#Gay #Grupal #Incesto #Teen

Uma orgia só dos homens da família

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Nandodando

Meu filho oficialmente faz parte da nossa sociedade secreta, só dos homens da família. E junto com meu pai e meu avô nós tivemos uma noite inesquecível a 4

O que nos separa, como gerações, não é o que nos define, mas, ao contrário, pode ser o que nos une. Quem disse que eu não tinha uma coisa ou duas a ensinar ao meu pai sobre o prazer? Da mesma forma, me surpreendi com meu filho, ao descobrir que podia aprender muito com ele, e o jeito descolado com que a sua geração lida com o prazer.

Então, finalmente chegou a hora de partilhar o que cada um tinha a oferecer uns aos outros. E, pela primeira vez, com a visita do meu avô, éramos quatro gerações de homens da nossa família, dispostos a compartilhar a mesma cama... e muito prazer.

Meu pai me disse que meu avô e minha avó não faziam sexo há anos, e o prazer entre os dois era a única coisa que lhe restara. Mas com o tempo meu pai lhe apresentou alguns amigos e logo ele se enturmou. Meu avô gostava de transar com caras mais novos, mas nunca tinha transado com um garoto tão novo quanto o bisneto.

Nos tempos de juventude, ele teve vários casos escondidos, mas deixou de se relacionar com outros homens depois que se casou. Um dia ele contou ao filho que, quando se assumiu, tudo o que conseguia pensar era na oportunidade de transar com um homem de novo, e a coisa toda aconteceu meio naturalmente entre os dois, talvez por uma afinidade de desejos. Com o tempo passaram a se dar prazer um ao outro sempre que minha avó não estava por perto.

Assim que a campainha tocou e a casa se encheu de um calor, acentuado pelo cheiro de colônia masculina. Meu filho se juntou a nós três na sala, e não dava pra disfarçar a sua ereção, enquanto tomávamos uma cerveja e conversávamos.

Meu avô parecia impressionado como o bisneto havia crescido ultimamente, desde o último Natal. Ele estava curioso pra saber como eu e o Beto estávamos lidando com a nossa nova relação. Eu disse estávamos nos dando muito bem, e que nunca fomos tão íntimos. E quando contei sobre o bisavô, ele ficou impressionado, especialmente com a descrição que eu dei do pauzão dele. Quando soube que o bisavô viria nos visitar ele ficou muito excitado.

"Desse jeito vai ficar mais alto que seu pai", ele brincou. "E deve estar com um pauzão lindo também!"

"Cada dia maior", eu acariciava o Beto, deixando o garoto todo corado.

Provavelmente com a cabeça cheia de ideias sobre o pauzão do meu avô, depois de tudo o que eu lhe contei, meu filho não tirava os olhos da calça dele, curioso sobre alguém daquela idade com um pau tão grande. Mas acho que no fundo meu filho estava era excitado com a descoberta da sua herança genética da família, imaginando que um dia teria um pau tão grande quanto o do bisavô.

"Acho que o Beto deve estar querendo conhecer a herança da família!", disse o meu pai, sorrindo pro neto e levando a mão sobre a sua ereção.

"Por que não vamos pro quarto?", eu me levantei e estendi a mão pro meu pai e meu avô.

Então fomos pro andar de cima. Eu disse a eles que deveríamos nos divertir e que não haveria melhor maneira do que continuar nossa aventura sexual a quatro. Hesitantes a princípio, meu pai e meu avô se juntaram a mim e ao meu filho na minha cama pra nossa primeira experiência a quatro.

Pra que todos se sentissem um pouco mais a vontade, eu havia espalhado no quarto um aromatizante cujo acento de frutas vermelhas deixava o ambiente muito mais excitante. E enquanto nos despíamos ao redor da cama, um a um fomos expondo o pau duro, cada um deixando o Beto mais impressionado. Mas nada comparado à surpresa da sua reação ao ver o pauzão do bisavô.

Tiramos o resto das nossas roupas, e agora completamente nus, começamos a masturbar uns aos outros, até que subimos na cama, pra uma orgia inesquecível.

