#Estupro #Gay #Grupal #Incesto #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 12 (A Punição)

3.2k palavras | 0 | 1.00 | 👁️
Tártaro

DOIS DIAS DEPOIS...

Acordei cedo na cama de papai, escutei o relógio da cabeceira da cama fazer TIC TAC, TIC TAC... Ao olhar para ver as horas, eram 7:30 da manhã. Papai estava dormindo agarrado a mim, seu rosto estava enfiado no meu pescoço, ambos estávamos nus, seu pau meia-bomba estava socado no meu cu, suas pernas estavam entrelaçadas às minhas e seu delicioso pé sobreposto aos meus.
Deitado na cama, aconchegado nos braços de papai, eu me perdia em memórias; a minha trajetória como escravo marcava minha vida com bons e maus momentos.
Levei algumas surras e vi meu pai dar algumas surras em membros da família, os quais não cumpriam com o que ele julgava ser o certo. Mas, afinal de contas, o que é o certo? Será que era certo o que tanto meu pai quanto meus irmãos fizeram comigo no passado? Ser transformado em escravo sexual somente por ter uma orientação sexual diferente, por gostar de pica. Já não fazia mais sentido tudo aquilo, ainda mais por ter que satisfazê-los, mesmo sem querer.
Mas, no fundo, eu realmente gostava de foder com todos aqueles machos, poder chupar suas rolas de tamanhos e espessuras diferentes, sentir o cheiro de macho que eles exalavam, sentir os hormônios fortes deles dentro de mim; isso que me deixava feliz.
Papai despertou-me beijando-me no pescoço.
— Já está acordada, meu dengo?
— Sim, papai!
— Ansiosa para ver seu irmão Thiago ser punido?
— Sim, e não!
— Aé, por quê?
— Não quero que ele perca o direito de me foder; eu quero que todos os machos da família tenham direito de se satisfazer comigo.
— Olha só, parece que você entendeu, fico feliz, meu amor! Papai não vai proibir eles de te foder, porém a frequência vai ser bem menor, e também quero que você se delicie em outros pintos.
Tem vários membros da família que você não provou e precisa provar. Tá bom, meu nego?
— Certo, papai.
— Agora vem aqui, vamos fazer amor. Daqui a pouco vamos sair para a punição dos dois desobedientes.
Ele subiu em cima de mim, me beijando, abriu minhas pernas e ficou no meio delas, ajeitou seu pau junto ao meu e, me beijando, começou a se esfregar.
Nossos pintos melados de pré-gozo se degladiavam enquanto, em minha boca, papai me beijava de língua; ele fazia pressão com o quadril, me prensando no colchão.
Sua língua molhada invadia a minha boca, digladiando-se com a minha; papai começava a suar em cima de mim, deixando-me ainda mais excitado.
Com a boca, ele foi descendo pelo meu pescoço, beijando, lambendo, até chegar ao bico dos meus peitos. Com as mãos fortes, ele os apertou, fazendo-me gemer.
— Huuum!
Em seguida, com a boca, ele os sugou forte, causando-me arrepios pelo corpo todo. Em seguida, desceu lambendo minha barriga até chegar no meu pauzinho. O pegou com a mão, batendo uma punheta lenta, com movimentos para cima e para baixo, cheirou fssss, aaaaaah!, e caiu de boca, sugando forte a cabeça.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto, arqueando as costas, segurei firme nos seus cabelos e afundei seu rosto na minha virilha, fazendo meu pau se alojar na sua garganta.
— Huuuuuuuuuum!
Enrolei minhas pernas em volta do seu pescoço e soltei sua cabeça, permitindo que ele subisse e descesse com a boca no meu pau.
— Ããã, papai!
Ele chupava com força, enquanto com o dedo indicador cutucava meu cuzinho, buscando um jeito de invadi-lo. Ele parou de chupar meu pinto e, em seguida, foi para as minhas bolas, as sugou com força e as levantou. Cheirou meu cuzinho e depois caiu de boca, lambendo.
— Aaaaaaah Caralho, que gostoso, papai!
Ele rodava a língua, enfiava a ponta na entrada do meu cu e depois a socou o mais fundo que deu. Huuuuuuuuuum!
Depois se levantou e veio direto com o quadril em direção à minha boca. Ele se sentou no meu peito me deixando imobilizado, em seguida apontou o pau para minha boca e a invadiu .
