#Corno #Voyeur

Diário de um homem que amou uma puta até ao fim (2/7)

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Tugolândia

terça-feira, 19 de maio de 2020
Está a acontecer.
Aquilo que eu mais temia e que sempre soube, no fundo do peito, que um dia seria a mais cruel das realidades está a acontecer agora, devagar, como uma lâmina que entra fundo e gira devagar, rasgando tudo o que ainda resta de nós. Pois a vida é assim, eu sempre soube que um dia alguém iria reparar na tua inteligência afiada, na tua cultura que fascinava qualquer conversa, na tua beleza latina que faz virar cabeças e na tua sensualidade animal que faz endurecer caralhos só de te ver atravessar uma sala. Aconteceu-me a mim há mais de vinte anos e irá acontecer a muitos mais homens durante a tua vida, porque tu és assim, uma mulher que atrai o desejo como um íman quente. É inevitável e natural. Assim como sabia que iria aparecer alguém que tu acharias interessante, merecedor da tua paixão, bastava que essa pessoa te conseguisse tocar no coração no momento certo, e tenho a certeza que foi isso que aconteceu com o João R.
Enquanto escrevo isto, sentado sozinho na cozinha de Oeiras com o café a arrefecer à minha frente, a mente foge para as memórias que tu me contaste ao longo dos anos, sempre com aquela voz rouca de tesão que me deixava o pau latejante mesmo quando a dor da verdade me apertava o peito. Lembro-me da noite em que me falaste do terceiro patrão, o último dos três homens de meia-idade que te promoveram tão depressa nos empregos, aquele engenheiro alto e seco que te fodia com uma frieza calculada que te fazia perder a cabeça. Foi numa viagem de negócios a Coimbra, depois de um jantar de equipa em que tu já estavas molhada só de sentir o olhar dele em ti durante toda a refeição. No quarto de hotel, ele não perdeu tempo: mandou-te tirar a roupa devagar, de pé à frente dele, e depois deitou-te de bruços na cama king size, o colchão macio a afundar-se sob o teu corpo tonificado de nadadora. Abriu-te as pernas com as mãos grandes, cuspiu na cona já pingando e enfiou dois dedos fundo, mexendo-os em círculos até o teu cu empinado se levantar sozinho, pedindo mais. Depois alinhou o pau, comprido, fino mas com uma cabeça grossa que parecia feita para abrir caminho e penetrou-te a cona de uma só estocada lenta, sentindo cada músculo teu apertá-lo como um punho quente e molhado. Fodeu-te assim, deitado sobre ti, o peito dele colado às tuas costas suadas, estocadas profundas e ritmadas que faziam o teu clitóris roçar no lençol a cada movimento, o som molhado e obsceno de carne contra carne a encher o quarto, misturado com o teu gemido abafado no travesseiro. O cheiro era denso: suor teu misturado com o dele, o almíscar doce da tua cona a escorrer pelas coxas e o perfume caro do hotel a tentar disfarçar tudo. Tu apertavas os músculos pélvicos, ordenhando-o como só tu sabes, e quando sentiste o orgasmo subir ele puxou-te o cabelo, obrigando-te a arquear as costas, e enfiou-te um dedo no cu ao mesmo tempo, fodendo os dois buracos em uníssono até tu gozares a gritar, o corpo todo a tremer, sucos a jorrar e a encharcar o lençol. Ele não parou: virou-te de lado, uma perna tua sobre o ombro dele, e enfiou o caralho no cu devagar, centímetro a centímetro, o olho do cu dilatando-se com aquele estalo lubrificado que te fazia morder o lábio até sangrar. Fodeu-te o cu com estocadas longas e controladas, a mão dele a esfregar a tua cona ao mesmo tempo, dois dedos dentro enquanto o pau dele te abria o intestino, o prazer-dor tão intenso que te fazia soluçar de gozo. Quando ele gozou, foi fundo no cu, jorros quentes e grossos que te encheram até transbordar, escorrendo pelo cu abaixo quando ele saiu devagar. Tu viraste-te, lambeste-lhe o pau sujo com devoção, limpando cada vestígio, e depois voltaste para casa comigo no dia seguinte, a cona e o cu ainda sensíveis, o cheiro dele ainda na tua pele. Eu, quando me contaste tudo isso na nossa cama, lambi-te devagar, provando o sabor residual, e fodi-te com amor, porque o meu amor por ti engolia tudo, até a porra alheia que ainda te pingava de dentro.