Meu pai e meu avô se recostaram na cabeceira da cama, acariciando o Beto, que de joelhos na cama, era o centro das atenções de dois coroas safados. Eles então começaram a se revezar, chupando o seu pauzinho duro. E enquanto os dois se divertiam com meu filho eu me meti entre eles e comecei a chupar o meu avô, ao mesmo tempo em que masturbava o meu pai.

Eu alternava entre os dois, com os paus duros, apontando pra mim. E enquanto os dois se saciavam no pau do Beto, meu avô não se continha em foder o seu cuzinho com o dedo, fazendo o garoto foder a sua boca no mesmo movimento.

Meu pai então resolveu deixá-lo se divertir à vontade, como há muito tempo meu avô não chupava um pau tão novo. Então, se ajeitando atrás de mim, ele lubrificou o meu cu de saliva, lambendo profundamente, até enfiar o seu pau, enquanto eu me inclinava de quatro na cama, chupando o meu avô. Eu engolia quase todo o seu pau, enquanto ele fazia o mesmo com o bisneto. Ao mesmo tempo, meu pai metia gostoso atrás de mim. Que delícia! As coisas estavam ficando quentes.

Me surpreendia o tesão do Beto, e a naturalidade entre ele e meu avô. Depois de muito foder a sua boca, metendo tudinho, ele se deitou na cama, entre as pernas do bisavô. E, segurando o seu pauzão, pela primeira vez ele tinha à sua frente um verdadeiro desafio à sua boquinha.

Então, primeiro ele estendeu a linguinha, lambendo em volta a cabeça roxa, como que curioso pra saber que gosto tinha o pau de alguém daquela idade. Eu olhava o meu filho tentando chupar o pauzão do meu avô, então resolvi me juntar a ele, mostrando como fazer.

Cada um de um lado, nós nos revezávamos, numa aula de boquete pra qual meu filho não estava preparado. Mesmo assim ele se esforçava, engolindo a cabeça do pauzão e mais alguns centímetros, o máximo que cabia na sua boquinha. Olhando aquilo eu me surpreendia, e me perguntava se ele aguentaria aquilo tudo no seu cuzinho.

E por falar em cuzinho, antes de meter meu avô deu a ele um tratamento especial. Colocando o garoto sentado sobre o seu rosto, ele começou a lamber o seu anelzinho, quase como se quisesse fodê-lo com a língua.

O rosto do meu avô se abriu em um sorriso malicioso, enquanto ele provava oi cuzinho do garoto. Ele já começava a suspirar de prazer, até que se virou pra mim e disse: "Melhor até do que o meu filho!"

Meu rosto queimou quando meu filho suspirou, montado sobre o rosto do meu avô; e então começou a gemer, se deixando explorar por uma língua que o penetrava. Pra minha surpresa, isso me deixou ainda mais excitado do que antes. Meu pau estava pulsando enquanto eu o via se contorcer, sendo acariciado e gostando disso.

Papai se levantou, com a mão esquerda ainda segurando as nádegas do Beto, separando-as. "Está pronto?"

"Acho que ta prontinho pro vovô!", disse o meu avô, deixando que o Beto se ajeitasse sobre o seu colo. "Acha que aguenta o vovô?"

"Acho que sim", disse o meu filho, vendo o pau grosso e ereto do meu avô apontado pra cima.

Não sei se meu filho aguentaria ser fodido por um pau tão grande, mas lá no fundo eu tinha uma curiosidade meio pervertida, de querer ver aquilo. Tanto pra ver meu filho sendo penetrado por um caralho enorme, como pra ver a expressão no rosto do meu avô. Ele então sorriu maliciosamente enquanto pressionava a cabeça do seu pau contra o buraco do bisneto.

Então aconteceu. E na hora eu só conseguia olhar admirado, enquanto meu filho lentamente sentava no pauzão do meu avô. Ele era um misto de curiosidade e excitação. Parecia impossível aquela rola enorme caber num buraquinho tão apertadinho, mas o Beto foi se ajeitando devagar e com cuidado foi se deixando penetrar.

