A nova realidade que mudou o mundo parte 135 - Mundo feminista
A criatividade das mulheres libertas não tinha limites. Depois dos primeiros dias de fúria bruta, elas começaram a desenvolver formas mais refinadas, prolongadas e humilhantes de usar os corpos dos homens. O objetivo não era apenas dor. Era transformar cada centímetro masculino em instrumento de prazer feminino, enquanto destruíam o ego e a dignidade deles. Vamos conhecer um pouco mais sobre como os machos serão usados.
1. Os Tronos Vivos
No salão principal do hotel, montaram uma fileira de “tronos”. Homens eram deitados de costas em bancos baixos, cabeças inclinadas para trás, bocas mantidas abertas por anéis de metal. As mulheres faziam fila para sentar-se diretamente no rosto deles.
Uma escrava negra de quadris largos subia e se acomodava completamente sobre o rosto de um ex-guarda, enterrando a buceta e o cu na boca dele. Ela rebolava devagar, esfregando o clitóris inchado contra o nariz e a língua do homem, enquanto outra mulher se sentava no pau dele, cavalgando com força. O homem ficava sufocado, engasgando-se com gozo e mijo, o pau sendo ordenhado sem parar. Elas ficavam horas assim, trocando de posição, gozando uma após a outra. Algumas mulheres urinavam diretamente na boca deles enquanto gozavam, forçando-os a engolir tudo.
2. A Ordenha Forçada
Vários homens foram amarrados de quatro, com paus e bolas pendurados para baixo. As mulheres colocavam bombas de ordenha elétricas nos membros deles, ajustadas para manter a ereção máxima sem permitir orgasmo. O remédio era reaplicado constantemente. Enquanto uma mulher cavalgava o pau de um deles, outras ordenhavam os paus com as mãos ou com as bombas, coletando o pré-gozo e o sêmen que conseguia vazar em copos. Elas bebiam o líquido ainda quente, gemendo de prazer, enquanto os homens tremiam de frustração, paus latejando dolorosamente, incapazes de gozar. Algumas mulheres lambuzavam os próprios seios com o sêmen coletado e forçavam os homens a lamberem tudo.
3. O Espeto Duplo
Um dos castigos mais populares era o “espeto duplo”. Um homem era amarrado de barriga para cima, pernas bem abertas. Uma mulher se sentava no pau dele, cavalgando com força. Ao mesmo tempo, outra mulher, usando um strap-on enorme, fodia o cu dele sem piedade. O homem ficava empalado dos dois lados, gemendo como um animal enquanto as duas mulheres se beijavam e gozavam sobre ele. Quando uma gozava, outra tomava o lugar, mantendo o ritmo constante. Muitos homens desmaiavam de dor e prazer forçado, apenas para serem acordados com tapas e água fria. E devido aos remédios eles não conseguem gozar e nunca estão satisfeitos.
4. As Vacas Humanas
Alguns homens foram transformados em “vacas leiteiras”. De quatro, com máquinas de ordenha nos paus, e eles passam dias nessa posição, gozando e sendo sugados ao mesmo tempo, e nunca amolecem. As escravas riam ao ver os antigos algozes gemendo como animais, paus latejando, leite de macho escorrendo sem parar pelas mangueiras. E depois usam essa porra para fazer outros machos beberem.
5. A Roda da Vergonha
No centro da praça, montaram uma grande roda de madeira. Homens eram amarrados nela, de pernas abertas, paus expostos. A roda girava lentamente. Cada vez que parava, uma mulher subia e usava o homem da forma que quisesse, chupando, cavalgando, sentando-se no rosto, esfregando a buceta no pau sem penetrar, apenas para provocá-lo. Quando a mulher gozava, a roda girava novamente. Alguns homens passavam horas naquela roda, paus vermelhos e inchados, bocas inchadas de tanto lamber, enquanto dezenas de mulheres gozavam sobre eles. As gozadas eram intensas e variadas.
