Cap 13 Reencontro Marcado
Olá caros leitores, pois estou de volta após 3 anos. Ainda existe alguém que gosta de contos eróticos? Aqui estou eu, novamente escrevendo um novo conto das minhas aventuras sexuais. Quando eu escrevi meu primeiro conto, eu tinha 25 anos, incríveis 8 anos atrás. E o conto de hoje vai ser exatamente daquela época. Finalmente vou contar o que me motivou a escrever meus contos. Recomendo fortemente que leia meus contos anteriores, prometo que vocês vão gostar muito e ficarem bem babados ou babadas 🙂
Pois bem, este conto começa exatamente onde o último terminou. Eu estava a todo vapor sexualmente, fodendo com todo mundo, eu não estava perdoando nem cachorro. Desde que tinha terminado com minha ex na época(Deborah), eu estava desgovernado. Ficava com mulheres em festa de amigos, fudia trans nas esquina de moteis(Inclusive amava comer um cuzinho de trans, ou seja pagando por prazer).
Mas uma coisa estava acontecendo, me sentia meio pra baixo, como se minha vida estivesse em uma rotina, não tinha ninguém interessante, tudo era sempre as mesmas coisas e não tava conhecendo pessoas novas que ficassem na minha vida. Pelo contrário, eram sempre as mesmas pessoas do trabalho que estava desde que saí da faculdade.Foi então que em um dia de tédio, Fernando um amigo do trabalho me chamou pra ir passar o carnaval na casa de praia da família da namorada dele. Era véspera de feriadão. Estava um pouco desmotivado, e meus planos era ir pras ruas conhecer pessoas e foder outras.
-Ah, vamos Cass, deixa de ser chato mano, te garanto que vai ser bom! - Falou ele tentando me empolgar para ir.
-Não sei mano, tenho outros planos pra esse carnaval. - Eu não queria ir de fato.
-Cara, te garanto que você vai curti, e se o problema é mulher, vai ter lá mano. - Ele falou com uma cara que já imaginava que eu não recusaria um rabo de saia.
-Ta, me diz aí quem vai pra esse rolê, quero fotos!
Fernando então puxou o celular e começou a me mostrar as pessoas.
-Tem a Fabíola e o namorado dela Cláudio, tem a Jennifer que tá solteira, você pode até ficar com ela, heim? Muito gatinha - Falou ele tentando me incentivar, mas a mina não era tudo isso que ele falava não. Mas enquanto ele passava o celular e ia falando, um nome me fez tremer na hora. - …e tem a Carol e sua mulher Rayan… - Quando vi a foto da mulher que junto da tal Carol, meu coração acelerou. Nem escutei mais ele. -Puta que Pariu man, eu conheço essa mina ai. - Falei arregalando o olho e ele sem entender nada.
-Você conhece a Carol? - Perguntou ele achando que falava dela.
-Não, eu conheço a Rayanne, a mulher dela!
Era ela, sim, Rayanne a mesma que despertou todo meu desejo sexual, a primeira menina a me beijar na boca, a primeira a bater uma punheta pra mim, a primeira que tive uma experiência sexual e a que me fez teve uma enorme tara por cu. Era ela, com o mesmo rosto da infância, só que agora adulta, cabelos pretos, branquinha e tava com um puta peitão.
Nem pensei duas vezes, já confirmei minha ida, tava doido pra rever ela, mas confesso que fiquei meio receoso de saber que agora ela estava casada com outra mulher.
A semana passou e o feriadão chegou, fui de carro até a casa de praia da família de Micalea, namorada do Fernando. Cheguei quase no fim de tarde, já tava rolando aquele som alto, um cheiro de churrasco, uma galera dançando na piscina, tava rolando um puta festa.
-Olha ele o dono da porra toda! - Falando Fernando, ele gostava muito de mim por conta da nossa relação no trabalho.
-Boa noite pessoal! -Falei meio sem graça mapeando todo mundo que estava na casa, mas não encontrei a pessoa que procurava. Mas sabia que ela estava na casa, pois já tinha visto a mulher dela Carol, deitada em uma cadeira na beira da piscina.
-E ai, quer comer alguma coisa? - Perguntou Fernando segurando uma bandeja cheia de carne.
-Não, valeu mano, to sem fome! - Falei enquanto colocava minha mochila no chão. E sem pensar muito cheguei mais perto do Fernando e perguntei baixinho.
