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A nova realidade que mudou o mundo parte 134 - Desejos

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AnãoJediManco

O Leite Eterno
Elas nasceram escravas e nunca conheceram outro alimento. Sempre em suas vidas, o sêmen dos homens era uma parte constante da refeição. Com o tempo, o gosto se tornou necessidade, o cheiro conforto, a textura grossa, viscosa e salgada e azeda era o único sabor que conheciam. O corpo delas se adaptou, era a fonte de proteína que deixava a pele mais macia, os olhos mais brilhantes, o desejo constante. Sem porra fresca, elas enfraqueciam, tremiam, era uma crise de abstinência. Era a forma mais perfeita de controle, torná-las viciadas no próprio veneno dos opressores.
Agora, com a cidade tomada, elas estavam livres, a fome não havia diminuído, ao contrário, havia se tornado mais voraz. No pátio traseiro do antigo hotel, onde antes os hóspedes ricos fodiam escravas em público, dezenas de mulheres, muitas ainda adolescentes ou jovens adultas, formaram filas ordenadas. Na frente delas, os homens estavam amarrados de joelhos em longas fileiras, paus expostos, sacos pesados, corpos tremendo de terror. Eram guardas, peões, hóspedes, filhos de famílias ricas. Todos nus e impotentes.
As escravas não pediam permissão, elas tomavam seu leite.
A primeira da fila era uma negra alta, de vinte e dois anos, nascida no galpão das negras. Ela se ajoelhou na frente de um guarda jovem, agarrou o pau dele com as duas mãos e engoliu até o fundo da garganta sem hesitar. Não havia carinho, não havia sedução, era apenas fome. Sua boca subia e descia com força bruta, a língua pressionando a veia grossa, as bochechas afundando enquanto ela chupava com voracidade. O homem gemia de dor e prazer forçado, o corpo se contorcendo. Ela não se importava, seus olhos estavam fechados de puro êxtase. Quando ele gozou, ela manteve a cabeça pressionada contra a virilha dele, engolindo cada jato quente, grosso e fresco com gemidos baixos de satisfação. O sêmen escorria pelos cantos da boca, mas ela não deixava cair uma gota.
Ao lado dela, outra escrava, uma loira magra que havia sido alimentada com porra a vida toda, chupava dois paus ao mesmo tempo. Um na boca, outro na mão. Ela alternava, lambendo, sugando, ordenhando com os dedos enquanto os homens gemiam e imploravam. Quando um gozava, ela engolia tudo, depois virava o rosto para o outro e repetia. Seu ventre brilhava com suas curvas brancas, e ela tremia de prazer, os mamilos duros, a buceta molhada escorrendo pelo chão sujo.
Uma após a outra, as mulheres se revezavam nos paus dos prisioneiros. Chupavam com força animal, sem pausa, sem descanso. Algumas se masturbavam enquanto sugavam, gozando com o pau ainda na boca, o corpo convulsionando de prazer enquanto engoliam o sêmen quente. Outras seguravam as cabeças dos homens contra suas virilhas, fodendo as próprias bocas com os paus deles, usando-os como objetos vivos. Os homens sofriam. Eles gozavam contra a vontade, os corpos exaustos, os paus vermelhos e inchados de tanto uso. Alguns imploravam para parar, outros desmaiavam exaustos e elas simplesmente passavam para o próximo. Quando um pau ficava mole demais, elas o esfregavam no próprio clitóris, chupavam as bolas, enfiavam dedos no cu deles para forçar mais uma ereção. O sêmen fresco era tudo que importava, quente e direto da fonte. O gosto que elas conheciam desde o berço.
Uma jovem índia, de dezenove anos, que nunca havia comido uma refeição sem uma dose de porra na vida, estava ajoelhada na frente de um ex-hóspede rico. Ela chupava devagar, quase com devoção, os olhos semicerrados de prazer enquanto o pau dele pulsava na sua garganta. Quando ele gozou, ela engoliu tudo, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo num orgasmo silencioso. Depois limpou o pau dele com a língua, agradecida, e foi para o próximo. O pátio cheirava a sêmen, suor e bocetas molhadas.
Elas não viam os homens como pessoas. Eram apenas torneiras de leite, fontes vivas de alimento. Elas bebiam várias gozadas até matar à vontade, até o gosto salgado permanecer na boca por horas, até o corpo se acalmar. Algumas se deitavam no chão depois, com os dedos ainda dentro da própria buceta, sorrindo com um prazer quase animal. A liberdade tinha um sabor, e para elas, nascidas escravas, alimentadas com porra desde todo esse tempo, o sabor da vingança era doce, quente, grosso e inesgotável.

