#Gay #Teen

Pagando para levar rola.

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Ramon

O novinho apareceu como amizade, pediu remuneração, fiquei pagando mas ele sempre foi correto comigo, além de ser um comedor maravilhoso.

Por conta de trabalho, vivo muito em flats em outros Estados e assim sempre pintam “aventuras”. Ainda não escrevi sobre um quase namoro que tive com uma garota do job, uma loucura total o que fizemos.

Aqui no entanto vou contar minhas aventuras do armário... TALES morava com uma prima num flat em que fiquei algumas vezes quando viajava para Salvador a trabalho e conheci os dois de tanto que a gente se encontrava por lá. TALES e a prima eram do interior e o pai dela bancava tudo; ela já estava na faculdade e TALES foi terminar o ensino médio na capital. Ele e a prima eram como irmãos, criados juntos e foi por conta da prima que começamos nosso esquema.

Era um sábado e fui tomar café numa padaria perto. Encontrei TALES fazendo o mesmo e sentamos juntos:
- Diz aí, TALES. Uma hora dessas acordado?, perguntei (e já eram quase 9 horas da manhã)
- Eu não quis acordar o casalzinho e resolvi tomar café aqui
- Casalzinho?
- Minha prima e o boy dela, dormiu lá

Foi daí que ele me disse que a prima não queria que o pai dela soubesse que ela levava namorados ou ficantes para o flat, que TALES mantinha o segredo e até mentia quando a família dela perguntava e que, de forma espantosa, me confessou que já tinha transado algumas vezes com a prima, que era uns 3 anos mais velha que ele.
- Você nessa idade já é de confiança e ainda dá uma beliscada na sua prima! Parabéns, ela é muito gostosinha e bonita
- Mas não adianta eu pedir, que ela não me dá. Somente quando ela está no cio ou bebeu é que me chama, ele explicou
- Ainda assim é muita vantagem ah ah ah

E daí o nosso café demorou quase uma hora, de tanta conversa e a maioria sobre sexo e putaria, com ele me contando os causos dele, já era bem experiente para a idade e ria das suas aventuras. Ele se gabava de algumas conquistas bem difíceis, outras perigosas e que estava sempre estava pronto para tudo em todo momento.

- E ainda fiz uma loucura: fiz uma tatoo na virilha
- E quem autorizou isso?
- Ninguém, conheço um tatuador
- O que é que você tatuou?
- Um foguinho, pequeno, quando deixo os pentelhos crescerem ela se esconde, mas só vivo depilado
- Porra, o cara tatuou na entoca, sem autorização devida e ainda nesse local?
- Ele que sugeriu a fogueira, o fogo
- PQP ah ah ah. Pagasse quanto?
- Foi de graça
- De graça?
- Quase, não é? Passei-lhe o fogo depois ah ah ah, mas só quando estava curada a tatoo, porque doeu demais para fazer
- Não me diga que...
- Sim, no dia ele pagou um boquete e depois eu fui lá para enfiar o resto do pagamento
- Como se diz, você é um menor infrator mesmo ah ah ah
- Depois eu te mostro, ficou muito legal

Eu nada falei, o correto seria eu dizer que não queria ver uma tatuagem nesse local, mas fiquei calado e mudei o assunto. Saímos dali e fomos numa loja de roupas jovens na região, onde TALES comprou uma bermuda que estava querendo, após experimentar umas 5 outras. A loja era pequena e, no provador, TALES me chamou para eu dizer qual seria a melhor. Vestiu uma, fechou o provador (desses que é circular, com pano), vestiu a outra e eu escolhi sem muito interesse a que mais gostei. Ele levou uma terceira, que escolheu sem me perguntar, porém, quando me chamou ao provador (eu não entrei, obviamente), ele fez questão de me mostrar a tatuagem, abaixando a cueca até mostrar o começo da rola. Eu fiz cara de “para que isso?” e saí, atentando que ele não tinha um só pelinho por lá.

