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Convento de putas no interior do Paraná - O preço de uma prega

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AnãoJediManco

Os dias anteriores haviam se fundido em uma névoa exaustiva de rotina, humilhação e estímulo constante. Inspeções matinais, pomadas, plugs, porra na boca, rebolar, trabalho braçal e aulas de obediência. Cecília e Maria Clara, assim como as outras novatas, já caminhavam com a cabeça mais baixa, o corpo mais sensível e a mente cada vez mais maleável.
O sino tocou às 5h45 como sempre. As doze novatas do primeiro semestre se alinharam nuas ao lado das camas. A inspeção daquele sábado foi especialmente rigorosa.
Irmã Laura e duas instrutoras auxiliares percorreram a fila com lanternas e luvas. Cada corpo foi examinado centímetro por centímetro, depilação perfeita, higiene, marcas de varadas anteriores, estado das bocetinhas, todas ainda levemente inchadas e úmidas pela pomada noturna, e até o interior das bocas. Dedos enluvados entravam nas bocetas e bundas para verificar se os plugs da noite haviam sido mantidos. Cecília estremeceu quando dois dedos grossos giraram dentro dela, testando o aperto. Maria Clara mordeu o lábio com força quando a instrutora apertou seu clitóris inchado, fazendo-a gemer baixinho.
— Estão melhorando, comentou Irmã Laura. Mas ainda fedem a orgulho, só que hoje vamos corrigir isso.
Diferente dos dias anteriores, o refeitório estava completamente vazio de mesas e bancos. O chão de pedra fria havia sido limpo, mas ainda tinha um leve cheiro de desinfetante. As novatas foram ordenadas a se ajoelhar em círculo no centro do salão.
Dois baldes grandes foram trazidos. Irmã Beatriz virou-os sem cerimônia. Pedaços pequenos de pão úmido, restos de arroz, feijão amassado, pedaços de carne gordurosa e legumes da semana inteira caíram no chão com um som molhado e nojento, formando uma pilha suja e misturada.
— Mãos atrás das costas e bunda empinada. Cara enfiada na comida. Vocês vão comer como as cadelinhas que estão se tornando, ordenou Irmã Laura, segurando um chicote fino de couro trançado. Quem tirar as mãos das costas ou tentar comer como gente vai sentir isso.
O primeiro estalo ecoou pelo salão assim que uma novata, nervosa, moveu a mão para se equilibrar. A chicotada acertou precisamente na bunda dela, deixando uma marca vermelha forte. O grito agudo cortou o silêncio. Todas as outras se encolheram.
Cecília e Maria Clara se aproximaram da pilha de comida no chão. Com as mãos firmemente presas atrás das costas, inclinaram o tronco para frente, bundas empinadas bem altas, rostos quase colados na mistura nojenta. Cecília sentiu o cheiro forte de comida azeda e restos. Hesitou um segundo. A vara de bambu acertou sua coxa como aviso.
Ela enfiou o rosto na comida. Começou a comer como um animal, lábios e língua pegando os pedaços úmidos, mastigando com a cara suja, nariz encostando no chão. O gosto era horrível, misturado com o chão. Ao lado, Maria Clara chorava baixinho enquanto lambia arroz e feijão do piso, bunda empinada tremendo. O chicote estalou mais duas vezes durante a refeição. Uma novata que tentou levantar a cabeça levou uma chicotada forte que a fez gritar alto e voltar imediatamente para a comida. O som dos estalos e dos gritos ecoava, misturando-se ao barulho molhado de línguas e bocas se alimentando no chão.
— Lambam tudo. Quero o chão brilhando, ordenou Irmã Beatriz.
Elas obedeceram. Línguas passando pela pedra fria, recolhendo até o último grão de arroz ou migalha de pão. Rostos inteiros sujos de comida, cabelo grudado, queixo pingando. Cecília sentia lágrimas misturando-se à comida enquanto lambia o chão entre os pedaços. Maria Clara estava com o rosto todo lambuzado, olhos vermelhos.
Quando não havia mais nada, as novatas se ajoelharam novamente em fila perfeita, mãos atrás das costas, rostos e peitos sujos de restos de comida, bundas ainda empinadas.
Irmã Laura caminhou devagar diante delas, chicote na mão.
