Bruno e Breno, os irmãos
Meu meio irmão começou a abusar de mim dormindo até eu resolver ficar acordado
Meu nome é Breno. Tenho 19 anos, curso Ciência da Computação, uso óculos de armação fina e vivo praticamente dentro do quarto. Sou magro, pele clara, cabelo castanho sempre bagunçado e zero experiência com o mundo fora dos livros e dos códigos. Sempre fui o filho tímido, o nerd da casa.
Quando meu pai se casou novamente, ganhei uma madrasta e um meio-irmão que eu mal conhecia: Bruno. Ele tinha 29 anos e acabara de sair da cadeia depois de quatro anos por roubo e lesão corporal. Chegou em casa com o corpo marcado por tatuagens — tribais subindo pelo pescoço, uma caveira no antebraço, frases sombrias pelo peito e braços fortes. Barba rala, cabelo raspado nas laterais, olhar de quem não pede permissão pra nada.
A casa era pequena. Meu quarto virou “quarto dos dois” até ele arrumar emprego e sair. Não tive escolha.
Nas primeiras semanas Bruno até tentou se comportar. Tomava banho, comia e ficava no celular na cama de baixo do beliche. Mas eu sentia o olhar dele o tempo todo.
Quando eu saía do banho só de toalha, ele erguia os olhos devagar, descendo pelo meu peito, pela barriga, parando nas coxas.
— E aí, maninho… tá fresquinho do banho? — disse uma noite, com aquele sorriso cafajeste. — Cuidado pra não esfriar. Aqui em casa o clima esquenta rápido.
Eu corei, murmurei algo sem graça e subi na cama de cima. Ele riu baixo, rouco.
Os comentários foram ficando mais ousados, sempre com duplo sentido.
No jantar, enquanto eu comia, ele olhava para minha boca.
— Você mastiga devagar, hein, Breno. Devia aprender a engolir mais fácil… facilita bastante a vida.
Minha madrasta ria, achando graça. Eu sentia o rosto queimar.
À noite, quando eu trocava de roupa, ele sentava na cama de baixo, pernas abertas, cueca boxer preta marcando o volume grosso, e ficava me encarando.
— Tá ficando um homem, hein? — comentou uma vez, passando a mão na própria barriga tatuada. — Mas ainda parece tão apertadinho… precisa relaxar mais esse corpo, maninho.
Eu evitava responder, dormia cedo com fones no ouvido.
Mas as manhãs começaram a ficar estranhas.
Acordava com um gosto estranho na boca — salgado, levemente amargo, algo branco e seco nos cantos dos lábios. A primeira vez achei que era baba. Depois veio a dor no cu: surda, latejante, como se tivesse sido usado com força. A cueca estava úmida atrás, com manchas esbranquiçadas. Meu corpo cheirava a suor forte, masculino, almiscarado.
Bruno dormia tranquilamente na cama de baixo, como se nada tivesse acontecido.
A tensão aumentava a cada dia.
Teve uma vez que ele levou uma namorada, alguma piranha do bairro, eu fiquei ouvindo ele foder ela no beliche, o quarto não era totalmente escuro, e havia um espelho no guarda roupa onde consegui ver ele metendo na vadia.
Era uma morena vulgar, corpo cheio. Eles subiram no beliche de baixo. Eu fingi dormir, mas a luz do poste entrava no quarto. Pelo espelho do guarda-roupa, vi quase tudo.
Bruno foi bruto desde o começo. Puxou a calcinha dela, abriu as pernas e enfiou a língua na xota, lambendo com fome, fazendo barulhos molhados e obscenos enquanto ela gemia. Chupava forte, cuspia, enfiava a língua fundo. Depois deu um tapa forte na cara dela:
— Cala a boca e empina essa bunda, vadia.
Ele meteu nela com força, segurando o cabelo como rédea, dando tapas na cara e na bunda. Pelo espelho eu via o pau grosso entrando e saindo, brilhando.
Mas eu caí no sono antes do final da transa, devia realmente estar cansado.
Ele começou a insistir em jantarmos juntos.
— Vem, Breno. Vamos comer juntos pra eu te conhecer melhor — dizia, servindo meu prato e colocando um copo grande de refrigerante ao lado. — Bebe tudo. Tá precisando ficar mais forte… eu cuido de você.
O refrigerante sempre tinha um leve gosto amargo no final. Depois do jantar eu ficava absurdamente sonolento.
Uma noite fingi beber só metade e joguei o resto fora. Mesmo assim, o sono veio pesado, mas não total. Consegui sentir fragmentos.
Na noite seguinte, Bruno serviu o refrigerante novamente.
— Bebe tudo, maninho. Hoje você vai dormir como um anjo.