Com o peito ofegante e os olhos fechados, meu avô desfrutava da sensação indescritível de foder um garoto novinho. Apesar do meu incômodo com a situação, eu podia sentir meu pau ficando duro, vendo meu filho subir ofegante numa rola enorme. Então, diante da cena mais erótica da minha vida, eu começo a me masturbar, com meu pai metendo atrás de mim.

Eu observava enquanto meu avô passava os dedos pelo peito do Beto, descendo até o seu pau e sentindo a sua ereção. Acho que ele nunca imaginou a possibilidade de tocar um pauzinho tão novo, muito menos de foder o seu cuzinho apertado. Aquilo parecia um sonho pra um velho na sua idade, que ele desfrutava ao máximo.

Ele desliza as mãos por baixo das coxas do Beto, apertando e abrindo a sua bundinha (aquela bundinha que eu conhecia tão bem, desde pequeno!), e fazia seu pau entrar até pela metade... ou até onde dava.

Já meio sem forças, meu filho se recostou no peito do meu avô, com o rosto no seu ombro, enquanto o velho beijava o seu pescoço. Eu ouvia o Beto gemer nos braços do meu avô, que não parava de meter nele, chupando e beijando o seu pescoço.

"Está gostando?", ele sussurrou.

Meu filho gemeu fracamente, balançando a cabeça.

Eu assistia impotente enquanto meu avô dava uma rápida punheta e, em seguida, metia de novo no cuzinho apertadinho do meu filho e o penetrava devagar, até onde dava.

Até meu cu se contraiu ao ver aquilo! Mas, em vez de gritar, como eu teria feito, meu filho soltou um gemido de prazer, empinou a bunda e se entregou às estocadas do meu avô. Eu podia ver a expressão contraída em seu rosto enquanto era penetrado. Era uma expressão que eu já tinha visto antes, e eu estava começando a sentir uma pontada de inveja, querendo o mesmo êxtase daquele pauzão dentro de mim.

Meu avô tinha uma mão no peito do Beto e a outra na sua cintura, segurando-o firme enquanto o penetrava com movimentos curtos e firmes. Seu rosto estava duro de determinação, o maxilar rígido enquanto ele impulsionava os quadris para cima.

Uma estocada repentina fez os olhos do meu filho se arregalarem. E então ele começou a foder mais rápido agora, com todo o tesão que só um ativo mais velho e experiente poderia ter. O rosto do Beto estava brilhando de suor, suas pernas tremendo enquanto ele fazia tudo o que podia para manter a bunda no lugar certo para as penetrações do meu avô. Eu os observei por um minuto, cativado pelos sons de gemidos, e o som de carne contra carne que enchiam o quarto.

Finalmente, o esforço de ser penetrado por um pau enorme provou ser demais pro meu filho e ele se deixou cair sobre o peito do bisavô. Meu avô se manteve dentro do garoto, seu pau permanecendo firmemente alojado no seu cuzinho. Ele estava pela metade nele agora, seu pau pulsando de tesão enquanto continuava a penetrá-lo.

O vovô se inclinou e beijou de leve o pescoço do Beto, depois mordiscou a sua orelha, enquanto metia nele. "Você é tão apertadinho", disse ele entre grunhidos. "Quente... molhado... exatamente como eu imaginei que seria..."

"Ai...", meu filho gemeu fracamente.

"Eu queria sentir você rebolando no meu pau desde que te vi essa noite."

"Mmm... ai, mete mais!", eu me surpreendias da safadeza do meu próprio filho com meu avô.

A bunda dele estava arrebitada agora, suas costas arqueadas para permitir que meu avô penetrasse mais fundo. Sua mão estava entre as pernas, se masturbando fracamente enquanto o vovô se impulsionava numa estocada mais forte.

"Porra, garoto", ele gemeu. "Você vai me fazer gozar."

"Vai", o Beto gemeu. "Goza!"

"Posso gozar dentro?"

"Pode!"

Um gemido repentino tirou do meu filho um último gemido. Seus olhos estavam fechados, com seu corpo de garoto subindo e descendo sobre o pau que o fodia. Até que os gemido dos dois se confundiu na hora em que meu avô começou a gozar, enchendo o cuzinho do bisneto de porra. Com a duas mãos ele abria bem a sua bundinha, despejando jato após outro do seu gozo nas entranhas do meu filho.

