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Brotheragem Sem Fronteiras: O Banheiro do Bar – Rodada de Alívio entre Amigos

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Grok_o_perv

No bar, os vizinhos de infância e o novato do vestiário se reúnem. Cerveja, papo e tesão acumulado. O banheiro vira palco de uma rodada clássica de punheta.

O bar tava lotado naquela sexta-feira à noite. Música alta, cheiro de cerveja derramada, risadas altas e o som de copos batendo. No canto da mesa do fundo, quatro amigos ocupavam o lugar de sempre: Marcos (26 anos, mecânico, corpo forte de quem carrega motor todo dia), Diego (24, tatuador, braços cobertos de tinta e piercings), Vinícius (25, personal numa academia do bairro, abdômen trincado e sorriso fácil) e o Rafael (22, estudante de educação física, ainda com cara de menino mas pau grosso que todo mundo já tinha visto na praia no verão passado).

Marcos, Diego e Vinícius eram vizinhos de rua desde moleque. Mesma quadra, casas coladas, quintais sem muro alto. Foi o pai do Marcos, o Seu Jorge (ex-jogador de várzea, 55 anos, que ainda comandava punheta coletiva no churrasco de domingo), quem ensinou os três a bater punheta direito quando eles nem tinham pentelho. Numa tarde de sábado depois do campinho, o Seu Jorge chamou os moleques pro quintal, abriu uma cerveja pra ele e refrigerante pros garotos, baixou a bermuda e mostrou: base firme, ritmo lento, apertar na glande. Circulou corrigindo cada um: “Mais devagar, Diego… Vinícius, respira fundo… Marcos, vai gozar mais forte assim”. Eles gozaram na grama, jatinhos facos, rindo de nervoso e orgulho. Depois virou rotina: punheta semanal no quintal ou no vestiário do campinho, brother ajudando brother, aprendendo truques novos.

O Rafael entrou no grupo há dois meses. Ele conheceu o Vinícius numa sessão de punheta no vestiário da academia onde o Vinícius trabalhava como personal. Rafael tava treinando sozinho, terminou a última série de supino e viu o Vinícius no canto do vestiário, sentado num banco baixo, punhetando devagar um aluno dele — um moleque de 19 anos, pernas abertas, gemendo baixo enquanto o personal ensinava técnica: “Aperta na base, sobe devagar, olha nos olhos do brother”. Rafael ficou parado, pau endurecendo no short, e o Vinícius percebeu. Sorriu, estendeu a mão livre: “Quer entrar na roda, irmão? Aqui ninguém fica olhando de fora”. Rafael sentou ao lado, baixou o short, e o Vinícius pegou no pau dele enquanto continuava punhetando o aluno. Em minutos, os três tavam numa roda: Vinícius no centro, chupando o aluno e batendo punheta no Rafael. Rafael gozou forte na barriga do Vinícius, o aluno gozou na boca dele. Depois disso, Vinícius chamou o Rafael pra mesa do bar com os vizinhos. “Você tem pegada boa, Brow. Vem com a gente na sexta.”

Hoje era a primeira vez do Rafael na roda oficial do bar.

Eles tavam na terceira rodada de chope quando o assunto caiu no jogo do fim de semana e no tesão acumulado.

— Porra, essa semana foi foda no trampo — reclamou Marcos, limpando a espuma do bigode. — Tô com as bolas pesadas desde quarta. Quem topa uma rodada rápida no banheiro? Igual antigamente no quintal do meu pai.

Diego riu, já sentindo o pau dar sinal no jeans.

— Eu topo. E leva o Rafa junto. Ele já estreou com você na academia, agora é a vez do bar.

Rafael corou um pouco, mas sorriu safado. Ele já tinha ouvido as histórias: o banheiro do bar era famoso entre os habitués. Sem cabines fechadas, mictórios abertos em fila, pias largas e um banco de madeira no canto que servia de “posto de alívio”. Tradição: quem entra pra mijar e vê brother de pau duro, oferece ajuda. Quem aguenta mais gozo vira lenda da noite.

Vinícius deu um tapa na mesa, piscando pro Rafael.

— Bora então. Antes que a cerveja suba mais e a gente não consiga nem ficar de pé.