E depois veio o caso mais sério, o rapagão colega de trabalho, dez anos mais novo que tu, cheio daquela vitalidade bruta que só os jovens têm para foder uma cona madura e experiente como a tua. Tu contaste-me aos poucos, primeiro negando, depois prometendo que só tinha sido uma vez, que tinha sido um acidente, como se alguém tropeçasse e caísse de cona em cima de um caralhão? finalmente deixando escapar detalhes numa foda quente em que eu te comia por trás, as tuas mãos agarradas à cabeceira da cama em Oeiras. Começou com beijos no carro depois do expediente, apalpões por baixo da saia, dedos dele dentro da tua cona já molhada enquanto tu lhe masturbavas o pau por cima das calças. Mas depressa evoluiu para broches no parque de estacionamento, tu debruçada sobre ele, boca cheia do caralho jovem e duro, chupando com fome até à garganta, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nas bolas dele, o cheiro a sexo jovem e a carro fechado a deixar-te ainda mais excitada. Uma noite, num hotel barato perto do trabalho, ele deitou-te de costas na cama estreita, levantou-te as pernas até aos ombros e enfiou o pau todo na cona de uma vez, fodendo-te com estocadas rápidas e selvagens que faziam a cama bater contra a parede, o som molhado e constante de carne contra carne misturado com os teus gemidos altos que quase alertaram os vizinhos. Tu apertavas os músculos, ordenhando-o, e ele chupava-te os mamilos rijos ao mesmo tempo, mordendo-os de leve até tu arqueares as costas. Depois virou-te de quatro, cuspiu no teu cu e enfiou o caralho no olho do cu devagar, abrindo-te aos poucos, o aperto quente a fazê-lo gemer rouco enquanto tu empinavas o rabo pedindo mais. Fodeu-te o cu com força, uma mão no teu cabelo, a outra a esfregar a tua cona, até tu gozares a tremer, o cu contraindo-se à volta dele como um vício. Ele encheu-te o intestino de porra quente, e quando saiu o líquido branco escorreu pela tua cona abaixo, misturando-se com os teus próprios sucos. Tu voltavas para casa descomposta, cheirando a esporra fresca e a sexo proibido, e eu fingia não notar, mas na cama puxava-te para mim e lambia-te toda, excitado com o sabor dele na tua pele, porque o meu amor era maior que qualquer humilhação.
Agora, nesta terça-feira em que a realidade se impõe, imagino o que se passa contigo e com o João R. nestes dias em que dizes que estás “a pensar”. Vejo-te no carro dele a caminho de mais uma saída que não é com as amigas, estacionados num miradouro escuro perto do Tejo, tu sentada no banco do passageiro com a saia subida até à cintura, pernas abertas, a cona depilada brilhando de humidade enquanto ele te fode com os dedos, três dedos grossos entrando e saindo com força, o som molhado e obsceno a encher o carro, o teu clitóris inchado a ser esfregado pelo polegar dele até tu gozares a tremer, sucos escorrendo pelo banco de couro. Depois tu montas nele, cona engolindo o pau dele devagar, rebolando as ancas com aquela técnica que só tu tens, apertando os músculos pélvicos enquanto sobes e desces, as mamas pequenas saltando contra o peito dele, mamilos rijos a roçarem na pele dele. Ele segura-te o cu com as duas mãos, abrindo-te as nádegas, e enfia um dedo no olho do cu ao mesmo tempo, fodendo-te os dois buracos enquanto tu gemes no ouvido dele “Mais fundo, fode-me como a puta que eu sou”. O cheiro a sexo cru, a suor e a porra enche o carro, o vidro embaciado, os teus gemidos abafados contra o ombro dele. Ou então imagino o fim de semana que passaste fora, não em Reguengos como disseste, mas num hotel discreto em Évora, tu de joelhos na cama, de quatro, ele atrás a comer-te o cu com estocadas lentas e profundas, o pau grosso abrindo-te o intestino, o som molhado do lubrificante misturado com a tua saliva que usaste antes para o lubrificar com a boca. Tu empinas o rabo, pedes mais, e ele acelera, uma mão a bater-te de leve no cu enquanto a outra te esfrega a cona, dois dedos dentro até tu gozares a gritar, o corpo todo a contrair-se, o cu apertando-o como um vício até ele te encher o intestino de porra quente e grossa que escorre quando ele sai devagar.
