#Gay #Teen

A noite e suas travessuras

631 palavras | 0 | 0.00 | 👁️
mys10

A vontade faz superar as dificuldades. Não há limites para quem deseja sexo diante da carência.

A manhã dava os primeiros sinais e virei de lado. Ajeitei a coberta. Procurei dar mais uma descansada antes que os raios de Sol ganhassem a janela e não consegui. Levantei e ganhei o corredor cumprimentando a dona Sueli. Tomei o café e ela olhava com brilho e um sorriso. Ela estava feliz com minha presença e eu procurava tirar o máximo de proveito do feriado. Minha ida significava um simples passeio. Levantei e fui até a porta da cozinha para localizar o Heitor. Não vi. O filme da noite anterior veio na mente. Sorri de leve e voltei ao quarto botando uma roupa adequada para andar pelo sítio. Não demorou e o encontrei. Perguntou se eu estava bem e disse que sim. Ele, negro, magro, vinte e sete anos, rosto comprido, havia faturado fácil meu cu branco novo no meio do mato. No denso matagal e com as mãos numa árvores, eu empinei a bunda para dar aos dezesseis e ganhei uma surra bem dada de rola que atacou direto o fundo do meu cu como sentisse na barriga. Gemi, fiz careta, abri a boca, fechei os olhos e soltei bastante ai. Segurando minha cintura ele meteu rápido. Sofri, aguentei e excitei para bater uma e mandar porra espirrada. O caralho negro e comprido dera uma lição que eu jamais esqueceria. A viagem era para curtir e o destino quisera que o sobrinho de dona Sueli mostrasse seu dote ao meu rabo que não se intimidou. Rasgo, vai e vem rápido, ataque da cabeça ao fundo! Alguns minutos foram suficientes para ganhar esperma sobre a bunda e deliciar com toda a putaria realizada. Uma banho na volta ao sítio e caí como pedra na cama. Esta experiência mostrava como o ambiente e oportunidade eram decisivas para uma foda sem preocupações. Meu cu mostrava sinais que precisava ser fodido novamente e eu não tinha mais cu. A chamada pegada de tarado do Heitor foi decisiva. Comeu com gosto, aproveitou o cu empinado e fez miséria! Seu caralho estava insano e com muita fome! Não foi a viagem que resultou em putaria e sim uma construção vinda de tempos antes, uma amizade. O sexo aconteceu pela tara de ambos. Ele foi sendo construído com o passar do tempo. Ao dar, eu confirmava meu gosto por pica e ele entendeu que não poderia agradar ou brincar. Ele precisava foder bem e fez. Uma mamada rápida só foi o início para que pau preto e cu branco se conhecessem entre vegetação. Dona Sueli nada sabia e nem poderia saber. Excitação, tesão, o lugar, o proibido, o sexo escondido, a realidade nua e crua mostrava onde eu podia chegar. Sua rola chama cu e dentro da minha capacidade e experiência, eu mostrei poder. Um cu capaz de engolir rola e fazê-la sumir, dar excitação ao pau negro e permitir uma loucura no meio do mato. Não era só seu pau. Eu tinha minhas qualidades. Meu rabo soube extrair leitada e muita melada sobre a bunda. A foda representava mais que sexo e sim uma definição para meus caminhos. Pau negro era aquilo que eu precisava e obtive diante da escuridão plena da noite. Eu mostrava que poderia chegar longe, bem mais longe. Um cu que precisou ser aberto através da força bruta do pau e melado para permitir a rola negra ganhar terreno. Isso não sairia mais da mente. Tesão.

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

mys10 #Gay #Teen

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos