#Gay #Grupal #Sado #Zoofilia

Capacho, escravo de mijo e zoo, segunda rodada

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Thiago puta

Dessa vez pegaram mais pesado ainda e me fizeram dar pra um cavalo além de me fistarem e até desmaiei.

# Continuação Expandida: O Limite Absoluto

Passaram-se semanas desde daquele dia na chácara, mas o eco das fodas ainda reverberava no meu corpo destruído. Meu cu ficou uma ruína por mais de uma semana — um buraco frouxo de 8cm em repouso, latejando com qualquer movimento, inchado e com alguns cortes. As marcas de patas do cachorro nas costas e coxas começavam a cicatrizar em roxos feios, e meu abdômen ficou duas parecendo inchado, como se o sêmen e mijo tivessem se acumulado lá dentro. No espelho agora, eu me via como o que realmente era: uma puta magra e quebrada, viciada em humilhação. Eu me masturbava horas assistindo os vídeos que Roberto enviou — closes grotescos do meu cu engolindo dois paus e vibrador, babando no poste. Close de Meu cu engatado no cachorro, eu bebendo mijo. Os comentários nos grupos privados eram um bálsamo doentio: "Buraco infinito!", "Precisa de bater pra apagar o fogo urgente".
Roberto voltou a me ligar, perguntando se eu estava afim de mais uma sessão na chácara. Sinceramente, a destruição foi tanta que não respondi na hora, falei que iria ver.
Eu teria mais vídeos pra provar a puta sem limites que sou, meu cu seria testado ao extremo novamente, só a lembrança fez meu pau endurecer, acho que sou um doente, mas confirmei pro Roberto no segundo dia: "Tô pronto para o que vocês planejarem. Marca pesado." Ele respondeu com áudio rouco: "Vai ser lendário, capacho. Trouxe reforços e o Trovão tá sedento. Prepara pra engolir tudo., pela boca e pelo rabo"

A semana foi tortura autoimposta. Enfiava plugs enormes em casa, treinava garganta com bananas e pepinos grossos, bebia meu próprio mijo pra acostumar o paladar. O tesão me consumia — pau duro 24/7, mente fragmentada entre vergonha e desejo insano.

Sexta à noite, Marcos me apanhou. No carro, ele tirou o pau pra fora e fez eu chupar ele até chegarmos "Aquecimentos pro pauzões ", grunhiu. Quando parou o carro, segurou minha cabeça e ficou metendo forte, fazendo entrar tudo em minha boca, além de sufocado comecei a engasgar, baba escorrendo da minha boca direto para a virilha dele, entrei em desespero sem ar quando sinto o pau pulsar, gozando no fundo de minha garganta, direto para o estômago. Engasguei mais forte, tossi porra misturada com saliva, tudo escorrendo pelo queixo. Ele riu, limpando com tapa: "Boa, puta. Hoje vai engasgar bem mais."

A chácara fervia com 12 caras: os habituais (Roberto, Paulão, Marcos, Russo) mais novatos fortões, cheirando a suor e cerveja. Me espiram na porteira, inspecionando o cu. "Tá meio apertado, mas vamos testar." De joelhos no gramado, cu pro alto, eles revezaram: Paulão primeiro, pauzão de 23cm socando seco até o talo. Meu cu cedeu fácil, engolindo com um som molhado, paredes internas se moldando ao formato dele. Ele meteu brutal, bolas batendo na minha bunda, 200 estocadas rápidas até gozar fundo, enchendo com jatos quentes que transbordaram pelas coxas.
Ele saiu rindo vendo meu cu já aberto pronto para os outros caras.