— Olhem para vocês… filhas de famílias ricas, agora comendo do chão como porcas. Isso é só o começo. Seus corpos e mentes estão sendo reescritos. Em breve, vão implorar por essa humilhação.
As novatas permaneceram em silêncio, respirando pesado, corpos tremendo de medo. O gosto ruim ainda dominava suas bocas. A marca do quinto dia estava feita, mais profunda que as varadas.
Terminado o humilhante café da manhã no chão, as novatas permaneciam ajoelhadas, rostos e peitos sujos de restos de comida, bocas com gosto azedo. O silêncio era pesado. Irmã Laura fez um sinal e duas auxiliares trouxeram uma bandeja grande.
— Bebam, ordenou ela, distribuindo pequenas xícaras fumegantes.
Cada novata recebeu um chá quente, adocicado, com forte aroma de ervas. Junto vieram dois comprimidos brancos.
— O chá é afrodisíaco potente. Os comprimidos vão manter seus corpos em fogo o dia inteiro. Engulam.
Cecília sentiu o líquido descer queimando agradavelmente. Em poucos minutos, um calor intenso começou a se espalhar pelo ventre, descendo até a boceta. Seus bicos endureceram e a excitação, já constante, tornou-se quase insuportável. Maria Clara respirava pela boca, coxas tremendo levemente.
Depois do chá, uma a uma, as novatas foram chamadas para o centro do refeitório. Uma maca baixa foi colocada no chão. Irmã Beatriz ordenou:
— Deitem-se de costas, pernas bem abertas e segurem os joelhos. Sem reclamar.
Entrou então um senhor negro, idoso, de cabelos grisalhos curtos, pele enrugada e mãos grandes e calejadas. Ele nunca havia sido visto pelas novatas. Vestia uma roupa simples e carregava uma pequena caixa de madeira. Seu olhar era clínico, frio.
— Este é o Senhor Tomás. Ele cuida dos procedimentos mais delicados, explicou Irmã Laura. Hoje vocês vão receber o cipó uretral. Ele vai inchar dentro de vocês e impedir que urinem até a noite. Considerem isso um exercício de controle e sofrimento.
Cecília foi uma das primeiras. Deitada de costas, pernas abertas ao máximo, exposta de forma vergonhosa. O velho se ajoelhou entre suas pernas. Com os dedos grossos, abriu suavemente seus lábios e localizou a uretra. Aplicou um gel lubrificante frio e, sem pressa, introduziu um pequeno pedaço de cipó fino, parecido com um bambuzinho liso e flexível, de uns 4 cm. Cecília soltou um gemido agudo quando sentiu o objeto entrar na uretra. Era estranho, invasivo, uma pressão queimando por dentro. O cipó inchou rapidamente ao contato com os fluidos, travando-se no lugar. A sensação era de plenitude incômoda, pressão constante e uma excitação ainda mais intensa, quase dolorosa.
— Não vai sair fácil, murmurou o velho com voz rouca. Só com alicate especial, e vai arder bastante quando for retirado.
Maria Clara veio logo depois. Chorou abertamente quando o cipó entrou, corpo arqueando. A sensação de não poder urinar, somada ao afrodisíaco, deixava todas as novatas em um estado de desespero controlado, bocetas pingando, clitóris inchado, ventre latejando.
Depois do procedimento, todas receberam um uniforme especial para o dia, um fino e delicado biquíni de fita preta. Duas tiras finíssimas cobriam apenas os mamilos, cruzando nos seios. Embaixo, uma fita ainda mais fina passava entre os lábios da boceta e entre as nádegas, mal cobrindo o clitóris e o plug anal. O visual era extremamente vulgar, quase nuas, apenas marcadas pelas fitas.
Foram levadas para um gramado aberto atrás do convento, cercado por muros altos. O sol de fevereiro estava forte e quente.
— Deitadas de bruços. Braços estendidos acima da cabeça. Pernas abertas. Não se mexam.
As novatas obedeceram. O cipó na uretra tornava cada movimento uma tortura gostosa. O afrodisíaco fazia a pele sensível demais. O sol queimava as costas, bundas e pernas. O suor escorria, molhando as fitas finas que marcavam profundamente a pele.
Cecília sentia o rosto pressionado na grama, o cipó latejando dentro dela, a boceta molhada roçando contra a fita. Maria Clara, ao lado, respirava com dificuldade, gemendo baixinho a cada vez que o vento passava entre suas pernas.
