Minha namorada é uma cadela | Nosso primeiro cio juntos
Os meses foram passando, até que finalmente chegou o momento mais aguardado por mim e pela minha pica: minha cadelinha finalmente estava no cio.
Esse é a continuação de "Minha namorada é uma cadela | O começo". Recomendo que leia o conto anterior para entender melhor a história (/2026/03/conto-127980).
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Depois daquele banho, minha vida mudou. Foi uma das melhores experiências que tive, mesmo sem ter conseguido penetrar nela. O fato de, depois de anos de punheta assistindo pornô e lendo contos de zoofilia, finalmente ter uma cadela para experimentar tudo aquilo, me deixou mais do que feliz.
Confesso que foi difícil me segurar. Morando sozinho, eu andava pelado o tempo todo. Enquanto preparava o jantar, ainda meio anestesiado pela brincadeira, eu a observava explorar o apartamento. Cada vez que ela levantava o rabo, era impossível não ver a bucetinha dela, ainda com alguns resquícios da minha porra.
Toda vez que ela se aproximava, atraída pelo cheiro da comida, meu pau ficava duro. Antes que eu percebesse, meu pau de 18 centímetros já estava latejando, soltando um pouco de pré-gozo. Não resisti. Ignorei o jantar, chamei ela e a coloquei de costas para mim. Passei dois dedos pela cabeça do meu pau, pegando o líquido viscoso, e fui direto na buceta dela. Explorei-a com os mesmos dedos que, há pouco, estavam sendo abraçados pelo interior quente e apertado dela.
Depois de espalhar bem o pré-gozo, caí de boca naquele paraíso. Devorei cada canto que minha língua alcançava. Chupava, lambia, dava leves mordidas, sugava. Enquanto isso, com a mão livre, eu levantava o rabo daquela putinha e masturbava meu pau, que latejava de tanto tesão. Assim como no banheiro, esfreguei a cabeça do meu pau na entrada dela, totalmente brilhante com meu pré-gozo e saliva, e gozei. Jatos da minha porra bateram contra a buceta dela, escorrendo e sujando suas patas traseiras e o chão da cozinha. Só depois de alguns segundos, recuperei a consciência ao sentir um leve cheiro de queimado. Tinha perdido o jantar, mas não importava. A brincadeira com minha cadela foi bem mais gostosa.
Ao longo dos dias e semanas, cenas assim se repetiram. Sempre que estava em casa e com tesão, eu ia atrás dela. Passeava com ela, brincava, e ela se mostrou uma ótima companhia, não só na cama. Sempre muito carinhosa e amável, aos poucos fui saindo menos e aproveitando mais os momentos com ela. Até passei a levar menos garotos para transar lá. Fomos nos tornando íntimos e próximos, deixando de ser apenas tutor e cadela para nos tornarmos verdadeiros companheiros.
Mas eu ainda tinha um objetivo claro: aproveitar ao máximo o cio dela. Por isso, com cuidado, a cada vez que "brincávamos", eu explorava mais o corpo dela, indo sempre mais além do que da última vez. A acostumei aos meus toques nos mamilos, na buceta e até no cuzinho, sempre com muito lubrificante e saliva, fazendo ela entender que aquilo era nossa forma de amor, de dar prazer.
Comprei pequenos vibradores para prepará-la para receber meu pau tanto na buceta quanto no cuzinho, usando plugues anais de tamanhos diferentes. Foi um longo e gostoso processo. Passava caldas e doces no meu pau para que ela se acostumasse a lambê-lo, diminuindo a quantidade aos poucos, até que só o gosto da pica do seu macho a atraísse.
Foi entre o final de junho e o começo de julho que tudo mudou. Certo dia, ao acordar, depois de deixar ela me dar alguns "lambeijos", eu dei algumas lambidas e chupadas rápidas na buceta dela. Ao levantar o rabo dela, percebi um pouco de sangue na entrada e também no lençol. Entendi que o cio dela finalmente tinha chegado.
Ao mesmo tempo que era excitante ver aquela vulva inchada, ganhando cor e vida, era um pouco torturante não poder fazer nada. O cheiro cada vez mais forte que saía daquela buceta parecia me chamar, mas eu sabia que valeria a pena esperar. Eu teria que esperar pelo menos uns nove ou dez dias para aproveitar de verdade. Durante esses dias, fui deixando tudo preparado. Nossos momentos de carinho se tornaram mais longos e intensos. Eu fazia questão de beijá-la mais, de usar meu pau para mexer com ela. Confesso que era complicado me concentrar para estudar, mas ao mesmo tempo eu tinha um incentivo maior: não ficar de prova final e ter todo o tempo das férias só para ela.
E chegou. Custou, mas chegou. A impressão que tive foi que esses dias demoraram mais para passar do que todos os meses de brincadeiras. Após pouco mais de uma semana, em uma preguiçosa manhã de sábado, eu fui acordado com ela lambendo meu pau, já duro. Ela estava de costas para mim, com o rabo levantado, expondo aquela grande e perfeita maravilha. O cheiro estava ainda mais intenso. Um líquido escorria um pouco para fora, mas não era sangue como nos dias anteriores. Era um líquido transparente e bastante espesso.