Algumas mulheres gozavam em silêncio, o corpo inteiro tremendo, apertando o pau ou a língua do homem com força enquanto jorravam. Outras gritavam palavrões, xingando o homem enquanto esguichavam forte, molhando o peito, o rosto e o chão. Muitas choravam ao gozar, lágrimas de raiva, de alívio, de prazer vingativo. Os esguichos molhavam tudo, rostos, cabelos, seios, o chão. O ar ficava denso com o cheiro de bucetas molhadas e sêmen negado. E durante todo o tempo, as mulheres repetiam a mesma frase, quase como um mantra.
6. As Noivas de Serviço
Os homens mais arrogantes eram escolhidos para este ritual. Eles eram raspados por completo, cabeça, corpo, sobrancelhas, maquiados como prostitutas baratas e vestidos com lingerie feminina barata e apertada. Depois eram amarrados de quatro em camas baixas, com um plug anal grande e vibratório enfiado no cu. As mulheres faziam fila para casar-se com eles.
Cada mulher subia, sentava-se no pau do noivo e cavalgava devagar, olhando nos olhos dele enquanto dizia coisas como “agora você é minha esposinha” ou “goza pra sua dona, vadia”. O homem era obrigado a gemer como mulher, a rebolar, a chamar a mulher de esposa enquanto era montado. Quando a mulher gozava, esguichando no peito dele, ela beijava sua boca pintada e sussurrava: “Boa menina”. Muitos choravam de humilhação enquanto gozavam contra a vontade dentro delas.
7. As vacas elétricas
Estes homens eram mantidos de quatro, com os paus e bolas pendurados para baixo como tetas de vaca. As mulheres prendiam bombas de ordenha elétricas nos membros deles, ajustadas para manter ereção máxima sem permitir orgasmo. O remédio era reaplicado a cada hora, e ao invés de sugar, essa máquina dava choques.
Os choques controlados, e feitos de forma curta, causam dor, espasmos, e também faz a vítima gozar, sendo uma das formas mais humilhantes de um macho sentir-se indefeso. Ele não tem controle, e goza com dor e contrações que fazem o cu piscar e causam risos das mulheres que assistem.
8. Os “Tapetes Vivos”
Estes eram os homens mais fortes e musculosos, escolhidos justamente por sua antiga “masculinidade”. Eles eram amarrados de costas no chão, braços e pernas abertos, e usados como tapetes humanos. As mulheres caminhavam sobre eles, pisavam em seus paus, esfregavam as bucetas molhadas em seus rostos e peitos, e se sentavam diretamente sobre suas bocas ou paus para gozar. Uma mulher podia ficar horas sentada no pau de um deles, usando-o como um dildo fixo, rebolando devagar enquanto conversava com as amigas. O homem sentia cada contração, cada esguicho, mas nunca podia gozar. Alguns ficavam dias inteiros servindo de tapete, cobertos de gozo seco, suor e cuspe.
9. Os “Cadelas de Estimação”
Estes homens eram forçados a usar coleiras, orelhas e rabos de cachorro. Eram obrigados a andar de quatro o tempo todo, latir, e comer e beber de potes no chão. As mulheres os levavam para passear pela cidade puxados por correntes, fazendo-os levantar a perna para mijar em postes como cachorros. O pior acontecia à noite, quando eles eram amarrados em posição de cadela, com a bunda empinada, e as mulheres se revezavam para foder seus cus com strap-ons enquanto eles latiam. Quando gozavam, elas batiam em suas bolas e diziam: “Boa cadela”. Muitos deles começaram a latir espontaneamente de tanto medo e humilhação.
10. Os “Espelhos Quebrados”
Esta era a forma mais psicológica e cruel. Os homens eram amarrados de frente para espelhos grandes. Enquanto uma mulher forçava outro homem a beijá-lo na boca, outra ficava atrás e fodia seus cus com um strap-on. Elas forçavam o homem a olhar para si mesmo o tempo todo vendo seu próprio rosto de prazer forçado, sua masculinidade sendo engolida por um beijo homossexual, e seu cu sendo destruído e arrombado sem dó.