O Banquete das Bucetas Livres

Nos salões do antigo hotel, agora transformados em câmaras de prazer coletivo, as mulheres descobriram uma nova forma de usar os homens. Elas os deitavam de barriga para cima em camas largas, pés e mãos amarrados nas cabeceiras e nos pés da cama, corpos completamente expostos e indefesos. Depois, com cuidado quase ritualístico, aplicavam um remédio viscoso diretamente nos paus deles, uma mistura forte de estimulante e retardante, injetada na veia da base do membro e espalhada com os dedos sobre toda a extensão. O efeito era imediato, os paus inchavam, ficavam duros como ferro, pulsando, latejando, mas o orgasmo era bloqueado. Eles podiam sentir tudo, podiam endurecer até doer, mas não gozavam. Ficavam presos num limbo de excitação eterna, servindo apenas como brinquedos vivos para o prazer feminino.
Mulheres de todas as cores, idades e sofrimentos passados esperavam sua vez, nuas ou seminuas, bucetas já molhadas só de olhar. O ar cheirava a porra velha, suor feminino e bucetas excitadas.
A primeira a subir foi uma negra alta e forte, de seios pesados e bundas largas. Ela montou no pau de um ex-guarda loiro, segurou a base grossa e desceu devagar, deixando o membro desaparecer inteiro dentro dela. Um gemido longo e rouco escapou de sua garganta quando a cabeça avantajada bateu fundo no seu útero. Ela começou a cavalgar. Devagar no início, sentindo cada veia, cada pulsação. Depois mais forte, batendo a bunda com força contra as coxas do homem, os seios balançando pesadamente.
Ao mesmo tempo, outra escrava, uma morena magra e tatuada, sentou-se no rosto dele, abrindo a buceta molhada sobre a boca do prisioneiro, e ordenava: Lamba, seu porco. Chupa como se sua vida dependesse disso. O homem obedecia, a língua trabalhando desesperadamente enquanto a negra cavalgava cada vez mais rápido. A morena rebolava no rosto dele, esfregando o clitóris inchado contra a língua, gemendo alto. As duas gozaram quase ao mesmo tempo.
A negra jogou a cabeça para trás, o corpo inteiro convulsionando. Sua buceta apertou o pau com força, pulsando, esguichando um jato quente e claro que molhou a barriga do homem e escorreu até o colchão. Ela gritou, os quadris tremendo violentamente, o prazer rasgando seu corpo como uma onda elétrica. A morena, por sua vez, apertou as coxas contra a cabeça do prisioneiro e gozou na boca dele, inundando-o com seu gozo doce e abundante, o corpo arqueado, os mamilos duros apontando para o teto. Assim que elas desceram, tremendo e ofegantes, outras duas tomaram o lugar.
Uma loira jovem, de seios pequenos e buceta rosada, subiu no pau ainda duro e brilhando de gozo. Ela desceu de uma vez, engolindo tudo, e começou a cavalgar com fúria. Seus quadris batiam rápido, o som molhado e obsceno ecoando pelo salão. Ao mesmo tempo, uma índia de cabelos longos sentou-se no rosto do homem, forçando a bucetinha depilada contra a boca dele.
Elas gozavam uma atrás da outra, uma gozada era um esguicho forte que molhava o peito do prisioneiro. Outra era um orgasmo longo e profundo, com a buceta apertando o pau como um punho quente, os músculos internos ordenhando a carne dura sem parar. Algumas gritavam palavrões, outras choravam de prazer, o corpo inteiro tremendo enquanto ondas de gozo as atravessavam. O pau do homem nunca amolecia. O remédio o mantinha rígido, latejando, sensível demais, mas incapaz de liberar.
Havia homens que ficavam o dia inteiro assim. Deitados, suados, exaustos, paus vermelhos e inchados, bocas cobertas de gozo feminino. Uma mulher descia, cavalgava até gozar, esguichava, gritava, e logo outra subia. Às vezes três ao mesmo tempo, uma no pau, outra no rosto, uma terceira esfregando a buceta nos peitos dele ou chupando os mamilos enquanto gozava.
Uma negra mais velha, de quadris largos, cavalgava com tanta força que a cama rangia. Ela rebolava fundo, apertando, ordenhando, até que seu orgasmo explodiu, um jato forte, quente, que saiu em jorros sucessivos, molhando a barriga, o peito e até o rosto do homem. Ela gritou, o corpo inteiro convulsionando, os seios pesados balançando, as coxas tremendo descontroladamente. E assim continuava por horas e horas. O dia inteiro. Paus duros, bocas cansadas, corpos femininos gozando sem parar. As mulheres riam, gemiam, se beijavam entre si enquanto cavalgavam. Algumas gozavam tão forte que desmaiavam por segundos, caindo para o lado com a buceta ainda pulsando e escorrendo. Os homens sofriam em silêncio.
Eles sentiam cada contração, cada esguicho, cada aperto quente e molhado. Mas o remédio os impedia de gozar. A frustração era insuportável. Paus latejando, bolas inchadas, mentes quebradas pelo prazer negado, alguns até choravam e outros imploravam. Elas apenas riam e continuavam montando. Porque agora o prazer era delas, só delas. E elas iam tomar cada gota de prazer que os homens haviam roubado delas durante anos, sem pressa e sem piedade.

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