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Escravo Familiar: Capitulo 8 (O Quarto dos Horrores)

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Tártaro

Na manhã seguinte, despertei primeiro do que meu padrinho, seu pau ainda estava estocado no meu cu até às bolas, eu sentia um pouco de ardência, mas não me afastei dele.
Fiquei na cama agarrado com ele , alisando seu braço que me segurava pensando em toda a trajetória até esse momento. Já tinha passado por pouco e boas , já tinha sido castigado por meu tio Chico, já tinha transado com mais de um homem ao mesmo tempo, fora outras experiências passadas com meus irmãos e meu pai.
Perdido em pensamentos , não percebi que meu padrinho havia acordado . Ele cheirou e beijou meu pescoço e disse baixinho no meu ouvido:
— Bom dia dengoso! Dormiu bem?
— Sim, Padrinho, e o senhor?
— Como um bebê, se lembra do que te disse antes de dormirmos?
— Claro! Eu disse me virando em seus braços, ficando de frente para ele.
— Muito bem! , então quero fazer amor com você agora de manhã, depois tomamos um banho juntos, e um bom café da manhã. Depois te levo para casa, seu pai deve estar louco achando que te sequestrei. Ele me disse me beijando.
Me virei ficando de barriga para cima na cama, e pedi para iniciar nossa transa.
— Nossa, mas você está com o fogo! Nem parece que me disse de noite que estava dolorido. Ele me disse rindo.
— Pois é, eu me recupero rápido. Eu lhe disse, o beijando de língua logo em seguida.
Meu padrinho não perdeu mais tempo, subiu em cima de mim se sentando no meu peito.
— Aguenta o Padrinho? Ele me perguntou.
Fiz um sinal com a cabeça de, sim, e em seguida ele com o pau em riste começou a introduzi-lo na minha boca.
— aaah! , que boquinha quente e macia. Ele me disse fazendo carinho na minha bochecha.
Ele penetrou seu pau até bater nas suas bolas grandes, a cabeça da pica fazia carinho na minha garganta, com os dedos da mão direita ele fez carinho na minha garganta, sentindo seu pau alojado.
— Aaaah! , huuum! , ele gemeu baixinho.
Esperou alojado na minha garganta até eu me acostumar com a invasão, e aos poucos começou a rebolar e a dar estocadas com o pau.
Ploc... Ploc... Ploc...
Seu cheiro era divino, ele estava quente, e começava a suar. Senti- lo ali sentado no meu peito com aquela bunda redonda, e seu delicioso pinto na minha boca, não tinha preço, eu estava no paraíso.
Com as mãos eu abrir suas nádegas, vê com o dedo indicador procurei seu cuzinho suado, ao encontra - lo fiz movimentos circulares leves. Meu padrinho gemia baixinho rebolando e segurando na cabeceira da cama, eu o olhava buscando seus olhos para pedir que aumentasse o ritmo.
Como ele não me olhou, apertei forte suas nádegas e soquei forte o dedo no seu cu.
— Ai, putinha! O que você está fazendo? Ele me disse.
— Maixxx GLUB! Forxxx GLUB! Aaaaaaaaaaaah! Te. Eu falei com ele penetrando minha boca.
— O quê? Perguntou meu padrinho retirando o pau da minha boca.
— Eu disse mais forte. Foda a minha garganta com força.
— Ah, então é isso que você quer? Então é isso que você terá. Ele disse erguendo um pouco o quadril e mudando de posição.
Nessa nova posição eu fiquei deitado mais para baixo na cama todo arreganhado, ele ficou como se fosse fazer flexão no meio das minhas pernas, seus pés batiam no meu saco, seu caralho ficou na altura exata da minha boca, ele guiou seu pau para minha boca e o penetrou novamente.

Voltei a chupar enquanto ele se equilibrava nos dois braços e na ponta dos pés.
— huuuuuuuuuum! Eu gemia.
— É assim que você quer? Ele me perguntou.
— unhum! Respondi sem tirar seu pau da boca.
Ele então começou a foder.
Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc...
E após dez estocadas aumentou o ritmo fodendo forte minha boca.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— Huuuuuuuuuum! Ele gemia alucinado e de olhos fechados.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC..
— Ãããã! Caralho, que delícia, isso, putinha, toma pinto, meu amor. Aí, caralho, isso é bom demais. Ele dizia, esticando forte na minha boca.
