Meu macho e seu amigo
Eu e o Fabiano resolvemos almoçar após dar uma volta. No bar quase vazio, nós trocamos uma ideias com o Emílio, o dono, amigo do Fabiano há muito tempo. Conversa vai e vem, eu via a televisão e acompanhava um jogo de vôlei, os dois falavam em particular no balcão. Cerveja na mesa, bebi um pouco e Fabiano voltou para falar:
- Tá te querendo.
Ri, trocamos olhares e falei:
- Dois?
Ele riu e entendi tudo.
Aquilo causou surpresa. Acostumado só com ele, o Fabiano propôs uma coisa que eu nem pensava.
Fabiano, negro, baixo, 42 anos, magro, baiano, olhou e cobrou alguma resposta. Chamei de safado e mordi o lábio, rimos e falei:
- Não vai dar problema.
- Só vai dar problema se você não der.
- Safado.
Rimos e joguei uma piscada confirmando. Olhei o Emílio, um cara alto e negro, careca e com boné, rosto bem redondo, quarenta e cinco anos, pernambucano que sorriu e devolvi.
A safadeza estava no ar e como o bar estava vazio, o Emílio chegou na mesa e falou para mim:
- Topa?
- Claro.
Soltei um sorriso olhando para ele e depois ao Fabiano. Novo com 18 anos, branco e magro, 1.69 de altura, eu tinha a chance de algo novo após muitas relações só com o Fabiano.
Bar de bairro, o Emílio começou a abaixar as portas entre 15:30 e 16 horas fechou de vez. O Fabiano fez um sinal para ele que pediu para aguardar e fomos urinar no banheiro.
Estabelecimento fechado, o Emílio abriu o depósito, pegamos uma escada e subimos ao mezanino. Abriu a porta e um escritório surgiu na nossa cara tendo uma janela ao fundo com cortina. Fechou e duas picas apareceram na minha frente!
- Humm! Nossa!
O pau preto do Emílio é avantajado. Comprido e cabeçudo, sorri e já fui segurando firme para mamá-lo rápido! Delícia! O pau estava duro pela tara e não tive trabalho algum mandando chupadas rápidas e um fio de baba se formou entre meu lábio e a cabeça. Falei:
- Pauzudo!
O caralho do Fabiano ganhou o mesmo tratamento. Grosso e mediano, eu engoli todo e segurando a minha cabeça forçou uma enterrada e fez garganta profunda. Saí babando e ele falou:
- Tira a roupa e libera, garotão.
Tiramos a roupa e meu cu já piscava sem qualquer dificuldade. A tara subiu e o Emílio estava pelado alisando a rola. Encostou na parede e chamou. Fez carinho na minha bunda empinada e falou:
- Bundão do caralho. Tem que levar pica.
Curvado, paguei boquete ao Fabiano esperando a atitude do Emílio. Uma salivada, abriu minha bunda e senti o toque da cabeça na porta e uma forçada o cu abriu fácil enquanto eu alisava o meu pau e fui sentindo a pica preta rasgar para ganhar espaço! Que pau! Fiz uma careta e tentei olhar, deslizou e começou a fazer o vai e vem!
- AI, AI, VAI COM, AI, AI, NOSSA!
Pegando velocidade, levei uma enterrada para abrir a boca com careta e fui conduzido para mamar a outra pica. Ele foi rasgando e aos poucos eu fui cedendo a ponto de abrir com as mãos a bunda e entender que o Emílio era um excitador natural.
Chamava a minha atenção o meu rosto quase fervendo e por dentro o corpo estava quente. Percebi logo que fazer com dois caras dá uma excitação fora do normal e eu precisava assimilar aquilo coisa que foi natural. O Emílio só colocou uma mão na minha bunda fazendo um vai e vem até que eu sorrisse e passasse sinal que eu estava entregue. Apertando minha bunda, meteu firme e eu:
- AI, AI, AI CARALHO, AINNN!
- Fica quieto. Você gosta.
O Fabiano deu um tapinha no meu rosto enquanto chupava a cabeça do pau dele, olhei e ele disse:
- Não reclama. Curte.
Fiz um sim com a cabeça e mamei bem o pau preto dele. Enterrou e minha cabeça de lado, ganhei surra no céu da boca e bochecha! Calor forte no corpo, o vai e vem atrás era seguido de tiradas do pau, meu cu estava piscando para tomar um ar e logo a pica preta do Emílio voltava a fazer mais vai e vem, abri bem a bunda e senti um prazer diferente.
- HUMM, HUMMMM, HUMMMMM, AI, AI!
