#Estupro #Gay #Teen #Virgem

Caio e Rafa, 15 anos

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Fabio M.

Caio e Rafa tem 15 anos, um é estuprado pra proteger o outro. Até onde você iria pra proteger quem ama?

O cheiro de cloro sempre me deixava nervoso, aos 15 anos, eu parecia um gatinho assustado. Mal tinha pelos do corpo, era mirrado e assustado.
Talvez porque a academia inteira parecesse brilhante demais. As luzes refletindo na água azul, os azulejos molhados, o eco das vozes no teto alto. Tudo parecia exposto ali dentro. Não tinha onde esconder o corpo, o jeito de andar, o jeito de falar.
E eu sabia exatamente como os outros meninos me viam.
O afeminado.
Mesmo quando ninguém dizia nada, eu percebia nos olhares demorados, nas risadinhas abafadas perto dos armários, nos “sem querer” exagerados.
— Foi mal, princesa.
O ombro de Zecão bateu no meu quando passei pelo corredor da piscina. Os amigos dele riram.
Fingi não ouvir.
Sempre fingia.
Abaixei os olhos e continuei andando até o banco perto da borda. Minhas mãos tremiam um pouco enquanto eu ajeitava os óculos de natação.
— Eles são idiotas.
Levei um susto.
O garoto ao meu lado estava sentado descalço no chão, apoiando os braços nos joelhos. Eu já tinha visto ele antes nas aulas, mas nunca tínhamos conversado.
Moreno, minha idade mas já mais desenvolvido, cabelo molhado pingando na testa, ombros largos de quem nadava havia anos.
— Você não precisa ligar — ele continuou.
Dei um sorriso fraco.
— Fácil falar.
Ele me olhou por alguns segundos.
— Sou o Rafa.
— Caio.
Foi assim.
Pequeno. Simples.
Mas, depois disso, ele começou a sentar perto de mim antes das aulas. Às vezes comentava alguma coisa idiota sobre o treinador. Às vezes dividia balas de menta escondido porque “cloro deixa gosto ruim na boca”.
E, aos poucos, comecei a esperar por aquilo.
Rafa era o tipo de garoto que ocupava espaço sem esforço. Alto, confiante, sempre bronzeado de praia. As pessoas naturalmente olhavam pra ele quando entrava em algum lugar.
O que tornava ainda mais estranho o fato de ele olhar pra mim.
Numa terça-feira, os meninos começaram de novo no vestiário.
— Vai trocar aqui mesmo ou tá esperando cabine feminina?
Risadas.
Meu rosto queimou imediatamente.
Tentei ignorar enquanto tirava a camiseta, rápido, evitando olhar pros lados.
Então ouvi Rafa.
— Cala a boca, Zecão.
O silêncio veio quase instantâneo.
— Ih, virou namorado dele agora? — um dos outros falou.
Rafa nem hesitou.
— Melhor que virar um babaca igual vocês.
O clima pesou na hora.
Zecão deu um passo à frente, mas Rafa sustentou o olhar sem recuar. Alto, firme, mandíbula travada.
Por um instante achei que fossem sair no soco.
Mas Zecão apenas riu sem humor.
— Vocês dois são estranhos.
Depois saiu com os amigos.
Eu fiquei parado perto do armário, sem conseguir respirar direito.
— Você não precisava fazer isso — falei baixo.
Rafa deu de ombros.
— Precisava, sim.
Foi a primeira vez que alguém me defendeu daquele jeito.
A primeira.
Depois disso, começamos a voltar juntos da natação. Descobri que ele morava três ruas acima da minha. Às vezes caminhávamos em silêncio; outras vezes conversávamos por horas.
Sobre música.
Filmes.
Medo de futuro.
Coisas pequenas.
E havia momentos em que eu pegava Rafa olhando pra mim com uma expressão estranha, como se estivesse tentando entender alguma coisa.
Numa sexta-feira quente, ele perguntou:
— Você já foi na praia daqui?
— Faz tempo que não vou.
— Então vai comigo amanhã.
Meu coração disparou tão rápido que tive medo de parecer óbvio.
— Tá.
O céu estava branco de calor no dia seguinte. A areia queimava os pés e o vento vinha úmido, grudando sal na pele. Rafa parecia pertencer àquele lugar; andava tranquilo, carregando a prancha velha de bodyboard debaixo do braço.