Não houve almoço. Apenas água dada diretamente na boca por uma instrutora.
Às 13h, elas foram viradas de costas. Agora de frente para o sol, seios quase nus, bocetas mal cobertas pela fita fina, rostos suados e vermelhos. O sol castigava os corpos jovens, dourando a pele lentamente. O calor intensificava todos os estímulos, o cipó inchado, o afrodisíaco, a excitação negada.
Algumas novatas choramingavam, quadris se mexendo involuntariamente. As instrutoras caminhavam entre elas, aplicando óleo bronzeador com as mãos, esfregando especialmente nos seios, barriga e parte interna das coxas, sempre evitando dar alívio verdadeiro.
— Vocês vão ficar bem douradas. Marcadas pelo sol como putas de verão. Quando seus futuros maridos virem essas marcas, vão saber que vocês foram bem treinadas.
O dia inteiro se arrastou sob o sol. Corpos suados, excitados, sofrendo, aprendendo a suportar. Quando o sol começou a baixar, as novatas tinham a pele dourada, avermelhada em alguns pontos, com as fitas do biquíni marcando linhas brancas contrastantes. O cipó ainda estava firme dentro de cada uma, pressionando, latejando, impedindo qualquer alívio.
O sol já descia no horizonte, pintando o céu de tons alaranjados e avermelhados, quando as novatas foram finalmente tiradas do gramado. Seus corpos estavam dourados, com marcas claras das fitas finas do biquíni atravessando os seios, a cintura e entre as pernas. A pele ardia levemente do sol, suor misturado com óleo bronzeador, e o cipó uretral ainda latejava dentro de cada uma, mantendo a pressão constante e a excitação insuportável.
Irmã Laura ordenou que formassem fila. Uma a uma, foram levadas até um canto reservado atrás do celeiro, um piso de concreto ligeiramente inclinado com ralo no centro, exposto ao ar livre.
— Primeiro, retirem os plugs, disse ela.
As novatas se posicionaram de quatro. As instrutoras puxaram os plugs anal com firmeza. Algumas soltaram gemidos de alívio ao sentir o vazio repentino. Cecília sentiu um arrepio quando o dela saiu, o anelzinho piscando involuntariamente. Maria Clara deixou escapar um suspiro trêmulo. Mas o alívio durou pouco.
Dois instrutores trouxeram uma mangueira de jardim comum, com bico fino e alongado. O Senhor Tomás, o mesmo velho que havia colocado os cipós, supervisionava em silêncio.
— Primeira lavagem interna, anunciou Irmã Beatriz. Vocês vão ser limpas por dentro. Não queremos que sujem os homens que vão usar vocês no jantar. Isso é a primeira vez que recebem enema. Vão sentir bastante pressão.
Cecília foi uma das primeiras. Foi colocada de quatro sobre o concreto, bunda empinada para cima. O bico da mangueira, frio e lubrificado, foi introduzido devagar em seu ânus. Ela soltou um gemido longo quando a água começou a entrar, primeiro um jato morno, depois mais forte. A pressão cresceu rapidamente, enchendo sua barriga como se estivesse sendo inflada. A sensação era estranha, incômoda, quase dolorosa.
— Segure, ordenou a instrutora. Não solte até mandarmos.
Cecília tremia, suor escorrendo pela testa, barriga inchando visivelmente. O afrodisíaco tornava tudo mais intenso, cada gota de água parecia estimular terminações nervosas que ela nem sabia que existiam. Depois de quase um minuto, a ordem veio:
— Solte.
A água jorrou para fora dela, suja no início. Ela choramingou de vergonha enquanto esvaziava no ralo, o jato quente e constante.
O processo foi repetido várias vezes. Encher, segurar, soltar. Cada rodada a água saía mais limpa. O mesmo aconteceu com Maria Clara, que soluçava baixinho enquanto a mangueira entrava e saía, sua barriga inchando e desinchando, o cipó uretral ainda travado, tornando a pressão dupla e insuportável.
As outras novatas esperavam ajoelhadas, assistindo tudo. O som da água correndo, os gemidos, o cheiro leve de limpeza e o choro contido preenchiam o ar. Quando a última novata terminou a terceira lavagem e a água finalmente saiu cristalina, Irmã Laura sorriu satisfeita.
