Minha namorada contando como mamou seu amigo dela, me fez assim conhecer o bdsm
Minha namorada sempre foi monogâmica e certinha na frente dos outros, mas entre quatro paredes existia uma putinha guardado dentro dela que parecia nascer só pra mim. Quanto mais o tempo passava, mais a intimidade crescia… e junto vinha aquela sensação perigosa de que a gente estava atravessando limites que talvez nunca mais conseguiríamos esquecer.
Com o tempo, criei coragem pra revelar um fetiche que nunca tinha contado pra ninguém: minha mulher sem calcinha, com um vibrador de controle remoto escondido nela, em público, enquanto fingia ser apenas mais uma mulher comum.
E assim fizemos.
Num final de semana, saímos pra jantar e depois iríamos pro motel. No caminho, falei casualmente:
— Vou passar no posto rapidinho.
Ela me olhou na mesma hora.
— Tá doido amor? Tô sem calcinha hahaha
— Eu sei. E é exatamente por isso.
Ela riu nervosa, daquele jeito dela quando estava assustada… mas excitada.
— Você quer que vejam minha buceta com o vibrador enterrado nela?
— Quero.
Ela mordeu o lábio, desviou o olhar e respondeu baixo:
— Tá bom… mas vou deixar pouco aberta só viu kkkkk
Só que eu conhecia ela. Conhecia o jeito que a respiração mudava quando ficava nervosa. Conhecia o brilho no olhar dela quando percebia que estava sendo desejada.
No posto, pedi pra ela abrir mais as pernas. Ela resistiu, rindo, dizendo que eu era doente… mas abriu.
E quando o frentista chegou, aconteceu exatamente o que eu imaginava.
Ele bateu o olho na buceta dela. Na hora.
Tentou disfarçar, agir normal, mas aquele segundo de hesitação entregou tudo. E pior: ela percebeu também.
Foi aí que tudo mudou.
Dei um beijo nela e falei:
— Vou no banheiro amor. Paga pra mim, ela respondeu, olhando pro frentista: Pago amor, pago sim. Como se tivesse dando a entender qualquer outra coisa.
Quando voltei, ela estava diferente.
Agitada.
Respiração curta.
Olhar perdido.
Parecia outra pessoa.
Entrou no carro quase tremendo:
— Vamos sair daqui… por favor.
Só depois ela contou.
Disse que ele comentou que minha buceta estava aparecendo. Que achou ela perfeita. E no meio daquela adrenalina, daquela loucura absurda, ela se entregou a loucura e entregou o controle do vibrador pra ele.
E deixou ele a controlar.
Ela perdeu o controle, deitou o banco e curtiu.
Disse que ele apertava enquanto fingia abastecer o carro, e ela tentava não se contorcer. Tentava não gemer. Tentava manter a pose enquanto sentia outro homem controlando ela… na minha ausência.
Mas quando ele me viu voltando, devolveu o controle correndo.
E ela ficou na vontade.
O problema é que depois daquilo… nada mais parecia suficiente.
No motel, a gente transou com uma intensidade violenta, eu maltratei aquela puta, como nunca. Eu acabei como quem diz: você se mostrou e deixou outro controlar sua buceta, então toma pica sua vagabunda, mas era isso que eu queria… mas não era só sexo. Era a imagem dela sendo observada. Desejada. Perdendo o controle aos poucos.
E aquilo entrou na nossa cabeça.
Dias depois, eu falei que queria ir além. Queria exibir ela pra alguém conhecido. Alguém que interagisse. Que provocasse ela. Que fizesse ela enlouquecer naquele vibrador.
Mas sem tocar nela.
Falei até desanimado, porque parecia impossível.
Só que ela respondeu rápido demais:
— Vida… conheço alguém que pode dar certo.
Aquilo me gelou.
— Quem?
Ela hesitou por um segundo.
— O Iago.
Na hora senti algo estranho no peito.
— Por quê ele?
— Ah… a gente era meio íntimo. E ele é confiável.
A palavra “íntimo” bateu errado na minha cabeça.
— Como assim íntimos?
Ela tentou rir.
— Ah amor… a gente já ficou.
Até aí eu sabia.
Mas tinha algo na forma como ela falava que denunciava mais coisa.
Pressionei.
E ela contou.
Disse que conversavam muita putaria antigamente. E depois, quase sem peso nenhum na voz, soltou:
— Já mamei ele também.
Aquilo me destruiu por dentro.
Porque de repente todas as vezes que eles estiveram no mesmo ambiente começaram a voltar na minha cabeça. Cada conversa. Cada olhar. Cada coincidência.
Brigamos muito naquele dia.
Só que, quanto mais eu tentava esquecer… mais a imagem dela ajoelhada pra ele voltava.
E pior: junto do ciúme vinha tesão.
Um tesão doentio.
Depois de horas em silêncio, perguntei:
— Como foi?
Ela suspirou cansada.
— Amor… pra quê isso agora?
— Porque não sai da minha cabeça. Eu tô imaginando tu mamando ele e se masturbando junto é isso não sai da minha cabeça por nada.
Ela ficou me olhando em silêncio, percebendo aos poucos o que aquilo estava fazendo comigo.
E quando percebeu… mudou completamente.
O olhar dela ficou pesado.
Confiante.
Quase cruel.
— Tá gostando disso né seu puto?
Eu não respondi.
Ela sorriu.
E começou a contar devagar.
Da festa.
Dos beijos.
Da forma como ele segurou ela.
Do jeito que ficou nervosa quando percebeu o tamanho e da grossura da pica dele.
E quanto mais ela falava… mais parecia gostar da reação que causava em mim.
Até que perguntou baixinho:
— Você quer mesmo saber?
Eu queria.
Mesmo sabendo que aquilo ia acabar comigo.
Então ela falou como a pica dele deixa ela de boca cheia. Sobre o quanto ficou excitada mamando ele e da vontade de ter dado e de ter sido arregalada aquele dia. Sobre lembrar até hoje daquela pica fazendo ela engasgar e fazendo ela gozar e levando gozada na garganta.
E quando comparou comigo… senti o ciúme virar outra coisa.
Porque ela percebeu.
Percebeu que eu estava imaginando tudo.
Percebeu que aquilo estava me enlouquecendo.
E foi exatamente ali que ela começou a brincar com minha cabeça de verdade.
Foi aí que eu entendi porque cheguei em tudo isso.
O exibicionismo nunca foi só sobre sexo.
O BDSM nunca foi só sobre dor.
E o sadomasoquismo nunca foi só sobre prazer.
Era sobre o que aquilo fazia na minha cabeça.
Descobrir ela desejando outro homem destruiu meu ego… mas ao mesmo tempo despertou um lado meu que eu não conhecia. Quanto mais ciúme eu sentia, mais vontade eu tinha de dominar ela, expor ela, enlouquecer junto com ela.
Por isso nesse dia em especial com ela e a partir desse dia, sou adepto e prático BDSM e todo esse mundo, com uso frequente de Pisada na cabeça, soco na costela, mijada na cara e tudo o que vocês possam imaginar.
Talvez seja verdade quando dizem que os maiores fetiches nascem justamente dos lugares mais bagunçados da nossa mente.
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