#Corno

Fodida na praia abandonada, na frente do corno, que viu meu cu vazeando leite do macho

1.3k palavras | 0 | 0.00 | 👁️

O Ritual das Falésias
O sol do meio-dia no sul da Paraíba não é apenas luz; é um peso físico que esmaga a moralidade e faz a pele implorar pelo toque. Eu caminhava pela crista da falésia, sentindo o vento leste chicotear minha canga de bolinhas contra as coxas. O cenário era de uma beleza violenta: o barro vermelho das encostas contrastando com o azul metálico do mar. Atrás de mim, o som constante e rítmico dos passos de Márcio e o "click" mecânico de sua Canon. Ele estava ofegante, não pelo esforço da subida, mas pela expectativa dele, em sua insignificância de espectador, seria obrigado a registrar, como um obediente corno manso que é.
—Ali, Márcio. Perto daquela pedra solitária — apontei, sem olhar para trás. Minha voz era um chicote de seda. — O Rodrigo já deve estar impaciente. E você sabe que ele não tem sua paciência.
Rodrigo nos esperava encostado em um jipe, a pele bronzeada brilhando com uma mistura de protetor solar e suor viril. O cheiro dele me atingiu a metros de distância: uma mistura de almíscar, maresia e couro. Era um aroma que exalava testosterona, o oposto do perfume suave e inofensivo que Márcio usava. E eu sabia que ele estava ali para me foder e, principalmente, ARROMBAR MEU CU a céu aberto.
O Confronto de Realidades
Quando nossos olhos se encontraram, Rodrigo não saudou meu marido. Ele mal o reconhecia como um ser humano; para ele, Márcio era apenas o tripé da câmera.
— Ele trouxe o equipamento completo? — Rodrigo disse, segurando meu braço com uma força que deixou marcas instantâneas. — Trouxe tudo, querido. Cartões de memória vazios, prontos para serem necessários com sua superioridade — respondi, soltando um gemido baixo quando ele me deixou para um beijo bruto, que sabia a sal e desejo.
Olhai por cima do ombro de Rodrigo. Márcio estava a dois metros, com a lente colada ao rosto. Eu via seus dedos tremerem enquanto ele ajustava o foco. — Márcio, chegue mais perto — ordenei. — Quero que o Telegram veja o contraste. Quero que eles vejam a mão de um homem de verdade onde você só tenha permissão de olhar.
A Entrega sob o Sol Escaldante
Rodrigo me virou de costas, arrancando minha canga com um movimento único. Fiquei apenas com o biquíni, exposto ao sol e ao desejo de dois homens opostos. Ele me prensou contra o capô quente do jipe. O cheiro de borracha queimada e metal se funda ao cheiro do sexo iminente.
— Ajoelha, Márcio — comandou Rodrigo, sem desviar os olhos das minhas curvas. — Pega o contra-luz. Quero que os seus assinantes vejam como a sua mulher se arrepia quando eu encosto nela, sinto o cheiro dessa bunda e o sabor desse famoso ÂNUS suado.
Márcio obedeceu prontamente. A visão do meu marido ajoelhado na terra vermelha, segurando uma câmera de cinco mil reais para filmar as próprias substituições, era o combustível que eu precisava. Tem de ser muito corno mesmo para isso. Rodrigo baixou a parte de cima do meu biquíni. Meus seios saltaram, pesados ​​e quentes sob o sol. Ele começou a me marcar, mordidas e sucções que deixariam manchas roxas — medalhas de honra que eu exibiria com orgulho mais tarde. Gosto demais de chupadas e lambidas em meus seios.
O Ápice da Exposição
A posição seguinte foi um desafio à gravidade e à decência. Rodrigo me estendeu, minhas pernas entrelaçadas em sua cintura, enquanto ele me penetrava com uma urgência primitiva. Eu senti cada centímetro dele, a textura áspera de suas mãos contra a minha pele macia.
— Olha para ele, Selma! — Rodrigo rugia, enquanto me possuía com força rítmica. — Diz para estar infeliz ou que ele nunca vai conseguir te dar!
Eu olhei direto para a lente. Meus olhos estavam dilatados, meu rosto corado pelo esforço e pelo prazer proibido. — Ele é só um documentarista, Rodrigo! — eu gritava, entre gemidos que ecoavam nas paredes das falésias. — Ele é o dono do papel, mas você é o dono da carne! Filme isso, Márcio! Pega o detalhe! Mostra para o mundo como você é desnecessário no meu prazer! Mostra que tua esposa é a maior puta do Brasil, seu CORNO MANSO.
Márcio estava em transe. Ele se aproximou tanto que eu consegui ouvir sua respiração descompassada, um som patético comparado aos urros de Rodrigo. O suor de Rodrigo pingou no meu peito e escoltou até a lente da câmera. — Limpa a lente, idiota! — esbravejei. — Não perca um segundo da minha satisfação. Depois ele falou: QUERO SEU CU, SELMA. Em pé mesmo, coloco as mãos nos joelhos, ele lambe meu cu e começa a penetração… a dor era terrível, mas o prazer compensava. A cabeça super grossa dilatava meu ãnus como um PARTO PELO AVESSO. que dor do caralho, mas entrou TUDO. Ele começa a socar, pois macho com pau enfiado num rabo, não quer saber da dor, que é FODER E ARROMBAR. Eu pedia calma…pedia para parar um pouco, mas o filho da puta socava mais forte, mandando o corno filmar de perto. Logo começo a me peidar sem controle, pois o cu estava um fole, de tão arregaçado. A dor de barriga aparece e era incontrolável, digo pra ele gozar logo, senão ia me cagar ali mesmo. Ele acelera, me chamando de puta e goza jorrando leite quente e grosso, inundando meu reto quentinho. Quando acaba, o corno filma de perto eu cagando esperma e leite do macho, em grande quantidade.
O Pôr do Sol e o Veredito
Quando o ato terminou, eu estava exausto, coberto de areia vermelha e fluidos. Rodrigo se atrasou, limpando o suor da testa com um ar de triunfo absoluto. Ele deu uma tapinha condescendente no ombro de Márcio, que ainda segurava a câmera como se fosse um tesouro sagrado.
— Bom trabalho, fotógrafo — desdenhou Rodrigo, caminhar em direção ao mar para se lavar.
Fiquei ali, sentado na terra morna, vendo Márcio ver as fotos. Ele tinha um brilho doentio nos olhos, uma mistura de dor e motivação que só um verdadeiro corno consegue sustentar. — Ficou perfeito, Selma — ele sussurrou, a voz rouca. — O VIP vai explodir hoje à noite. Você... você quer que eu edite agora ou quer que eu carregue até o carro?
Eu me levantei, ignorando a mão que ele estendeu para me ajudar. — Edite agora. E depois você vai dirigir em silêncio. Eu quero o vídeo pronto antes de chegarmos em João Pessoa. Afinal, é para isso que você serve, não é?
Caminhei em direção ao mar, deixando para trás o homem com a câmera e levando comigo o cheiro do homem que realmente me possuiu nas falésias. E o final de semana estava apenas no começo Veja e baixe tudo em meu TELEGRAM VIP www.bit.ly/telemanu em meu site oficial www.selmaclub.com e no meu SCATBOOK https://scatbook.com/manurecife2026 onde posto meus vídeos meis…SUJOS.
Selma

Amostra-Selma-Falesia-02Amostra-Selma-Falesia-06

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

#Corno

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos