Grupal no feriadão
Uma coisa que eu sempre procurei foi o sigilo e o Bê garantia isto como uma lei para não termos problemas. Sua casa ao qual chamo de fortaleza pelos altos muros cobrindo todo o terreno dão a segurança necessária. Por lá, muita coisa rolava sendo impossível contar tudo. Cada final de semana ou feriado era possibilidade de muito sexo. Neste conto, nós havíamos superado os dois anos de putarias.
Bê, negro, 44 anos, magro, estatura mediana com rosto comprido, entregou uma cerveja para mim. Eu, 24 anos, branco, magro, pego, abro e falo:
- Calor, né?
- Gelada cai bem.
Óculos escuros, sunga, chinelo, eu estava numa cadeira de praia desmontável e o Sol mostrava poder naquele feriado de Proclamação da República. Bê estava igual.
- Os tratantes estão demorando.
Ri. Dez e meia da manhã, tomei um gole e terminou a latinha dele. Bundão virado e tomando Sol, o Bê estava puto pela demora dos parças. Falei:
- Liga lá.
Levantou e dois minutos depois, a campainha toca. Bê vai atender e conheço os dois após um cumprimento. Dou sorriso e trocamos olhares entre nós.
- Tem cerveja lá. Só pegar.
Um cara baixo de rosto redondo, nordestino, musculoso, não mais que 37 anos e o outro um moreno quase negro, magrelo, rosto arrendondado, mínimo, uns 48. Márcio e Norberto, respectivamente.
Sentaram e batemos um papo. O Márcio puxou o assunto:
- Chegado?
- Claro.
Os dois trocaram olhares e o Bê, safado, completa:
- Não só gosta como adora.
Rimos. Norberto estimula:
- Mostra a bunda.
Olho o Bê e ele fala:
- Mostra.
Muro alto, tirei a sunga e abri bem a bunda na maior cara de pau!
- Rabão.
A minha atitude acendeu a tara do trio e logo fui cercado. Recebi apalpada na bunda pelo Norberto e o Márcio ficou na minha frente trocando beijos de língua!
O tesão subiu depressa e sungas caíram ao chão. Alisando o pau do Márcio eu sentia o pau moreno do Norberto roçar minha bunda. O Bê ganhou punheta!
- Será que dou conta?
Sorri de forma safada já curvando para o boquete! Safado, o Bê, meu macho, falou:
- Dá e com sobras!
Entrei no clima e foda-se. Segurando, dei as primeiras chupadas no cacete do Márcio e virei para agradar ao Norberto. Só caralhos grossos e cabeçudos! Entre 18 e 19 cm de rolas, era aquilo que eu via pela frente!
- Humm, humm! Nossa, gostosa!
Paus enrijecendo na minha frente, batendo punheta, Sol forte! O óculos escuro no meu rosto não encobria o meu tesão e nem a tara. Chupei e o Norberto fodeu a minha boca!
- Engole. Isso.
Agachado, tomei vai e vem levando cabeçada na garganta e babei! Segurei e bati uma! Calor, pedi:
- Embaixo da cobertura.
Na frente da suíte ao fundo da casa há uma cobertura de telhas e fomos. Tarados, os caras estavam de paus duríssimos e avisei o Bê:
- Pega o gel.
Um colchão tipo tatame pintou e fiquei de quatro mamando o Márcio. O gel chegou e o Norberto abriu e do alto deixou o líquido gelado cair na minha bunda.
Bê espalhou e eu já engolia bem a rola do Márcio, um pau avantajado que fazia um vai e vem mandando forte na minha bochecha e babei! O tesão disparou!
- Vai você primeiro.
Norberto só apoiou as mãos nas minhas costas, mirou e seu pau moreno e quase preto desapareceu dentro do meu rabo! Humm! Corei e passei a levar bombada!
- Ai, ai, devagar, ai!
O caralho do Norberto estava insano. Suas bombadas transformaram meu cu numa tensão e abri bem a boca com caretas! Dinâmicos, o Márcio veio bombar!
- Come. Fode. Humm!
Putaria forte, eu fiquei alternando mamadas no Bê e no Norberto enquanto o Márcio e seu caralho cearense criava uma tensão louca! Gemendo, fui calado!
- Engole. Isso.
O Bê deve ter passado o meu segredinho aos dois: eu fico solto após muita tensão no cu! Uma vez que alcanço este momento, podem foder o dia todo que eu aguento!
- Humm, hummmm, hummmmm, ai caralho, ai porra!
Assim que tirou a rodela estava aberta e piscando! Tesão da porra! O Bê, o dono real do meu cu, veio para bombar e tirou onda:
- Vou mostrar como se faz!
Ri e falei:
- Safado!
Penetrou e abri a boca fazendo seu pau preto sumir no meu cu! Os dois riram e eu ri de safado! Acostumando, o Bê socou forte e a transição foi feita! Falei:
- Delícia! Quem vem?
