Dei meu cu nesses trilhos abaixo, no sertão da Bahia. Corno registrou tudo.
Bom dia, meus amigos.
Fuçando minhas fotos e vídeos do ano passado, eu achei uma bem simples de início, que me deu muito tesão e vocês estão vendo abaixo. Foi quando saí daqui do Recife para ir conhecer um novo amigo no Sertão da Bahia.
Ele entrou em contato comigo pelo meu Telegram VIP: www.bit.ly/telemanu e também pelo meu site, onde ele tem perfil e posta suas aventuras: www.selmaclub.com.
Ele sabe que eu estou diariamente aberta a novos convites, bem como também podemos receber aqui, como recebemos eles já por duas vezes em casa de praia em Tamandaré.
Bem, nesse dia amanheceu bastante frio no Sertão da Bahia. Foi no mês de julho de 2025 e fomos fazer uma trilha gostosa no amanhecer do dia, porque essa área é uma região visitada por turistas que fazem trilhas, e tínhamos que fazer fotos e vídeos antes de chegarem as pessoas.
Meu corno manso Márcio estava perto somente para fotografar e filmar, como sempre faz desde 2008 até hoje, pois corno tem que servir para alguma coisa. Ele é um puto submisso que gosta de levar chifres e ver a esposa dando o rabo e chupando rola em todos os lugares.
Eu estava bastante vestida, com um casaco, uma camisa e uma calça simples, mas que realçava minha bundinha e que eu sabia que era o objeto de desejo desse amigo, pois quem entra em contato comigo é porque vê meus vídeos e sabe que eu dou o cu feito uma vadia e adoro dar o rabo em qualquer lugar, a qualquer hora, sem tabus nem frescuras.
Começamos a fazer uma trilha por um trenzinho pequeno e depois adentramos a mata. Num frio do caralho que tava, meu cu já piscava de tesão. Eu já senti ele todo para fora, a buceta já deixava a calça marcada, molhada, e eu sabia disso — fiz de propósito.
O macho notou e ali mesmo eu digo para ele:
— Vem cá, filho da puta, me dá um beijo, eu te quero. Enquanto o corno vai ficar aí filmando, viu, seu corno filho da puta? Filma tua esposa com outro macho, tu não gosta disso?
Começamos a nos beijar e logo estávamos nos agarrando, e que pau do caralho. Eu beijava ele e segurava o pau dele com a mão direita, mostrando para o corno:
— Olha, corno filho da puta, o que vai entrar na bunda, na buceta e na boca de tua esposa, e você vai ver tudo e registrar para o pessoal do site e do Telegram, seu puto chifrudo.
Ajoelhei na hora. Comecei a chupar o caralho muito grosso, passando no meu rosto, lambendo as bolas, passando a língua nele todo, colocando todo na boca, engasgando e mostrando para o corno para ele ver, e provocando mais ainda:
— Olha o tamanho e a grossura disso, corno. Essa porra que eu posso chamar de caralho, não essa merda pequena que tu tem nas pernas, filho da puta. Isso daqui vai entrar em mim.
O macho fica maluco, pega minha boca e fode como se fosse uma buceta, me fazendo quase vomitar. Eu peço:
— Calma, calma, porra, tu quer me matar engasgada, caralho? Bota logo nessa buceta para tu se acalmar.
Me viram feito uma puta em pé, segurando numa árvore de costas para ele, e ele crava o caralho de uma vez, louco de tesão, parecia mais um animal. Começa a pegar na minha cintura, metendo forte, eu sendo fodida, gemendo para caralho, me tocando e chamando:
— Corno, vem, porra, filma essa porra de perto também! Filma de longe! Filma de todo jeito tua esposa levando vara no meio das pernas, seu puto! Vê o tamanho e a grossura dessa rola na minha buceta, porra! Essa buceta é feita para isso mesmo, para vários machos! Não é só para tu não, chifrudo safado! Filma essa porra, meu escravo submisso!
