Escravo Familiar: Capítulo 13 (Sozinho)
Ao amanhecer, papai não estava mais no quarto. Olhei a hora no celular; eram 10:00. Levantei-me da cama pelado, indo para o banheiro, fiz minhas necessidades e, na volta para cama, encontrei um bilhete no criado-mudo ao lado da cabeceira da cama.
"Papai vai trabalhar, volto mais tarde. Aproveite seu dia de descanso, hoje não iremos foder e também não vou te emprestar a ninguém, princesa do papai." Até mais tarde, te amo!
Sorri para o bilhete e fui tomar café da manhã.
...
Por volta do meio-dia, fui para casa da minha mãe, almocei com ela e conversamos bastante sobre minha atual vida. Minha mãe estava preocupada com meus afazeres de escravo sexual e me perguntou como eu ainda aguentava levar tantos paus no cu, de tamanhos e espessuras diferentes.
— Ah, mamãe, pra mim é fácil, seu filhote gosta de pau, sentir o sabor de um homem é delicioso, você sabe disso.
— Ah, filho, disso eu sei, só que eu, como mulher, tenho a vagina, que é mais elástica e também foi feita para o sexo. Você tem a boca e o ânus, que é mais complicado. Eu já tentei fazer anal algumas vezes, mas não é para mim. É desconfortável e não me dá nem um pouco de prazer, só me causa dor.
— Bem, mamãe, isso é individual de cada um. Tem gente, como eu, que se adapta; já tem outros que não. Quando é feito com cuidado, é extremamente prazeroso.
— Ah, não, prefiro não fazer, me incomoda muito me cutucarem na porta dos fundos. kkk
— Ai, mamãe, só tu mesmo para me fazer rir uma hora dessas.
...
Na parte da tarde, fui aprontar um pouquinho; já estava louco para dar novamente. Mas papai me deu o dia de folga, então teria que me virar. Não posso procurar macho fora sem seu consentimento e também não poderia chamar algum parente meu para afogar o ganso. Se papai descobrisse algo assim sem seu consentimento, o cinto iria cantar no meu lombo, então fui me aventurar pelas suas roupas íntimas sujas, pelas do meu irmão Thiago, que mora com nós dois, e nos seus tênis com chulé.
...
Saí do meu quarto no andar de baixo da casa e subi para o segundo andar. Entrei no seu quarto; eu tinha sido o último a levantar da cama e não tinha arrumado a bagunça que ficou na cama. Retirei minhas roupas e, nu, fucei no cesto de roupas sujas do banheiro do quarto do meu pai.
Encontrei a última cueca que ele tinha retirado, levei-a ao rosto, enfiei o nariz na região onde alojava seu maravilhoso pau e aspirei fundo.
Fsssssssssssss!
Nossa, que delícia de cheiro. A cueca estava molhada pelo seu suor e apresentava algumas gotas de xixi respingadas. Com a cueca na mão, fui para sua cama, jogando-me no meio entre os travesseiros.
Ao deitar, coloquei um travesseiro nas minhas costas, encostado na cabeceira da cama, coloquei novamente sua cueca suja na cara, deixando dessa vez a parte onde ficava alojado seu cuzinho. Aspirei forte, sentindo o odor delicioso da peça íntima.
Fsssssssssssss!
Com a mão direita, segurei meu pau duro de 15 centímetros; com a outra, enfiei um dedo no meu cuzinho, imaginando que fosse a pica de papai, querendo invadir meu rabo. Gemi, huuum!, e comecei a me masturbar e a foder meu cu com o dedo.
— huuuuuuuuuum!
Ali deitado, passei a imaginar meu pai fodendo forte meu cu embaixo de mim.
— Ah, papai, assim fode o cuzinho da sua putinha.
Eu rebolava em meus dedos, socado no cu, implorando para que fosse a pica de papai; seu cheiro na sua cueca suja em meu rosto era igual a uma droga para mim. Eu delirava, contorcendo-me todinho na sua cama, empinava meu bumbum enquanto dedava meu cuzinho, batia na entrada do ânus com os dedos e esfregava com força, gemendo.
