#Assédio #Estupro #Sado #Teen

O primeiro estupro de Lucas

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MayMelzi

Era uma sexta-feira quente de outono. Lucas, um rapaz de 28 anos, magro, de barba por fazer e olhos inquietos, não aguentava mais. Nunca fora bom com mulheres. Tentativas desajeitadas em aplicativos, olhares rejeitados em bares, noites solitárias encarando a tela do celular. A frustração havia virado raiva, e a raiva, naquela tarde, virou decisão.
Ele tomou banho, vestiu uma camiseta preta simples, pegou o carro velho e foi direto para a faculdade particular da cidade. Estacionou do outro lado da rua e ficou observando. Centenas de garotas saíam das aulas. Ele procurava uma específica. E encontrou.
Ela era perfeita para o que ele imaginava, loira, alta, devia ter quase 1,75m, corpo jovem e bem feito, com uns 19 ou 20 anos. Os cabelos longos, lisos e dourados batiam quase na bunda redonda e firme. Tinha um sorriso grande e doce, daqueles que iluminam o rosto todo enquanto conversava com as amigas. Vestia uma saia jeans curta e uma blusinha cropped que deixava a barriga lisinha à mostra.
Lucas sentiu o pau endurecer só de olhar. Quando ela se despediu das amigas e começou a andar sozinha em direção ao ponto de ônibus, ele ligou o carro e a seguiu devagar, a alguns metros de distância. Ela parou no ponto quase vazio. Eram quase seis da tarde, o sol já estava baixo. Lucas parou o carro bem na frente dela, baixou o vidro do passageiro e, sem dizer uma palavra, apontou a pistola 9mm para o rosto da garota.
— Entra. Agora.
Os olhos dela se arregalaram de terror. O sorriso doce sumiu instantaneamente. Ela olhou para os lados, mas não havia ninguém por perto. A mão tremia segurando a alça da bolsa.
— Por favor... — murmurou.
— Entra ou eu atiro na sua cara — ele rosnou, a voz rouca de excitação e nervosismo.
Ela obedeceu. Mal a porta se fechou, Lucas acelerou. Com uma mão no volante e a outra segurando a arma, ele pegou um pano sujo que já tinha separado no banco de trás e uma fita adesiva.
— Mãos para trás.
Ela chorava baixinho, mas obedeceu. Ele amarrou os pulsos dela com força, depois enfiou o pano sujo dentro da boca dela e selou com várias voltas de fita, apertando bem. Os sons abafados dela o deixavam ainda mais excitado.
Dirigiu rápido, saindo da cidade pela estrada rural que conhecia bem. Uns vinte minutos depois, virou numa estrada de terra quase invisível no meio do mato. O casebre abandonado apareceu no fim do caminho: paredes de tijolo velho, telhado meio caído, janelas quebradas e mato alto ao redor. Ninguém ia aparecer ali.
Ele parou o carro bem na porta, desligou o motor e ficou olhando para ela. A loira tremia inteira, lágrimas escorrendo pelo rosto, o peito subindo e descendo rápido. Os cabelos longos caíam sobre os ombros. Lucas sentiu o pau latejando dentro da calça.
— Você vai ser minha hoje, novinha... — murmurou, passando a mão na coxa dela. — A noite inteira.
Ele abriu a porta, puxou-a pelos cabelos e a arrastou para dentro do casebre escuro.
Lucas arrastou a loira pelos cabelos longos até o centro do casebre abandonado. O chão era de madeira velha e suja, com alguns colchões rasgados e cobertores mofados que ele mesmo havia deixado ali em visitas anteriores. Ele a jogou de joelhos no chão e ficou de pé na frente dela, ofegante.
— Olha para mim — ordenou, enquanto tirava a própria camiseta.
Ela tremia, os olhos azuis cheios de lágrimas, a mordaça suja abafando os soluços. Lucas se abaixou, segurou a blusinha cropped dela com as duas mãos e puxou com força bruta. O tecido fino rasgou no meio como papel, expondo os seios firmes e empinados da garota. Eram médios, redondos, com bicos rosados e pequenos que endureceram imediatamente com o ar frio da noite.
— Caralho... que peitos perfeitos, murmurou ele, surpreso. Agarrou os dois com as mãos, apertando forte, sentindo o peso macio e a pele lisinha. Depois abaixou a cabeça e mordeu um dos mamilos, chupando com força enquanto ela se contorcia.