-Onde ela ta?
-Ainda tá nessa irmão? Isso vai dar errado, se liga! -Falou Fernando realmente preocupado, pois ele sabia meu histórico de mulher, mas não queria confusão, principalmente na casa da família da namorada dele.
-Ah, Fernandinho, fica tranquilo, já disse que não vou fazer nada demais. -Mal terminei de falar, e atrás do Fernando saindo pela porta da frente da casa e vindo em direção a piscina lá estava ela. PUTA QUE PARIU, ela tava de biquini fio dental preto. Com as pernas bem grossas de quem malha, cinturinha bem definida, cabelo próximo aos ombros. Caralho, meu pau na hora mandou o alerta. Fixei meu olhar nela, mas nem dava pra perceber que eu estava olhando, pois estava de óculos de sol. Ela nem me percebeu, foi direto ao encontro de sua mulher a Carol. Fernando vendo toda a cena, já começou a coçar a cabeça.
-Mano, você vai arrumar confusão.
-Fica tranquilo, já disse que vou ficar de boa, confia! -Não passei confiança nenhuma, tenho certeza.
Ficamos por lá curtindo um pouco, e o tempo foi passando, em nenhum momento ela me reconheceu. A noite foi adentrando, o clima foi ficando mais frio, algumas pessoas começaram a entrar na casa porque no outro dia a turma tava marcando de fazer uma trilha próxima da cidade. Então ficou apenas um pequeno grupo envolta da piscina bebendo com o som rolando já baixo por conta da hora. Foi então que a Carol que ainda estava lá, se levantou e falou alguma coisa pra Rayanne e entrou na casa. Ainda não tinha tido nenhum contato direto com Rayanne, ela mal olhava pra mim. Mas aí ela veio na nossa direção, onde estava eu, Fernando e Micaela.
-É de boa dar uma volta na praia nessa hora? Tava pensando em ir lá fumar um pouco. - Perguntou ela já com o vape na mão. -Ah é tranquilo, pode ir de boa. - Falou Fernando.
-Se quiser posso te fazer companhia pra não ir só - Nesse momento ela me olhou fixamente pela primeira vez, fez uma cara engraçada de quem tava reconhecendo uma pessoal e falou.
-Cass? Como assim? Oi? O que você tá fazendo aqui garoto? - Ela literalmente sem reação ao me reconhecer.
-Ta vamos dar essa volta na praia e colocar o papo em dia. - Nesse momento me levantei e fui com ela.
-Cuidado por ai! - Falou Fernando, muito mais preocupado comigo fazer alguma merda do que da gente ser assaltado ou algo do tipo.
Então estamos nós andando pela praia, colocando o papo em dia, ela me contando que agora era professora de geografia. Estava casada, não que isso eu já não sabia. E eu contando como eu estava, como conhecia a Micaela, namorada do Fernando que era nossa pessoa em comum, já que tanto ela quanto a esposa eram melhores amigas da Micaela. Depois de algumas voltas na praia deserta e fria pra caramba, e de termos colocado o papo em dia, paramos um pouco, foi aí que ela sem nem pensar falou:
-A gente já fez muita besteira na adolescência, né? Éramos virados. -Falou aquilo com o sorriso meio como se lembrasse de alguma coisa.
-Sim, bons tempos, como ta a Paula? - Perguntei por sua irmã, que também tive muitas histórias.
-Ela está bem, mas está morando fora do país. -Ela ficou desinteressada em dar muitos detalhes
-Uau, que legal. Faz tempo que não vejo ela, acredito que a última vez ainda éramos adolescentes também. Lembra quando quebramos o telhado do seu Armando?
-Siiiim, meu Deus, a Paula quase caiu na casa dele, né? Aquele dia foi muito louco.
-Coloque louco nisso, e a gente precisou sim limpar lá na caixa d’ água da sua casa. - Sim, eu estava direcionando as conversas os momentos de putaria que a gente teve na adolescência, e era intencional.
-Ai, aquela caixa d’ água tem muita história. -Quando escutei ela falar isso, já fiquei com tesão por lembrar exatamente o aconteceu na caixa d’ água.(Leiam o capítulo 2).