Na volta, TALES puxou assunto sobre se eu tinha gostado de tatuagem, eu ri e disse que cada doido com sua mania. “Esse fogo queima quando encosta na pele de alguém”, ele disse. “Eu acredito nisso. Nunca é bom contrariar doido”, respondi e ficamos rindo. Notei que ele estava se exibindo e confesso que não achei ruim, fazia uns dez dias que não dava uma, naquele sábado acordei achando que era um bom dia para isso e o destino parece ter batido em minha porta para ajudar, apenas que não seria pela frente o prazer. Mantive a conversa sobre a tatuagem dele e aí que TALES cresceu e começou a realmente dar indiretas.

A prima dele ligou, dizendo que iria para a praia com o namorado e eu e TALES resolvemos tomar uma cerveja num boteco. Tomamos umas cervejas, comemos algo e decidimos ir para a piscina do prédio, dar uns mergulhos, só que era sábado e antes de colocarmos os calções de banho, passamos por lá e vimos que a piscina estava bem concorrida.

- Aí fodeu, falei me referindo que não estava legal para ficar na piscina cheia de gente
- Boa ideia, no seu apartamento pode ser?, respondeu TALES na hora
- Como é?
- Deixa de besteira, não quer sentir a minha fogueira tocando em você, não?
- Você é folgado demais ah ah ah
- Não, eu quero é deixar você bem folgadinho

A cena seguinte foi eu e TALES entrando no meu apartamento. “Eu sabia que você ia curtir minha fogueira”, ele disse. “Fala baixo, safado. Vai tomar banho enquanto eu preparo algo para a gente petiscar e beber”. Ele já entrou nu no banheiro e eu botei uns amendoins com salame que tenho, as cervejas no freezer e foi o tempo que ele sai só de toalha do banheiro, já se vendo que o pau estava duro. “Eu não demoro”, falei e fui tomar banho, fazendo uma chuca com o chuveirinho do banheiro. Saí de toalha também e TALES estava nu no quarto, deitado e de pau duro. Cacete de bom tamanho, da cabecinha “triangular” (fina na ponta e vai engrossando), a rola grossa (as da foto são parecidas, mas não é dele). Gosto de comer rola assim porque entra fácil e vai arrombando já dando prazer com a parte que já entrou.

Notei que TALES gostava de um estilo mais viadinho e não me fiz de rogado, usei trejeitos, rebolei mais, me fiz mais feminino e disse “que rola é esse, menino?”. Ele riu e eu caí de boca, o pau dele já estava “chorando” e senti o líquido salgadinho. Chupei com força, lambi os ovos deles, lambia da base até a cabecinha e olhava para ele com olhar de puta. “Me dá essa bunda, vai”, pediu TALES na pressa. “Vai devagar”, falei, passei gel no cu e no pau dele e fiquei de quatro esperando ser espetado pelo meu novinho. Ele ficou de joelhos na cama e aprumou o pau no meu buraco. Nem pincelou muito, já enfiou a cabecinha. “Ai, delícia, mas vá devagar”, ressaltei. TALES foi devagar invadindo meu cu e eu sentindo o rabo se dilatar com a entrada da parte mais grossa, o tesão era tanto que apertei a boca para não gritar de prazer. Entrou tudo mas eu não estava 100% relaxado ainda, mas TALES já estava no vai e vem. Deu um certo ardor, aguentei sem reclamar e em pouco o pau dele já deslizava livre e eu virava os olhos de prazer.

A fogueira da virilha dele batia na minha bunda com força, eu olhava para trás e ria, pedindo pica e mostrando que estava adorando. Meu pau estava duraço, também pingando de tesão. TALES me aperta nas ancas, dá umas tapas bem fortes na minha bunda e goza no meu cu. Senti as contrações e a sensação do leite (que foi muito) saindo do buraco. “Adoro um cu quentinho e apertadinho assim”, ele falou. “Deixa um pouquinho dentro, vai, gostoso”, pedi e apertei o pau dele com meu cu. TALES riu, sentiu a contração. Tirei o pau dele do cu e fiquei de quatro, mostrando meu cu cuspindo a porra dele. “Puta safada”, ele me chamou quando viu minha alegria em exibir meu rabo melado da porra dele que escorria. Eu me virei e me masturbei pegando no pau melado dele. Gozei muito e rapidamente. Fomos nos lavar no banheiro juntos. Fechei as cortinas e ficamos nus (o flat é pequeno).

