#Gay #Sado #Teen #Virgem

Viado frescos merecem rola 2

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Thiago puta

Outro viadinho, esse so me mamou.. E foi a primeira mamada dele

Fala seus viadinhos de merda, seus putinhos de pau ridículo.
Aposto que querem bater uma com minhas histórias, né?
Bando de baitola punheteiro covarde.
Aqui é rola, abriu a boca. Leva rola.
Olhou, leva rola.
Dormiu? Leva rola.
Eu não finjo ser gente boa. Nunca precisei.
Outro dia fui fumar um baseado no meio da trilha, sei das gayzinha q vão lá também dar o cu. Chupar umas rola.
Mas eu tava afim de fumar um. Tranquilo
Sem camisa, bermuda larga, minha tatuagem cobrindo o braço.
Sentei na pedra ao lado de uns árvore numa clareira, no chão, pacotes de camisinha, latas de cerveja.
Noto uma presença do meu lado.
A primeira coisa que reparei nele foi o jeito contido demais, como se pedisse desculpa por existir. Olhar baixo, corpo encolhido, sempre tentando ocupar menos espaço do que deveria. Esse tipo sempre me chama atenção — não por interesse bonito, mas porque é fácil.
Muito fácil.
— Você é sempre assim ou é porque tá perto de mim?
Falei isso sorrindo, como se fosse brincadeira. Ele não respondeu. Só desviou o olhar, mexeu nas mãos. Eu já sabia que tinha entrado.
Eu gosto desse momento.
O instante exato em que a pessoa ainda acha que pode me ignorar, mas já começou a prestar atenção demais. É quase físico. Dá pra sentir.
Comecei devagar. Comentário aqui, aproximação ali. Sempre passando um pouco do limite, mas nunca o suficiente pra ele reagir de verdade. Eu invadia o espaço dele só o bastante pra deixar ele desconfortável — e curioso.
Sim, curioso.
Porque tem gente que confunde desconforto com alguma outra coisa. Eu conto com isso.
— Relaxa — eu disse, chegando mais perto, voz baixa — você tá levando tudo muito a sério, primeira vez aqui?
Ele respirou fundo. Não saiu do lugar.
Claro que não saiu.
Balançou a cabeça em consentimento, cara, óbvio que era a primeira vez da bichinha, ela tinha o que? 15 anos?
Deve ter saído escondido de casa, ouviu do lugar q os viado vão e tá aqui, conferindo.
Agora tava comigo, mano.
Justo comigo.
Viado não escapa fácil de mim.
Eu já tinha percebido: ele não sabia como sair. Não sabia como cortar. E eu… eu sei exatamente como usar isso.
Não é sobre querer.
É sobre poder.
Sobre saber que eu entro, bagunço, deixo marca — e a pessoa ainda fica tentando entender o que aconteceu depois.
E eu vou embora como se não fosse nada.
Porque, pra mim, nunca é.
—já pegou num pau?
Novamente ele balança a cabeça, mas agora dizendo que não. Eu o vejo tremer inteiro.
Colo meu corpo no dele, passo a mão pelo seu pescoço e chego no ouvido da minha mais nova putinha.
—Afim de experimentar?
Sem esperar resposta, já guio a mão dele por cima da minha rola, ainda presa na bermuda.
Reparo na boquinha rosa, pedindo pra ser fodida.
Vou deixando ele conhecer minha rola, no ritmo da bichinha.
Meu baseado acabou, podia ir embora já, mas agora só iria depois de gozar.
Tirei o mastro pra fora, os olhos do menino arregalaram vendo o tamanho da jeba.
Ele segurou e começou uma punheta, o cheiro de pau subiu tomando conta do ar, notei que tava sujo, cheio de queijo branco em volta da cabeça. Iria limpar na boca da minha mais nova putinha.
—Qual seu nome? — perguntei, ganhando cada vez mais a confiança dele.
—Tadeu—ele respondeu baixinho, os olhos colados na minha pica que ele não parava de punhetar.
—Já chupou, Tadeu? —eu sabia a resposta, mas tinha que começar a convencer de algum lugar.
Só a cabeça balançando, em negativa, eu fui forçando ele pra baixo, o viadinho já tava entregue, me obedeceria em tudo.
—Abre a boquinha, vai— eu disse e coloquei a cabeça suja de queijo na boca dele.
—chupa sem passar o dente, Tadeuzinho.
Vi ele mamando a cabeça, tirando um pouco da boca, vi sua língua branca, suja de queijo de pau.
Pronto, tava entregue, podia judiar agora.
Segurei a cabeça dele e fui afundando minha rola, vi seus olhos azuis se arregalarem, minha pica passou pouco da metade e ele já não tava aguentando.
—relaxa a boquinha vai, deixa entrar tudo.
Fui forçando cada vez mais, ele batia na minha perna, não estava conseguindo respirar, eu tiro um pouco pra ele tomar ar e meto novamente, os olhinhos já cheio de lágrimas, baba escorrendo do canto da boca.
Porra, achei um ótimo viadinho.
Segurei pelos cabelos e esqueci q tava com um virgem, comecei a socar naquela boca sem dó.
Escuto ele engasgar, tossir, sua camiseta já tá molhada de baba que escorre da sua boca, de vez em quando tiro o pau inteiro, um fio de baba grossa vem junto, não deixando minha pica ficar descolada da boca dele.
Noto minha rola brilhando de limpa agora.
Penso em fuder o cu dele, mas hj os mano vão em casa, tô com pouco tempo.
Acelero a força q Fodo aquela boca.
O menino está totalmente entregue pra mim.
Na hora que vou encher a boquinha de porra de macho, seguro forte nos cabelos, afundo a cabeça dele até o nariz e contar nos meus pentelhos suados, vejo o olhar de puro desespero dele sufocado na rola e começo a gozar direto na garganta, foram um 4 jatos de porra grossa.
Continuei com o pau na boca dele mas agora parado.
Ele foi lambendo e chupando devagar.
—gostou, Tadeuzinho?
Ele balança a cabeça dizendo que sim.
Vai me dando uma vontade de mijar, peço pra ele abocanhar meu pau de lado, pra segurar enquanto mijo, explico.
Ele obedece. Caraca, viado é tão fácil.
Basta ver um macho q se entrega inteiro.
Vou mijando no mato, a boca dele servindo de apoio para o meu pau, antes de acabar o mijo, viro pra ele, deixando um pouco de mijo acertar seu rostinho e molhar a camiseta, pra marcar o viadinho. Minha propriedade agora.
Ele se assusta por ter sido sujado de mijo Mas não fala nada, eles nunca falam.
Nunca contrariam o macho deles.
É por isso que amo fuder viado.
Vocês são todos uns merdinhas, capachos de macho.
Faço o que quiser com vocês.
Tem uns velho que como poraí que até dinheiro ganho.
Presente caro também.
Só pra fuder o cu deles.
Mijar neles.
Fazê-los sofrer na minha pica.
E você, lendo, ficou na vontade, não é, viadinho?
Mas macho igual eu, não acha em qualquer lugar não.
Você pode sair com seu namoradinho viadinho igual você, mas destruidor de cu, esses são poucos, são a nata, a classe alta.
E eu faço parte.

Comentários (2)

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  • José Carlos: Eu acho que vc gosta de da o cuzinho também tá aí tirando onda kkkkkk

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
  • Eduardo: Queria ser seu escravo

    Responder↴ • uid:1ctds37ohzg7