#Gay

O Peso da Gravata

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HDNA

Um CEO poderoso encontra refúgio em uma relação intensa de confiança, entrega e vulnerabilidade com seu assistente.

O ar no trigésimo andar da Sterling & Associates era rarefeito, denso com a promessa de milhões e o cheiro metálico de ambição. Arthur Sterling, com seus quarenta e poucos anos, era a personificação daquele ambiente. Terno impecável, corte de cabelo preciso, olhos de um azul tão gélido quanto as águas do Atlântico em pleno inverno. Ele presidia a mesa de mogno polido, a voz grave e controlada ditando o ritmo de uma reunião que decidiria o destino de um fundo de investimento bilionário. Cada palavra era uma faca afiada, cada olhar, um comando inquestionável.

Julian Hayes, seu assistente executivo, estava sentado à direita de Arthur, uma figura de contraste sutil. Mais jovem, com vinte e poucos anos, cabelos castanhos que caíam levemente sobre a testa e olhos de um verde profundo que pareciam absorver cada nuance do ambiente. Julian não falava, não interrompia, mas sua presença era uma âncora silenciosa. Ele anotava, organizava, antecipava. Seus movimentos eram fluidos, quase imperceptíveis, mas Arthur sentia cada um deles. A maneira como seus dedos longos e finos seguravam a caneta, a leve inclinação da cabeça quando Arthur fazia uma pergunta retórica, o brilho momentâneo em seus olhos quando uma ideia complexa era desvendada. Julian era a extensão perfeita da mente de Arthur, o espelho que refletia e amplificava sua própria inteligência.

A reunião se arrastava, as vozes dos diretores se misturando em um zumbido distante para Arthur. Sua mente, no entanto, estava afiada, calculando riscos, ponderando estratégias. Mas, por baixo da superfície de aço, uma corrente elétrica sutil percorria seu corpo sempre que Julian se inclinava para sussurrar uma informação, o hálito quente roçando sua orelha. Era um lembrete constante da outra dinâmica que existia entre eles, uma que não era discutida nas salas de reunião, mas que governava suas noites com uma intensidade avassaladora.

Arthur sentiu o peso da gravata apertar, não o tecido de seda em seu pescoço, mas o peso simbólico de sua posição, de suas responsabilidades. Ele era o predador alfa neste ecossistema corporativo, o homem que tomava as decisões finais, que carregava o fardo de centenas de empregos e fortunas. Mas, quando seus olhos encontraram os de Julian por um instante, um reconhecimento silencioso passou entre eles. Naquele olhar, Arthur viu não apenas a lealdade inabalável de seu assistente, mas também a promessa de uma entrega total, de um alívio que só Julian poderia proporcionar.

Finalmente, a reunião chegou ao fim. As cadeiras rangeram, os diretores se levantaram, apertos de mão formais e sorrisos forçados preenchendo o espaço. Arthur permaneceu sentado, observando-os partir, a expressão inalterada. Julian, como sempre, foi o último a sair, mas não antes de um breve contato visual com Arthur. Um convite silencioso, uma permissão implícita. Arthur assentiu quase imperceptivelmente. A porta se fechou com um clique pesado, e o silêncio preencheu a sala, isolando o trigésimo andar do resto do mundo.

Arthur se recostou na cadeira de couro, fechando os olhos por um momento. A exaustão era uma onda que o atingia, mas não era a exaustão do trabalho. Era a exaustão de manter a fachada, de carregar o peso do mundo em seus ombros. Ele ouviu o som suave da porta se abrindo novamente e o clique da tranca sendo acionada. O perfume sutil de sândalo e almíscar anunciava a presença de Julian. Não havia necessidade de palavras. Julian sabia. Ele sempre sabia.

Os passos de Julian eram medidos, calmos, enquanto ele se aproximava da mesa. Arthur abriu os olhos, encontrando o olhar verde intenso de Julian. Não havia mais a formalidade do assistente, nem a deferência do subordinado. Havia apenas a compreensão mútua, a antecipação que queimava entre eles como uma brasa viva. Julian parou a poucos passos de Arthur, as mãos unidas à frente do corpo, uma postura de respeito, mas também de poder contido.

— Senhor Sterling — Julian disse, a voz baixa, quase um sussurro, mas com uma autoridade que desarmava Arthur de sua própria. Era a voz que Arthur ansiava ouvir, a voz que o despojava de seu título, de sua armadura. — A reunião foi... exaustiva.

A palavra “exaustiva” era dita com uma entonação que sugeria muito mais do que o cansaço físico. Sugeria o peso da alma, a carga da liderança.