Os dois se deitaram lado a lado, meio exaustos e meu avô tinha um sorriso de garoto. Acho que até aquela noite eu não fazia ideia do prazer que o Beto tinha em cavalgar um pau. Mas, depois do meu avô, com certeza o seu cuzinho estaria bem mais receptivo, quem sabe até pra uma dupla penetração.

E por falar em meter, a única coisa que superava o prazer do meu avô em comer o cuzinho apertado de um garoto era ficar de quatro na cama e experimentar o mesmo.

Quando ele cochichou no ouvido do Beto o que tinha em mente, meu filho ficou meio corado e sem jeito. Mas não desapontou o bisavô. De joelhos na cama, ele apontou o seu pauzinho e foi deslizando devagar, meio receoso. Até que foi se soltando e ficando mais à vontade, surpreso de como era fácil foder o cu de alguém com três ou quatro vezes a sua idade.

"Ai, caralho, isso é tão bom!", meu avô gemia enquanto o bisneto metia atrás dele. "Ensinou direitinho o seu garoto!", ele sorriu pra mim.

"Tô começando a ficar com ciúmes", eu sorri pro meu filho enquanto ele dava uma estocada atrás de outra no bisavô.

"Acho que seu pai tá querendo o mesmo tratamento", meu pai brincou com o Beto.

Na verdade, meu filho deve ter aprendido sozinho, vendo o avô meter em mim. Confesso que isso era a única coisa que ainda não tinha tentado com ele. A simples ideia de ficar de quatro na cama e deixar meu filho me foder ainda me constrangia. Talvez imaginasse que perderia o seu respeito ou coisa assim. Mas não resisti a ter a mesma experiência, e pela primeira vez deixei meu filho me comer.

Depois do meu pai ter metido bastante, me fodendo como ele tanto gostava, foi a vez do Beto segurar o seu pau e ir enfiando devagar atrás de mim. E o garoto não fez feio, me fodendo feito gente grande.

Confesso que a princípio foi estranho ficar de quatro na cama diante de outro homem pela primeira vez, especialmente do meu pai. Mas depois, quando passamos a dormir juntos, eu adorava sentir o seu pau dentro de mim.

Só que uma coisa foi deixar meu pai me comer, e outra bem diferente foi me entregar ao meu filho. Pela sua expressão, meio sem jeito, ele não parecia muito à vontade em ficar ali naquela posição. Então, quando senti o seu pau roçar em mim, um súbito arrepio me percorreu quando ele foi conduzindo e enfiando no meu cu.

E, no instante em que fechei os olhos, pude senti-lo todinho dentro de mim, como se fosse invadido por uma sensação totalmente nova e quente que me dominava. Era uma coisa nova, que eu sentia pela primeira vez, só que dessa vez muito mais intensa.

E, por falar nele, o garoto se saía muito bem, me deixando surpreso com a naturalidade com que ele me fodia. Mas, em vez de me sentir diminuído como homem diante do meu filho, sentia mais forte a cumplicidade que nos unia, um tipo de ligação que até então eu não conhecia.

Sendo aquela a primeira vez que eu tinha o seu pau dentro de mim, e a princípio meio sem saber o que fazer, eu começava a pegar o jeito da coisa, deixando que ele me penetrasse em leves estocadas, até que de repente já estava me antecipando aos seus movimentos, recebendo o seu pau todinho no meu cu. Então, senti que o seu pau já deslizava mais facilmente, e ele gemia, me segurando pela cintura. Só agora tinha me dado conta de que ele tinha acabado de gozar dentro de mim.

E, tanto ele quanto eu, caminhávamos por um terreno completamente novo na nossa relação, mas não menos excitante. Primeiro, abri as pernas, conduzindo aquele pequeno membro até o meu cu. E não foi preciso mais nada, ele começou com umas tímidas estocadas, mas foi aos poucos pegando o jeito.

