#Outros

Foda com 3 machos dotados, atrás de casinha abandonada no sertão.

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SELMA RECIFE

Bom dia meus amores, aqui é Selma Recife e quero contar pra vocês o dia em que subi a Serra Negra em Bezerros, interior de Pernambuco, com meu corno manso Márcio filmando tudo e três machos de paus monstros que peguei no Telegram. Chegamos naquela casinha abandonada das fotos, eu já molhada de suor e tesão, puxei a calcinha pro lado e pedi pra eles me arrombarem sem dó: buceta primeiro, depois cu sem lubrificante, quatro gozadas minhas gritando de dor e prazer, cagando na rola deles enquanto revezavam disputando quem me fazia soltar mais merda, meu cu virando um túnel escuro vazando porra e bosta no final, tudo na frente da casinha com medo de carro passar na trilha. Quer sentir cada cheiro, cada gemido, cada porrada? Lê até o fim que você vai correr pro meu site www.selmaclub.com e meu FANVUE www.fanvue.com/brazilians2026 pra ver as fotos e vídeos reais e marcar sua vez.

Subindo a serra o sol batia quente na minha pele, o shortinho colado na bunda suada e a calcinha rosa apertando meu cuzinho já piscando de vontade. Márcio dirigia calado, meu corno fiel, e no banco de trás estavam Carlos, Felipe e Vinicius, os três paus duros marcando as bermudas só de me olhar. “Porra Selma, tua bunda tá cheirando a puta no cio já”, disse Carlos cheirando o ar. Eu ri safada: “É o cheirinho natural que vicia vocês, né? Quanto mais suada e quente, melhor pra lamber”. Vinicius apertou meu peito por cima da blusa vermelha: “Tá molhada já, vadia? Mostra pra gente”. Eu abri as pernas ali mesmo no carro: “Toca aqui, sente como minha buceta tá babando pelo pau de vocês”.

Quando estacionamos perto da casinha branca e velha, eu não aguentei mais um passo. “É aqui mesmo, porra! Não dou mais um passo sem levar vara no rabo”, falei pulando do carro e andando até a pedra grande na frente da casa, exatamente como nas fotos. Márcio já ligou a câmera tremendo: “Selma, calma, pode passar carro...”. Eu ignorei: “Foda-se o carro, corno! Filma tudo que hoje teu mulherão vai virar puta de três machos”. Felipe e Vinicius já tiraram os paus pra fora – enormes, grossos, veias saltadas, cabeça roxa brilhando. Carlos se aproximou por trás: “Cheira primeiro, Selma? Tá fedendo a cu suado bom pra caralho”. Eu me curvei na pedra, puxei o short pro lado e abri a bunda com as duas mãos: “Enfia a língua fundo, seu cachorro! Meu cu tá aberto piscando, vai rodar lá dentro e sentir o sabor do melhor chocolate do planeta”.

Carlos ajoelhou e enfiou a língua quente no meu cu, rodando, sugando. “Hmmm, porra, tá salgado e doce ao mesmo tempo, vadia casada”, ele gemeu. Eu gemi alto: “Mais fundo, lambe meu intestino, Carlos! Faz barulho, chupa!” Felipe segurou meu cabelo: “Olha pro corno, Selma. Diz pra ele que ele nunca vai comer esse cu como a gente”. Eu olhei pra Márcio filmando: “Viu, corno manso? Esses machos de verdade vão me destruir hoje. Tu só filma e bate punheta depois”. Vinicius riu: “Toma, puta, chupa meu pau enquanto ele te limpa o cu”. Eu abri a boca e engoli metade do pau dele, babando grosso: “Glurp... glurp... que pau gostoso, Vinicius... me engasga!”.

Eles me viraram nua em segundos. Blusa vermelha no chão, calcinha rosa jogada na terra, chinelos de dedo ainda nos pés. Contra a parede da casinha, exatamente onde estou nas fotos de costas, Carlos enfiou o pau na minha buceta de uma vez. “Aaaahhh porraaa! Que rola grossa, me rasga a buceta!” gritei. Ele meteu selvagem, ploc-ploc-ploc, minhas tetas balançando: “Toma, vadia! Buceta de casada é a melhor, aperta meu pau assim”. Eu gozei a primeira vez em menos de um minuto, esguichando no chão: “Tô gozando, caralho! Não para, mete mais fundo!”. Márcio tremia: “Selma, baixa a voz, vai chamar atenção...”. Eu ri entre gemidos: “Deixa virar gangue, corno! Quero que todo mundo veja como me fodem melhor que você”.