Russo veio em seguida, o pau era mais grosso que o anterior, como lata de Red Bull. Ele cuspiu na entrada, enfiou metade de uma vez — senti uma dor aguda esticando o anel, eu comecei a gemer rouco. "Relaxa, viado!" Empurrou tudo, pau printando na barriga, esfregando próstata sem misericórdia. Meteram por 5 minutos, alternando ritmos: devagar pra me fazer implorar, rápido pra me fazer berrar. Gozou com rugido, porra espessa como creme, vazando em golfadas. Eu já pingava pré-gozo no chão, sem tocar no meu pau.
Um cara enfiou o pau mole na minha boca.
A cadela deve estar com sede —e começou a mijar na minha boca. Eu não havia reparado mas desta vez tinha um cara só pra filmar, deve ter sido pago para isso. Eu estava num verdadeiro filme pornô.

Me deram energético com Viagra, pra garantir pau duro no video, me mandaram tonar um banho e na saída novamente uma tanguinha fio dental .
Roberto mandou trazer os cachorros, dessa vez dois, Tiao que eu já conhecia e Thor, ambos imensos, um cara me forcou a ficar de 4 no chão e Tiao já subiu em cima, com os caras ajudando o pau entrou fácil, seguraram ele até o no se formar dentro de mim. Comecei a chorar pela dor que senti no cu, o no estava me destruindo, meu cu sendo preenchido com porra canina.
Escuto um ploc e um alívio, o cão havia desengatado.
Quando penso que terei paz Thor sobe em cima de mim, o pau maior ainda, sinto que meu treinamento não chegou perto do que eu estava levando, o no de Thor era maior q uma bola de tênis, e tava inteiro socado no meu rabo.
O cachorro meteu sem piedade nenhuma, baba escorrendo da sua língua nas minhas costas, os caras rindo da cadela que eu era.
Minha boca foi preenchida novamente e senti um jato de mijo com gosto forte pra caralho, alguém que não se hidratava, cheiro e gosto super forte, me deu ânsia na hora mas fui obrigado a engolir.
Temos uma surpresa pra nossa cadelinha hoje!
Me Levaram pro curral. O Trovão, garanhão preto imenso, Um cavalo.
Meu mundo cai, eles querem que eu leve rola de um cavalo? Trovão chega perto de mim, me cheira, relincha, escuto um é manso, acostumado a trepar com vadia.
O pau já saindo da bainha só de sentir meu cheiro. Zé, o tratador, passa a mão no pelo dele enquanto sou forçado para baixo pego no cacete do cavalo e me obrigam a chupar aquela mangueira que não cabe em minha boca, cerca de 42cm rosados, pulsando.
Sinto passarem lubrificante no meu rabo, em quantidade generosa, maior do que quando me fistaram.

Me amarraram de quatro num banco reforçado: pulsos em ganchos, cinto na cintura, cu alinhado perfeito. "Primeira foda equina da nossa cadelinha!" Zé gritou, a câmera acompanhando tudo. Sinto o cavalo montar em cima de mim. A cabeça da jeba roçou na minha bunda, quente e pesada. Pressionou — meu anel se abriu já estourando qualquer resto de prega que eu podia ter ainda, queimando como ferro quente, o lubrificante fazendo aquele ferro deslizar pra dentro de mim. Entrou 12cm, esticando carne ao limite. Gritei, corpo tremendo. Cavalo bufou, estocou: 30cm de uma vez, revirando minhas tripas, batendo no cólon. "CARALHO, TÁ DENTRO TODO! Olha o cu dele, tá virando do avesso!"

Ele meteu ritmado, 50 estocadas pesadas, pau pulsando dentro do meu rabo, contra minhas paredes. Cada socada balançava meu corpo, meu pau meu balançando duro, culpa do Viagra, pingando baba no chão. Uma dor lancinante me invade e muda para um prazer insano, eu era capaz de aguentar um cavalo— próstata esmagada, orgasmos forçados jorrando sem toque. O cavalo gozou em jatos intermináveis, litro de leite equino inundando meu corpo, barriga inchando, transbordando em cascatas pelas pernas, eu estava destruído. De repente, o mundo escurece, desmaiei por segundos, acordando com o pau de trovão ainda dentro de mim, pulsando.