Dessa vez eu fingi beber tudo. Deitei na cama de cima, corpo mole, olhos entreabertos, fingindo um sono profundo.
Bruno esperou quase uma hora. Quando o quarto ficou em silêncio, subiu na cama.
O colchão afundou com o peso dele. Meu coração martelava no peito.
— Hoje você tá bem quietinho… — murmurou ele.
Ele puxou meu short e cueca até os joelhos. Senti o ar frio no cu exposto. Cuspe quente caiu entre minhas nádegas. Dois dedos grossos e calejados me abriram devagar, depois três, metendo fundo, girando, me abrindo sem pressa.
Senti o pau dele roçando. Quente. Pesado. A cabeça grossa pressionando.
Ele empurrou. Dessa vez eu estava consciente o suficiente para sentir cada centímetro da tora grossa dele.
A glande larga forçou minha entrada, me abrindo pouco a pouco. Senti cada veia, cada saliência deslizando para dentro. Era enorme. Quando chegou na metade, mordi o travesseiro com força.
Bruno parou de repente.
— Caralho… — grunhiu, surpreso. — Tá apertando pra porra toda agora. Quando você tá dopado esse cu relaxa todo e engole minha rola fácil… Mas hoje tá apertadinho pra caralho. Tá acordado, né, seu putinho?
Eu congelei. Ele riu baixo, maligno.
— Pode fingir que tá dormindo, Breno. Mas esse cuzinho guloso acabou de te entregar. Tá apertando minha rola como se quisesse mamar.
Sem esperar resposta, ele segurou minha cintura com força bruta e meteu até o fundo com uma estocada violenta. Soltei um gemido abafado no travesseiro.
— Isso! Agora vai tomar gostoso, seu nerd safado — rosnou ele, começando a meter com força bruta. — Eu sabia que você tava gostando dessa rola grossa te arrombando toda noite.
As estocadas ficaram selvagens. Ele batia fundo, sem piedade, o saco pesado estalando contra minha bunda. Cada investida fazia meu corpo todo tremer. Ele segurava meus quadris com as mãos tatuadas, cravando os dedos na pele.
— Toma, porra! Engole essa tora toda, viadinho. Esse cu apertado foi feito pra minha rola — grunhia ele, acelerando ainda mais. — Tá sentindo como eu tô te destruindo? Tá sentindo cada veia raspando dentro de você?
Ele deu um tapa forte na minha bunda, depois outro, e outro. A pele ardia. Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas enquanto metia ainda mais fundo.
— Goza pra mim, puto. Quero sentir esse cu apertando minha rola enquanto eu te encho de porra.
Meu pau latejava, pingando sem parar. Eu não aguentava mais fingir. Comecei a empinar a bunda contra ele, recebendo cada estocada brutal.
Bruno riu triunfante.
— Isso, rebola no pau do irmão, seu putinho faminto. Olha como você gosta de ser arrombado.
Ele meteu com violência por vários minutos, o quarto cheio do som molhado e obsceno de carne contra carne. De repente ele rosnou alto, enterrou a rola até o talo e gozou. Senti jatos grossos e quentes explodindo fundo dentro de mim, enchendo meu cu até transbordar.
Ele não parou. Continuou metendo a rola melada de porra, espalhando tudo.
— Ainda não acabou, não… Abre essa boca.
Ele virou meu corpo de lado como se eu fosse um boneco, segurou minha mandíbula e enfiou a rola suja e ainda dura na minha boca, fodendo minha garganta com estocadas profundas.
— Chupa tudo, vai. Limpa a rola que arrombou seu cu. Engole a porra do irmão, porra!
Eu engasgava, babava, Meus olhos lacrimejaram com aquela tora enfiada até minha garganta, me sufocando mas chupava com fome. Ele gozou pela segunda vez, enchendo minha boca até escorrer pelos cantos dos lábios.
Só então ele desceu da cama, me deu um tapa leve no rosto e murmurou:
— Amanhã você não precisa mais fingir que tá dormindo, maninho. Quero ouvir você gemendo meu nome enquanto eu te fodo.
Fiquei ali, cu arrombado e escorrendo porra, boca cheia do gosto dele, corpo tremendo.
Pela primeira vez, eu não sentia mais medo.
Só tesão.
Eu era a putinha particular de meu irmão.
**********
Obrigado por me ler!
Comente, critique, vote, sua participação é muito importante!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Filipinho: Top entre irmãos
Responder↴ • uid:1ckk3wugcd4rMG85: Conto perfeito! Precisa continuar. Esse irmão tem que ser submisso e o pai deve entrar na história.
Responder↴ • uid:13uangynucvm