— Huuuumm!
Retirei sua cueca suja da cara e me levantei da cama. Em seguida, peguei um dos seus tênis no chão do quarto ao lado da porta. Dentro tinha uma meia suja usada. As retirei de dentro do tênis e as levei até meu rosto.
Fsssssssssssss!
Nossa, que delícia; as meias estavam suadas e fediam a chulé de macho trabalhador. Eu as esfreguei na minha cara cheirando; depois, com uma delas, a encapei no meu pinto duro e comecei a bater uma punheta, e a outra voltei a cheirar.
Meus movimentos eram fortes e ritmados, proporcionando um êxtase gigante. Sentia meu coração bater com muita força no peito; meu cérebro processava o chulé da meia como se fosse uma droga alucinógena. Eu rebolava, escorando-me na parede do quarto, delirando com o fedor das meias em meu rosto. Em seguida, joguei as meias na cama de Papai, peguei seu tênis, puxei a lingueta e enfiei a cara, sugando desesperadamente o chulé do meu pai. Enquanto isso, eu me masturbava louco, imaginando estar ajoelhado no chão, aos pés deliciosos do meu pai, cheirando-os, beijando, lambendo, esfregando aquelas solas tamanho 40 macias e fedidas na minha cara.
— Aaaah, huuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Gozei fartamente, espirrando porra para todos os lados do quarto.
Quando estava me preparando para ir ao banheiro, escutei como se alguém estivesse saindo rápido de trás da porta. Ofegando, fui para o banheiro e peguei papel higiênico. Limpei minha sujeira e coloquei a cueca, a meia e o tênis nos seus devidos lugares, vesti-me e, abrindo a porta com cautela, espiei o corredor. Não vi ninguém, mas a sensação de ter sido observado ficou atormentando meu juízo. Saí do quarto e desci as escadas para o andar de baixo; não encontrei ninguém, então fui direto para o quarto do meu irmão Thiago.
...
Ao abrir a porta, senti uma sensação ruim; na minha memória veio a cena drástica do dia em que meu irmão me fodeu brutalmente ali, e também relembrei da cena em que meu pai o subjulgou na sua cama, fodendo brutalmente seu cu.
Encostei a porta e a tranquei por precaução para não ser incomodado por meu pai ou irmão, caso um deles chegasse. Ao me virar para procurar na imensa bagunça alguma cueca usada ou meia do meu irmão para cheirar, senti novamente que estava sendo observado. Virei-me, destranquei a porta e a abri. Nada, andei pelo corredor da casa ainda procurando alguém e não encontrei nada.
Voltei para o quarto do meu irmão e tranquei a porta, retirei novamente minhas roupas e peguei uma cueca suja sua jogada em cima da mesinha do lado da sua cama.
Deitei-me e comecei a esfregar a cueca no meu rosto. Todo arreganhado na cama, voltei a me masturbar cheirando a cueca suja do meu irmão.
O cheiro de cu era forte; ao contrário da do meu pai, a do meu irmão estava seca, porém fedia muito mais. Eu coloquei a parte da frente da cueca, onde ficava seu caralho, no meu nariz e aspirei fundo.
Fsssssssssssss!
Nossa, o cheiro forte de pica era tamanho que eu me sentia tonto. Fiquei com o pau bem duro na hora e voltei a me masturbar com força.
Meu corpo tremia, eu socava forte os dedos no meu cu, louco, imaginando ter meu irmão Thiago ali fodendo forte meu cu, enquanto eu cheirava sua cueca suja.
— Huuuuuuuuuum. Eu gemia com sua cueca no rosto.
Meus movimentos eram tão fortes que, em menos de cinco minutos, eu explodi de novo em um gozo farto.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Suspirando, levantei-me e joguei a cueca em cima da mesinha de novo.
Coloquei minha roupa e, quando abri a porta, dei de cara com meu pai, nu, de pau duro, batendo uma punheta, observando pelas frestas da porta.
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