Afastaram o cavalo. Meu cu: cratera aberta 12cm, vermelha, vazando rio branco espesso. "Agora as putarias humanas!" Roberto comandou. Me viraram barriga pra cima no colchão sujo. Rodízio começou: 2 paus no cu ao mesmo tempo — revezavam em duplas.

Primeiro, Paulão e Russo: Paulão deitado sob mim, pau fundo; Russo por cima, enfiando ao lado. Meu cu engoliu os dois grossos, esticando pra 10cm, paredes finas como papel separando os paus. Eles meteram dessincronizados — um saindo enquanto o outro entrava, esfregando um no outro dentro de mim. "Sente isso, cadela? Dois paus te regaçando!" Gemidos meus ecoavam, corpo convulsionando, porra equina lubrificando tudo. Gozaram juntos, enchendo mais, vazamento como torneira.

Marcos e um novato (Tatu, pau curvo 22cm) vieram. Me puseram de lado, uma perna no ar. Marcos socou reto, Tatu de lado — ângulo novo, atingindo pontos virgens. Descrições cruas: pau de Marcos raspando o esquerdo das entranhas, Tatu o direito, bolas batendo alternadas. Eu berrava, cu piscando ao redor deles, sucos misturados escorrendo. "Mais fundo, fode esse buraco desse bosta!" Eles aceleraram, muitas estocadas brutais, gozando em uníssono, porra humana selando a animal.

Roberto solo então, mas com twist: pegou um vibrador 15cm diâmetro, enfiou ao lado do pau dele. "um vibrador maior pra nossa puta de novo, puta!" Entrou devagar, vibração no máximo reverberando tudo. Meu cu aceitou, esticado insano, objetos se movendo, revirando órgãos. Gozei sem toque, jatos no peito.

Pausa pra mijar, alguém berrou. Me ajoelharam no centro do círculo. "Bebe pros manos, égua!" Roberto primeiro: pau na boca, mijo quente e salgado jorrando direto na garganta. Engasguei forte — líquido subindo pro nariz, tosse violenta, cuspindo bolhas amarelas. "Engole tudo, vadia!" Forcei, bebendo galões, barriga enchendo, gosto amargo queimando. Paulão veio: jato grosso, me afogando, engasgos me fazendo vomitar um pouco de volta. Um por um, 12 mijos: alguns doces de cerveja, outros fortes de desidratados. Bebi 3 litros, barriga balonando, pau duro apesar da humilhação. "Olha a privada de mijo! Puta de banheiro!"

O Fisting veio depois. Russo, mãos enormes, untou até o cotovelo com lubrificante. "Vamos fundo, viado." Começou com punho direito: dedão pra dentro, abrindo meu cu frouxo. Entrou fácil até o pulso, depois antebraço. Eu gemia, prazer crescendo. Ele girou, dedilhando próstata interna. "Agora o esquerdo junto!" Segundo punho pressionou — esticou pra 15cm, duplo fisting. Dor virou êxtase puro. Ele socou profundo: antebraços inteiros, 40cm cada, ombros quase tocando. Esfregava paredes, dava pra ver a mão dele se mexendo na minha barriga , massageando entranhas cheias de porra. "Sente isso? Tô no teu estômago!"

Não aguentei. Ondas de prazer insuportável — próstata esmagada, nervos sobrecarregados. Meu pau começou a vazar mijo, involuntário, jatos fortes e quentes do pau intocado, molhando meu peito, rosto, cabelo. "Porra, olha o viado mijando sem toque! Fisting o levou ao limite!" Riam, filmando. Gozei junto, porra misturando com mijo, corpo convulsionando violento nas mãos dele. Ele continuou punhetando interno por minutos, mijada parando só quando desmaiei novamente, de leve. Acordei já sem nada dentro de mim, mas parecia uma boneca de pano estrupiada.
O cavalo merece uma segunda rodada da nossa cadelinha —Roberto anunciou...
Eu fui de pernas ambas..
Tinha certeza que sairia dali direto para o hospital.. Nunca fui tão massacrado na vida.
Mas o dia na chácara não havia chegado ao fim.

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