E apesar de tudo isto me rasgar por dentro como vidro partido, amo-te com a mesma força doentia e absoluta de sempre, amo-te pela puta insaciável que és, pela cona gulosa que precisa de mais caralho, pelos gemidos que dás a outros paus, pelo cheiro a sexo alheio que ainda trazes para casa. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder o João R. quantas vezes quiseres, com o caralho dele a abrir-te a cona e o cu, desde que voltes para os meus braços no fim, desde que me deixes lamber cada gota de porra que te escorrer pelas coxas, desde que me contes cada detalhe com aquela voz que me faz endurecer mesmo agora. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer porra alheia, maior que tudo.

quarta-feira, 20 de maio de 2020
Espectador
Sinto-me espectador da minha própria vida, um espectador passivo e imóvel na plateia escura enquanto o filme da minha existência continua a correr no ecrã, sem que eu consiga sequer mexer um dedo para mudar o enredo. Neste momento preciso de ser exatamente isso, um espectador na minha vida, porque tudo o que eu possa fazer ou dizer pode ser o catalisador que acelera o fim, e nada do que eu diga vai-te fazer mudar de ideias agora. Ontem confrontei-te com uma série de verdades duras que tu já conheces mas que não queres encarar, e como era previsível reagiste mal, muito mal, acabaste por virar o jogo e acusares-me de ser eu o culpado de tudo, de te estar sempre a “massacrar” com as mesmas palavras e as mesmas ideias, de não te deixar assumir as rédeas da tua vida sem ser castigada por isso. Mas será que a decisão foi mesmo a mais acertada? Será que estás a ser racional ou apenas levada pelo calor da paixão que te cega? Isso não to posso dizer agora, nem sei se alguma vez to direi, aliás eu próprio tenho muitas dúvidas, a única certeza que tenho é o que sinto por ti, um amor incondicional e intemporal que me mantém aqui, quieto, a assistir.
Enquanto escrevo isto, com o ecrã do computador a brilhar na sala escura de Oeiras, a mente foge para uma noite há dois anos, quando a desconfiança me consumiu e eu espiei o teu telemóvel pela primeira vez, sentado no sofá da sala enquanto tu tomavas banho. Abri a conversa com um número desconhecido guardado como “Cliente Novo”, o código que usavas para esconder os amantes. O que encontrei foi uma troca de mensagens e uma conversa de voz que gravei no meu próprio telefone sem que tu soubesses. A mensagem de texto dele era curta: “Estou sozinho no carro, cona molhada?” Tu respondeste com uma foto: tu de pernas abertas no nosso quarto, saia subida, dedos enfiados na cona depilada, lábios inchados e brilhantes de humidade, o clitóris inchado à mostra, legenda “Pronta para o teu caralho grosso”. Depois veio a conversa de voz, a gravação que ouvi com o volume baixo, o coração a bater descompassado. A voz dele era grave, excitada: “Quero-te de quatro, puta, abre esse cu para mim”. Tu gemeste baixo no áudio, voz rouca e ofegante: “Ai sim… imagina-me de quatro na cama, cu empinado, olho do cu piscando para ti… enfia o caralho todo de uma vez, fode-me o cu até eu gritar”. Ele continuou: “E a cona? Quero-a pingando”. Tu respondeste com a respiração acelerada: “A cona está a escorrer, olha para ela… quero que me fodas os dois buracos ao mesmo tempo, um caralho no cu e os teus dedos grossos na cona, mexe-os fundo enquanto me rebentas o rabo… ai caralho, estou molhada só de pensar, ouve o som”. No áudio ouvia-se o som molhado dos teus dedos a entrarem e saírem da cona, o squelch obsceno, o teu gemido a subir de tom: “Mais rápido… fode-me assim, enche-me o cu de esporra quente enquanto me esticas a cona… quero sentir as bolas a baterem no meu clitóris… ai porra, vou gozar só de te imaginar a abrir-me toda”. A conversa durou quase dez minutos, tu descrevendo cada sensação: “Agora imagina-me de joelhos, boca cheia do teu pau, chupo-te até à garganta, saliva a escorrer pelo queixo, lambo-te as bolas pesadas enquanto tu me fodes a cara… depois vira-me, põe-me de lado, uma perna no teu ombro, enfia o caralho na cona devagar, roça o fundo do útero, e ao mesmo tempo espeta-me um dedo no cu… ai fode, estou a contrair toda, quero o teu leite dentro de mim”. No final tu gozaste no áudio, um orgasmo longo e rouco, o corpo a tremer visível na imaginação, e ele prometeu encontrar-te no dia seguinte.
