Minha amiga e afilhada
Sempre fui muito amiga da Suzi, fomos a vida inteira o que se pode chamar sem medo de errar de melhores amigas, desde as primeiras letras, até a porta da Universidade, estudamos na mesma classe. Ainda como adolescentes, ensinamos uma a outra a beijar e naquela época, por muito pouco não chegamos a fazer sexo , só não aconteceu, porque éramos bem populares e tínhamos todos os garotos a nossos pés e nunca deixamos de contar todos os detalhes de nossas descobertas e aventuras uma para outra, sabemos quem foram os primeiros que nos masturbaram e os primeiros que chupamos, em fim tudo que "boas meninas fazem". Mesmo fazendo cursos superiores diferentes, passamos horas ao telefone durante a semana e seguramos velas uma para outra até que ela se apaixonou perdidamente por Arthur, um tesão de homem que sempre me deixou com agua na boca. Fui sua madrinha de casamento e nossa amizade continuou firme e forte, a ponto de algumas vezes eu dizer para ela que se um dia eles resolvessem levar mais alguém para a cama, eu estaria a disposição, mas esses comentários sempre foram em tom de brincadeira. Minha carreira acadêmica foi mais comprida que a dela, pois assim que ela graduou em arquitetura, foi para o mercado de trabalho, já eu assim que acabei medicina, fiz mais quatro anos de residência em cirurgia. Nosso contato diminuiu consideravelmente, mas a amizade não. Em uma quinta feira, que eu estava dobrando o plantão, uma enfermeira me chamou na sala de descanso, dizendo que tinha um casal bem bêbado querendo falar comigo. Levantei e fui ver era Suzi e Arthur que estavam para lá de bêbados, falando alto, me abraçaram, me beijaram . Na tentativa diminuir o escândalo, os levei para um consultório mais reservado, lá Suzi me agarrou na frente do marido e disse em alto e bom tom: "está na hora de você cumprir sua promessa, meu marido confessou que é louco para te comer". Metade das pessoas que estavam no hospital devem ter ouvido a indiscrição de Suzi, para disfarçar, gritei: "Você não tomou seus remédios, vai já para sua casa e quando passar o efeito do álcool trate de se medicar". Sai do consultório ao mesmo tempo que os seguranças entraram para colocar os dois para fora do PS. Na sexta feira a noite, cheguei em casa arrebentada depois de quarenta e oito horas no ar e o celular toca, era Suzi pedindo mil desculpas. falei com ela enquanto tomava banho, disse que ia dormir sem hora para acordar, pois estava de folga o fim de semana inteiro.
Na hora do almoço de sábado, o interfone tocou insistentemente, eram os dois, autorizei a subida do casal que trazia nos braços várias embalagens de comida. Enquanto eles arrimavam a mesa, eu tomei um belo banho e almoçamos tranquilamente, os dois meio envergonhados pela quinta feira, mas com olhares de sacana. Como era costume meu e dela depois do almoço, colocamos uma música e deitamos no chão, mas a intenção do casal era outra, no meio da conversa Suzi me aplicou um daqueles beijos de língua que tínhamos ensaiado quando adolescente, só que dessa vez com Arthur agarrado às suas costas com o cacete colado em sua bunda. Assim que ela desgrudou sua boca da minha, foi a vez de seu marido a enfiar a língua na minha boca enquanto Suzi alisava minha bunda com uma mão e com a outra meus seios. Eu já não deitava com ninguém a quase um mês e já que era para ser comida que fosse com estilo, levantei do chão puxando Suzi pela mão que trouxe agarrada a ela seu marido, no quarto nós três nos despimos ao mesmo tempo . Ao ver aquela cobra dura entre nós duas, beijei o macho, enquanto Suzi que sempre adorou chupar um cacete ajoelhou entre nós. Não sei se fui empurrada ou se puxei o Arthur, mas a verdade é que em uma fração de segundos eu estava de pernas e tendo a buceta penetrada pela caceta do marido da minha amiga enquanto ela esfregava a buceta como uma louca. Senti a ejaculação e imediatamente entrei em orgasmo profundo. Ainda meio aturdida, ouço Suzi dizer: "Agora é minha vez". Sem explicar o que queria, Suzi colou sua buceta na minha e passou a esfregar. Nossa, aquela era minha primeira relação com outra mulher e minha excitação logo subiu e gozamos juntas em um espetáculo gravado pelo celular de Arthur. De lá para cá em todos meus fins de semana livre meus afilhados de casamento me visitam.
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