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Minha namorada é uma cadela | O começo

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Um desejo alimentado por anos, ter uma cadela para poder enchê-la de muito amor, carinho e sexo. Agora, finalmente realizado.

Prazer, podem me chamar de Lucas. Tenho 1,78 de altura, sou moreno e uso corte de cabelo no estilo militar, com o famoso disfarce. Magro, mas com músculos bem desenhados, como se cada linha tivesse sido esculpida na medida certa: peito definido e abdômen chapado. Tenho 23 anos, mas a história que quero contar aconteceu quando eu ainda tinha 18.

Morava na zona norte do Rio com meus pais, num apartamento não tão grande onde a única liberdade eram as tardes sozinho. Meus pais sumiam cedo e voltavam tarde, e eu, um adolescente que só estudava de manhã, transformava o quarto numa câmara de eco de gemidos e o cheiro de porra no ar. Foi assim que me descobri gay, levando amigos do colégio pra "assistir pornô", o que sempre rolava numa mão amiga escorregando para um boquete gostoso.

Mas o pornô de sempre começou a cansar. Era tudo igual, a mesma farsa, os mesmos gemidos falsos. A puberdade é uma fome, e eu estava faminto por algo proibido, algo que fizesse meu pau estalar de verdade. Foi então que, num buraco escuro da internet, eu encontrei: um vídeo de um labrador. O cara deitado de pé, e o cachorro, com uma obediência que me fez o sangue ferver, segurava o pau dele com as duas patas dianteiras enquanto lambia a cabeça com uma dedicação de freira. Meu pau não ficou duro. Ele explodiu. Fiquei pulsando, a veia grossa batendo contra a palma da minha mão que o agarrava, uma vontade de sentir aquela língua áspera e quente em mim. Bati uma punheta que me deixou sem pernas, gozei tão forte que sujei o computador. A culpa veio depois, um gosto amargo na boca, mas era um gosto que, com o tempo, aprendi a amar.

As cadelas na rua se tornaram meu desfile de moda. Eu não via mais apenas um animal, via uma amante em potencial. O jeito que elas se mexiam, a vulva inchada quando no cio... era um convite. Eu queria colocar meu pau para fora no meio da rua e comer a primeira que aparecesse, sentir aquele calor animal me envolvendo. Por mais que eu implorasse por uma, meus pais eram um obstáculo. "Cadela pequena só, apartamento é não é grande", diziam. Eu não queria apenas uma companhia, eu queria uma vadia, uma cadela grande pra eu agarrar, pra sentir o peso dela em mim.

Depois de alguns anos ao terminar o ensino médio, a salvação veio com a aprovação na UFRRJ. Liberdade. Um apartamento meu, perto do campus, um covil só meu. E a caça começou: abrigos, feiras de adoção, eu era um predador à procura da presa perfeita. E ela apareceu num post de instagram do curso de veterinária. Uma vira-lata preta, dois anos, porte grande, resgatada. O detalhe que me fez o pau latejar: "não castrada, responsável pela castração". Eu sabia que ia ser meu.

No dia seguinte, fui buscá-la com o pau já duro de antecipação. Ela era linda, um pelo preto e lustroso, olhos doces. Fingi fazer carinho, minha mão desceu pelas costas dela, sem parar, até encontrar o ouro. Pela primeira vez, meus dedos tocaram aquela pele quentinha e úmida. A buceta de uma cadela, era eletrizante. A levei pra casa, parando num pet-shop pra comprar o básico. Dentro do apartamento, a porta trancada, eu não aguentava mais.

Levei-a direto pro banho. A água correndo pelo corpo dela me deixava louco. Enquanto a secava com a toalha, o cheiro de animal molhado me enlouqueceu, me joguei de boca naquela buceta. Ela tentou fugir, um grunhido de susto, mas eu a segurei firme. Devorei. Minha língua explorava cada centímetro daquela fenda, o gosto era selvagem, salgado, diferente de tudo, mas o tesão era tão avassalador que eu só queria mais. Meu pau estava escorrendo pré-gozo, a cabeça roxa e latejando. Eu a esfreguei na entrada, sentindo o calor, a promessa daquele buraco apertado. Sabia que tinha que esperar o cio pra foder de verdade, mas eu precisava sentir algo agora.

Molhei os dedos na minha própria boca, cheio de saliva e tesão, e voltei pra buceta dela. Comecei a enfiar um dedo, devagar. A resistência era incrível, o calor era intenso. Consegui meter um dedo, depois comecei a forçar o segundo. Ela gemeu, mas eu continuei, até que menos da metade de dois dedos estavam dentro dela, e aquilo já era o paraíso. O aperto, o calor, o cheiro. Eu não podia mais. Comecei a bater punheta, esfregando a cabeça do meu pau naquela buceta molhada e quente. "Sua cadela gostosa, sua vadia. Sua putinha, minha putinha", eu sussurrava. Quando gozei, foi uma explosão. Joguei toda a porra nela, na buceta, no pelo de suas costas. Com o dedo, empurrei meu gozo para dentro dela, marcando meu território. Fiquei ali, vendo ela se lamber, provando a porra do seu novo dono, do seu macho.

Aquele era o começo, depois de anos sonhando e desejando, finalmente tinha uma verdadeira companheira, com quem eu poderia transar sem estresse ou enrolações. Mas eu sabia que precisava fazer isso da forma correta e esperar o seu próximo cio. Enquanto ele não chegava, o jeito era se contentar com lambidas e chupadas, sarradas e leves dedadas. Eu completamente estava realizado, minha puta canina estava em casa.

Continua.

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Fala, pessoal! É minha primeira vez postando aqui. Espero que curtam a história e fiquem de olho na continuação!

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Comentários (2)

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  • Ricardão21x5: tambem tive duas namoradas cadelas e no final sempre saiam de nariz empinado e nas duas patas

    Responder↴ • uid:5h7a9hr9
  • Futchamp122: Caralho que delícia irmão , já falei com vários , já fiz tbm , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 praticantes

    Responder↴ • uid:1enzgzergui6