Acho que ele de fato gostava da coisa, e agora, ali atrás de mim, ele se aplicava, como se quisesse me mostrar como havia aprendido, e me deixar orgulhoso.

Aos poucos ele foi aumentando seus movimentos, querendo mais e mais colocar seu pau lá no fundo do meu cu, até que sua respiração se acelerou e ele começou a gemer pra valer. Não sei pra qual dos dois aquilo era mais prazeroso, mas apesar de ser um território inteiramente novo pra mim e pra ele, acho que nunca senti algo tão intenso e excitante quanto ter o pau do meu filho todinho enfiado no meu cu, mandando ver.

E, no auge do meu prazer, eu começo a gozar, lançando um jato de porra que acerta em cheio o rosto e o peito do meu pai, enquanto suspirava ofegante.

Assim que temos o nosso momento de prazer, eu o puxo pra mim e aconchego seu corpo contra o meu, ao que passo a lamber as gotas da minha porra no seu rosto, e eu tenho o ímpeto de mais uma vez beijar a sua boca, com o gosto do meu leite em seus lábios.

Meu filho metia atrás de mim, deslizando fácil seu pauzinho no meu cu. E não era por menos; meu pai tinha deixado minhas pregas bem relaxadas, e o pauzinho do meu filho me chegava gostoso até onde ele conseguia meter.

Enquanto isso, ao lado, meu pai fodia o meu avô, metendo com força e fazendo o coroa gemer. Mas não demorou e ele também quis sentir o pauzinho do neto dentro dele, abrindo as pernas e recebendo o garoto pra uma bela penetração, enquanto o abraçava pela cintura.

“E aí, gostou de foder o papai?”, o avô perguntou ao garoto, que apenas abre um enorme sorriso, ainda recobrando o fôlego, metendo pela terceira vez seguida. Mas o meu tesão só aumentou, em ver o Beto fodendo cada um de nós.

Eu não resisti a também me juntar aos dois, metendo no meu filho enquanto ele fazia o mesmo com o avô. E, pra minha surpresa, não demorou e logo eu senti aquele contato molhado atrás de mim, de uma língua que lambia a entradinha do meu cu, pra dar lugar à cabeça de um enorme pau que começava a me penetrar. Era o meu avô que se juntava pra um “trenzinho” em família, cada um fodendo o outro numa deliciosa sacanagem a quatro.

Ele me fode mais facilmente, deslizando pelo meu cu e quase me preenchendo todo. E enquanto se ocupa de me dar prazer, ao mesmo tempo me fodendo e me beijando o pescoço, sua respiração vai ficando mais ofegante, com seu hálito quente na minha nuca.

Em cerca de cinco minutos daquela orgia deliciosa, ele começa a ejacular dentro do meu cu. Grossas gotas de sêmen começam a escorrer pelas minhas pernas. Nesse instante eu também começo a gozar no meu filho. Meu avô se afasta e olha pra nós dois, então nos beijamos e ele puxa o Beto pra também participar daquele momento, agora num beijo a três. Ao final, ele se inclina e beija o garoto na testa e sorri.

Depois, fomos todos pro banheiro, e sob o chuveiro, debaixo da água morna, foi a minha vez de comer mais uma vez o cuzinho do garoto, naqueles momentos mágicos que passamos os quatro.

É claro que a noite não terminou até que o Beto fosse devidamente batizado... com o nosso gozo. Deitado na cama, meu filho era de novo o centro das atenções, dessa vez esperando ansioso enquanto nos masturbávamos à sua volta.

Então, primeiro o meu avô, depois o meu pai, cada um de nós foi gozando no rosto e por todo o peito do garoto, dando nele um belo banho de porra. No final, ele de novo tentava se revezar, chupando os dois coroas, enquanto eu lambia toda a porra que lhe escorria pelos mamilos. Agora sim meu filho fazia parte oficialmente da nossa sociedade secreta, só dos homens da família.

E depois daquela noite, eu não só passei a comer o meu filho toda vez que ele vinha ficar comigo nos fins de semana, como adorava que ele metesse o seu pauzinho no meu cu e me enchesse de porra. Depois assistia enquanto ele fazia o mesmo com o avô.

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