— Agora estão limpinhas por dentro. Prontas para servir como devem. Os homens não gostam de sujeira.
Os corpos das garotas tremiam. A sensação de vazio após os enemas, combinada com o cipó uretral inchado, o afrodisíaco correndo no sangue e a pele queimada de sol, deixava todas em um estado de excitação desesperada e humilhação profunda.
Foram limpas superficialmente com a mangueira e secas com toalhas ásperas. As fitas finas do biquíni foram ajustadas novamente. Ainda nuas excetos pelas tiras, com a pele dourada e marcada, foram levadas de volta para o convento enquanto o sol sumia completamente.
O jantar se aproximava. E elas sabiam que, desta vez, não seriam apenas observadoras.
O salão principal estava iluminado apenas por velas e algumas lamparinas fracas, criando sombras longas e um clima opressivo. As novatas, ainda com a pele quente e dourada do sol, foram colocadas no centro. As fitas finas do biquíni foram retiradas uma a uma, deixando-as completamente nuas novamente.
Os cinco homens que haviam participado dos treinamentos anteriores, e mais três novos entraram. Eram todos fortes, bem-dotados, com paus já duros e grossos. Eles circularam as garotas, comentando em voz alta enquanto as avaliavam:
— Essa aqui bronzeou bem… nota 8.
— Olha a marca da fita na bundinha dela… nota 9.
— Essa loirinha tá vermelha demais, mas a bunda tá perfeita.
Cecília e Maria Clara tremiam. Uma a uma, as novatas tiveram os olhos vendados com tiras pretas grossas. Apenas uma delas, uma morena de corpo mais cheio, chamada Luísa, foi poupada da venda e levada para um canto, ajoelhada, com as mãos amarradas atrás das costas. Ela seria a receptora.
As outras onze, incluindo Cecília e Maria Clara, foram posicionadas de quatro sob cavaletes de madeira baixos, corpos presos de forma que não pudessem escapar. Bundas empinadas, pernas abertas, bocetas e cuzinhos completamente expostos.
Não houve aviso. Não houve lubrificação. Não houve carinho.
Os homens avançaram como animais. O primeiro se posicionou atrás de Cecília. Ela só percebeu quando a cabeça grossa e seca do pau pressionou com força contra seu ânus virgem. Tentou gritar, mas mal teve tempo, com um empurrão brutal, ele forçou a entrada. A dor foi lancinante. Cecília soltou um grito agudo e desesperado quando o pau grosso rasgou seu interior. Sem piedade, o homem começou a socar fundo, metendo com força bruta, segurando seus quadris dourados. Ao lado, Maria Clara também foi invadida. O pau que a penetrou era ainda mais grosso. Ela berrou, corpo inteiro tremendo, lágrimas escorrendo por baixo da venda enquanto era sodomizada sem qualquer preparação. A sensação era de ser rasgada por dentro.
O salão encheu-se de sons horríveis, sons de gritos abafados, carne batendo contra carne, choro, gemidos de dor e o estalo ritmado das peladas. Os homens não tinham pressa nem misericórdia. Metiam com violência, alternando entre as novatas, rodando de uma bunda para outra. Algumas garotas sangravam levemente, o cu arrombado e vermelho, incapaz de se fechar.
Cecília sentia cada estocada como uma facada. A dor era cegante, misturada ao cipó uretral ainda inchado e ao afrodisíaco que mantinha seu corpo excitado. Maria Clara soluçava sem parar, a voz rouca de tanto gritar.
Durante quase duas horas os homens se revezaram. Quando um estava perto de gozar, saía da bunda destruída da novata e corria até Luísa, ajoelhada no canto. Segurando a cabeça dela, ele descarregava jatos grossos e quentes de porra diretamente em seu rosto, cabelo e seios. Aos poucos, o rosto de Luísa foi ficando completamente coberto, pingando sêmen viscoso, olhos semicerrados, boca entreaberta recebendo porra.
No final, as novatas estavam destruídas.
Cuzinhos arrombados, vermelhos, abertos, alguns sangrando levemente. Corpos tremendo, vozes roucas de tanto chorar. A pele dourada agora marcada por dedos fortes, suor e baba. O cheiro de sexo bruto, porra e lágrimas dominava o salão.