-Sim, inclusive senhora, muito obrigado por todas as experiências sexuais da minha adolescência. - Nesse momento liguei o fodase e soltei essa, deu pra ver ela literalmente ficando sem reação comigo trazendo aquelas lembranças à tona. Mas sem medo continuei. -Nem vem ficar tímida agora, porque mais nova você era a capetinha. - Rayanne era 2 anos mais velha que eu. Ele era quem ficava me atiçando quando mais jovem.
-Você ainda lembra dessas coisas? -Ela me perguntou rindo um pouco sem graça.
-Ué, essas coisas a gente não esquece. Não é? -Retruquei
Ela me encarou, sem muita reação, como se estivesse pensando algo ou tentando falar alguma coisa. Ela estava com um roupão por cima do seu biquíni, e dava pra ver seu decote, com um puta peitão. Confesso que aquela visão me desconcentrou um pouco de ficar olhando pra ela.
-To pegando pesado com esse papo? - Perguntei pra tentar quebrar o silêncio.
-Não, é que… Sei lá, eu to em um outro momento, você não conheceu ainda a Carol né?
-Não.
Depois da minha resposta ela parecia um pouco inquieta, eu não conseguia entender o que estava acontecendo, ela se virou em direção a casa e me deixou sozinho próximo a praia. Já tava pensando: “que merda deu ruim”. Mas foi então que me surpreendi, ela se virou e me olhou fixamente.
-O que foi? - Perguntei, sem entender o que acontecia. Ela começou a vir a minha direção parou bem de frente pra mim e falou. -A gente só tinha arranque, né? Nunca transamos de verdade! - Puta merda, na hora eu entendi, eu tinha deixado ela confusa, nossa conversa na caminha e relembrar nossa adolescência tinha mexido com ela.
-Pois é, temos um assunto mal resolvido. -Falei fazendo uma puta cara de desejo pra ela.
-Odeio assuntos mal resolvidos. - Ela falou fazendo a mesma carinha de safada que sempre fez antigamente quando me provocava.
-Bom, temos duas opções então… - Já comecei a colocar a mão em sua cintura. Dava pra perceber ela desconfortável, mas mesmo assim deixou eu segurar. -Uma opção é voltar pra casa de praia da família de Micaela, e a outra… - Ela nem deixou eu terminar e ja falou: Fuder aqui na praia de noite e num frio da porra? Nem fudendo. -Já tirando minhas mão da sua cintura e se virando novamente em direção da casa. Mas não deixei ela ir, segurei a mão dela e puxei de volta, beijando sua boca. Acreditem, ela nem recuou, pelo contrário, ficamos nós beijando ali na praia. Sem tempo a perder, abrir seu roupão e já coloquei a mão em sua bunda, estava com uma saudade do caralho de beijar aquela boca e segurar aquela raba. Meu pau ja tava latejando e babando muito.
-Caralho, o que porra estamos fazendo? -Ela me perguntou me olhando com uma cara de safada. Eu não tava nem ai, olhei ao redor procurando um bom local, porque eu iria fuder ela ali mesmo. Foi então que lembrei que a maré estava baixa e dava pra ir até os arrecifes. Puxei ela até la, e quando chegamos ela novamente falou: Sério, isso é muita loucura.
-Loucura vai ser o que vou fazer contigo, lembra da mamada que você me deu na caixa d’ água? - Nem deixei ela terminar, e já me abaixei próximo a sua buceta, tirei seu seu biquini de baixo e comecei a chupar ela com gosto. Ela gemia pra caralho e nem dava pra ninguém escutar, estamos longe da casa e a praia estava deserta.
-Seu gosto é bom sua cachorra. - Falei enquanto tava com a língua naquela bucetinha cheirosa. - Não me chama assim seu puto - Falou ela se contorcendo de tesão. Depois de chupar ela por um tempo, me levantei, abaixei a bermuda, peguei meu pau e comecei a posicionar a cabeça próximo ao buraco da bucetinha dela. Fiquei roçando com a cabeça na portinha, detalhe a gente nunca tinha transando de verdade. Aquilo tava sendo a primeira vez.
Então olhei bem nos olhos dela e enfiei o pau em sua buceta. Caralho, ela tava muito muito molhada e quentinha. Ela ainda ficava apertando minha rola dentro de sua buceta. Eu comecei a socar bem forte.
