A fila do seu Valdo
Oii gente, aqui é a Jade de novo! Vocês já sabem que eu ajudo a minha avó no bar em Manaus e que eu faturar uma grana com os coroas é a minha especialidade. Mas o que o Seu Valdo aprontou no último fim de semana foi o auge da safadeza.
Era um sábado, final da tarde. O bar tava começando a encher, e a minha avó estava no balcão atendendo os clientes normais, tomando conta do caixa. O calor tava de rachar. Eu estava no fundo, no depósito, organizando umas caixas, usando o meu shortinho de sempre (sem calcinha) e um top.
O Seu Valdo, aquele meu primeiro cliente, chegou no bar e foi direto falar comigo no depósito. Ele estava com um sorriso de safado e uma carteira cheia de notas.
Boa tarde, Jade. Tô vendo que você tá trabalhando duro... Ele falou, me olhando de cima a baixo. Eu tava no clube de aposentados hoje e falei tanto da sua buceta apertada que três amigos meus ficaram doidos. Eles querem provar. Eu pago a diária de todos.
Ele jogou varias notas em cima das caixas. Eu olhei o dinheiro, sorri e falei: manda eles entrarem.
O Seu Valdo foi até a porta do depósito e chamou. Em menos de um minuto, três velhos entraram: o Seu Aroldo, o Seu Hélio e o Seu Ataíde. Todos com mais de 60 anos, cheirosos, de camisa social e com os olhos brilhando de tesão. O Seu Valdo entrou atrás deles e trancou a porta.
O depósito ficou abafado com quatro homens lá dentro. Eu fiquei no meio, com a bunda empinada.
Ela é toda de vocês até eu falar que acabou, o Seu Valdo falou, se encostando na parede pra assistir.
O Seu Aroldo foi o primeiro. Ele me empurrou em cima das caixas de cerveja, abaixou o meu short e enfiou a cara na minha buceta, chupando com uma fome de anos. Eu gemi alto, esquecendo que a minha avó estava no balcão do lado de fora.
Sua putinha... o Seu Aroldo falou, levantando a cabeça e lambendo os lábios. A buceta é mais apertada do que o Valdo falou mesmo.
Ele levantou, tirou o pau pra fora e me comeu de quatro em cima das caixas. Ele metia rápido, com a mão na minha cintura, gemendo e falando putaria. Gozou rápido, escorrendo pela minha perna. Assim que ele saiu de cima de mim, o Seu Hélio já tomou o lugar dele.
Enquanto o Seu Hélio me comia por trás, o Seu Ataíde veio pra minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo, com o Seu Aroldo batendo uma punheta olhando pra gente. O Seu Hélio gozou na minha buceta e o Seu Ataíde gozou na minha cara.
Foi a vez do Seu Ataíde me pegar de quatro e comer a minha buceta. Ele era mais bruto, batia na minha bunda e puxava meu cabelo, me chamando de vadia, de prostituta. O Seu Hélio e o Seu Aroldo se revezavam na minha boca. Eu estava toda melada, com porra escorrendo por todos os lados.
Lá fora, a minha avó gritou:
Jade! Tem cerveja gelada aí no depósito? Tô precisando!
Tem sim, vó! Já vou levar! eu respondi, com a voz trêmula, enquanto o Seu Ataíde metia fundo em mim.
Ele gozou na minha buceta e se afastou, exausto. Os três velhos se entre olharam, se limparam e se ajeitaram. Eles estavam satisfeitos.
Mas o Seu Valdo, que ficou a todo momento encostado na parede, assistindo a tudo, se aproximou.
Vocês já terminaram? ele perguntou. Então vazem. Agora é a minha vez.
Os três saíram do depósito. O Seu Valdo trancou a porta de novo, se aproximou de mim e me beijou com força. Ele não tinha pressa. Me pegou no colo, me colocou em cima de um monte de caixas e enfiou o pau na minha buceta, que estava toda melada da porra dos amigos dele. Ele meteu fundo, me olhando nos olhos.
Sua vadia... ele falou, me batendo na cara de leve. Você ficou toda arrebentada. Mas eu ainda não terminei.
Ele me tirou das caixas, me virou de costas e cuspiu no meu cuzinho. Ele esfregou a cabeça do pau e foi enfiando devagar, me arrombando de novo. Eu gritei de dor e prazer, e ele tapou a minha boca.
Cala a boca, sua puta. A sua avó tá bem ali. Quer que ela venha ver a netinha levando rola no cu?
Ele meteu no meu cuzinho com força, me segurando pela cintura. Depois de um tempo, ele tirou e enfiou na minha buceta de novo, alternando entre a buceta e o cu, me usando como um brinquedo. Eu gozei duas vezes, tremendo toda.
Ele gozou no meu cuzinho, escorrendo pela minha perna. Ficou parado por um tempo, respirando fundo, e depois se afastou.
Eu me limpei, puxei o short e abri a porta. A minha avó estava no balcão, de costas, contando o dinheiro do caixa. Eu peguei uma cerveja no freezer, levei pra ela e voltei pro depósito, com a buceta e o cu latejando.
Façam sexo e sejam felizes!!! Beijos no pau e na buceta!!!
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