Irmã Laura observava tudo com serenidade, como se fosse uma aula comum.
— Primeira vez anal de vocês. Parabéns. Seus buracos agora pertencem ao convento e aos seus futuros maridos. Amanhã vamos continuar o treinamento para que doa menos… ou talvez doa mais, dependendo do comportamento.
As novatas foram deixadas presas nos cavaletes por mais alguns minutos, chorando baixinho, enquanto Luísa permanecia ajoelhada, rosto completamente lambuzado de porra de sete homens.
As novatas permaneceram presas nos cavaletes de madeira por muito tempo após o último homem sair. O salão estava silencioso, exceto pelos soluços baixos, gemidos de dor e respirações entrecortadas.
O cipó uretral continuava inchado dentro de cada uma. A vontade de urinar, que já era forte desde o final da tarde, agora se tornava insuportável. A bexiga parecia prestes a explodir, pressionando contra tudo. Junto com a dor lancinante no cu arrombado, latejando, queimando, algumas ainda sangrando levemente, e a ardência constante na boceta, resultado do afrodisíaco, da excitação negada e da fricção, o sofrimento era completo.
Cecília chorava em silêncio, o corpo inteiro tremendo. Cada respiração fazia a bexiga doer mais. Tentava apertar o cuzinho, mas ele estava tão aberto e sensível que mal conseguia controlar. Um fio fino de sangue misturado com lubrificação escorria pela parte interna de sua coxa dourada. Maria Clara, ao lado, soluçava de forma mais audível, as pernas tremendo violentamente enquanto a pressão na bexiga a fazia gemer de agonia.
— Por favor… eu preciso mijar… dói tanto… sussurrou uma das novatas, voz rouca.
Irmã Laura se aproximou, caminhando devagar entre os cavaletes, chicote na mão.
— Ninguém vai mijar hoje. O cipó fica até amanhã de manhã. Vocês vão dormir assim, com o cu destruído, a bexiga estourando e a bucetinha ardendo. Isso é parte do treinamento. Aprendam a sofrer em silêncio.
Elas foram deixadas exatamente onde estavam, presas de quatro nos cavaletes, sem banho, sem pomada para aliviar, sem água, sem cobertor. O sêmen seco dos homens ainda marcava algumas bundas e coxas. O cheiro de sexo bruto, suor, sangue e lágrimas impregnava o ar frio da noite.
Apenas Luísa, a receptora que não havia sido sodomizada, recebeu tratamento diferente… mas não melhor. Foi levada para o canto do salão, onde seus pulsos foram amarrados com cordas grossas. As instrutoras a suspenderam até que ficasse na ponta dos pés, braços esticados acima da cabeça, corpo nu ainda coberto de porra seca e fresca no rosto, cabelo, seios e barriga.
— Você não sofreu no cu como suas irmãs, disse Irmã Laura calmamente. Então vai sofrer de outra forma. Vai passar a noite assim. Se cair, vai ficar pendurada pelos pulsos até o amanhecer.
Luísa soluçou, as pernas dela tremendo, tentando se manter nas pontas dos pés. A porra no rosto começava a coçar e secar, puxando a pele. Os braços ardiam, os ombros queimavam. Ela olhava para as amigas presas nos cavaletes, todas destruídas, e sentia um medo profundo de que sua sorte tivesse sido apenas outra forma de tortura.
O salão ficou escuro. Apenas uma lamparina fraca permanecia acesa. Durante a madrugada, os sons eram constantes e sofridos, gemidos abafados de dor anal, choro baixo e desesperado, pernas tremendo, tentando aliviar a pressão insuportável da bexiga, o rangido da corda quando Luísa tentava mudar de posição e quase perdia o apoio dos pés. Cecília, presa no cavalete, sentia a bexiga tão cheia que chegava a doer até na barriga. O cu latejava em ondas quentes de dor. Lágrimas escorriam sem parar. Ao seu lado, Maria Clara murmurava quase delirando:
— Eu não aguento… eu vou mijar… por favor…
Mas ninguém veio. Nenhuma piedade. Apenas o silêncio frio do convento e a certeza de que o sexto dia começaria ainda mais duro.
O treinamento seguia seu curso. Corpos e mentes sendo quebrados lentamente, sem pressa.

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