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O Puto Submisso II

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darkfic69

A fazenda poderia ser chata e cheia de tédio às vezes, quando não havia nenhuma diversão ou entretenimento. Era mato e gado o tempo todo. Eu devia estar muito mal-acostumado com a cidade grande.
Abri o meu velho baú e fiquei aliviado ao vê-lo cheio de poeira e teias de aranha. Sinal de que ninguém tinha mexido nele. Abri a tampa e tirei uma revista antiga que eu guardava. Deitei na cama e abri suas páginas. A primeira coisa que vi foi um homem barbudo, com o peitoral cheio de pelos e uma enorme pica grossa e dura. Rapidamente senti uma ereção dentro da calça. Na página seguinte, o cowboy aparecia com a pica presa a um cinto, apertando as bolas e puxando. Não existia nada tão bonito e excitante quanto aquilo. Tirei o pau para fora e comecei a bater uma.
De repente, escutei um barulho vindo da janela. A revista caiu no chão e levei o maior susto.
— Ruiz, o que diabos você faz aqui no meu quarto? Não acredito que pulou a janela.
Ele pegou a revista do chão e deu uma risada.
— Pra que se satisfazer com essas revistas velhas se você tem um macho aqui, de carne e osso? A não ser que a pica desse cara da revista seja maior que a minha... É maior que a minha?
— Claro que não, Ruiz. Óbvio que a sua é maior.
Ele se aproximou e segurou firme a minha nuca, me pegando de jeito.
— Que bom que o meu puto submisso sabe disso. Diz, quem é o seu macho?
— Você... você é o meu macho.
Ele segurou firme o meu pescoço e me puxou para um beijo profundo. Quase não consegui respirar.
— Vai com calma, Ruiz... Aqui não. Tá doido? Meu pai tá lá embaixo. O que ele iria pensar, hein? Dois homens trancados num quarto à meia-noite... Nem quero pensar. Meu pai iria surtar ao descobrir que...
— Descobrir que o filho favorito anda de safadeza com um peão da fazenda? Pior: que o filho é um puto submisso. Seria engraçado ver a cara do seu pai ao saber que você dá a bunda pra mim.
— Ruiz, não fala isso nem de brincadeira. Seriam dois velórios na certa. Ele matava eu e você.
De repente, senti a mão dele segurar firme o meu pau.
— Aaaahhhh, Ruiz...
— Psiu... Vamos fazer silêncio para não acordar o seu painho.
Ele puxou uma pistola da cintura e a colocou sobre a mesinha ao lado da cama. Em seguida, retirou o cinto lentamente, como se tivesse todo o tempo do mundo.
Depois me virou de costas e abaixou a minha calça. Só senti aquele tapa forte na bunda.
— Ruiz, tá doido...? — meu coração acelerou. O barulho foi alto; alguém da casa poderia ter ouvido.
O peão me jogou na cama e pulou sobre mim, dominando-me como um predador domina sua presa. Eu era a presa dele. Naquele momento, não importava se eu queria ou não. Tudo aconteceu tão rápido que mal tive tempo de reagir.
— Que bunda macia. O que você anda passando nessa bundinha?
— Eu uso os cremes da minha irmã...
Senti ele abrir as minhas nádegas com força. De repente, a enorme cabecinha começou a entrar no meu cu, forçando passagem enquanto meu corpo tentava se acostumar novamente com aquilo.
— Ruiz... Por favor, Ruiz... Acho melhor não. Não hoje... Acho melhor no celeiro, é mais seguro.
Ele puxou minha cabeça contra o travesseiro.
— Cala a boca. Não mandei o meu puto submisso falar. Afinal, você mesmo disse que temos que fazer silêncio. Então vamos ver se vai conseguir ficar em silêncio enquanto eu como essa sua bundinha.
Senti os movimentos brutos, o vai e vem na minha bunda. O som da pele batendo contra a pele preenchia o quarto. Cada estocada que eu recebia fazia a cama se movimentar e bater contra a parede. Ele puxava o meu cabelo com força, mordia minha orelha e meu ombro, lambia o suor do meu pescoço e sussurrava palavrões no meu ouvido.
— Toma, meu puto submisso... Toma rola nesse seu cuzinho arrombado...
Aquilo me excitava, deixava o meu pau mais duro. A mão dele apertou firme os meus quadris, dizendo que iria gozar. Ele pôs os braços ao redor do meu pescoço com força, deitou sobre as minhas costas e liberou toda a porra dentro de mim.
— Caralho, que bunda boa... — disse ele, batendo o pau na minha bunda e liberando os restos de porra.
Em seguida, ele se levantou, pôs a roupa e colocou a pistola no cinto.
— Ei, onde vai, peão...?
— Ora, pra casa, ver minha esposa e filhos.
— Achei que, depois dessa foda, você iria ficar aqui comigo. Dormir comigo.
Ele deu uma risada, acendeu um cigarro e me olhou como quem olha para um produto que acabou de usar e depois jogou fora.
— Você não quer que seu pai entre aqui e veja um macho barbudo dormindo ao seu lado, não é mesmo? Até amanhã.
Ele saiu por onde entrou, pulando a janela e sumindo na escuridão da noite. Eu fiquei ali na cama, com a bunda toda gozada, tentando me recuperar daquela foda.

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