Eu me sentia deslocado até na praia.
Magro demais.
Branco demais.
Estranho demais.
Mas com ele perto, aquilo diminuía.
Entramos no mar juntos. A água estava gelada no começo, depois confortável. Rafa mergulhava sem medo, me chamando mais fundo.
— Vem, covarde!
— Eu não sei nadar direito no mar!
— Eu tô aqui!
Eu ri.
E fui.
Talvez tenha sido confiança demais.
Talvez eu tenha percebido tarde o quanto a corrente puxava.
Só lembro da água ficando mais forte de repente. O chão sumindo dos pés. O sal entrando pelo nariz quando tentei respirar.
— Rafa!
A voz saiu quebrada.
Uma onda bateu direto no meu rosto.
Depois outra.
Meu corpo começou a entrar em pânico imediatamente. Braços desordenados. Respiração errada. Quanto mais eu tentava voltar, mais a água me puxava.
Vi Rafa virar na minha direção.
O rosto dele mudou na hora.
— CAIO!
Depois tudo virou confuso.
Água.
Barulho.
Mãos tentando me alcançar.
Em algum momento afundei.
A sensação foi horrível. Silêncio embaixo d’água. O peito queimando. O corpo ficando pesado.
E então alguém me puxou.
Quando abri os olhos de novo, estava tossindo violentamente na areia.
O céu girava acima de mim.
Havia pessoas em volta.
Um salva-vidas ajoelhado do meu lado.
Rafa estava tão pálido que parecia doente.
— Ele voltou? — ouvi ele perguntar, desesperado. — Ele tá respirando?
— Calma — disse o salva-vidas.
Só então percebi que eu não conseguia puxar ar direito.
O homem inclinou minha cabeça para trás.
— Relaxa. Respira.
Mas eu não conseguia.
Veio uma pressão forte no meu peito.
Depois a respiração boca a boca.
Distante, ouvi Rafa discutindo com alguém:
— Faz alguma coisa, porra!
A voz dele falhou no meio.
Nunca tinha ouvido Rafa assustado antes.
Quando finalmente consegui respirar sozinho, comecei a tossir água salgada sem parar. Meu corpo inteiro tremia.
Rafa caiu de joelhos do meu lado quase imediatamente.
— Idiota… — ele falou, a voz quebrada. — Idiota, idiota…
Achei que ele estivesse bravo.
Mas então percebi que os olhos dele estavam cheios d’água.
As mãos agarraram meu rosto com força, como se precisasse confirmar que eu ainda estava ali.
E naquele instante — com o gosto horrível de sal na boca, areia grudada na pele e o coração disparado — entendi uma coisa pela maneira como ele me olhava:
eu tinha assustado Rafa muito mais do que um amigo assustaria outro.

Quando finalmente consegui respirar direito, o salva-vidas — um homem forte, por volta dos 35 anos, pele bronzeada e uniforme justo — se aproximou mais. Ele tinha me carregado para fora da água junto com Rafa e agora me olhava com uma atenção excessiva.
— Você ainda tá fraco. Melhor não ficar aqui no sol. Vamos pra sala de primeiros socorros, tem ar-condicionado e maca — disse ele, segurando meu braço com firmeza.
Rafa, ainda pálido e molhado, concordou na hora:
— Vamos, Caio. Você precisa descansar.
Eu mal conseguia andar. As pernas tremiam. O salva-vidas passou meu braço por cima do ombro dele e me ajudou a caminhar até uma construção pequena nos fundos da praia, longe da multidão. Rafa veio logo atrás.
Assim que entramos na sala fechada, o salva-vidas trancou a porta.
— Aqui tá mais tranquilo — falou, com a voz mais baixa.
Ele me deitou na maca. Eu ainda tossia um pouco, o peito doendo. Ele começou a passar as mãos pelo meu torso, “checando” se estava tudo bem. As mãos eram grandes, quentes e demoravam demais.
— Respiração ainda tá fraca… — murmurou.

A mão dele desceu rápido e agarrou meu pau por cima da sunga molhada. Apertei os olhos, tentando empurrar o braço dele.
— Não… por favor…
— Shhh. Relaxa, garoto.