Arthur apenas assentiu, seus olhos fixos nos de Julian. Ele sentiu o controle escorregar de seus dedos, uma sensação que, em qualquer outro contexto, o aterrorizaria. Mas com Julian, era uma libertação. Era a permissão para ser fraco, para ser dominado. A gravata, que antes o sufocava, agora parecia um laço que o conectava a Julian, um convite para ser desatado.

Julian deu um passo à frente, e Arthur sentiu o calor de sua presença. O ar na sala parecia vibrar com a tensão não dita, com o desejo reprimido que havia sido cuidadosamente guardado durante as horas de formalidade. Os olhos de Julian percorreram o rosto de Arthur, demorando-se nos lábios tensos, na linha da mandíbula apertada. Ele sabia que Arthur estava no limite, que a persona de CEO implacável estava prestes a se desintegrar.

— Permita-me, Senhor Sterling — Julian disse, a voz agora ainda mais baixa, quase um comando. Ele estendeu a mão, os dedos longos e elegantes movendo-se em direção ao pescoço de Arthur. Arthur não se moveu, não piscou. Ele entregou-se ao toque, à promessa de alívio que viria. Os dedos de Julian roçaram a seda da gravata, desfazendo o nó com uma precisão quase ritualística. Cada movimento era lento, deliberado, construindo a tensão, prolongando a antecipação.

O nó se afrouxou, e Arthur sentiu o alívio imediato, não apenas físico, mas também psicológico. A gravata foi removida, cuidadosamente dobrada e colocada sobre a mesa. Julian não parou ali. Seus dedos se moveram para o colarinho da camisa de Arthur, desabotoando o primeiro botão, depois o segundo. A pele exposta de Arthur arrepiou-se sob o toque leve, uma resposta involuntária ao poder que Julian exercia sobre ele.

— Respire, Arthur — Julian sussurrou, o nome dito com uma intimidade que era reservada apenas para esses momentos. A respiração de Arthur se aprofundou, um suspiro que carregava o peso de um dia inteiro de batalhas corporativas.

E então, a atmosfera mudou abruptamente. A gentileza desapareceu, substituída por uma intensidade predatória. Os olhos verdes de Julian queimavam.

— Agora, de joelhos — a voz de Julian cortou o silêncio, grave, autoritária, sem um pingo de hesitação.

Arthur não hesitou. O homem que comandava impérios dobrou os joelhos no tapete felpudo, a cabeça baixa, o coração martelando contra as costelas. A submissão era instantânea, visceral. Ele sentiu a proximidade de Julian, o calor de seu corpo, o cheiro de almíscar e poder.

O desejo era tanto que Arthur, movido por um impulso cego, ergueu as mãos, tentando desabotoar a calça de Julian. Ele queria a boca cheia, queria provar o gosto de seu mestre imediatamente.

Estalo.

O som do tapa ecoou pela sala. O rosto de Arthur virou bruscamente para o lado, a bochecha ardendo com a força do impacto. Ele ofegou, os olhos arregalados, a surpresa misturando-se a uma excitação avassaladora.

— Eu te dei permissão para me tocar, putinha? — Julian rosnou, agarrando os cabelos de Arthur e puxando sua cabeça para trás, forçando-o a encará-lo. — Você acha que pode simplesmente pegar o que quer?

— N-não, senhor... me desculpe, mestre — Arthur gaguejou, a voz embargada, a ereção latejando dolorosamente contra o tecido da própria calça. A humilhação era deliciosa.

— Você é um cachorrinho impaciente, não é? — Julian sorriu, um sorriso cruel que fez o estômago de Arthur revirar de tesão. — Mas cachorrinhos precisam aprender a esperar. E a implorar.

Julian soltou o cabelo de Arthur e, com movimentos deliberados, abriu o zíper da própria calça. A ereção pesada e grossa saltou para fora, pulsando de calor. Arthur engoliu em seco, os olhos fixos no pau de seu mestre, a boca salivando.

— Chupa, Arthur. E é bom que você faça direito, ou vai levar outro tapa.

Arthur avançou, as mãos apoiadas nas coxas de Julian, e abriu a boca, engolindo a cabeça do pau com avidez. Um gemido rouco escapou de sua garganta enquanto ele chupava, a língua trabalhando ao redor da glande, sentindo o gosto salgado e inebriante.

— Isso, putinha. Engole tudo — Julian comandou, as mãos voltando aos cabelos de Arthur, guiando o ritmo, empurrando o pau mais fundo na garganta do CEO. — Mostra pra mim como você gosta de servir o seu mestre.

