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O ruivo e suas travessuras - Parte 1

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Sou Bruno, 32, branco, ruivo, magro com 1.73 de altura, gay passivo, moro sozinho tendo a liberdade para sair. Gosto de solidificar amizades que curtam, frequentando bares. Não sou cara de vínculo apesar da experiência duradoura em outros tempos. Trabalho e gosto muito de parques, praia, vida noturna em locais específicos. Bebo pouco sendo mais para conversar. Iniciei por curiosidade virando necessidade. Diferente dos tempos que comecei, hoje, sou mais cauteloso e escolho melhor parceiros para sexo.

Tudo começou quando o vizinho começou a olhar para mim. Eu já tinha vontade em saber como era e estas olhadas aumentaram meu desejo. O problema que o cara era casado e fiquei com medo. Tudo isto caiu por terra quando ele mandou eu entrar em sua casa. Fui e ele falou se eu não queria experimentar, falei se não daria problema, disse não e mostrou sua rola preta colado na parede. Ele ficou alisando e falando para eu tirar a roupa. Negro, baixo e magro, quarenta e seis anos, seu pau duro aumentou minha vontade em dar e colado na parede, dei. Numa rapidinha, ele comeu sem uma pausa! Sofri e também senti que não era tão complicado assim, ganhei uma gozada dentro do cu e entregou papel para limpar. Pediu sigilo, sorri e voltei para casa com o cu doendo e depois eu concluí que era bom e queria mais! Começamos a fazer sexo em sua casa enquanto os meus pais estavam no trabalho e também a mulher dele que é doméstica e ficava fora o dia todo. Eu tinha só dezesseis e passeia gostar desta putaria e safadeza que foi botando muito tesão e necessidade no meu cu para mais sexo. Facilitava muito morar em viela, casas ao lado, não passava quase ninguém e em frente há um muro extenso de terreno. Pouco a pouco, adaptei e até procurava por ele. Chegado em rapidinha forte e com gozadas dentro sem camisinha, ele mostrava uma tara maluca fodendo depressa. Seu caralho cabeçudo rasgava bem e eu tive que aceitar pois não era mais só ele que estava precisando realizar suas vontades. Eu queria e nem escondia mais que havia gostado facilitando tudo. Este vizinho era minha única opção para sexo e praticamente virei sua “putinha” particular. O bom que ele despertou meu interesse e eu assimilei logo que era chegado na coisa. Atravessei meus dezessete e cheguei aos dezoito dando para ele e só parei pois os horários não encaixavam mais devido ao meu trabalho. Quando eu tinha tempo, a mulher dele estava em casa ou meus pais, a coisa miou.

A carência pintou e eu precisava resolver meu problema o mais depressa. Trabalhando e tendo mais liberdade para sair aos finais de semana, acabei conhecendo um comerciante e viramos amigos. Ele, trinta e oito, preto, alto, careca, dono de restaurante popular, percebeu minhas olhadas e também viu a chance para sexo. Após o expediente, a coisa começou a esquentar entre nós. Olhadas e acabei pagando um boquete e dando meu cu no depósito para ele. Pau grosso e mediano, rasgava gostoso e atacava forte o fundo tirando gemidos e até caretas do meu rosto! Em pé, levava rola preta por lá e suas gozadas dentro marcaram bastante. Amo foda tensa e rápida e ele fazia do jeito que eu gosto botando muito tesão. Ele manteve sexualmente ativo e apimentou muito meu gosto por mais pica. No momento é isto. Trarei mais experiências depois.

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