Ele puxou minha sunga pra baixo com força, expondo meu pau. Começou a masturbar devagar, apertando a cabeça com o polegar. Meu corpo traía, endurecendo contra a vontade.
A outra não foi direto pra minha bunda branca, os dedos procurando meu cu.
Rafa deu um passo à frente, furioso:
— Que porra é essa? Tira a mão dele agora!
O salva-vidas olhou para Rafa com um sorriso frio e disse:
— Sai da sala, moleque. Isso não é da sua conta. Vai esperar lá fora.
— Eu não vou a lugar nenhum! — Rafa quase gritou, a voz tremendo de raiva. — Seu filho da puta, solta ele!
Ele me largou na maca e, em dois passos, agarrou Rafa pela nuca, prensando o garoto contra a parede com força bruta.
— Sai da sala, moleque — rosnou para Rafa.
— Vai se foder! Eu não vou sair! — Rafa gritou, se debatendo.
O salva-vidas riu baixo, um som gutural.
—Então é seu cu que vou comer, pirralho— ele rosnou para Rafa.
Com um movimento rápido e violento, puxou o short molhado de Rafa para baixo, expondo a bunda redonda e branca. Cuspiu na mão grossa, passou no próprio pau monstruoso e pressionou a cabeça larga contra o buraco apertado dele.
— NÃO! NÃO FAZ ISSO, CARALHO! — Rafa berrou, a voz falhando de pânico.
O salva-vidas não hesitou. Empurrou com toda a força animal. Rafa soltou um grito agudo e desesperado quando a rola grossa rasgou sua entrada, abrindo ele sem piedade.
— Aaaahhh! Tá rasgando! Tira! Tira por favor! — berrou Rafa, o corpo inteiro convulsionando, lágrimas escorrendo pelo rosto.
O salva-vidas grunhiu como um animal, segurando a cintura fina de Rafa com as duas mãos grandes e meteu mais fundo, enterrando o pau de uma vez. Começou a foder com estocadas selvagens, brutais, como um bicho no cio. O som era obsceno: pele batendo com força, o cu de Rafa sendo arrombado seco, grunhidos roucos do homem.
— Porra… que cu virgem apertado… — rosnou ele, socando cada vez mais fundo, as bolas pesadas batendo contra a bunda de Rafa.
Rafa berrava sem parar, a voz rouca e quebrada:
— Aaaaiii! Tá doendo muito! Para! Por favor, para! Eu não aguento!
O pau de Rafa permanecia completamente mole, balançando sem vida entre as pernas enquanto o salva-vidas o fodia como um animal, metendo com força selvagem, o corpo grande batendo contra o dele. Cada estocada fazia Rafa gritar mais alto, o cu sendo destruído, alargado à força.
O salva-vidas acelerou, grunhindo como um porco, suor escorrendo, metendo com fúria. Segurava Rafa pelos quadris e puxava ele contra si a cada investida, empalando o garoto até o talo.
Rafa soluçava e berrava, as pernas tremendo, o corpo todo sacudindo:
— Nãooo! Tá me matando! Aaaahhh!
Com um rugido animal, o salva-vidas enterrou o pau até o fundo e gozou violentamente, enchendo o cu de Rafa com jatos grossos e quentes de porra. Ficou ali, pulsando dentro dele, grunhindo baixo enquanto esvaziava tudo.
Quando finalmente tirou o pau, um fio grosso de porra escorreu pelas coxas trêmulas de Rafa, que deslizou pela parede e caiu de joelhos no chão, chorando, o cu piscando e latejando, completamente arrombado.
O salva-vidas se levantou, o pau grande ainda semi-duro pingando, e olhou para nós dois com uma expressão dura.
— Agora escutem bem, seus merdinhas — rosnou, a voz baixa e ameaçadora. — Se qualquer um de vocês dois abrir a boca sobre o que aconteceu aqui, eu juro por Deus que vou destruir a vida de vocês. Conheço todo mundo nessa praia, inclusive os treinadores da natação. Posso fazer vocês serem expulsos da equipe, espalhar que são dois viadinhos que vieram me oferecer o cu. Entenderam?
Rafa tentou se levantar, as pernas fracas, lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Seu filho da puta… — murmurou entre dentes.