Arthur engasgou levemente, as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, mas não parou. Ele chupava com desespero, as bochechas encovadas, o som úmido da felação preenchendo a sala. Cada movimento era uma prova de sua devoção, de sua necessidade absoluta de ser dominado.

— Ah, porra... — Julian gemeu, os quadris começando a se mover, fodendo a boca de Arthur com estocadas curtas e precisas. — Você é uma vadia tão gulosa. Chupa mais forte, cachorrinho.

Arthur obedeceu, intensificando a sucção, as mãos apertando as coxas de Julian. Ele queria dar prazer, queria ser usado, queria que Julian o destruísse ali mesmo, no chão de seu próprio escritório. A putaria havia começado, e não havia caminho de volta.

Arthur continuou a chupar, a boca cheia do pau de Julian, o ritmo ditado pelas mãos firmes em seus cabelos. Ele sentia o gosto do pré-gozo, a saliva misturada ao cheiro de pele e excitação. Seus olhos, ainda marejados pelo tapa, agora brilhavam com uma mistura de dor e prazer. Cada estocada de Julian em sua garganta era um lembrete de sua posição, de sua total e absoluta submissão.

— Isso, meu cachorrinho. É assim que eu gosto — Julian rosnou, a voz vibrando com satisfação. — Engole tudo, putinha. Engole cada gota para o seu mestre. Não quero ver nada desperdiçado.

Arthur obedeceu, a garganta trabalhando, engolindo o máximo que podia. Ele sentia o pau de Julian pulsar, endurecer ainda mais em sua boca. O prazer era avassalador, a humilhação, inebriante. Ele queria mais, queria ser preenchido, queria sentir o sêmen quente de Julian escorrendo por sua garganta. Seus gemidos eram abafados, mas a intensidade de sua sucção falava por si.

Julian puxou o pau para fora da boca de Arthur com um som úmido e estalado. Arthur gemeu em protesto, a boca formigando, a língua procurando o que havia sido retirado. Julian o fez levantar, empurrando-o contra a mesa de mogno, a mesma mesa onde Arthur havia fechado negócios de milhões. Agora, ela seria o palco de sua rendição.

— Deite-se, Arthur — Julian comandou, a voz fria e calculista. — De bruços. E não ouse se mover sem a minha permissão, sua puta.

Arthur obedeceu sem questionar, o corpo tremendo, a ereção latejando. Ele se deitou no tapete, o rosto virado para o lado, as mãos presas à frente do corpo pelo lenço de seda. Julian se aproximou, seus passos lentos e deliberados, cada um deles um martelo batendo no peito de Arthur.

— Você é uma puta obediente, não é, Arthur? — Julian sussurrou, a voz próxima ao ouvido de Arthur, o hálito quente enviando arrepios pela espinha do CEO. — Uma puta que sabe o seu lugar. E o seu lugar é de quatro, esperando para ser fodida.

Arthur soltou um gemido abafado, a humilhação e o prazer se misturando em uma onda avassaladora. Ele sentia o peso do olhar de Julian em suas costas, a antecipação do que viria a seguir. Julian pegou o chicote de couro novamente, o som sibilante do ar cortado pelo movimento era música para os ouvidos de Arthur.

— Você gostou do tapa, não gostou, cachorrinho? — Julian provocou, roçando a ponta do chicote nas nádegas de Arthur. — Você gosta de ser punido, de sentir a dor que te lembra quem manda aqui. Diga, putinha, diga que você gosta.

— Sim, mestre... — Arthur ofegou, a voz embargada. — Eu gosto... por favor, mestre... me puna. Me foda.

Julian sorriu, um sorriso cruel e satisfeito. Ele levantou o chicote, e com um movimento rápido e preciso, atingiu a nádega de Arthur. O som do impacto ecoou na sala, e Arthur soltou um grito abafado, uma mistura de dor e prazer. Julian atingiu novamente, e novamente, cada golpe mais forte que o anterior. Arthur se contorcia, os gemidos escapando de seus lábios, o corpo em chamas.

— Ah, mestre... por favor... — Arthur implorou, a voz embargada. — Mais... mais... me foda logo, mestre!

Julian continuou, seus olhos fixos em Arthur, observando cada reação, cada tremor. Ele sabia que Arthur estava no limite, que a dor e o prazer estavam se misturando em uma experiência avassaladora. Ele queria que Arthur sentisse cada golpe, cada sensação, cada onda de desejo. Ele queria que Arthur implorasse, que se desmanchasse em suas mãos.

