No sítio - Parte 1
O mercado estava cheio e a fila enorme. Berenice ajeitava as coisas no carrinho diante do meu olhar e após um longo tempo passamos as compras e pagamos. Entramos no carro e seguimos em direção a sua casa onde eu ficaria por uns dias. Ajudei descarregando as compras dos saquinhos e colocando em cima da mesa. Ela guardou tudo, agradeceu e ofereceu uma cerveja. Batemos um papo enquanto ela fazia o almoço. Ouvi:
- Meu amigo está chegando. Tá na hora.
Ouvimos palmas e ela mandou entrar. A porteira abriu e ele fechou ganhando a cozinha. Cumprimentou a Berenice e ela tratou de apresentar-me:
- Este é o filho da minha amiga.
Cumprimentei e ele deu um sorriso. Ele sentou e ficaram no papo e eu só olhando. Vez ou outra, ele dava um sorriso e eu retribuía. Uma cerveja e ele abriu, tomou um gole perguntando se eu bebia e disse que havia tomado uma. Soltou uma piscada e voltou a conversar com ela.
O almoço ficou pronto sendo servido. Nova rodada de cerveja e comemos. Ao terminar, recolhi as louças e lavei ajudando a Berenice enquanto conversavam na sala. Enxuguei tudo e guardei indo ao sofá. Ela disse:
- Eu vou deitar um pouco e se quiserem podem dar umas voltas. Só não voltem muito tarde.
Aceitei e ganhamos o matagal ainda dentro do sítio para sairmos da propriedade e ganharmos área florestal. Ele parou para mijar e eu fiquei olhando! Bela pica! Percebeu e nada falou, ficou alisando para mim!
- Gosta?
- Sim.
Branco e novinho, o desejo por safadeza estava na minha cara. Mato alto, sem visibilidade, eu ajoelhei e segurei na rola preta dele. Bati uma, segurei firme e olhando nele, iniciei uma chupada na cabeça! Delícia de rola!
Tranquilo, ele ficou vigiando e segurando sua bunda, engoli quase toda pica preta daquele cara de quarenta e poucos anos e magro com bigode. Fiquei indo e vindo, chupando, muito bom. Sorri e ouvi:
- Tem jeito?
Fiquei em pé e achamos um lugar no matagal. Abaixei a roupa e empinei minha bunda. O duríssimo caralho preto estava sendo alisado e dei uma olhada, ele passou uma saliva, mirou e abri a boca! Hum!
A rola ganhou terreno e velocidade. Gemi baixo e fiz uma cara feia e aguentei o vai e vem dentro de mim. Arriscado? Demais! Eu não deixaria escapar a oportunidade! Segurei meu pau duro.
- Come. Ai, ai.
Botou sexo rápido e forte dando enterradas. Fiz umas caretas e deixei rolar. Não é todo dia que pinta uma chance destas e rebolei na pica dele. Mordi o lábio e ele fodeu segurando meu corpo. Já curvado, eu acostumei.
- Tá gostando?
- Sim. Come, hum!
Fechei os olhos e mordi os lábios. Abri a boca numa sequência mais forte dele. O tesão sobe, o rosto cora, é muito excitante fazer sexo e dar sem preocupação. O risco de flagra ali era zero. Apertei mais meu pau.
- Ai, ai, nossa, ai.
O caralho trabalhou depressa e excitei muito. Delicioso, o pau provocava meu corpo e tomei surra de pica preta até chegar o clímax!
- Ohhhhhh!
Comecei a levar leitada e aguardei. Mandou dentro. Tirou e aquilo formou uma carga líquida escorrendo e saindo do meu cu. Espalhou e ainda penetrou um pouco, tirou e falou:
- Delícia. Vem.
Levantei a roupa com a bunda melada e seguimos. Sorri pela experiência com ele pela troca de olhares. O caralho havia excitado bastante e curti gostoso. Voltamos ao sítio e Berenice dormia. Despediu e falou que passava depois. Tomei um banho e contente ao fazer sexo novamente. Bom e gostoso demais.
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