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Brotheragem Sem Fronteiras: Pós-Treino no Clube – Treino Avançado no Vestiário

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No clube, o personal leva o aluno pro canto certo. Brotheragem rolando solta, mlks da piscina assistindo. Normal? Aqui é.

O relógio marcava 20h15 quando o Thiago terminou a última série de supino inclinado. Aos 20 anos, corpo já bem definido — ombros largos, peitoral cheio, abdômen marcado de quem treina sério há três anos —, ele largou as anilhas com um baque metálico e respirou fundo, o suor escorrendo pelo peito e pela barriga. O short de compressão preto grudava na coxa, e o volume na cueca já dava sinal de que o treino tinha deixado as bolas pesadas.

Do outro lado do rack, o personal Bruno observava tudo com aquele olhar profissional e ao mesmo tempo safado. 32 anos, 1,88m de puro músculo, barba rala, tatuagens nos braços e no peito que sumiam sob a regata regata preta justa. Bruno era o cara escolhido pelo pai do Thiago exatamente por isso: não só fazia o aluno ganhar massa, mas também ensinava o “treino complementar” — brotheragem avançada, como ele chamava. O pai do Thiago treinava com ele três vezes por semana, e nas sessões privadas do vestiário rolava de tudo: punheta mútua, boquete supervisionado, até foda leve pra “liberar tensão prostática”. O velho sempre saía dali aliviado, sorrindo, e recomendava: “Deixa o Bruno cuidar de você também, filho. É pro teu bem.”

— Boa série, garoto. Agora vamos pro vestiário. Hoje tem treino de alívio pós-musculação. Você tá precisando esvaziar essas bolas antes de ir embora.

Thiago sorriu, limpou o suor da testa com a toalha e seguiu o personal. O vestiário do clube era daqueles top: azulejos brancos grandes, chuveiros abertos em fileira, bancos longos de madeira no centro, armários de metal e, no canto mais reservado mas sem porta, o “espaço de brotheragem”. Bancos baixos em círculo, espelho grande na parede, dispensers de lubrificante e lenços higiênicos na parede, tudo pensado pra facilitar. Era tradição: depois do treino pesado, os caras iam pra lá relaxar.

Quando entraram, o lugar já tava movimentado. Uns cinco mlks da natação, uns 16-18 anos, acabavam de sair da piscina. Corpos lisos, sem pelos, sungas molhadas penduradas nos ombros, paus marcados na cueca boxer que usavam pra secar. O professor de natação, o professor Rafael (uns 35, corpo atlético de ex-competidor), tava no meio deles, toalha no pescoço, short aberto, pau meio duro enquanto conversava.

— E aí, Bruno! Trouxe o Thiago pra sessão avançada hoje? — gritou o Rafael, sorrindo.

— Trouxe sim. O moleque tá precisando de um treino completo. Pai dele pediu pra caprichar na parte de alívio.

Os mlks da natação olharam pro Thiago com respeito. Um deles, o Lucas (17 anos, nadador de costas, corpo seco e definido), já tava sentado num banco baixo, pernas abertas, punhetando devagar o próprio pau enquanto via o professor ajudar outro aluno.

— Pode entrar na roda, irmão — disse o Lucas. — A gente tá no intervalo entre séries de boquete. O professor tá ensinando técnica de sucção sem dente.

Bruno deu um tapa no ombro do Thiago.

— Tira tudo, garoto. Vamos começar com punheta mútua pra aquecer. Depois eu te mostro o que teu pai mais gosta: massagem prostática enquanto chupo.

Thiago obedeceu. Tirou a regata suada, o short, a cueca. Pau duro saltou pra fora, grosso, veioso, cabeça brilhando de pré-gozo. Bruno fez o mesmo: regata fora, short abaixado, pau grande e pesado balançando, já latejando.

Eles sentaram num banco do círculo. Bruno pegou no pau do Thiago primeiro, mão firme, lubrificada com o gel da parede.

— Relaxa a pelve, respira fundo. Sente a veia pulsando na minha mão. Isso… agora pega no meu.

Thiago obedeceu, mão envolvendo o pau do personal. Bateram devagar, ritmado, olhos nos olhos. Gemidos baixos misturavam-se aos dos mlks da natação ao lado. O professor Rafael tava ajoelhado na frente do Lucas, chupando devagar, ensinando:

— Olha, sem dente na glande. Língua embaixo, sucção suave na cabeça. Assim ele aguenta mais e goza mais forte.

Lucas gemia, mãos na cabeça do professor.

— Porra, professor… isso aí… vai me fazer gozar na boca.

Do outro lado, dois mlks mais novos tavam em 69 no banco, chupando um ao outro enquanto batiam punheta no terceiro que assistia e se masturbava.

Bruno acelerou no pau do Thiago.

— Tá sentindo as bolas subindo? Boa. Agora deita no banco, pernas abertas. Vou te mostrar o treino que teu pai pede toda semana.

Thiago deitou, pernas no ar. Bruno pegou lubrificante, passou nos dedos e no pau dele. Começou massageando a próstata devagar, dedo médio entrando suave, curvando pra frente.

— Isso… sente o ponto? Quando eu aperto aqui e punheto ao mesmo tempo, o gozo sai mais grosso e longe.

Thiago gemeu alto, pau latejando na mão do personal.

— Caralho, Bruno… isso é foda… continua…

Bruno ajoelhou, chupou a cabeça do Thiago enquanto o dedo trabalhava dentro. Sucção perfeita, língua rodando na glande, dedo pressionando a próstata ritmadamente.

Ao lado, o Lucas gozou na boca do professor Rafael, jatos fortes que ele engoliu sem drama. O professor limpou a boca com a toalha, sorriu:

— Boa, Lucas. Próxima aula a gente treina engolir sem engasgar.

Thiago não aguentou mais. Corpo tremeu, gozou forte na boca do Bruno — jato atrás de jato, grosso, quente. Bruno engoliu tudo, continuou chupando devagar pra tirar as últimas gotas.

— Boa, garoto. Saiu bem grosso hoje. Teu pai vai gostar de saber que você evoluiu.

Thiago ficou ofegante, sorrindo.

— Valeu, Bruno. Semana que vem a gente repete?

— Claro. E quem sabe teu pai não vem junto na próxima. Ele adora ver o filho treinando brotheragem.

Os mlks da natação aplaudiram baixo, tipo “boa, irmão!”. Todo mundo limpou, riu, foi pro chuveiro aberto tomar banho juntos, paus ainda meio duros, mãos se tocando de leve enquanto ensaboavam as costas uns dos outros.

Normal. Saudável. Brother ajudando brother.

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