No mesmo telemóvel encontrei a galeria escondida numa pasta “Fotos Trabalho”. As fotos eram cruas, explícitas: uma tua de quatro num quarto de hotel desconhecido, cu empinado e aberto, o olho do cu ainda brilhante de lubrificante, porra escorrendo em fio grosso pela cona abaixo; outra com as mamas pequenas apertadas à volta de um caralho veioso, as tuas fantásticas punhetas de mamas, a glande a sair entre os seios, a tua língua lambendo a ponta enquanto os teus mamilos rijos roçavam na pele dele; um vídeo curto, trinta segundos, tu deitada de costas, pernas nos ombros de um homem, cona esticada à volta de um pau grosso que entrava e saía com força, o som molhado altíssimo, os teus gemidos abafados “Enche-me… fode-me mais fundo… quero sentir as bolas a baterem no cu”. Outro vídeo, mais longo: tu no carro, de noite, janela embaciada, tu sentada no colo dele de frente, cona engolindo o pau devagar, rebolando as ancas enquanto ele te segurava o cu e abria as nádegas, o dedo dele a entrar no olho do cu ao mesmo tempo, o teu gemido rouco ecoando no áudio do vídeo: “Ai sim… fode-me os dois buracos, quero gozar com o teu dedo no cu e o caralho na cona… aperta-me as mamas, morde os mamilos… porra, vou-me vir toda”. As imagens eram tão visuais, tão cruas, que fiquei ali parado, pau duro apesar da dor, imaginando o cheiro, o calor, o sabor que tu trazias para casa.
E as noites em que te fechas no quarto “a descansar”, eu no quarto ao lado encostado à parede fina, ouço tudo com uma nitidez que me rasga e me excita ao mesmo tempo. Ontem à noite, por exemplo, foste para o quarto às nove e meia, fechaste a porta, e eu encostei-me à parede, coração acelerado. A tua voz chegou-me baixa, mas clara, rouca de tesão: “Estou sozinha agora… imagina-me nua na cama, pernas abertas ao máximo, cona já pingando só de ouvir a tua voz… toca no teu caralho para mim, quero que o masturbes devagar enquanto me descreves como me ias foder”. Pausa, o som dos teus dedos a entrarem na cona, molhados e rítmicos. “Ai porra… sim, enfia-o todo na minha cona… fode-me devagar primeiro, deixa-me sentir cada veia… agora mais fundo, bate no fundo do útero… ai caralho, aperta-me o clitóris ao mesmo tempo, esfrega-o em círculos enquanto me partes a cona”. A tua respiração acelerava, o colchão rangia levemente. “Quero o teu pau no cu agora… cuspe nele, lubrifica bem… enfia devagar, abre-me o olho do cu centímetro a centímetro… ai fode, sinto-te a esticar-me toda… mexe-te mais rápido, fode-me o cu com força enquanto enfias três dedos na cona… quero os dois buracos cheios, quero gozar a contrair à volta de ti”. Gemidos mais altos, o som molhado dos teus dedos acelerando, o clique da saliva que usavas para lubrificar o cu. “Morde-me os mamilos… chupa-os com força enquanto me fodes… ai sim, vou-me vir… não pares, enche-me o cu de porra quente, quero sentir os jorros dentro de mim… ai porra, estou a gozar, o cu a pulsar, a cona a esguichar… continua a foder-me, não tires o caralho ainda… quero sentir-te latejar dentro de mim”. O orgasmo durou quase um minuto, o teu corpo a tremer visível no som, suspiros entrecortados, o colchão a ranger forte. Depois, voz mais baixa e satisfeita: “Amanhã quero repetir isto ao vivo… quero o teu caralho a abrir-me toda outra vez”.
E apesar de tudo isto me rasgar por dentro como lâminas quentes, amo-te com a mesma força doentia e absoluta de sempre, amo-te pela puta insaciável que és, pela cona que precisa de ser fodida de formas novas e cruas, pelo cu que se abre para outros paus, pelos gemidos que dás longe de mim, pelas fotos e vídeos que guardas como troféus. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, em carros, hotéis, onde for, desde que voltes para os meus braços no fim, desde que me deixes lamber cada gota que te escorrer pelo corpo, desde que me contes cada detalhe com aquela voz que me faz endurecer mesmo agora. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer porra alheia, maior que o fim que anunciaste. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.

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