Em seguida, ele segurou a saia jeans curta e puxou para baixo com violência. O botão saltou e o zíper rasgou. A saia desceu até os tornozelos junto com a calcinha branca que ela usava por baixo. Lucas parou por um segundo, só olhando.
A garota era ainda mais perfeita do que imaginava. A pele era clara, quase dourada, completamente lisa. A barriga era chapada, com uma leve marquinha da cintura. As coxas eram grossas, mas firmes, e a bunda empinada que ele tinha visto de longe agora estava totalmente exposta. Mas o que mais chamou atenção dele foi a virilha.
Ela era depilada quase totalmente, só com uma fininha penugem loira quase invisível. E bem ali, na virilha direita, acima do monte de Vênus lisinho, tinha uma pequena tatuagem delicada, uma borboleta azul e preta, pequena, bem feitinha, como se fosse um segredinho escondido que só quem chegasse tão perto poderia ver.
— Porra... uma tatuagem de borboleta? — Lucas riu baixo, excitado pra caralho. — Sua putinha safada... parece tão inocente por fora e tem isso aqui escondido.
Ele passou o dedo indicador devagar sobre a tatuagem, descendo até roçar os lábios rosados e carnudos da boceta dela. Estava inchadinha, com um clitóris pequeno aparecendo. Ele abriu as pernas dela à força, expondo tudo. O cheiro dela, misturado com medo e suor, o deixou louco. Com as mãos tremendo de tesão, ele terminou de arrancar o que restava da calcinha, rasgando o tecido fino. Depois segurou os cabelos loiros dela com uma mão e puxou a cabeça para trás, enquanto com a outra mão abria o zíper da calça e tirava o pau duro, latejando, já babando pré-gozo.
— Agora você vai sentir tudo, loirinha... cada centímetro.
Ele se ajoelhou entre as pernas dela, esfregando a cabeça grossa do pau na entrada molhada da boceta, olhando fixamente para a borboleta tatuada enquanto se preparava para entrar com força.
Lucas não esperou mais. Segurando a loira pelos quadris com força bruta, ele empurrou a cabeça grossa do pau contra a entrada apertada da boceta dela e meteu com tudo, de uma só vez, até o fundo.
— Aaaahhh! — o grito abafado pela mordaça saiu rouco, enquanto o corpo dela se arqueava de dor. Ele era grosso e estava completamente duro, esticando as paredes lisas e quentes da vagina dela sem piedade.
— Caralho, que boceta apertada... — grunhiu ele, sentindo o calor molhado engolindo seu pau. Começou a meter com força, batendo os quadris contra a bunda redonda dela, fazendo os seios firmes balançarem a cada estocada. A cada vez que entrava até o talo, ele olhava para a pequena borboleta tatuada na virilha, achando aquilo ainda mais excitante.
Ele metia rápido e fundo, segurando os cabelos loiros dela como rédea, puxando a cabeça para trás. O som molhado de carne contra carne ecoava no casebre vazio. A loira chorava, o corpo tremendo, mas a boceta dela acabou ficando mais molhada apesar do medo, o atrito constante no clitóris e o pau grosso roçando no ponto G dela fizeram seu corpo trair.
Depois de uns dez minutos metendo com vontade, Lucas puxou o pau todo melado de cremes dela. Virou a garota de bruços no colchão sujo, levantou a bunda dela para cima e cuspiu direto no cuzinho rosado e virgem.
— Agora vai sentir no rabo, loirinha...
Ele pressionou a cabeça do pau contra o anel apertado e forçou. Ela se debateu, gritando abafado contra a mordaça, mas ele segurou firme e empurrou. O cuzinho dela cedeu devagar, engolindo centímetro por centímetro do pau grosso. Quando estava todo dentro, Lucas soltou um gemido longo de prazer.
— Porra... que cu apertado da porra...
Começou a foder o cu dela com estocadas longas e brutais, saindo quase tudo e enfiando de novo até as bolas. A bunda branca dela ficava vermelha com o impacto. Ele esticava o cuzinho dela ao máximo, sentindo as paredes quentes e lisas apertarem seu pau. Enquanto metia no cu, enfiava dois dedos na boceta dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. A loira soluçava, o corpo todo suado, os cabelos longos grudados nas costas. Lucas meteu no cu dela por uns bons quinze minutos, cada vez mais rápido, até sentir que ia gozar.
Ele puxou o pau do cu dela com um plop molhado, virou a garota de lado e arrancou a fita e o pano sujo da boca dela com violência.
— Chupa. Agora.
Ela mal conseguia respirar, tossindo e chorando.
— Por favor... não...