— Aaah! Vou gozar meu dengo, vou gozar, toma leite, toma leeeeeiiiiteeeeee! Pfft! Pfft! Pfffff!
GLUB! GLUB! COFF COFF COFF COFF.
Eu engasguei horrores com a quantidade farta do seu leite .
Ele saiu de cima de mim, eu levantei e fui tomar água, saindo do quarto. Na volta, me joguei novamente na cama, ele estava todo arreganhado de bruços, me esperando.
— Chupa o cu do padrinho? Me pediu .
— Claro .
Já fui caindo de boca naquela montanha gostosa, abri sua bunda caindo de boca no seu cu rosado.
— Huum! Ele gemia se empinando. Soquei forte a língua no seu traseiro, fazendo-o rebolar, cheirei seu cu. Fsss! E voltei a chupar.
Depois, ele se levantou e me jogou de bruços na cama.
— Estamos atrasados, padrinho vai foder seu cu rápido, para dar tempo de tomar banho, tudo bem?
— Claro !
Ele me pôs de bruços na cama, abriu minhas nádegas e caiu de boca no meu cu. Chupou e lambeu. Ficou de joelhos na cama e me penetrou.
— Huuuuuuuuuum!
— Desculpa, é que eu vou ter que te foder rápido.
Ele logo em seguida começou a dar estocadas fortes.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Ele tremeu e gozou forte no meu cu. Saiu logo em seguida de cima e fomos tomar banho.
Voamos no banheiro e, em seguida, meu padrinho foi tirar o carro da garagem. Recolhi minhas coisas e fui para o carro.
...
Quando meu padrinho estacionou na frente de casa, vi meu pai furioso no portão. Pensei comigo: ferrou.
Quando estava prestes a sair do carro, meu padrinho me segurou pelo pulso.
— Calminha aí, afilhado, antes de te devolver para o seu pai, eu tenho que te dar isso. Ele disse-me, entregando-me uma sacola preta.
— O que é? Perguntei atônito.
— Abra! Ele disse.
Ao abrir a sacola, deparei-me com uma coleira de ouro branco cravejada com ametista, nela tinha escrito o sobrenome da nossa família, ANDRADE, em prata pura.
— Nossa, Padrinho, ela é maravilhosa.
— Daqui para frente, eu quero sempre vê-la no seu pescoço, tá bom?
— Claro! Eu disse, lhe dando um abraço e um beijo.
— Te amo, Nego, até mais, entra logo antes que o seu pai venha me bater no carro.
Olhei para papai na entrada, ele estava fumaçando de raiva.
Já do lado de fora, escutei-o gritar:
— EU NÃO DISSE QUE VOCÊ TINHA QUE TRAZÊ-LO DE VOLTA CEDO?
— Foi mal, tio! Gritou meu padrinho do carro.
— Da próxima vez que isso se repetir, não deixarei mais você pegá-lo. Meu pai bradou para meu padrinho.
— Calma, tio, isso não vai nunca mais se repetir.
— É bom mesmo. E você, florzinha do papai, para dentro.
— Estou indo, papai. Tchau, padrinho, até mais, te amo!
— Também te amo, gatinha, até breve. Ele deu partida no carro e foi embora.
Entrei em casa com papai logo atrás.
— Saco, vocês são foda , pedi para não atrasar e não obedeceram.
— Calma, papai, perdemos a noção da hora.
— Pois é, fazer o que, agora já foi. Disse meu pai, bravo.
...
Troquei de roupa e coloquei a que eu estava para lavar, peguei a coleira dentro da sacola e fui mostrar para meu dono o que meu padrinho tinha me dado de presente de batismo.
— Olha, papai, o que meu padrinho me presenteou.
— Nossa, que belezura, aquele safado tem bom gosto para joias, deixa papai colocar em você.
Me virei para ele poder fechar a coleira na minha nuca.
— Deixa eu ver, Nego.
Virei-me para papai.
— Nossa, ficou maravilhosa, a partir de agora quero sempre ver você com ela, não tire ela por nada.
Ele se afastou de mim, indo para a sala, enquanto eu estava indo para o quarto.
— Ah! Gritou meu pai. Já estava esquecendo, seu irmão está te esperando no quarto dele, ele pediu permissão para transar com você logo que você voltasse.
Puta que pariu, estou fodido, no bom e no mau sentido.
— Ok, vou atrás dele.
Saí em direção ao quarto dele.
...