A boca babada soltou gemidos e fiz caretas. A pegada forte do Emílio fazia sentido. Eu tenho uma bunda perfeita e quase igual a uma mulher. O Fabiano disse:
- Se comporta. Você não é assim. Que tá pegando?
- Tá tenso.
O Emílio riu e falou:
- Curva na mesa.
Curvei o tronco e empinei a bunda. O Emílio mostrou o verdadeiro sentido da palavra tensão ao impor um sexo fortíssimo que obrigou a minha boca ficar aberta e gaguejando! Puta que pariu! Um surra de uns quarenta segundos foi suficiente para entender que aquilo que eu estava sentindo antes era um refresco!
- AI CARALHO! DEVAGAR.
Passei a mão e meu cu estava aberto e piscando forte. O Fabiano veio e fez a mesma coisa! Eu ouvia o som de sexo e gemia com cara feia, gaguejando e tive que aguentar! Tara de pau preto por cu branco estava sendo mostrada e eu tomei fôlego. Ouvi do Emílio:
- Abre este rabão.
Abri com as mãos, segurou minha cintura e desta vez a surra foi tensa e longa! Eu gaguejava com boca aberta e olhos fechados!
- AI, AI, AHHH, AHHHH, AHHHHHH! OHHH, NOSSA!
Caramba! A coisa estava quente para o meu lado levando cabeçadas direto no cu, a entrada do meu rabo pegando fogo! Tomei fôlego e o Fabiano repetiu a dose do Emílio!
- AI, AI, AINNNN, AI, AI CARALHO, AI PORRA, OHHHH, HUMM!
O Emílio só constatou aquilo que era verdade:
- Teu cu gosta de caralho, garotão.
Ri e seguei o rosto com uma toalha. Molhei o lábio com pouco de água e retomamos. Desta vez, o Fabiano mandou encostar na parede e fiquei de costas. Sabendo que adoro esta posição, o cu arrombado foi alvo da pica preta do Fabiano que veio tarado e sem piedade!
- AI, AI, NOSSA, AI, AI CARALHO, AI PORRA, AI!
O pau deslizava fácil e dava cabeçadas fortes no fundo do cu! Eu queria gemer alto e evitei para não alardar! O Emílio ficou ao lado incentivando o Fabiano:
- Isso. Destrói este rabo.
Gemendo com caretas e olhos fechados, pressionado contra a parede, eu senti a tensão viva dentro de mim e após longos três minutos e já dando espetadas pontuais, ouvi:
- AHHHH, OHHHHH, RABO QUENTE, OHHHH!
Fiquei quietinho passando a língua nos lábios e ele foi tirando para que meu cu virasse uma cachoeira de esperma. O Fabiano tem uma gozada forte e o Emílio já veio enterrando nem dando margem para eu pensar! Babado e melado, meu cu deu assistência completa ao caralho preto comprido e cabeçudo e levei muita cabeçada com os olhos fechados, gemendo e fazendo caretas.
- AI, AI, AINNN, NOSSA, AINNN!
- Gosta de pau preto, né, viado?
- AI, SIM, OHHH!
Sentando muita cabeçada forte, ele detonou meu cu. Por dentro, eu fervia com o rosto quentíssimo e corado! Após uns cinco minutos, ele abriu um lado da minha bunda e ouvi:
- AHHHHH, TOMA LEITE, OHHHHH, RABO DO CARALHO! AHHHH!
Senti os jatos bem dados e a pica saiu naturalmente para deixar meu cu babando mais porra! Uma gota de esperma foi ao chão e o que não caiu ficou melando tudo escorrendo ao meu saco! Nossa, delícia de foda do caralho! Tomando fôlego, respirando rápido, eu abri e mostrei o estrago feito pelos dois e falei:
- Delícia da porra. Tesudos.
Joguei uma piscada e sorrimos pela putaria feita. Limpei com papel e fui ao banheiro para descarregar o tesão em jatos espirrados! Os dois fizeram um bom serviço e eu limpei bem para botar a roupa e aprovar tudo aquilo:
- Vocês são quentes, hein!
Riram e descemos para tomarmos uma cerveja para cairmos fora logo em seguida. Agradeci o Emílio que falou:
- Passem aqui mais vezes.
Rimos de forma safada e ganhamos o caminho de casa. Casas geminadas, o Fabiano, meu vizinho falou:
- Bom descanso.
Uma piscada e entramos em nossas casas.
Uma semana depois, voltei ao bar do Emílio sem o Fabiano e levei muita surra de pica preta tensa com pausas para beber porra. Cara tarado e safado, pediu para não falar nada ao Fabiano, concordei e saí dali feliz.
Segue o conto.
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