#Assédio #Teen #Traições

Bêbada e entregue ao vizinho

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@DaianeP12

Era uma noite de sábado em Brasília. Depois de uma briga feia com meu marido, saí de casa vestida como uma vadia: micro-saia de couro marrom, blusa com cadarço bem apertado que mal conseguia conter meus seios e uma bolsa na mão. Eu tinha acabado de fazer 19 anos naquele dia e já estava bem alterada de bebida.
Andei sem rumo até parar na frente da casa do meu vizinho Marcos, por volta das 03:30 da madrugada. Ele estava na varanda, curtindo uma garrafa de vinho. Quando me viu rebolando pela rua, eu mal conseguia falar direito, cheirando a uísque.
Contei tudo pra ele: a briga, o marido dizendo que eu não despertava desejo, os três meses sem sexo, e como eu era louca por sexo oral e nunca podia praticar. Marcos me ouvia com os olhos brilhando de tesão.
Ele me convidou pra sentar ao lado dele na escada e me ofereceu mais vinho. Aceitei. O papo foi esquentando rápido. Falei abertamente que adorava chupar pau, que meu marido me chamava de puta só por tentar, e que eu vivia infeliz por causa disso.
Ele confessou que também era louco por sexo oral e por mulheres casadas. O clima ficou insano. Eu já estava molhada só de olhar o volume na bermuda dele.
— Isso é um convite? — perguntei, rindo.
— Não — ele respondeu com voz grossa. — Isso é uma ordem.
Larguei o copo e comecei a apertar o pau dele por cima da bermuda. Estava duro, latejando. Ele tirou a camisa, mostrando o corpo moreno, alto (1,83m), forte, com 26 anos. Eu, com meus 19 anos, me sentia completamente entregue.
Fomos pra dentro. Ele trancou a porta. Sentei no sofá e o puxei pra ficar de pé na minha frente. Abaixei a bermuda e a cueca. O pau dele saltou: grosso, uns 18cm, cabeça brilhando de tesão. Eu lambi suas coxas, subi até as bolas e coloquei as duas na boca, chupando com fome. Depois lambi toda a extensão e engoli ele inteiro.
Chupei com força, sugando como se fosse a última coisa que eu faria na vida. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca com vontade. Dois minutos depois ele gozou forte, jorrando tudo na minha garganta. Eu não tirei. Engoli até o talo, sentindo ele pulsar fundo, e engoli tudinho. Ele gritou de prazer.
Depois tomamos mais cerveja. Eu apaguei no sofá. Quando senti algo, Marcos estava em cima de mim. Minha saia levantada, calcinha de lado, e ele chupando minha buceta com muita vontade. A língua dele entrava fundo, lambia meu clitóris inchado, mordia os lábios. Eu estava encharcada.
Ele subiu, tirou minha blusa, chupou meus seios durinhos com força e depois me penetrou. Eu ainda estava meio grogue, mas sentia cada estocada. Ele metia forte, como um animal, enquanto eu dormia e acordava alternadamente. Gozei dormindo, contraindo forte na rola dele, e ele gozou dentro de mim, enchendo minha bucetinha toda.
De manhã, acordei chupando ele de novo. Ele tentou falar “bom dia”, mas eu mandei calar a boca — o único som que eu queria eram os gemidos dele. Fiquei de quatro no sofá, bunda bem empinada. Ele meteu primeiro na buceta, depois eu guiei o pau pro meu cuzinho virgem.
Doeu pra caralho no começo, mas eu não deixei ele parar. Pedi pra ele rasgar meu cu. Ele meteu fundo, me fodeu com força enquanto eu gemia e xingava. Vi sangue, mas mandei continuar. Ele gozou gostoso dentro da minha bunda.
Ficamos abraçados, tomamos banho juntos, e eu fui embora quando a rua ainda estava vazia. Antes de sair, dei um beijo nele — o primeiro de verdade.
Isso aconteceu na semana passada aqui em Brasília. Até agora fico molhada só de lembrar… e esperando a próxima vez que meu vizinho aproveite quando eu estiver bêbada de novo.

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