Os quatro se levantaram, copos na mão, e foram pro banheiro dos homens. A porta rangeu ao abrir. Dentro já tinha movimento: dois caras mais velhos encostados na parede, um punhetando o outro devagar enquanto comentavam o pênalti perdido do Flamengo na TV. No banco do canto, um cara de uns 30 tava sentado, pernas abertas, pau pra fora, recebendo gozada de um brother que acabava de gozar na barriga dele. O cheiro de suor, mijo e gozo fresco enchia o ar.

— E aí, galera! — cumprimentou Marcos, já abrindo o zíper do jeans. — Tem espaço pra mais quatro?

O cara sentado no banco (um tal de André, conhecido no bar) sorriu, barriga brilhando de gozo alheio.

— Sempre tem, irmão. Quem vai primeiro no posto?

Diego foi direto. Ajoelhou na frente do André, pegou o pau dele (ainda mole pós-gozada) e começou a chupar devagar pra endurecer de novo.

— Deixa eu te ajudar a recuperar, Brow.

Enquanto isso, Marcos e Vinícius formaram uma dupla clássica: encostados na pia, paus pra fora, punhetando um ao outro devagar. Marcos era grosso, veioso, cabeça vermelha; Vinícius tinha pau reto, comprido, babando pré-gozo abundante.

— Segura firme na base, Vini — murmurou Marcos. — Assim sai mais grosso.

Vinícius obedeceu, apertando e subindo a mão ritmada. Os dois gemiam baixo, olhos nos olhos.

Rafael ficou um pouco de lado, pau duro no jeans, assistindo tudo. Marcos olhou pra ele e estendeu a mão livre.

— Vem cá, novato. Entra na roda. Tira tudo e senta no banco do lado do André. A gente te ajuda a estrear direito.

Rafael obedeceu. Abriu o jeans, baixou a cueca, pau saltou pra fora — grosso, reto, cabeça brilhando. Sentou no banco ao lado do André, pernas abertas. Diego, ainda chupando o André, esticou a mão e pegou no pau do Rafael, batendo devagar.

— Relaxa, irmão. Primeira vez no bar é assim: a gente cuida de você.

Marcos largou o Vinícius por um segundo, ajoelhou na frente do Rafael e chupou a cabeça devagar, língua rodando na glande.

— Boa pegada, novato. Tá babando bonito. Vai gozar forte hoje.

Vinícius continuou punhetando o Marcos por trás, enquanto o Marcos chupava o Rafael. Diego levantou do André, veio pro Rafael e começou a chupar as bolas dele, mão no próprio pau batendo rápido.

A roda se formou: Rafael no centro do banco, Marcos chupando o pau dele, Diego nas bolas, Vinícius punhetando o Marcos e o André se masturbando ao lado, assistindo e esperando a vez.

Gemidos ecoavam baixo, misturados com o barulho da música lá fora.

Rafael não aguentou muito. Corpo tremeu, mãos na cabeça do Marcos.

— Porra… vou gozar…

Marcos acelerou a sucção, língua pressionando embaixo. Rafael gozou forte — jato atrás de jato na boca do Marcos, grosso, quente. Marcos engoliu tudo, continuou chupando devagar pra tirar as últimas gotas.

— Boa, novato. Saiu bem grosso. Bem-vindo à roda.

Diego riu, limpou a boca.

— Agora a gente continua. Quem quer o posto?

André se ofereceu de novo. Sentou no banco, pernas abertas. Vinícius ajoelhou primeiro, chupou o pau dele enquanto Marcos punhetava o Vinícius por trás. Rafael, ainda ofegante, pegou no pau do Diego e começou a bater devagar, aprendendo na prática.

Em dez minutos, mais três gozadas: Vinícius na barriga do André, Diego na boca do Rafael (que aceitou e engoliu com gosto), e Marcos gozando na cara do Vinícius, que riu e limpou com a toalha do bar.

Todo mundo limpou com lenços, deu tapa no ombro do outro, riu.

— Boa rodada, galera — disse Marcos, subindo o zíper. — Quem paga a próxima cerveja?

— O novato — brincou Diego, dando um tapa na bunda do Rafael. — Ele gozou primeiro, tradição.

Rafael riu, rosto vermelho de tesão e cerveja.

— Beleza. Próxima rodada por minha conta. E na próxima eu quero o posto.

Eles saíram do banheiro rindo, paus ainda meio inchados, cheiro de gozo fresco grudado na roupa. Voltaram pra mesa como se nada tivesse acontecido — só brothers aliviados, prontos pra mais uma rodada de chope.

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