Sauna do Clube: A Primeira Vez do Meu Filho
Levei meu filho mais velho para a sauna do clube para ele aprender que homem também relaxa junto.
Era uma tarde de sábado quente pra caralho, daqueles dias que o suor escorre antes mesmo de você entrar no carro. Eu, o Roberto (42 anos, casado mas viúvo de putaria há uns anos, corpo ainda firme de quem malha todo dia), decidi levar o meu filho mais velho, o Matheus (16 anos, alto, magrinho mas já com definição no abdômen, rolinha que eu já tinha manjado marcando na cueca quando ele saía do banho). Ele tava na fase de querer ser “homem de verdade”, perguntando sobre academia, treino, e eu percebi que tava na hora de mostrar pra ele como as coisas funcionam de verdade entre machos.
— Vem comigo pro clube hoje, filhão. Vamos malhar um pouco e depois relaxar na sauna. Tá na hora de você conhecer o lado dos adultos.
Ele topou na hora, olhos brilhando de curiosidade. Chegamos no clube, malhamos perna e peito, suamos pra porra. Quando terminamos, eu falei:
— Agora é hora da sauna seca. Tira tudo, enrola a toalha na cintura e vem.
Matheus hesitou um segundo, olhando pros lados.
— Pai… sem roupa mesmo?
— Aqui dentro da sauna é assim, mlk. Macho não tem vergonha de macho. Relaxa.
Entramos na sauna pequena do clube, aquela que fica no fundo do vestiário masculino, com banco de madeira quente e cheiro forte de eucalipto misturado com suor de homem. Já tinha uns quatro ou cinco caras lá dentro: o gerente da academia (um negão grandão de uns 40, rola grossa pendurada), dois amigos que malhavam juntos (uns 30 e poucos, tanquinhos suados), e um tiozão careca que todo mundo conhecia como “o Velho Zé”, que ia todo sábado.
Eles cumprimentaram com aceno de cabeça, sem frescura. Eu tirei a toalha, sentei no banco de cima, rola semi-dura de tanto calor e tesão acumulado do treino. Matheus ficou parado na porta, toalha apertada na cintura, olhos arregalados.
— Vem cá, filho. Senta do meu lado.
Ele obedeceu, sentou devagar. A toalha dele escorregou um pouco, mostrando a rolinha dele já meia-bomba, vermelha de calor. O negão gerente olhou e sorriu:
— Primeiro dia do garoto, Roberto? Bem-vindo, mlk. Aqui ninguém esconde nada.
Matheus ficou vermelho, mas não tirou os olhos. Eu pus a mão no ombro dele:
— Relaxa, filhão. Isso aqui é rotina. Depois do treino pesado, macho vem pra cá pra aliviar o sangue acumulado. Brotheragem pura, sem ninguém julgar.
Um dos amigos, já tava com a rola dura, punhetando devagar olhando pro teto.
— É isso aí, garoto. Olha só — disse ele, acelerando um pouco. — Ninguém aqui é viado, mas macho precisa gozar junto de vez em quando. É natural.
Matheus engoliu seco. Eu vi que a toalha dele já tava marcando forte. Peguei na mão dele e levei devagar até a minha rola.
— Toca, filho. Sente como tá quente. É assim que começa.
Ele tocou tímido, dedos tremendo, mas apertou firme. Minha rola pulsou na mão dele.
— Isso… assim mesmo. Agora sobe e desce devagar. Olha pros meus olhos.
Enquanto isso, o gerente da academia se levantou, rola grossa balançando, e se aproximou.
— Deixa eu ajudar o novato, Roberto. Garoto precisa aprender direito.
Ele se ajoelhou na frente do Matheus, abriu a toalha dele sem pedir. Rolinha do meu filho saltou, reta, babando no bico.
— Linda rola, mlk. Agora relaxa.
Ele pegou na rola do Matheus e começou a punhetar devagar, com pegada experiente. Matheus gemeu baixo:
— Pai… tá gostoso… caralho…
Eu sorri, punhetando minha rola olhando pros dois.
— Viu, filhão? Aqui na sauna rola sempre. Todo sábado tem rodada. Uns punhetam sozinho, outros ajudam o brother, às vezes vira troca-troca maior. Sem drama, sem frescura. Só macho aliviando macho.
O outro amigo se aproximou por trás do Matheus, rola grossa encostando nas costas dele.
— Abre um pouco as pernas, garoto. Vou esfregar no teu cuzinho sem entrar. Só pra sentir o calor.
Matheus abriu, tremendo. O negão cuspiu na mão, esfregou a cabeça da rola no rego dele devagar. O coroa se juntou, punhetando forte, gozando primeiro no chão quente da sauna, leite espirrando.
Matheus acelerou na minha rola, eu na dele. O gerente chupou a cabeça da rola do meu filho duas vezes, só pra lubrificar.
— Vai, garoto… goza pro tio.
Matheus tremeu todo:
— Pai… tô gozando… ai porra!
Leite quente jorrou da rolinha dele, grosso e muito, caindo na minha coxa e no banco. Eu gozei logo depois, jatos fortes no peito dele. O amigo gozou nas costas do Matheus, e o negão terminou na barriga dele.
Ficamos ali ofegantes, suando ainda mais, rindo baixo.
Eu dei um tapa leve na nuca do meu filho:
— Viu, filhão? Isso aqui é o clube dos machos de verdade. Toda semana tem sauna assim. Você vem comigo sempre agora?
Matheus sorriu, ainda babando leite no queixo, olhos brilhando:
— Pode deixar, pai. Quero vir todo sábado… e aprender mais.
Saímos da sauna juntos, toalhas na cintura, como se nada tivesse acontecido. Só mais um sábado normal no clube.
Brotheragem rola sempre. E agora meu filho já manja.
Fim. 😈
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