Quando cheguei ao seu quarto, a porta estava fechada, bati, mas ninguém respondeu. Então abri, estava destrancada.
Encontro meu irmão jogado no colchão no chão, somente de bermuda. O quarto estava um verdadeiro caos, resto de bebida alcoólica pelo chão, roupas jogadas por todo o quarto, a cama sem roupa e sem os travesseiros. Estava tudo uma loucura.
— Ããã, acho que volto outra hora. Eu disse, me virando para ir embora.
— Nada disso. Ele disse forte
— Fecha a porta e tira as roupas.
— Você está louco? Eu não vou transar com você , com você nessas condições.
— Hahahaha! Louco está você se acha que pode me desobedecer, anda tira a roupa.
— EU JÁ DISSE QUE NÃO VOU TRANSAR COM VOCÊ NESSAS CONDIÇÕES.
— Ah, não? Ele se levantou, vindo em minha direção.
Ele me prensou na porta, colocando um braço de cada lado da minha cabeça.
— Quem você acha que é para me negar o CU? QUEM? Ele sentou o tapa na minha cara.
PLAFT!
— Ah, agora você vai ter o que merece. Ele se afastou de mim, retirando as suas roupas. Tentei sair do quarto, mas ele tinha trancado e retirado a chave enquanto me espremia na porta, sem eu perceber.
— Essa putinha vai ver só quem é que manda aqui.
Pelado, ele veio com fúria para cima de mim, me puxou pela camiseta, rasgando-a e jogando-a no chão sujo. Eu me debatia tentando sair dos ataques dele, mas ele é bem mais forte e maior do que eu. Após rasgar minha camiseta, ele desabotoou minha calça jeans e puxou para baixo, fazendo-a escorregar até meus pés.
Em seguida, pisou na calça e ergueu minhas pernas para que ela fosse retirada toda, para não atrapalhar ele, me virou de costas empinando meu rabo, sentou o tapa na minha bunda me fazendo chorar e gemer.
— Hummm! Aí! Snif!, snif!
Ele então abriu minhas nádegas e se agachou, enfiando a cara na minha bunda. Ele esfregava o rosto, puxava o ar sentindo o cheiro do meu cuzinho arrombado. FSSSSS!
— Huuum! Que cheiro gostoso esse seu cuzão tem! Pena que está arrombado. Ele disse, batendo na minha nádega.
Me virou de frente com brutalidade e se levantou, me segurou pelas bochechas e enfiou sua língua áspera na minha boca, procurando a minha.
O gosto era ruim, gosto de Corote de morango, ele tentava enfiar sua língua na minha garganta, me causando ânsia de vômito. Enquanto isso, sua mão direita grande apertava minha bunda, e a esquerda apertava meu pinto, me causando dor.
Eu gemia alto de dor, e ele falava baixo no meu ouvido:
— Estava louco para minha porquinha chegar para me satisfazer, hoje vou te destruir, como você merece.
Ele retirou suas mãos da minha bunda e do meu pinto, segurou nos meus ombros e me empurrou para o chão.
— De joelhos, putinha, você vai me chupar de joelhos, como eu mereço.
Ele segurou forte na minha cabeça com uma mão, depois, com a outra, abriu minha boca e cuspiu dentro.
Pfft!
Em seguida, segurando seu caralho duro com a mão direita, socou até as bolas na minha goela.
Huuuuuuuuuum! Gemi de dor ao sentir a cabeça da sua pica bater no fundo da minha garganta.
Ele não deu chance nem de eu recobrar o fôlego e começou a socar forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC..
— HUUUUUUUUUUM! , putinha gostosa, essa boca parece de veludo de tão macia, o pai soube bem em transformar você em um escravo, é pica de macho que você merece, seu viadinho porco. Além de gostar de pica, fiquei sabendo que você gosta de tomar mijo, então vou te satisfazer, a partir de agora você será meu mictório particular, toda vez que eu quiser mijar, vou despejar meu mijão na sua garganta. Ele me disse isso dando vários tapas na minha cara.
PLAFT, PLAFT, PLAFT
GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB....
— Aaaaaaah, toma leite, puta, leitinho de saco de macho. Pffffffffffffffffffffffff!
Ele gozou fartamente, me fazendo engasgar.
COFF COFF COFF COFF
— Você acha que acabou? Para seu espanto, eu só estou começando.
Ele me pegou pelo pescoço, me erguendo, em seguida me jogou de bruços no seu colchão no chão, abriu minhas pernas e nádegas e socou de uma vez, me fazendo berrar.