Finalmente, Julian parou. Arthur estava ofegante, o corpo tremendo, as nádegas vermelhas e marcadas. Julian se inclinou, beijando as marcas, um gesto de carinho que era tão essencial quanto a dominação. Arthur soltou um suspiro, a cabeça caindo para o lado, os olhos fechados.

— Eu sou seu, Julian. Sempre fui — Arthur sussurrou, após o clímax, revelando a profundidade de sua entrega.

— E eu nunca vou te deixar esquecer disso, Arthur — Julian respondeu, com um tom possessivo, mas também protetor. — Agora, vire-se. Quero ver essa sua cara de puta fodida.

Arthur se virou, o rosto corado, os olhos azuis marejados de prazer e humilhação. A visão de Julian, de pé, imponente, com o pau ainda pingando o pré-gozo de sua boca, era avassaladora. Ele sentia o corpo tremer, a ereção pulsando dolorosamente contra o tecido da cueca. Julian se aproximou, os olhos verdes fixos nos de Arthur, um sorriso cruel brincando em seus lábios.

— Você é uma puta linda, Arthur — Julian rosnou, a voz grave e rouca. — E agora, você vai ser fodida como a puta que você é.

Julian empurrou Arthur de volta contra a parede, as mãos firmes em seus quadris. A gravata de seda, que antes simbolizava o poder de Arthur, agora estava amarrada firmemente em seus pulsos, erguendo-os acima da cabeça. Ele estava completamente exposto, vulnerável, com as nádegas marcadas e vermelhas dos tapas anteriores, e a ereção latejando dolorosamente contra o tecido de sua cueca.

— Tira essa merda — Julian comandou, apontando para a cueca de Arthur. — Eu quero ver você nu, putinha. Nu e pronto para ser fodido.

Arthur obedeceu, os dedos trêmulos, puxando a cueca para baixo, revelando sua ereção pulsante. Julian pegou um lubrificante à base de água, generosamente espalhando-o em seus dedos e na entrada apertada de Arthur, sem cerimônia. Ele sentia os dedos de Julian se aprofundarem, esticando-o, preparando-o com uma brutalidade que o fazia tremer. A cada movimento, a tensão aumentava, e Arthur se contorcia, implorando por mais.

— Ah, mestre... por favor... — Arthur ofegou, a voz embargada, a palavra "mestre" escapando de seus lábios como uma oração. — Eu sou seu... sou sua putinha... me foda, mestre...

Julian sorriu, um sorriso cruel e satisfeito. Ele adorava ouvir Arthur se render completamente, abdicar de sua identidade de CEO e se tornar seu "cachorrinho" obediente. Ele retirou os dedos, e Arthur soltou um gemido de protesto. Julian posicionou sua ereção pulsante na entrada de Arthur, sentindo o calor e a umidade. Ele não esperou por mais palavras. Com um empurrão forte e deliberado, ele penetrou Arthur, sentindo a entrada apertada ceder, engolindo-o centímetro por centímetro. Arthur soltou um grito abafado, uma mistura de dor e prazer, enquanto seu corpo se arqueava. Julian esperou um momento, permitindo que Arthur se ajustasse à sua presença, sentindo cada músculo se contrair ao redor dele.

— Ah, Arthur... você é tão apertado — Julian sussurrou, a voz rouca de prazer. — Tão gostoso. Você nasceu para ser fodido por mim. E eu vou te foder até você não aguentar mais.

Ele começou a se mover, lentamente no início, depois aumentando o ritmo, cada estocada mais profunda e mais forte que a anterior. O corpo de Arthur batia contra a parede a cada impulso, e os gemidos de Arthur preenchiam a sala, misturando-se aos sons úmidos da carne contra a carne. Julian segurava os quadris de Arthur com firmeza, controlando cada movimento, cada impulso, sem piedade.

— Fode, mestre! Fode essa putinha! — Arthur gritava, a voz distorcida pelo prazer, os quadris se erguendo para encontrar os de Julian. — Me foda até eu não aguentar mais! Me foda até eu gozar!

Julian obedeceu, suas estocadas se tornando mais selvagens, mais implacáveis. Ele sentia o corpo de Arthur se contrair em espasmos de prazer, a ereção de Arthur pulsando contra o tecido de sua cueca. Ele se inclinou, mordendo o ombro de Arthur, sentindo o gosto salgado de sua pele. Arthur soltou um grito agudo, a cabeça jogada para trás, os músculos tensos, os olhos revirando.

— Você é meu, Arthur! Meu cachorrinho! — Julian rosnou, suas palavras se misturando aos gemidos. — E eu vou te foder até você esquecer seu próprio nome! Você é minha puta, Arthur! Minha puta particular! Diga, putinha, diga que você é minha!