O salva-vidas deu um passo à frente e agarrou Rafa pelo cabelo molhado, puxando com força.
— Quer bancar o valente? Então levanta e sai da sala agora. Os dois. Caladinhos. Se eu ouvir qualquer barulho ou se vocês tentarem contar pra alguém, eu vou atrás de vocês. Entenderam?
Rafa assentiu devagar, derrotado. Eu também, ainda deitado na maca, o corpo tremendo de choque.
— Bom. Agora vaza. Os dois. E não quero ver cara de vocês por aqui de novo hoje.
Rafa puxou o short para cima com dificuldade, o cu latejando e escorrendo porra. Ele me ajudou a levantar, as mãos trêmulas. Saímos da sala mancando, sem dizer uma palavra. O salva-vidas fechou a porta atrás de nós com um baque seco.
Do lado de fora, o sol ainda brilhava forte na praia. Rafa não conseguia olhar pra mim. O short dele estava molhado na parte de trás, o rosto vermelho de vergonha e raiva.
Caminhamos em silêncio até o ponto de ônibus, os dois destruídos, o peso do que tinha acontecido ali dentro esmagando a gente.
Depois daquele dia, Rafa mudou.
Não foi de uma vez. Não teve nenhuma conversa dramática nem pedido de desculpas imediato. Foi acontecendo aos poucos, em pequenas coisas.
Ele ficou mais quieto.
Na natação, já não ria alto com os outros meninos nem respondia provocações do Zecão. Entrava na água, treinava e ia embora cedo. Às vezes eu percebia ele olhando perdido para o fundo da piscina, como se estivesse em outro lugar.
E comigo… comigo ele ficou cuidadoso demais.
— Você comeu hoje?
— Tá respirando melhor?
— Dormiu direito?
Perguntas pequenas. Constantes.
Eu respondia sem olhar muito nos olhos dele porque ainda existia alguma coisa pesada entre nós dois. Uma coisa sem nome.
Nenhum de nós falava sobre a praia.
Mas ela estava sempre ali.
No silêncio.
Nos sustos.
No jeito que Rafa travava quando alguém tocava nele de repente.
Certa noite, depois do treino, começou a chover tão forte que tivemos que esperar sentados na arquibancada vazia da academia. As luzes da piscina já estavam apagadas; só restava o reflexo azulado da iluminação de emergência tremendo na água.
Rafa estava sentado ao meu lado, os cotovelos apoiados nos joelhos.
— Você tá bravo comigo? — perguntou de repente.
A pergunta me pegou desprevenido.
— Não.
Ele ficou em silêncio alguns segundos.
— Mas devia.
A chuva batia pesada no telhado metálico acima da gente.
Olhei pra ele pela primeira vez direito em semanas.
Rafa parecia cansado. Olheiras fundas. Ombros tensos o tempo inteiro.
— Você tentou me proteger — falei baixo.
Ele soltou uma risada sem humor.
— Bela proteção.
A voz falhou no final.
Meu peito apertou imediatamente.
Rafa esfregou as mãos no rosto molhado, respirando fundo antes de continuar:
— Eu só… eu vi aquele cara olhando pra você lá na areia antes mesmo da gente entrar na sala. E depois… quando ele trancou a porta… — ele engoliu seco. — Eu achei que, se alguém fosse se ferrar, era melhor eu.
Fiquei sem saber o que responder.
Porque não existia resposta boa pra aquilo.
Só dor.
Rafa olhava fixo pra piscina enquanto falava, como se não tivesse coragem de me encarar.
— Você quase morreu naquele dia, Caio. Quando te puxaram da água… eu achei que tinha perdido você.
A frase saiu quebrada.
Pela primeira vez desde a praia, entendi o tamanho do medo dele naquele momento.
Não era heroísmo.
Era desespero.
A chuva começou a diminuir lá fora.
Rafa finalmente virou o rosto na minha direção. Os olhos dele estavam vermelhos.
— Eu não conseguiria suportar ver alguém machucar você daquele jeito.
Meu coração disparou devagar, pesado.
Ele hesitou antes de continuar:
— Acho que eu faria qualquer coisa por você.
O silêncio entre nós mudou naquele instante.
Ficou menor.
Mais quente.