Ele segurou o pau melado do cu e da boceta dela e enfiou na boca da loira. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu sua garganta fundo, fazendo ela se engasgar e babar. O gosto forte do próprio cu e da boceta dela a fez ter ânsia de vômito, mas ele não parou. Depois de algumas estocadas na garganta, ele tirou o pau, começou a bater punheta rápido bem na frente do rosto dela. A loira olhava com nojo e terror, lágrimas escorrendo.
— Abre a boca...
Ele gozou com força. Jatos grossos e quentes de porra branca explodiram no rosto dela: um no olho esquerdo, outro na bochecha, na testa, nos cabelos loiros e um último bem na língua estendida. A porra era abundante, escorrendo devagar pelo rosto dela, pingando no queixo e caindo nos seios.
A loira fez uma careta de nojo profundo, virando o rosto, cuspindo o que caiu na boca e tremendo de repulsa. O cheiro forte e o calor viscoso da goza dela a deixaram enojada. Lucas ficou olhando, ofegante, admirando o estrago, a loira novinha, toda marcada, com a cara pintada de porra, a boceta vermelha de tanto meter, o cuzinho aberto e piscando.
— Boa garota... murmurou ele, passando o pau ainda semiduro no rosto dela, espalhando mais a porra.
Lucas passou a noite inteira possuído por um tesão insaciável e raiva misturada com prazer. Ele fodeu a loira de todas as formas possíveis. Metia na boceta dela até ela inchar e ficar vermelha, virava e enfiava no cu com força bruta, alternando os buracos sem parar. Gozou dentro da boceta dela duas vezes, enchendo-a de porra quente, depois virou e gozou no cu, vendo o sêmen escorrer do cuzinho aberto.
Em uma das rodadas, ele tirou a mordaça e obrigou ela a chupar o pau sujo de porra e cremes misturados, fodendo a garganta dela até ela vomitar um pouco. Depois meteu de novo, segurando os cabelos loiros longos como alça, batendo os quadris contra o rosto dela.
A loira estava destruída, corpo suado, marcas de dedos nos seios e coxas, boceta e cu vermelhos e escorrendo porra, rosto inchado de choro. Pouco antes do dia amanhecer, Lucas, ainda fora de si, olhou para ela deitada no colchão sujo e decidiu:
— Não vou te matar... você vai viver para lembrar disso para sempre, sua vadia.
Ele pegou o cinto de couro e, com olhos selvagens, começou a bater forte nos seios dela. O couro estalava contra a pele macia e clara, deixando vergões vermelhos instantâneos. A loira gritava abafada contra a mordaça que ele tinha colocado de novo. Ele bateu várias vezes, fazendo os seios balançarem e ficarem cheios de marcas roxas. Depois virou ela de bruços e espancou a bunda redonda com o cinto, com força selvagem. Cada golpe deixava um vergão grosso e vermelho na pele branca. A bunda dela ficou toda marcada, ardendo.
Ainda com o cinto na mão, ele abriu o zíper e mirou o pau na cara dela. Segurou a cabeça loira e mijou forte, jato quente e amarelo acertando os olhos, a boca, os cabelos e escorrendo pelo rosto e pescoço dela. A loira fazia careta de nojo extremo, tossindo e tentando virar o rosto, mas ele segurava firme até terminar de esvaziar a bexiga toda nela.
— Agora você tá marcada direitinho...
Ele a arrastou pelos cabelos até o carro, abriu o porta-malas e jogou o corpo nu e destruído lá dentro como se fosse um saco de lixo. Fechou com força e dirigiu pela estrada rural até uma encruzilhada isolada, um lugar onde os caminhoneiros e trabalhadores passavam de manhã cedo, mas que àquela hora ainda estava deserto.
Parou o carro, tirou ela do porta-malas e a arrastou até uma árvore baixa na beira da estrada. Amarrou os pulsos dela com uma corda grossa em um galho baixo, deixando os braços esticados para cima, o corpo todo exposto. Ela ficou pendurada, pelada, pés quase tocando o chão, os vergões do cinto evidentes nos seios e na bunda, o rosto e cabelos encharcados de mijo, porra seca e fresca escorrendo pelas coxas, boceta inchada e aberta à mostra.
Lucas deu um passo para trás, admirou o quadro por alguns segundos, depois entrou no carro e foi embora sem olhar para trás, deixando a loira novinha ali, nua, marcada, exposta, humilhada e destruída para quem passasse ao amanhecer.
Sem nem se preocupar de saber seu nome.

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