apesar de leves, o peso de sua mão já os tornam fortes o suficiente para me arrancar gemidos.
— Mais.
Um sorriso malicioso cresce em seu rosto suado.
— Quer mais?
— Mais!
Dois tapas acertam cada lado de minha bunda.
— Forte! Mais forte!
A sequência de tapas continua junto de meus gemidos. Levo minha mão ao meu pênis ereto e volto a me masturbar. Bato uma punheta rápida, alcanço o orgasmo em segundos. Dessa vez não apenas ejaculo, eu gozo. A ardência por toda a minha bunda me faz tremer de tesão, assim como ouvir o som pesado da minha própria respiração. Parece que acabei de bater a cabeça com força, estou sonso, perdido, dolorido e sem nenhum pensamento em mente. Me sinto no paraíso. Quero viver para sempre assim, não sei se meu corpo aguenta, mas é meu maior desejo. Era o equilíbrio perfeito entre minhas vontades e meu castigo. Era prazer, era dor e era tudo que eu mereço. Depois de tudo que fiz e quero fazer, sei que mereço sofrer, porém não pelas mãos de Fabrício, meus pais, Marianna ou qualquer um desses, nunca fiz um mal para eles. O único que merece ser meu carrasco é o Rogério, o único que merece me castigar por todo mal que lhe fiz e o único que meu ego consegue suportar. Desde que coloquei essa ideia em meu âmago, senti um novo ar em meu relacionamento com meu amado. Nossa rotina sexual que lentamente vinha se tornando repetitiva, mudou bastante. O número já alto de transas aumentou e nossa vontade também. A força, a dor e o limite reinventaram nosso contato. Os tapas, os enforcamentos e as faltas de ar se tornaram grandes com-panheiros nossos. Olhando retrospectivamente, sempre estiveram ao nosso lado durante nossa relação em pequenas medidas e muito por minha parte, confesso. Existe algo em mim que observa o punitivo de uma maneira extremamente excitante, segura e comum. No aspecto lógico, sei que isso não é saudável, todavia, o que eu posso fazer? É isso que eu quero.
Roger leva a mão ao meu pescoço. Meu músculo tensiona desejando um aperto mais forte.
— Melhor irmos para o chuveiro ou vamos chegar atrasados.
Concordo com a cabeça, porém permaneço estático na cama. Roger, por outro lado, se levanta.
— Vou indo, tá? Estarei te esperando.
Ainda cansado, sinto o vento do cair da noite batendo em meu corpo, hora de levantar. Me levanto e vou até o banheiro, onde encontro Roger esfregando o corpo sob o chuveiro. Ele se segurava com força na parede, com medo de escorregar na banheira. Já lhe disse algumas vezes que isso é improvável de ocorrer, Roberto me garantiu, po-rém Rogério era teimoso demais para acreditar nisso. Entro na água sem cerimônia alguma, banhos conjuntos se tornaram parte da rotina, neles economizamos tempo, água e sempre leva para algo que ambos gostamos: mais sexo. Pego o sabonete de sua mão e começo a esfregar suas peludas costas, descendo até sua bunda. Esfrego a região com delicadeza, só paro quando seus pelos estão completamente tomados pela espuma. Com a bunda branca, acaricio seu meio com intenção de chegar em sua apertada entrada. Ao sentir aquele cu piscar com meu toque, adentro em Roger com todo cuidado do mundo, a violência naquela área era um prazer apenas meu. Com um dedo em seu rabo, Roger decide bater uma, tão devagar quanto minhas dedadas. Ao decorrer que ele acelera o ritmo, o acompanho, entrando e saindo dele com mais frequência. Com os graves urros de prazer dele acertando meu ouvido, dobro a aposta e ponho mais dedos nele, ato que ele adora. Com a bunda empinada para mim e o corpo apoiado na parede, triplico a aposta e entro de vez nele. Roger se delicia com meu cacete dentro dele. A água atrapalha a penetração, contudo isso não me impede de colocar pelo menos a ca-becinha de meu membro por alguns segundos.
— Uhh, ahh, porra! Marcelo! Ahhhhh!
O grosso esperma de Roger suja toda minha parede. Sigo beijando suas costas enquanto ele se recupera.
— Não… não me tente. — ele suplica,
— Estou fazendo nada. — beijo o pescoço.
Roger se vira e me beija de língua.
— Quero que faça nada em mim quando voltarmos, então. — sussurra.
*Esse e todos os meus contos são trechos do meu livro erótico gay "Professores (Nada) Encantadores" disponível gratuitamente via e-book.
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