Eu não resisti. Com ela me chamando para finalmente nos tornarmos um, me aproximei daquela entrada, agora mais macia e relaxada, porém ainda grande. Diferente das vezes anteriores, eu queria desfrutar daquele momento ao máximo. Aproximei meu rosto e respirei fundo, sentindo aquele aroma que era diferente de tudo que já tinha sentido antes, extremamente excitante. Coloquei a língua para fora e lambi toda a extensão daquela buceta. Logo em seguida, comecei a penetrar com a língua e chupar com calma e muita vontade, enquanto ela soltava alguns leves e breves gemidos. Aquilo que, por muitos dias, finalmente receberia todo o meu pau.
Nessa altura, meu pau já estava jorrando pré-gozo, e a safada não parava de lambê-lo. Estiquei o braço para pegar o lubrificante no topo do móvel ao lado da cama. Já não aguentava mais esperar. Com um pouco de dificuldade, pois as lambidas no meu cacete estavam extremamente gostosas, me levantei e despejei uma boa quantidade de lubrificante nele.
Espalhei com uma mão. E, como se já soubesse o que viria, ela parecia arfar e ansiar por aquilo, empinando o rabo como se estivesse implorando para ser montada por um macho, o seu macho. Depois, esfreguei o lubrificante que tinha na mão também na buceta dela, agora bem mais receptiva e fácil de penetrar. Me posicionei de joelhos, atrás dela, e então comecei a penetrar devagar. Aos poucos, senti aquela entrada antes tão apertada, agora um pouco mais aberta, porém mil vezes mais quente que nas vezes anteriores, onde somente meus dedos e língua eram capazes de entrar muito além.
Ao penetrar tudo, soltei um forte e alto grito. É uma sensação única, que nunca senti comendo nenhum cara. Um buraco muito mais quente e apertado que um cu humano, que parece sugar minha pica, pedindo para que eu vá o mais fundo possível. Com muita dificuldade, comecei a me mover devagar. A putinha gemia e arfava, deixando claro que era aquilo que ela estava querendo. Eu queria aproveitar cada segundo daquela sensação, mesmo sabendo que sentiria diversas vezes ao longo dos próximos dias. Mas o calor era tanto, e estava tão gostoso, que não consegui. Comecei então, aos poucos, a aumentar a velocidade das estocadas. O som se espalhava por todo o quarto. Minha vontade era que os vizinhos ouvissem e soubessem que eu estava, naquele momento, dominando a minha cadela, a minha putinha. Eu era oficialmente o macho dela, aquele que iria satisfazê-la sempre que ela quisesse.
Eu queria, mas não consegui durar muito tempo. A cada metida e gemido, eu sentia que estava mais perto. Toda aquela bucetinha, que parecia pegar fogo abraçando e sugando meu pau, era demais. Depois de algum tempo, quando senti que estava próximo, segurei mais firme a cintura dela e a pressionei contra o meu corpo. Eu gozei como nunca, um forte e farto jato de porra, direto no útero dela, soltei um berro tão alto, mas tão alto, eu estava completamente fora de mim. Foi a melhor gozada da minha vida.
Ao tentar me mover um pouco, apenas para me ajeitar já que não queria tirar o pau de dentro dela nem tão cedo, senti uma certa resistência vindo dela. Ela tinha prendido o meu pau, como se quisesse garantir que cada gota do meu sêmen iria para o seu útero, seria absorvida pelo seu corpo e a fecundaria. A pressão e a sucção eram maravilhosas. Depois de um tempo, quando ela começou a relaxar, eu aproveitei para ficar metendo um pouco mais, mesmo com o pau um pouco meia bomba. Dei uma última estocada forte e então tirei todo o meu pau de dentro dela.
A visão que eu tive foi a mais perfeita de todas, meu pau completamente sujo e lambuzado, e a sua bucetinha agora ainda mais aberta e molhada, com a minha porra começando a escorrer de dentro dela. Ela então se virou e começou a lamber o meu pau, limpando-o e recolhendo quaisquer resquícios da minha porra. Logo em seguida, ela foi começar a se lamber para se limpar, e eu não resisti, precisei me juntar a ela e sentir o maravilhoso gosto do meu sêmen misturado ao da sua bucetinha molhada. Fiz questão de dar alguns "lambeijos" nela depois.
Ao final, eu estava completamente exausto, sujo e suado. Me joguei novamente na cama, ainda processando tudo isso, toda essa maravilha que todo homem deveria experimentar um dia. Acabei apagando para um breve cochilo, anestesiado pelo cheiro de sexo e do cio que estava impregnado no ar. Mas não durou por muito tempo. Pouco tempo depois, eu já despertei novamente com a safada lambendo a minha pica e pedindo por mais. Daí, eu me dei conta de que seriam longos e maravilhosos dias.
Mais uma vez eu estava realizado. Finalmente tinha fodido uma cadela. Finalmente tinha me tornado um só com ela. Agora, mais do que nunca, tínhamos deixado de ser tutor e cadela. Eu era o seu macho e ela a minha fêmea. Eu prometi a mim mesmo que nunca deixaria ela na mão. Ela teria tudo do bom e do melhor, principalmente sexo e prazer.
Continua.
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Fala, pessoal! Espero que tenham gozado bastante com esse capítulo tanto quanto eu gozei escrevendo e relembrando esse dia. Sei que ficou um pouco longo, mas preferi não dividir em duas partes. Obrigado pelo apoio nos comentários do primeiro capítulo e espero ver vocês de volta no próximo!
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Comentários (1)
f1er: vc merecia ser preso isso sim
Responder↴ • uid:1v5puydk0j