#Grupal #Lésbica #Voyeur

Voltando a ativa

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Cláudia

Aos trinta e sete anos, eu trazia na bagagem alguns relacionamento, inclusive cinco anos como amante de um homem casado, um rompimento doloroso que me fez esquecer por mais de seis meses as tentações da carne. Em uma noite de sábado, tomada por uma tesão louca, coloquei um vestido tubinho coladinho, montei em um salto que eu sabia que me deixava com 1,85 m, o que normalmente é o suficiente para afastar os baixinho e saí com destino à região boemia da cidade, encontrei uma vaguinha e estacionei, vi um barzinho que parecia animado, entrei, constatando que a banda era composta só por mulheres, uma das quais fixou o olhar em mim enquanto tocava sua bateria, naquele momento percebi que todos ali tinham entendido que eu estava procurando uma rola para pilotar, acho que até ri sozinha, quando encosta a meu lado uma loira da minha altura, bem servida de seios, quadril largos, cintura fina e braços de rata de academia e abre um sorriso para mim, fazendo aquela pergunta clássica: "Sozinha ?". Sorri e balancei a cabeça afirmativamente e ela me convidou para sua mesa, aceitei. Ao chegar a mesa ela me apresentou o Sergio, seu marido, um homem super simpático também de corpo atlético e assim que coloquei minha bolsa sobre a mesa, a mulher me puxou para dançar, achei super estranho o convite vir dela, mas quando já estava pronta para acompanha-la, Sergio levantou e abraçou minha cintura e fomos para a pista, Martha, a mulher que eu acabara de conhecer sentou com um sorriso maroto e fui para a pista. Assim que fui abraçada, senti o aroma maravilhoso do perfume do macho e suas mãos acariciando minhas costas provocavam arrepios em todo meu corpo, eu já tinha esquecido de Martha sentindo aquela piroca cutucando minha barriga quando em ato que certamente era ensaiado, a mulher abraça o marido por trás e passamos a dançar os três juntos e assim que ela grudou a boca no pescoço dele, ele passou a língua no meu, arrancando de mim um gemido, guardado a tanto tempo . Uma das mãos de Martha entrou entre nossos corpos alisando meus seios. Era uma situação completamente nova para mim, eu estava ali como um recheio de um sanduiche e estava muito gostoso. A mulher deu a volta e nos abraçou por trás de mim, passei a sentir a virilha da mulher apertando meus glúteos e uma piroca que parecia meu número me espetando e recebi a proposta mais inusitada que poderia receber, Martha cochichou no meu ouvido: "Do outro lado da rua tem um hotel maravilhoso, quer conhecer?". Apenas balancei a cabeça afirmativamente. Passamos pela mesa e pegamos as bolsas, Sergio dirigiu-se ao caixa com as comandas na mão enquanto eu e Martha atravessávamos a rua. O macho juntou-se a nós no elevador do hotel e nem ligamos para a câmera, trocamos nosso primeiro beijo triplo. Entramos embolados na suíte e como duas leoas famintas, abaixamos a calça do homem e disputamos a piroca com nossas bocas, chupamos as belas bolas, a cabeça e o cilindro fazendo a macho se contorcer. Eu estava adorando aquela experiência depravada inédita para mim de disputar um homem com uma mulher que não estava deixando dúvida de que gostava muito de sexo. Enquanto devorávamos os culhões eu e Martha nos despíamos e enfiamos nossos dedos uma na buceta da outra como duas loucas e recebemos jatos de porra em nossas caras, o que foi o suficiente para mesmo ali deitadas no carpete da suíte com as caras lambuzada de leite de macho, entrelaçássemos nossas pernas e passássemos a esfregar insanamente nossas bucetas. Sergio aproveitou que nós o havíamos abandonado para gravar nossa tesourinha com seu celular e o gozo louco que chegou para nós duas ao mesmo tempo. Fomos os três para banheira. Ali trocamos bastante carinhos e voltamos para a cama. Assim que subimos na cama, eu e minha amiga nos posicionamos em um maravilhoso sessenta e nove, eu ajoelhada com o bumbum para cima, chupando e sendo chupada, senti as duas mãos do macho abrir minhas nádegas e meu cuzinho saudoso de pica piscou. Senti aquela empurrada, nossa o cacete entrou rasgando o rabinho que a tanto tempo não levava ferro e aquela sensação maravilhosa incomparável de ter o canal preenchido por um pau duro, rebolei de prazer e usando a musculatura anal suguei a piroca ainda mais para dentro do meu cu e continuei sugando até sentir jatos de macho dentro de mim. Inundei a cara da chupadora com meu liquido vaginal, fazendo-a nos acompanhar no gozo forte que estávamos tendo. Meu casal favorito me apresentou outros e desde antão não parei mais...

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