Ficamos bebericando (não queríamos beber mesmo), comendo o tira-gosto e conversando. TALES disse que tinha adorado, eu também disse o mesmo, pedimos que aquilo não saísse para ninguém e, de forma direta, para não enganar mesmo, TALES me disse que precisava de um apoio financeiro. “Fiz hoje e vou fazer de novo hoje porque estava e estou a fim, mas não vou mentir para você: preciso de uma ajuda, tô muito liso”. Eu não me senti usado, entendi o que ele dizia, foi sincero e direto e eu topei. Não combinamos nada de valor, apenas eu disse que negaria quando não pudesse contribuir. O segundo round foi mais amoroso, TALES me beijou na boca, fizemos 69, lambi o cuzinho dele (mas ele não deixou eu botar o dedinho) e ele me comeu de novo bem gostoso, dessa vez eu de bruços e ele por cima, mandando ferro e me beijando na nuca. Gozou e ficou em cima, descansando com a rola dentro. Adoro isso. Só se levantou porque a prima dele ligou de novo, ele disse que estava tudo bem e ela disse que ele fosse comprar pão. Ele desceu na frente e nos encontramos no caminho da padaria. Paguei tudo, voltei sozinho na frente e TALES deixou as compras dele no apartamento e veio me entregar o que eu tinha comprado. Entrou e me comeu de novo. Pedimos dois sanduíches via aplicativo, ele foi buscar, jantamos isso e ele foi embora, não antes de eu dar dinheiro a ele. TALES nem pediu, mas achei ajudá-lo. Ele agradeceu e foi embora.

Nem quis sair, estava com o cu aberto, gozei três vezes e dormi cedo, adorando as trepadas.

A partir desse dia TALES me comia sempre e quase todo dia. Nunca me pediu dinheiro, eu é que dava a ele. Gastei dinheiro? Sim, mas nada demais. O maior gasto foi quando comprei um tênis bem caro e camisetas de marca para ele. TALES ficou muitíssimo feliz. Voltei para Recife e, mesmo quando não consegui vaga no flat de TALES, eu passava por lá e a gente saía. A gente transava no apartamento em que eu estava. e TALES me comeu muito, ele trepava muito bem, o cacete dele era uma delícia. A cabecinha abrindo os caminhos e a rola grossa vindo atrás. Cheguei a ir com ele para uma casa de praia, quase uma lua de mel. Dei em espécie uma boa quantia a ele, para que ele começasse a juntar dinheiro para o futuro.

Saí da empresa em que eu estava trabalhando e nunca mais voltei em Salvador. Ainda mantive contato com ele no começo, depois a distância e a falta de encontros nos afastaram de vez. TALES entrou na faculdade no segundo ano de tentativa no ENEM (queria entrar na Federal) e hoje já deve ter ser formado.

Ao contrário do meu medo inicial, de que TALES se tornasse um gigolô explorador, ele nunca me pediu nada (é verdade que eu dava espontaneamente e contribuía com justiça, mas o mau caráter sempre pediria mais). TALES só mostrava alegria e agradecimento quando eu deixava a contribuição para ele. Ele me comia tanto que eu nem sei se ele comia as menininhas com quem ele saía (eu não ligava, o cara tem de aproveitar).

Aliás, a bem da verdade, TALES me pediu muita coisa: para comer minha bunda, para eu pagar boquete, para eu beber sua porra, para fazer golden shower em mim, para me comer amarrado, para eu me comer na mesa da cozinha, para eu fazer massagem nele, para eu sentar no pau dele e ficar quicando, para eu chupar o cu dele (só metia a língua, nada de dedo), enfim, tudo o que valia a pena fazer e nada que exigisse dinheiro.

A prima dele desconfiou que ele tinha parado de reclamar sobre dinheiro, ele disse que tinha reduzido os gastos e TALES me disse que ela nunca acreditou nisso e ficava enchendo o saco, pensando que ele estaria vendendo coisas ilícitas, o que obrigou a TALES a dizer que tinha uma coroa casada que o ajudava. A prima riu, acreditou porque ele saía toda sexta e sábado "com a turma dele" (e era verdade) e no máximo sentiu um pouco de ciúme, tanto que a prima deu para ele duas vezes, perguntando se a coroa era melhor. TALES se deu bem de todos os lados...

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Ramon #Gay #Teen

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