O corno filmava suando frio. O macho adoidado metia, foi quando ele disse:
— Selma, mas eu vim para comer teu cu. Selma, eu quero o teu cu.
Eu gelei com isso, sabia que ia me lascar, mas também o tesão tava foda. Eu mesma tiro o caralho da minha buceta, olho para trás e digo:
— Bota essa porra toda, eu quero essa porra toda na minha bunda, filho da puta.
Coloco na entrada do cuzinho e vou jogando para trás. Ele parecia estar calmo e preocupado comigo:
— É grossa, né, Selma? Será que você vai aguentar?
Aí eu respondo:
— Meta essa porra de uma vez, caralho! Tu não visse meus filmes, seu puto? Eu gosto de sexo anal, é assim mesmo, sendo arrombada forte! Mete essa porra em terra de uma vez, seu porra!
Ele não teve dúvida: pegou na minha cintura e cravou a piroca grande e grossa, que entrou de uma vez e quase foi para minha barriga.
Gente, puta que pariu, que pau grosso da porra. Que pau comprido. E sentia essa porra saindo e entrando, dava logo dor de barriga.
Em menos de um minuto eu já estava me peidando para caralho a cada entrada que ele dava, e ele se deliciando e falava:
— Porra, Selma, tu tá peidando na cabeça da minha pica, sua puta. Tu é muito nojenta, porra. O peido tá subindo aqui, fedendo para caralho. Uma bunda tão bonitinha, não sabia que tu peidava tão podre.
E quando eu ligo para ele:
— Deixa de frescura, filho da puta! Mete essa porra e me arromba toda! Tu queria que saísse o quê daí, sabonete? Esse cu tá cheio de bosta mesmo! Eu quero cagar no teu pau, caralho! Mete essa porra logo!
Ele ficou louco, me chamou de vadia, de puta, e falou:
— Puta que pariu, Selma, nunca vi uma mulher tão vadia como você, tão louca e tão vulgar. Quem te vê toda bonitinha e ajeitada na pousada não imagina que tu é tão puta e que essa bunda peida tanto. Vai te foder, que mulher gostosa e vadia.
Começa a meter de uma vez. O corno vai filmando de todas as formas.
De repente o cara diz:
— Porra, Selma, que sacanagem, tu tá cagando na minha pica, porra. Tu devia ter feito duchinha antes de sair, caralho. Que nojo da porra, tá fedendo muito aqui.
E eu respondo para ele na mesma hora:
— Vai te foder, caralho! Tu tá aqui porque viu meus vídeos! Tu não sabe que eu gosto de cagar numa rola, porra? Eu vou é gozar cagando na tua agora! Tira essa porra não! Teu pau tá todo cagado, fedido, mas tu vai ter que comer assim mesmo, que agora quem quer gozar sou eu!
Ele dá uma tapa na minha cara, dá uma tapa na minha bunda, e eu falo:
— Bate, porra! Bate mais, caralho! Eu gosto de apanhar feito uma vagabunda enquanto leva rola!
O homem endoidou de vez. Metia mais forte, batia na minha cara, na minha bunda, e dizia:
— Puta safada, cagona de pica. Não sabia que tu era tão puta, caralho.
E de repente goza feito um animal, gritando, urrando feito louco, e eu também gozo ao mesmo tempo, pois senti esse caralho todo atolado e vomitando esperma quente e grosso. Me faz louca e eu digo:
— Corno, vem filmar aqui o estrago do cu da tua esposa! Caralho, eu tô toda arrombada!
Quando o cara tira, tora, meu cu está completamente aberto e um jato de esperma sai voando longe no peido alto e quente cheio de merda, e o cara sai vomitando logo de lado feito um filho da puta que viu tudo que eu faço e fica com essa frescura.
Mas ele adorou, e o final de semana estava apenas começando, e eu botei ainda para arrombar muito mais nele.
Não deixe de ver todas as fodas desse delicioso passeio pelo Sertão da Bahia.
Um beijão de Selma.
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