— ãããããããh! Ele gemeu grosso quando penetrou na minha boca até as bolas.
Em seguida levantou o quadril e esticou as pernas, se segurou com os dois braços estendidos na cama e começou a foder minha boca.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu quadril subia e descia rápido, fazendo-me delirar. Seu caralho ia até minha garganta e voltava trazendo uma imensa quantidade de saliva.
Papai gemia alucinado, alto, enquanto fodia brutalmente minha garganta.
— Ããããh, é isso que bixinhas como você merecem, ter a garganta dilacerada pelo pau de um macho. Vou transformar sua boca e seu cu em uma xoxota para satisfazer todos os homens da família Andrade. Aaaaaaaaaaaah!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Pffffffffffffffffffffffff! Huuuuuuuuuum!
Ele gozou fartamente na minha boca, e eu engoli sem desperdiçar nada. Em seguida, ele saiu da minha boca e me virou de bruços, me deu um tapão na nádega, PLAFT!, abriu com as duas mãos minhas nádegas e caiu de boca.
— Huuuuuuuuuum! Eu me empinei todo para ele, segurei firme na sua cabeça e afundei seu rosto o máximo que dava no meu cu. Eu esfregava meu rabo na sua cara, gemendo alto, sentia ele delirar de prazer, ele cheirava meu bumbum fsssssssssssss, enfiava a língua fundo, aaaaaaah!, e depois cuspiu Pft!, com dois dedos, enfiou a sua saliva para dentro do meu cu, se levantou na cama e direcionou a cabeça do seu pinto na entrada do meu cuzinho, e forçou.
— Aaaaaaah!
A cabeça entrava rasgando tudo, ele penetrou tudo, senti primeiro a cabeça e, em seguida, o corpo do seu caralho se alojar no meu rabo guloso. Ele nem esperou eu me acostumar e já foi fodendo com raiva.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— AAAH, bebê, eu vou gozar, amor, eu vou Gozaaaaaar! Pffffffffffffffffffffffff!
— AAAAAH, papai! Pffffffffffffffffffffffff!
Gozei junto com ele, e desabamos na cama.
...
Depois fomos tomar banho e nos arrumar; estava perto da hora de ir para o sítio do meu tio, para a punição dele e do meu irmão Thiago.
Era por volta das 12:00 quando saímos de casa rumo ao sítio. Meu pai não tinha me avisado, mas meu irmão Thiago já tinha ido para lá logo cedo. Tanto ele quanto meu tio Chico tinham sido notificados pelo meu pai sobre a punição que iriam ter.
Meu pai tinha pedido para meu tio preparar o sítio para o evento que seria. Todos da família foram convidados; papai tinha planejado tudo, e os eventos agora de manhã comigo foram apenas para nós dois relaxarmos. Papai não gastou todas as suas energias, não; ele guardou um pouco, ele iria precisar para punir os dois, e eu sabia que a punição não seria nada simples.
...
Quando chegamos no sítio, encontramos tudo já arrumado. A grande parte da família já estava presente, tinha churrasco e uma mesa farta de comida na área da churrasqueira.
Era hora do almoço, então todos comiam e conversavam. Reuni-me com alguns primos para conversar, enquanto meus pais davam atenção aos meus tios e tias.
....
Na parte da tarde, meu pai fez o anúncio:
— Convido todos os presentes aqui para se juntar a mim no campo aberto do sítio. Irei iniciar a punição de dois membros da família que desobedeceram as regras por mim proclamadas, com relação ao uso do Escravo Familiar. Esses membros passaram por minhas ordens e puniram severamente o escravo, então terei que subjugá-los. Convoco Thiago e Chico para se juntarem a mim e ao restante da família, para iniciarmos a punição.
Todos se levantaram das mesas e fomos para a clareira onde tinha sido realizada a iniciação.
...
Ao chegarmos na clareira, todos se espalharam. Meu pai se aproximou do meu irmão Thiago e falou:
— Você vai ser o primeiro, tire suas roupas e fique de quatro na frente de todos.
Meu irmão foi para a frente da multidão que se formou e retirou suas vestes; eu estava sentado na frente para acompanhar com detalhes cada cena. Isso era uma ordem do meu pai e não teria como desobedecer, mesmo se eu quisesse.
Papai retirou suas roupas e puxou um carrinho onde continha vários açoites, chicotes, cintos, varas e tudo que possa se imaginar para castigar pessoas.