— Eu sou sua puta, mestre! Sua puta! — Arthur gritou, a voz rouca, quase irreconhecível. — Eu sou seu cachorrinho! Me foda, mestre! Me foda!

O clímax se aproximava, uma onda avassaladora que os engolfava. Julian sentiu o corpo de Arthur tremer incontrolavelmente, os gemidos se transformando em um grito contínuo. Ele deu uma última estocada profunda, sentindo o prazer explodir dentro de Arthur, e então se entregou ao seu próprio orgasmo, jorrando seu sêmen quente dentro do corpo de Arthur. Arthur soltou um grito final, o corpo relaxando em espasmos, exausto e completamente satisfeito, gozando contra a própria cueca, manchando o tecido com seu prazer.

Julian permaneceu dentro de Arthur por um momento, sentindo os corpos se acalmarem, as respirações se normalizarem. Ele se retirou lentamente, e Arthur soltou um gemido de protesto. Julian desamarrou os pulsos de Arthur, que escorregou pela parede, caindo de joelhos, exausto. Julian se ajoelhou à sua frente, puxando-o para um abraço apertado. Arthur se aninhou em seus braços, o corpo mole, a mente vazia de qualquer pensamento, exceto o prazer que acabara de experimentar.

— Bom garoto — Julian sussurrou, beijando a testa de Arthur. — Você foi um bom cachorrinho para o seu mestre hoje. Uma puta muito boa. Agora, descanse, meu bom menino.

Arthur apenas gemeu em resposta, a voz ainda rouca. Ele sentia o corpo dolorido, mas a dor era um lembrete do prazer que havia experimentado, da libertação que Julian havia proporcionado. Ele era apenas Arthur, amado e cuidado, em um santuário de rendição e afeto. A sessão havia terminado, mas a conexão entre eles, a dança de poder e entrega, continuaria, sempre. Era a essência de seu relacionamento, a base de sua intimidade, a promessa de que, não importa o quão pesado o mundo se tornasse, Julian estaria lá para aliviar o fardo.

Julian permaneceu dentro de Arthur por um momento, sentindo os corpos se acalmarem, as respirações se normalizarem. Ele se retirou lentamente, e Arthur soltou um gemido de protesto. Julian desamarrou os pulsos de Arthur, que escorregou pela parede, caindo de joelhos, exausto. Julian se ajoelhou à sua frente, puxando-o para um abraço apertado. Arthur se aninhou em seus braços, o corpo mole, a mente vazia de qualquer pensamento, exceto o prazer que acabara de experimentar.

— Bom garoto — Julian sussurrou, beijando a testa de Arthur. — Você foi um bom cachorrinho para o seu mestre hoje. Uma puta muito boa. Agora, descanse, meu bom menino.

Arthur apenas gemeu em resposta, a voz ainda rouca. Ele sentia o corpo dolorido, mas a dor era um lembrete do prazer que havia experimentado, da libertação que Julian havia proporcionado. Ele era apenas Arthur, amado e cuidado, em um santuário de rendição e afeto. A sessão havia terminado, mas a conexão entre eles, a dança de poder e entrega, continuaria, sempre. Era a essência de seu relacionamento, a base de sua intimidade, a promessa de que, não importa o quão pesado o mundo se tornasse, Julian estaria lá para aliviar o fardo.

Julian se afastou um pouco, apenas o suficiente para olhar nos olhos de Arthur.

— Você está bem, Arthur? — perguntou, a voz suave, desprovida de qualquer comando. Era a voz do aftercare, a voz que trazia Arthur de volta à realidade, mas de uma forma gentil. Arthur assentiu, virando-se para encarar Julian. Seus olhos azuis, antes gélidos, agora brilhavam com uma vulnerabilidade que Julian guardava apenas para si.

— Eu... eu estou — Arthur respondeu, a voz ainda um pouco rouca. — Obrigado, Julian.

A gratidão era palpável, um reconhecimento da libertação que Julian havia proporcionado. Julian sorriu, um sorriso genuíno desta vez, e puxou Arthur para um abraço apertado. Arthur se aninhou em seus braços, sentindo o calor do corpo de Julian, a segurança de sua presença. Ali, nos braços de Julian, o peso da gravata, o peso do mundo, parecia desaparecer completamente. Ele era apenas Arthur, amado e cuidado, em um santuário de rendição e afeto. A sessão havia terminado, mas a conexão entre eles, a dança de poder e entrega, continuaria, sempre. Era a essência de seu relacionamento, a base de sua intimidade, a promessa de que, não importa o quão pesado o mundo se tornasse, Julian estaria lá para aliviar o fardo.

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