Felipe tomou o lugar, me virou de frente pra pedra e enfiou na buceta de novo: “Agora é minha vez, puta. Olha pra câmera e diz que ama pau de estranho”. Eu olhei pra Márcio: “Amo pau de estranho mais que o teu, corno! Me fode, Felipe, rasga minha buceta!”. Ele meteu forte, minhas coxas tremendo, suor escorrendo. Vinicius enfiou na minha boca: “Chupa enquanto leva na buceta, vadia. Engole tudo”. Eu babava: “Mmmph... que delícia... dois paus ao mesmo tempo...”. Gozei a segunda vez, pernas moles: “Aiii tô gozando de novo, porraaa!”.

Eles me levaram pra trás da casinha, onde ninguém via da estrada. “Agora o cu, Selma. Sem cuspe, sem lubrificante, do jeito que tu gosta”, disse Carlos. Eu abri a bunda: “Mete seco, Carlos! Anal tem que doer pra eu gozar muito”. Ele encostou a cabeça grossa no meu cu e empurrou. “Aaaarghhh! Dói pra caralho, mas não para! Arromba!” gritei. Ele meteu fundo, rasgando: “Toma cu de puta! Tá apertando minha rola toda”. Eu gemia alto: “Mais forte, Carlos! Me faz sangrar se precisar!”. Márcio nervoso: “Selma, vai chamar alguém...”. Eu: “Foda-se! Filma meu cu sendo destruído, corno!”. Gozei a terceira vez só com dor no cu: “Tô gozando no cu, aaaahhh!”.

Vinicius trocou: “Minha vez de arrombar esse cu fedido”. Ele meteu mais fundo ainda, sem parar. “Prrrt... prrrt...” eu peidei alto. “Olha, ela tá soltando gás de puta”, riu Felipe. Vinicius: “Quero mais, cagando na minha pica agora!”. Eu não aguentei: comecei a soltar merda mole enquanto ele entrava e saía. “Tá saindo merda no meu pau, porra! Que delícia, vadia nojenta!” ele gritou metendo mais forte. “Caga mais, Selma! Ensuje minha rola toda!”. Eu gritava de prazer e dor: “Tô cagando no teu pau, Vinicius! Arromba mais, faz sair tudo!”. Gozei a quarta vez, corpo tremendo: “Tô gozando cagando, caralhooo!”.

Eles revezaram no cu, cada um metendo na merda que saía. Felipe: “Agora eu, puta. Caga na minha cabeça de pau também”. Eu: “Toma, Felipe! Tô cagando tudo, olha o corno filmando!”. Márcio: “Selma... tá muito nojento...”. Carlos humilhou: “Cala a boca, corno! Tua mulher é uma latrina viva e tu adora”. Vinicius: “Disputa agora: quem faz ela cagar mais ganha o cu até o fim”. Eles metiam sem parar, eu cagando sem controle, merda escorrendo nas coxas, cheiro forte no ar. “Prrrt... ploc... mais merda saindo!” eu gemia. “Arrombei de vez, olha o túnel!”, gritou Felipe depois de minutos. Meu cu aberto como cratera, escuro, vazando bosta e porra misturada.

Então veio a rotação total: Carlos na buceta, Vinicius no cu cheio de merda, Felipe na boca. “Toma os três buracos, puta de Recife!”, disse Vinicius. Eu babava: “Mmmph... me usem... sou buraco de macho!”. Trocaram posições mil vezes contra a parede, na pedra, de quatro no chão sujo. “Olha pro corno, Selma. Diz que ele nunca vai ter isso”, ordenou Carlos. Eu: “Nunca, corno! Só esses paus monstros me destroem!”. Márcio filmava calado, pau duro na mão.

No final cada um gozou no meu cu. Carlos primeiro: “Toma porra, vadia! Enche esse túnel!”. Vinicius: “Minha vez, toma mais leite quente!”. Felipe: “Última, puta! Fica arrombada pra sempre!”. Meu cu escancarado, escuro, vazando rios de esperma misturado com minha merda. Eu ofegante: “Márcio, pega o papel higiênico no carro pra eu limpar esse cu destruído, corno!”. Ele correu obediente.

Isso foi só o começo da trilha e do final de semana inteiro em Bezerros, meus amores. Tem muito mais foda pesada, mais machos, mais merda e mais arrombamento vindo. Se quiserem me achar pra marcar aventura ou ver tudo completo, é só ir no meu FANVUE www.fanvue.com/brazilians2026 e no meu site www.selmaclub.com – link tá no Telegram que deixo sempre aberto. Postagens diárias cheias de loucuras como essa. Comenta aí embaixo se você gozou lendo, se quer ser o próximo a sentir meu cheirinho e meu cu, e se já tá viciado. Um abraço safado da Selma Recife, sempre pronta pra dar o cu onde der vontade!
Selma Recife
Em www.bit.ly/selmatudo tem meus contatos, mulhares de fotos, vídeos e contos FREE mesmo.

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