Meu irmão Thiago estava de quatro e nu, esperando por meu pai. Papai olhou para mim e me chamou:
— João Pedro, vem cá, filhote!
Fui em sua direção com um pouco de medo.
— Você irá escolher qual instrumento irei usar para golpear seu irmão.
Olhei com um pouco de horror para meu pai e para os instrumentos que ele me disponibilizou para escolher.
Optei por uma cinta preta larga e lisa; seria o suficiente para castigá-lo. Papai pegou-a e a dobrou ao meio, deixando-a mais fácil de manusear.
Foi para trás do meu irmão Thiago e proclamou:
— Que a punição comece!
Ele deu uma lapada forte no rabo do meu irmão, que tremeu na hora; suas lágrimas começaram a escorrer silenciosamente. Então meu pai deu uma sequência de várias cintadas no seu rabo, deixando-o vermelho.
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT...
Depois ele jogou o cinto para o lado, tirou suas roupas e se ajoelhou atrás do meu irmão. Com seu pau duro, ele pincelou na porta do cu do meu irmão.
— Não, pai, por favor, não faça isso novamente; eu não gosto de dar o cu.
— Deveria ter pensado nisso antes de brutalizar seu irmão sem meu consentimento.
Então, sem pensar duas vezes, meu pai segurou firme na bunda dele com uma mão e, com a outra, apontou seu caralho no cuzinho do meu irmão e começou a entrar.
— Aaaaaaaaah!
— Isso, desgraçado, geme alto para seu pai e para todos verem que você também gosta de dar o cu.
O pau do meu irmão no meio das pernas não deixava meu pai mentir. Ele estava muito duro e soltava um líquido de pré-gozo transparente.
Meu pai não perdeu mais tempo e, segurando nos ombros do meu irmão, passou a foder com força seu cu peludo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— HUUUUUUUUUUM, ÃÃÃÃÁÁÃÃH!
Os dois gemiam alto, a galera que estava assistindo passou a se masturbar vendo a cena. Meu padrinho, que estava sentado ao meu lado, fez um sinal para meu pai pedindo permissão para que ele transasse comigo enquanto assistia à punição.
Meu pai só balançou a cabeça afirmativamente, e meu padrinho me empalou na sua pica.
— HUMMM! Gemi, sentindo a pica do meu padrinho me invadir com força.
Enquanto eu pulava no colo do meu padrinho, nós assistíamos a papai foder o meu irmão.
Ele segurava firme nos ombros do meu irmão, enquanto o pau dele entrava e saía freneticamente do cu do meu irmão.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Vou te deixar largo, Thiago, para você aprender a nunca mais passar por cima das minhas ordens novamente. Vou fazer você gostar de tomar no cu e vou transformar seu cu em um depósito de porra de macho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC..
— Huuuuuuuuuum! Aaaah, Aaaaaaaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Meu pai gozou forte e fundo no cu do meu irmão, fazendo ele gozar e cair exausto no chão.
No meu cu, meu padrinho Leandro gozou fartamente, beijando meu pescoço e dizendo que me amava.
Em seguida, meu pai chamou meu tio Chico com o dedo, logo após sair de dentro do meu irmão.
— Vem cá, irmãozinho, você fodeu meu filho, agora vou foder você.
Todos riram, zombando do meu tio Chico. Ele foi até meu pai, que estava de pé. Meu pai o puxou e deu um beijo farto de língua.
Depois eles se afastaram e meu tio, já sem roupa, se agachou aos pés do meu pai, segurou sua rola e começou a chupar.
GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB
— Huuuuuuuuuum! Meu pai se contorcia com a chupada do meu tio Chico; ele segurou na cabeça dele e começou a foder ritmadamente sua garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— huuuuuuuuuum! Aaaaah! Se eu soubesse que chupeta de irmão era tão boa, eu já tinha deixado você chupar antes. Disse meu pai, fazendo carinho na cabeça do meu tio Chico, enquanto ele fodia sua boca gulosa.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Em seguida, meu pai tirou seu pau da boca do meu tio Chico e o fez lamber seu cuzinho.
— huuuuuuuuuum! Isso, irmão, chupa meu cu peludinho.
FSSSSS! Meu tio Chico cheirava e chupava gostoso o cu do meu papai.
— huuuuuuuuuum!