— Aaaaaaaaaaaaaah!
Ele começou a cavalgar com força, o cheiro no quarto me embriagava, as estocadas eram tão violentas que escutava até mesmo fora do quarto.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
PLAFT!
Em um determinado momento, eu desmaiei.
...
Recobrei a consciência com ele ainda destruindo meu cuzinho ardido.
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia de dor.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Eu vou gozar, ai meu Deus, eu vou, Gozaaaaaaar!
Pffffffffffffffffffffffff!
Ele gozou forte, eu sentia a porra bater com força no fundo do meu cu, ardendo até o extremo que o meu corpo podia suportar. Depois, ele desabou em cima de mim, cansado.
...
Eu estava imensamente dolorido, então me concentrei em outras coisas, esperando ele se levantar.
...
Depois de cerca de dez minutos, ele se levantou, saindo de cima de mim. Respirei melhor, não conseguia me levantar, ele colocou a roupa, destrancou o quarto e saiu indo para a cozinha.
Cerca de meia hora depois, escutei meu pai e o dono descerem as escadas vindo do seu quarto.
— E aí, como foi? Perguntou meu pai.
— Foi bom, ele me deu um pouco de trabalho, mas consegui usufruir do meu direito! Ele respondeu.
— E onde ele está? Cadê minha princesa?
— No quarto, se recuperando.
Eu estava imensamente cansado, dolorido e não conseguia nem levantar.
Papai entrou no quarto me chamando:
— Princesa do papai?! O QUE DIABOS ACONTECEU AQUI? Ele bradou, olhando minha situação.
— THIAGOOOOO! VENHA AQUI AGORA! Ele gritou bravo, cerrando os punhos.
— Fala, pai, o que houve?
— O que HOUVE? Olha o estado que você deixou seu irmão! Você ficou louco de fazer isso? Meu pai disse, dando murros no meu irmão.
— Pois agora você me paga .
Ele puxou meu irmão para dentro do quarto, trancou a porta e retirou a chave. Rasgou as roupas do meu irmão e retirou as suas com fúria, pegou seu cinto, virou meu irmão de costas e começou a cinto-lo.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
Meu irmão começou a chorar, ver aquele macho de quase dois metros e 40 anos nas costas, apanhando do meu pai, foi gratificante.
Após inúmeras cintadas que meu pai deu no rabo do meu irmão, meu pai abriu suas nádegas, umedeceu seu cuzinho com saliva, enquanto meu irmão Thiago gritava perguntando o que ele ia fazer.
— O que você está fazendo?
— Ah, você vai ver!
Meu pai pincelou seu pau duro no cuzinho dele e numa tacada só o penetrou, fazendo-o berrar.
— AAAAAAAH! MEU CU !
— Isso é para você aprender a me obedecer!
Meu pai não deu tempo nem para ele se acostumar com a invasão e já foi socando forte no seu cu, dando inúmeros tapas.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
— Huuuuuuuuuum! , Ãããã! , huuum! , ãããã
PLOC... PLOC.... PLOC...
Meu pai comia gostoso o cu do meu irmão na minha frente, ver os dois suados, gemendo, me excitou então, comecei a me masturbar assistindo à cena.
Meu pai jogou-o no chão de quatro, depois pediu para ele colocar a cabeça no chão e deixar a bunda para cima, depois pisou na cabeça dele e penetrou com força seu cu.
— huuum! Ele gemeu.
Em seguida, meu pai voltou a foder seu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Huuuuuuuuuum! , Ãããã..
Eu me masturbava vendo a cena. Cerca de uma hora depois, nós três gozamos juntos. Os dois desabaram no chão e eu me estatelei no colchão.
Após um tempo, nós três levantamos, papai me pegou pela mão, me retirando do quarto do meu irmão. Antes de ele sair, deu um tapa forte na cara e depois na bunda grande do meu irmão , avisou que ele tinha perdido o direito de usufruir de mim como escravo sexual. Pegou minha mão e me levou para seu quarto.
...
Quando entramos, fomos tomar banho juntos. Depois, como já era tarde e eu estava um caco, fui comer algo e logo subi de volta para o quarto de papai.
Deitei em sua cama, nos seus braços, colocando a cabeça no seu peito. Papai afagou minha cabeça e beijou o topo dela, e então eu caí no sono profundo, em seus braços.

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