Elas repetiam frases como “olha como você é patético”, “você não é mais homem”, “agora você é só um buraco”. Muitos deles quebravam mentalmente ao verem a própria expressão de submissão enquanto gozavam contra a vontade, lágrimas escorrendo pelo rosto.
Mas, nem só de vingança sexual controlada vive essa nova fase do mundo:
Enquanto os castigos gerais se espalhavam pela cidade, as mulheres negras reservaram um ódio especial para os homens brancos. Eles eram os donos de fazendas, donos de mercados de escravas, homens poderosos, os frequentadores VIP, os que pagavam caro para destruir corpos pretos, os que riam enquanto marcavam pele escura com ferro quente. Para elas, os brancos representavam o ápice da humilhação racial. E agora, o pagamento seria cobrado com juros.
No grande salão de festas do hotel, o mesmo onde antes eles bebiam champanhe enquanto escravas negras chupavam seus paus por baixo da mesa, montaram um espetáculo permanente.
Cerca de trinta homens brancos, a maioria ex-hóspedes ricos e gerentes, foram amarrados nus em plataformas baixas, de pernas bem abertas, paus e bolas completamente expostos. Seus corpos foram pintados com tinta branca brilhante, transformando-os em caricaturas grotescas de sua própria superioridade. As negras faziam fila, uma após a outra, subiam neles com uma fúria sexual fria e calculada.
Uma negra alta, de quadris largos e seios pesados, montou no pau de um ex-diretor do hotel. Ela desceu devagar, engolindo o membro inteiro, e começou a cavalgar com força brutal. Seus gemidos eram altos, triunfantes. Cada descida era um golpe de vingança. Quando gozou, esguichou forte, molhando o peito e o rosto dele enquanto gritava: Agora é sua vez de servir, branco filho da puta!
Ao lado, outra negra sentou-se no rosto de um segundo homem, esfregando a buceta molhada e suada contra a boca dele, sufocando-o enquanto rebolava. O homem se engasgava com o gozo dela, mas não podia escapar.
Elas trocavam de posição constantemente. Uma cavalgava o pau, outra se sentava no rosto, uma terceira esfregava os seios ou a buceta no peito dele. Os homens ficavam cobertos de gozo feminino, no rosto, no cabelo, no peito, na barriga. O cheiro era denso, animal, dominante.
Para um homem racista, ser usado por uma negra, é muito humilhante.
Em outro canto, montaram estações de ordenha. Homens brancos eram colocados de quatro, paus pendurados para baixo. As negras usavam bombas e luvas com cacos de vidro para ordenhá-los. Elas não queriam prazer deles, queriam humilhação. Esfregavam os paus até ficarem vermelhos e inchados, coletando cada gota de sêmen em copos grandes. Depois bebiam o sêmen ainda quente na frente deles, rindo enquanto os homens choravam de frustração e dor. Algumas negras mais sádicas cuspiam o sêmen de volta no rosto deles, dizendo: Vocês sempre nos fizeram engolir. Agora engulam o próprio.
O castigo mais simbólico era reservado aos homens mais arrogantes.
Eles eram amarrados de costas, pernas para cima, bundas expostas. As negras usavam strap-ons enormes, pretos e grossos, e fodiam os cus brancos com fúria. Batiam fundo, sem piedade, enquanto outras mulheres se sentavam em seus rostos. Os homens gritavam, choravam, imploravam. Suas bundas eram destruídas, abertas, sangrando. E ainda assim as negras continuavam gozando enquanto metiam, chamando-os de “branquinhos de merda”, “donos de nada”, “porcos brancos”.
Uma negra particularmente vingativa, que havia perdido duas filhas nas fazendas de reprodução, fodeu o cu de um ex-hóspede rico por quase uma hora sem parar. Quando finalmente gozou, esguichou na cara dele enquanto gritava: Vocês nos foderam por anos. Agora nós fodemos vocês.