Rafa aproximou a mão da minha devagar, como se tivesse medo de assustar um animal ferido. Os dedos tocaram os meus de leve.
— Desculpa — ele murmurou. — Por tudo.
Então, tímido de um jeito que eu nunca tinha visto nele, Rafa se inclinou e roubou um beijo rápido da minha boca.
Foi breve.
Assustado.
Quase infantil.
Mas quando ele tentou se afastar imediatamente, segurando a própria respiração como se esperasse rejeição, eu puxei sua mão de volta.
E pela primeira vez desde a praia, nenhum dos dois parecia completamente sozinho.
Depois daquele beijo tímido, o ar entre nós mudou. Rafa me olhou por um longo tempo, como se pedisse permissão. Eu assenti devagar.
Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou de novo, agora mais fundo, mais lento. A chuva caía suave lá fora enquanto ele me guiava para o chão acolchoado da arquibancada. Deitamos lado a lado, corpos ainda molhados dos treinos.
Rafa foi extremamente cuidadoso. Beijou minha testa, minhas bochechas, desceu pelo pescoço, lambendo a pele com carinho. Tirou minha camiseta devagar, beijando cada pedaço que aparecia — peito, barriga, os ossos do quadril. Quando chegou na minha sunga, olhou pra mim pedindo confirmação. Eu levantei o quadril, ajudando ele a tirar.
Meu pau estava duro, latejando. Rafa beijou a cabeça devagar, depois lambeu toda a extensão com a língua quente. Segurou meu pau com a mão e chupou com calma, sugando devagar, girando a língua na glande. Eu gemia baixinho, a mão no cabelo dele.
— Você é lindo pra caralho, Caio… — murmurou contra minha pele.
Ele virou meu corpo com delicadeza, me deixando de bruços. Abriu minhas pernas e beijou minhas nádegas, uma de cada vez. Depois, com as mãos tremendo de desejo contido, separou minhas bandas e lambeu meu cu devagar, circulando o anel apertado com a língua quente e molhada. Eu soltei um gemido mais alto, empinando instintivamente contra a boca dele. Rafa lambeu com paciência, enfiando a ponta da língua, chupando, deixando tudo molhado de saliva.
— Rafa… por favor… — implorei, a voz rouca.
Ele subiu, beijando minhas costas até chegar no meu ouvido.
— Tem certeza? — sussurrou.
— Sim… quero você.
Rafa cuspiu na mão, lubrificou o próprio pau adolescente, duro pra caralho e posicionou a cabeça na minha entrada. Entrou devagar, centímetro por centímetro, parando sempre que eu tensionava.
— Respira… isso… relaxa pra mim — murmurava, beijando minha nuca.
A ardência inicial do meu cu virgem deu lugar a um prazer profundo quando ele entrou completamente. Rafa ficou parado um tempo, abraçando meu corpo por trás, o peito colado nas minhas costas, me enchendo de beijos no ombro.
Depois começou a mover o quadril devagar, estocadas longas e profundas. Cada movimento fazia eu gemer mais alto, o prazer crescendo como uma onda. Rafa segurava minha mão, entrelaçando os dedos, enquanto metia com ritmo carinhoso mas firme.
— Tá gostoso? — perguntou rouco, mordendo de leve minha orelha.
— Sim… mais fundo… — pedi, delirando.
Ele acelerou um pouco, ainda controlado, batendo naquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas. Meu pau duro esfregava contra o acolchoado a cada estocada, me levando à loucura. Eu gemia sem parar, o corpo tremendo.
Rafa virou meu rosto e me beijou enquanto metia, línguas se enroscando. O ritmo ficou mais intenso, mas ainda cheio de cuidado. Ele segurava minha cintura, puxando-me contra si.
— Vou gozar… — avisei, a voz falhando.
— Goza pra mim, amor — ele gemeu no meu ouvido.
Eu gozei forte, jatos quentes sujando o acolchoado enquanto meu cu apertava o pau dele. Rafa gemeu alto, deu mais algumas estocadas profundas e gozou dentro de mim, enchendo meu interior com porra quente, pulsando longamente.
Ficamos assim por um tempo, ofegantes, ele ainda dentro de mim, abraçando meu corpo com força.
Rafa beijou minha nuca com carinho e sussurrou:
— Eu cuidarei de você… sempre.

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