Suando, eu e eles dávamos margem para uma putaria ao qual eu pedia faz tempo e o Bê, tão safado quanto eu, permitiu! Norberto veio foder mais com pau moreno!
- Tá gostando?
- Come meu cu! Isso. Ahhhhh!
Abri a boca e mordi os lábios. Fiquei rotacionando a língua no pau do Bê e do Márcio até ganhar vai e vem! Delícia! Atrás, o Norberto castigava e gemi:
- Ai, ai, nossa!
Sem camisinha, eu encarava três caralhos potentes, grossos, cabeçudos e cheios de tara! Caras vividos sexualmente, experientes, deixaram meu cu aberto e cheio de excitação! O gel perdera sua função e agora eu que aguentasse!
- Ahhh! Cu da porra!
Um tapa na bunda e o Bê falou:
- Sofá ali dentro.
Fiquei de quatro no sofá da suíte. Há dois banheiros paralelos, geladeira, cama e televisão. Toalhas e secamos os corpos, rostos. Márcio pegou uma cerveja.
- Bota mais gel no viado.
Ri. O Márcio veio e jogou gel fazendo lubrificar bem dentro do cu arregaçado. O seu pau sumiu na penetrada e levei uma castigada que cheguei a gaguejar! Nossa!
- Ah, ah, ahhh, ahhh!
O Bê falou:
- Para de frescura!
O Márcio tirou e mordi o lábio. Tomei um gole de cerveja e o Norberto veio para romper qualquer prega ainda existente! Pegou ritmo, enterrou e ficou dando as espetadas e falou:
- Gosta de ser putinha?
- Sim. Ai!
Caralhos deliciosos, cheios de vontade, entre caretas e abrindo a boca, eu fui dando conta do recado! Bê alisava sua pica preta, o Márcio, idem.
- Ai, ai, humm!
Norberto, 46 anos, parecia que não fazia sexo há anos! Suas metidas profundas e rápidas tiravam o meu juízo do lugar! Tomou posse do meu cu e foi até…
- Ahhh, ahhh, ohhhhh, viado do caralho! Ohhh!
Mãos na minha bunda, passei a língua nos lábios e senti muito esperma dentro do cu! Segurando o pau, tirou devagar e meu cu escorreu uma gota indo ao saco!
- Pronto, viado!
O Márcio colou e ficou espalhando o esperma do amigo. Enterrou e veio forte, rápido, o pau deslizava que era uma beleza sentando cabeçadas e fiz caretas!
- Ai, ohh, ai, ai, humm!
Apertando meu pau, alisando de leve, eu tentava segurar o tesão! Márcio fez rebolar, fodeu forte e ficou no vai e vem com a mão na bunda para…
- Ohhh, toma leite! Ahhh! Humm! Ohhhh!
Se minha bunda tinha resquícios de porra do Norberto, o Márcio transformou meu cu numa cachoeira de esperma que babou! Passei a língua nos lábios, sorri:
- Humm, delícia! Adoro. Vem Bê!
Apoderou com as mãos e abriu minha bunda para foder dando espetadas! Botou as mãos na parede e ficou sentando bombada. Eu faltava gemer alto ali e evitei:
- Gosta de pau? Fala para eles.
- Adoro. Ai, ai, come, aiii!
Levantando minha cabeça, bombando, bunda empinada, eu servia ao pau preto do Bê e ainda levava muita surra no fundo do cu com suas cabeçadas firmes!
- Ai! Ai caralho!
- Gosta de leitada no rabinho?
Sorri e falei:
- Adoro.
- Para ganhar gozada tem que levar muito pau no cu!
Fodeu sem dó! Botou rapidez e muita excitação no meu corpo, tenso, quente e ouvi:
- Ahhh, ohhhh, ahhh! Bunda do cacete!
Uma carga de esperma, tirou rápido e aquilo babou como nova cachoeira! Humm! Meu corpo exausto era felicidade completa com esperma escorrendo na bunda!
A sensação deliciosa, cu grudento, melado, latejando e rabo aberto piscando fez meu corpo ficar muito realizado! Espalhou e ficou batendo a cabeça no meu cu!
- Delícia! Nossa! Loucura!
Sorri. Meus olhos brilhavam. Chamei todo mundo de pauzudos e gostosos para tomar um banho. Bati uma que saiu espirrada na parede. Delícia!
Cu aberto, eu não podia reclamar. Fica do jeito que eu adoro, amo sentir o rabo fodido pós-sexo! Pouco a pouco, entre banhos e vestindo roupas, bebemos.
Por fim, o Bê agilizou umas carnes, comemos.
Após o Norberto e Márcio irem embora, o Bê falou:
- Virou putinha hoje.
Ri e comentei:
- É bom demais.
Cansado, despedi e lá pelas 19 horas voltei para casa. Deitado na cama, curti o rabo e apaguei pela exaustão.
A “fortaleza” do Bê virara meu ponto definitivo de putarias.
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