-Nuss, faz muito tempo que não sinto um pau dentro de mim. Porra.. - Falou ela se contorcendo toda.
-Finalmente estou realizando meu sonho de te fuder. - Falei com um puta tesão.
Ela estava sentada em uma das pedras, e eu estava posicionado no meio de suas pernas segurando as duas, e fudendo aquela bucetinha. E fodia cada vez mais com força, pra frente e pra trás, cada socada que eu dava, ele gemia mais alto. E eu ia fudendo com mais gosto ainda.
-Por favor, não goza dentro. - Ela falou gemendo, mas aquilo pra mim era quase como se estivesse pedindo para fazer ao contrário.
-Você não vai me dar esse prazer? - Eu não tava querendo de jeito nenhum gozar pro chão naquela noite. -Se você não deixar eu gozar na sua buceta, vai ter que deixar em outro lugar!
-Onde você quer gozar? -Falou ela com uma voz baixa de quem não tá se aguentando de tesão.
-Eu vou gozar no seu cuzinho pra relembrar os velhos tempos. - Quando falei aquilo ela me olhou com uma cara de safada, com um semi sorrisinho no rosto.
-Você tá querendo demais.
-To mesmo, e vou gozar nele agora. - Depois que falei isso, nem pensei muito, tirei meu pau de sua buceta, coloquei ela de costas pra mim. Ela já tinha entendido, e parecia querer isso também, pois abriu sua bunda pra mim e lá estava ele, aquele cuzinho lisinho, do jeito que eu lembrava. Passei saliva na minha mão, passei no cuzinho dela. E comecei a empurrar a cabeça do meu pau no cuzinho dela.
-Vai devagar que não estou acostumada a ficar dando o cu. -Falou ela, mas parecia que ela já brincava com o cuzinho.
Não foi difícil fazer meu pau entrar e sentir aquele cu dela apertado, mas dava pra ver ela um pouco incomodada. Então decidi que iria gozar logo,segurei o quadril dela, e soquei uma, duas, três, quatro, cinco… Caralho, gozei muito naquele cu. Foi sem sombra de dúvidas, a melhor gozada que eu dei na vida.
Fiquei ali com o pau dentro do cu dela, ofegante, e ela quase sem fôlego. Então começamos a rir. Sem perder muito tempo, nos organizamos e limpamos pela praia, e começamos a voltar pra casa.
No caminho de volta, nos encontramos com Fernando, Micaela, e mais algumas pessoas, e dentre essas pessoas estava Carol e a mulher de Rayanne.
-Caralho Cass, a gente tá te ligando a uns 40 minutos. Onde vocês estavam? -Eles estavam preocupados, fazia mais de uma hora que a gente tinha saído pra dar a volta na praia.
-O que foi que aconteceu se perderam na praia? - Perguntou a Carol, me olhando com um olhar fuzilador.
-Na verdade não, esse é Cass, um grande amigo de infância amor, e estamos colocando o papo em dia. Foi muito bom reencontrar ele! - Ela foi em direção a Carol e deu um beijo nela. Dava pra ver claramente que Carol era manipulada nessa relação por Rayanne.
Elas voltaram de mão dadas, pra casa junto com a galera. E enquanto caminhava em direção a casa também, o Fernando me puxou pra trás.
-Mano, eu e a Micalea vimos vocês dois na praia. - Puts, gelei na hora. - Vimos vocês transando Brow, caralho Cass, tu fudeo o bagulho. É melhor você não ficar por aqui amanhã, pra não piorar o rolê. -Fernando me explicou depois que viu a gente e depois voltou pra segurar a galera e não deixar que eles vissem a gente transando na praia.
Nem fiquei pra dormir, Fernando me convenceu a voltar pra minha casa antes mesmo do amanhecer. Fiquei puto, não por ter que voltar, mas por não pegar o celular de Rayanne.
Cheguei em casa desolado, tomei um banho, e fiquei pensando em tudo que rolou naquela noite, lembrando dos tempos da adolescência. Foi então que já quase me preparando pra dormir, recebi uma mensagem no meu whatsapp: “Verdade ou Consequencia?”
Era Rayanne, ele pegou meu número com Micaela a namorada do Fernando. Foi então com a cabeça a mil, que decidir escrever minhas experiências sexuais em forma de contos.
E aqui estamos amigos!
Até uma próxima? Talvez
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