#Bissexual #Grupal #Sado

Okinka Pampa - A Rainha Africana (orgia de iniciação) Ep. 3

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Pluma Do Prazer

Episódio 3: A Provação de Jabari (com as Servas)

A noite caiu pesada sobre Orango, o ar carregado de humidade, incenso de sândalo e o cheiro antecipado de sexo coletivo. O palácio estava preparado: tochas altas ardiam em círculo, sombras dançantes nas paredes de palha entalhada. Tambores graves pulsavam como um coração acelerado. Os vinte guerreiros — incluindo Jabari, o novo recruta — aguardavam nus no centro do pátio, corpos oleados brilhando, paus duros e eretos.

Mas esta noite havia mais: seis servas do palácio, escolhidas pela rainha pela sua beleza e devoção, juntavam-se ao ritual. Eram mulheres Bijagós de 20 a 30 anos, corpos curvilíneos e firmes — seios fartos, quadris largos, bundas redondas e empinadas, pele negra profunda reluzindo com óleo. Vestiam apenas saias curtas de raffia e colares de conchas, mamilos duros expostos, vaginas já molhadas de excitação ao verem a rainha.

Okinka Pampa surgiu da escuridão como uma deusa encarnada. Nua, exceto pela coroa dourada e colares pesados balançando entre os seios fartos, a pele negra brilhava com óleo e resquícios de sêmen seco das noites anteriores. Caminhou devagar até ao centro, quadris ondulando, rabo enorme balançando, clitóris já inchado visível entre as coxas grossas.

— Esta noite é provação para Jabari — anunciou ela, voz rouca e imperiosa. — Mas também é prazer para mim. Servas, preparem-me. Guerreiros, esperem a minha ordem. Ninguém goza sem permissão… ou serão punidos.

As servas aproximaram-se de imediato, ajoelhando-se em volta dela. Duas começaram a lamber os seios fartos, línguas rodopiando nos mamilos duros, chupando com devoção. Outra deslizou entre as coxas da rainha, língua quente lambendo o clitóris inchado, saboreando o sumo que já escorria. Okinka gemeu baixo, sentindo as bocas quentes e molhadas explorarem-na — o prazer suave e feminino contrastando com o que viria dos homens.

— Boa menina… lambe mais fundo — ordenou ela a uma serva, mão na nuca dela, pressionando o rosto contra a vagina encharcada.

Jabari foi chamado primeiro. Avançou de joelhos, pau monstruoso pulsando.

— Fode a tua rainha, novo. Mostra que mereces ficar.

Jabari posicionou-se entre as coxas abertas dela. As servas ajudaram: uma segurou o pau dele pela base, guiando a cabeça grossa para a entrada da vagina. Outra lambia as bolas dele enquanto ele entrava devagar. Okinka sentiu o pau abrir caminho — centímetro a centímetro, esticando as paredes internas, tocando o ponto G com perfeição. O prazer era imediato e cru, ondas quentes subindo pela barriga.

— Mais fundo… fode-me como animal — ordenou ela, rebolando os quadris.

Enquanto Jabari estocava ritmicamente, duas servas posicionaram-se: uma sentou-se no rosto da rainha, vagina molhada pressionada contra a boca dela. Okinka lambeu com voracidade, língua penetrando fundo, saboreando o gosto doce e salgado da serva. A outra serva chupava os mamilos dela, dentes leves mordiscando, enquanto uma terceira lambia o cu exposto, preparando-o para mais.

A orgia explodiu. Dois guerreiros juntaram-se: um enfiou o pau no cu de Okinka, forçando entrada apertada ao lado da língua da serva. A sensação era brutal — cu e vagina preenchidos, paredes internas pulsando, clitóris lambido por outra serva. Okinka gritou de prazer contra a vagina no seu rosto, corpo tremendo.

— Sim… encham-me todos! Servas, usem as bocas nos guerreiros… preparem-nos para mim!

As servas obedeceram: chupavam paus dos guerreiros à volta, gargantas profundas, saliva escorrendo, preparando-os para entrar na rainha. Uma serva montou o rosto de um guerreiro, esfregando-se enquanto ele lambia, mas os olhos fixos na rainha — tudo girava em torno dela.

Okinka mudou posições: de quatro, rabo enorme empinado. Jabari voltou para a vagina, outro guerreiro no cu — dupla penetração feroz. Duas servas deitaram-se por baixo: uma lambendo o clitóris dela enquanto era fodida, outra chupando as bolas dos homens que a penetravam. Okinka sentia tudo: paus grossos batendo fundo, línguas quentes no clitóris, o cheiro de sexo preenchendo o ar, sêmen pré-gozo pingando.

Ela gozou violentamente — vagina contraindo, esguichando líquido quente sobre a serva por baixo, cu apertando o pau dentro dela. Grito rouco ecoou.

— Troquem! Dois na vagina… e servas, bebam o meu prazer!

Dois paus enormes forçaram entrada simultânea na vagina esticada — sensação de ser rasgada de êxtase, ponto G massacrado. Servas lambiam o que transbordava, bocas no clitóris, nos paus que entravam e saíam. Jabari, agora no cu com outro, explodiu primeiro:

— Rainha… por favor!

— Goza dentro do meu cu! Enchê-lo! — permitiu ela.

Jatos quentes inundaram o cu, transbordando. Okinka gozou outra vez, corpo convulsionando. Sêmen jorrou na vagina dupla, na boca dela (de um guerreiro que ela chupava), sobre os seios (lambidos pelas servas). Ela recolhia com dedos, provando, lambendo das servas, dos guerreiros.

No final, coberta de sêmen e sumo, Okinka sentou-se devagar, sêmen pingando de todos os orifícios. As servas ajoelharam-se, lambendo-a limpa com devoção — bocas nos seios, na vagina, no cu, recolhendo cada gota.

— Jabari… passaste. E servas… o vosso prazer é o meu. Esta noite foi só o início.

Ela sorriu, olhos brilhando. A chama do desejo nunca se apagava.

Fim do Episódio 3.

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