O castigo das traidoras:
Nem todas as mulheres foram vítimas. Algumas escolheram o lado dos opressores. Eram as “aliadas”, guardas femininas, madames de bordéis, esposas escravas de donos de galpões, capatazes que chicoteavam as próprias irmãs para ganhar favores, cozinheiras que delatavam quem escondia comida, e escravas que traíam as outras em troca de um pouco mais de comida ou menos dor. Quando a rebelião explodiu, elas foram caçadas com um ódio ainda mais visceral do que o reservado aos homens. Elas não mereciam morte rápida, elas mereciam serem lembradas do que era ser tratada como elas haviam tratado as outras.
No porão do hotel, transformado em câmara de punição, as primeiras traidoras foram trazidas.
Lúcia, a capataz branca que chicoteava as negras todos os dias e dormia com os guardas em troca de privilégios, foi a primeira. As escravas a amarraram nua em uma mesa inclinada, pernas bem abertas. Usaram o mesmo chicote que ela tanto gostava de usar, o de couro cru com nós e bateram em sua buceta e seios até ficarem roxos e inchados. Depois, enfiaram um funil de metal em sua boca e, uma por uma, as negras que ela havia humilhado urinaram e defecaram dentro dele. Lúcia se engasgava, vomitando, mas elas seguravam sua cabeça e forçavam tudo para baixo.
Quando terminaram, enfiaram um enorme plug de metal com pontas afiadas em seu cu e o trancaram. Depois, prenderam um vibrador potente diretamente no clitóris dela e o ligaram no máximo. Lúcia convulsionava, gozando contra a vontade, o corpo tremendo em orgasmos dolorosos enquanto o plug rasgava seu interior. Ela ficou assim por dois dias inteiros.
Sofia, a esposa escrava de um dono de galpão que mandava torturar escravas por diversão, recebeu um tratamento especial das índias. Elas a amarraram de quatro e, usando paus de vassoura e garrafas quebradas, foderam sua buceta e cu durante horas, alternando violência e lentidão. Depois costuraram seus lábios vaginais com linha grossa, deixando apenas um pequeno buraco. Em seguida, injetaram um afrodisíaco forte e a deixaram presa no meio do pátio, nua, com a buceta costurada latejando de desejo insatisfeito, enquanto as outras escravas passavam e cuspiam nela.
Madalena, a madame loira que vendia meninas virgens para os hóspedes ricos, foi levada para o antigo quarto de luxo onde ela organizava os estupros. As escravas a amarraram na cama, pernas e braços abertos. Uma fila de mais de trinta mulheres, negras, índias, orientais, passou a noite toda usando strap-ons enormes, garrafas e paus de madeira para fodê-la sem parar. Elas não usavam lubrificante. Cada uma entrava com força, batendo fundo, rasgando, enquanto Madalena gritava e implorava. Quando terminavam, mijavam em sua cara e na boca aberta.
Ao amanhecer, sua buceta e cu estavam destruídos, abertos, sangrando. Elas ainda enfiaram um vibrador dentro dela e o deixaram ligado.
As Capatazes Negras, as que traíam as próprias irmãs para ganhar um pouco mais de comida, sofreram o pior. Elas foram reunidas no galpão principal. As outras negras as amarraram de bruços, bundas empinadas. Usando o mesmo arame farpado que elas ajudavam a usar nas punições, enrolaram nos seios e bucetas delas. Depois, uma por uma, as escravas traídas se sentaram em seus rostos, forçando-as a lamber e chupar por horas, enquanto outras as fodiam com objetos enormes. Quando gozavam, esguichavam na cara delas e as obrigavam a engolir.
Algumas eram forçadas a servir as mesmas escravas que antes humilhavam, limpando bucetas com a língua, sendo usadas como privadas humanas, carregando peso enquanto eram chicoteadas. A mensagem era clara: Não havia perdão para quem havia escolhido o lado dos algozes.
Enquanto os homens eram destruídos fisicamente, as traidoras eram destruídas moral e sexualmente. Eram lembradas, todos os dias, do que significa trair as próprias. E nas noites, quando os gritos delas ecoavam pela cidade, as escravas libertas dormiam com um sorriso cruel nos lábios.
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