Depois meu pai o colocou de quatro no gramado, foi para trás dele e chupou seu cu suado.
— huuuuuuuuuum! Meu tio gemeu.
Meu pai esfregava o rosto no cu do meu tio, línguava e chupava seu cu rosado, abriu as nádegas dele mostrando o cuzinho do meu tio Chico para toda a família presente. O cuzinho rosinha do meu tio era apertadinho e me deu vontade de foder ele, mas não pedi.
Meu padrinho me ergueu em seu colo e me colocou de lado, e, enquanto assistia à cena do meu pai comendo nosso tio, ele chupava gostoso meu pinto e penetrava um dedo em meu cuzinho, me deixando molinho e entregue a ele.
Depois de um tempo bombando forte no cu do meu tio Chico, papai se levantou ainda de pau duro, foi para o rosto do meu tio Chico e enfiou a pica na sua boca. Depois bombou gostoso e inundou a boca do meu tio de leite.
— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Cansado, meu tio Chico caiu no chão. Meu pai, ainda não satisfeito com sua punição, avistou o Luke, o cachorro do meu tio, perto de um dos carros.
— Fiuuu! Luke! Vem cá, garotão! Chamou meu pai. Todos olharam para Luke, vindo correndo de encontro com meu pai.
Meu pai pegou em sua coleira e o levou até meu tio Chico, que estava no chão, caído. O Luke cheirou meu tio e foi para seu cu arregaçado. Ele tentou montar no meu tio, mas, pela posição, o seu pênis canino não entrava.
Meu pai então resolveu ajudá-lo. Levantou o quadril do meu tio, deixando-o de quatro, segurou as nádegas dele abertas e o Luke montou no meu tio, já fazendo movimentos de vai e vem; porém, ele não acertava o buraco.
Meu pai, então, olhando a situação, segurou firme no pau do cachorro e direcionou a cabeça no cu do meu tio, e então, em uma empurrada só, Luke meteu no cu do meu tio Chico.
— Aaaaaaaaaaaah! Ele gritou.
— Isso é para você aprender. Quem mandou você colocar seu cachorro para comer meu filho? Agora ele vai destruir seu cu.
Luke metia freneticamente no cu do meu tio, enquanto ele gemia de dor e prazer. Meu pai foi para frente do meu tio, e enquanto o Luke comia o seu cu, meu pai comia sua garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Só se ouviam as bolas e virilhas batendo pele com pele.
— Aaaaaaah, pffffffffffffffffffffffff! Os três gozaram juntos, e Luke ficou preso pelo nó no rabo do meu tio Chico.
Quando Luke desgrudou dele, meu pai o conduziu até a boca do meu tio Chico e o fez chupar o pau do Luke. Meu tio chupava com gosto o pau do seu cão; depois meu pai virou o cu do cachorro para a boca do meu tio e o fez lamber.
...
Todos estávamos cansados, mas meu pai disse que ainda faltava uma parte. Ele queria estourar o cu do Luke para finalizar todas as punições.
Então ele se ajoelhou atrás do Luke, apontou seu pau, que ainda estava duro, e o penetrou.
— Au! Au! O cachorro latiu quando meu pai o penetrou.
— É safado, quando você fodeu meu filho, com certeza não latiu choramingando.
E então meu pai começou a bombar bem forte no cu dele.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ããããããããããh!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
AAAAAH! Pffffffffffffffffffffffff! Meu pai gozou, terminando de esvaziar o resto de porra que ainda tinha no saco.
....
Todos estavam muito exaustos, então a galera começou a dispersar. Os homens que haviam transado foram tomar banho; depois todos voltaram a se reunir.
Por volta das 20:00 horas, começamos a ir embora, cada um para suas devidas casas.
...
Ao chegar em casa, eu e papai fomos direto para o banho; meu irmão fez o mesmo em outro banheiro. Meu pai deu uma palmada no seu rabo e disse que eu ficaria fora de seu alcance por um tempo, e que as coisas precisavam mudar. Ele só acenou com a cabeça e foi tomar banho.
Eu e papai subimos para o seu quarto e fomos tomar banho.
.....
Por volta das 22:00, fomos dormir agarrados. Papai disse que estava muito cansado e que iria me dar uma noite de descanso, e reforçou que em breve eu iria satisfazer outros membros da família.
Eu me aconcheguei no seu peito e caímos no sono profundo.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos