Raízes Entrelaçadas - 15 - Azeite na Pele
Setembro de 2016: o Monte recém-comprado, o primeiro gosto proibido de Clara e Pedro. O que começou como ritual de azeite novo tornou-se raiz profunda.
O sol de fim de tarde pintava o pomar de ouro líquido, exatamente como naquela tarde de setembro de 2016. Ana Margarida Santos Oliveira, agora com 48 anos, encostou-se ao tronco rugoso da figueira mais antiga do Monte e deixou que a memória a envolvesse como o cheiro doce de terra quente e azeite fresco. Dez anos. Uma década que mudara tudo.
Era setembro de 2016. Tinha acabado de completar 38 anos e o divórcio ainda lhe ardia na alma como uma ferida aberta. O ex-marido levara a casa de Coimbra, as poupanças, quase tudo. Mas deixara-lhe a liberdade. E foi com essa liberdade que encontrou o anúncio: “Monte alentejano do século XVIII, 12 hectares de oliveiras centenárias e pomar de figueiras. Precisa de obras, mas tem alma.” O preço era ridiculamente baixo. Ana vendeu o pouco que restava, pediu um empréstimo e, duas semanas depois do divórcio assinado, tornou-se dona daquele pedaço de terra antiga.
O casarão de pedra grossa cheirava a mofo e história. As oliveiras, algumas com mais de duzentos anos, erguiam-se como sentinelas silenciosas. Ana percorria os terrenos sozinha, o vestido leve de algodão colado ao corpo voluptuoso pelo suor, os seios pesados (copa D) balançando a cada passo, os mamilos escuros marcando o tecido fino sempre que o vento quente os roçava. Sentia-se viva pela primeira vez em anos. Mas o Monte era demasiado grande para uma mulher sozinha. Precisava de ajuda.
Clara apareceu primeiro. Aos 31 anos, o corpo curvilíneo de quem trabalhava a terra exibia seios grandes e pesados, ancas largas e um rabo macio apertado em calças de ganga gastas. O cabelo castanho-escuro estava apanhado num rabo-de-cavalo prático, mas algumas madeixas soltas colavam-se ao pescoço suado. Pedro, o marido de 33 anos, seguia-a com o passo firme de quem nascera no Alentejo: peito peludo e musculado, braços grossos com veias salientes, barba cerrada e olhar sereno, mas intenso. Eram caseiros experientes. Ana contratou-os no mesmo dia. Pedro cuidaria das oliveiras e do azeite; Clara da casa, do pomar e da cozinha. Morariam na casinha anexa com os gémeos Lucas e Lara, então com apenas 9 anos - duas crianças idênticas, olhos castanhos profundos, sempre de mãos dadas, curiosas como dois gatos selvagens.
Os primeiros meses foram de trabalho duro e olhares cada vez mais longos. Ana observava Pedro a podar as oliveiras, o torso nu brilhando ao sol, suor escorrendo pelo peito peludo até desaparecer na cintura das calças baixas. O cheiro dele - terra quente, suor limpo, azeite de oliveira - chegava-lhe às narinas e fazia-lhe a cona pulsar devagar. Clara, ao seu lado, colhia figos maduros, o decote molhado revelando o vale profundo entre os seios grandes, mamilos escuros que endureciam com o vento quente. O Monte parecia sussurrar: aqui não há juízos, só desejo cru como a terra.
Uma tarde de outubro, depois de provarem o primeiro azeite novo do ano, o ritual antigo ganhou vida. Sentados no lagar de pedra, os três provaram o líquido dourado e espesso diretamente da talha. Clara, com um sorriso cúmplice e o sotaque alentejano suave como mel, deixou cair uma gota grossa entre os seios.
- No Alentejo antigo, diziam que o azeite novo só dava sorte se fosse bebido da pele de quem se ama - murmurou ela, os olhos castanhos quentes fixos em Ana.
Ana inclinou-se devagar. O cheiro da pele de Clara - ervas do monte, suor feminino maduro, um toque doce de baunilha da cozinha - invadiu-a. Lambeu a gota salgada de suor e azeite do vale entre os seios. O gosto misturado - doce, amargo, vivo - fez-lhe a cona contrair com força, o pequeno piercing no clitóris latejando. Pedro observava em silêncio, o volume nas calças gastas já evidente, o caralho grosso começando a endurecer contra o tecido.
Sem uma palavra, Pedro puxou Ana para si. Beijou-a com fome lenta, a barba cerrada roçando a pele macia do pescoço dela. Clara despia o vestido fino, revelando o corpo curvilíneo, os seios pesados balançando livres, o triângulo escuro de pelos púbicos bem aparado. Foram para debaixo da figueira mais antiga, aquela que os locais diziam ter sido plantada por uma moura encantada que guardava tesouros de prazer.
Ana deitou-se sobre a manta velha de lã, o vestido aberto, o corpo maduro exposto ao ar quente. Os seios grandes e pesados subiam e desciam com a respiração acelerada, mamilos grandes e escuros inchando rapidamente. Clara ajoelhou-se entre as suas pernas grossas e bem torneadas, afastando as coxas com reverência. A língua quente e hábil encontrou a cona já molhada de Ana, rodeando o clitóris com o piercing, sugando devagar, lambendo as dobras inchadas.
- Lambe a patroa como se fosse a terra que te dá pão - gemeu Ana, a voz elegante agora rouca e suja, as unhas cravadas na terra.
Pedro, nu agora, o caralho grosso e moreno erguido, veias salientes pulsando, posicionou-se atrás de Clara. Entrou na cona dela devagar, estocadas profundas e ritmadas, o som molhado de carne contra carne misturando-se com o zumbido das cigarras e o farfalhar das folhas. Clara gemia contra a cona de Ana, a língua trabalhando mais rápido. O cheiro intenso de sexo, azeite, suor e figos maduros enchia o ar.
Ana veio primeiro. Um orgasmo forte que a fez squirting leve, o líquido quente escorrendo pela boca de Clara. Pedro tirou o caralho brilhante da cona da mulher e enfiou-o na boca de Ana. Ela chupou com fome, saboreando o gosto misturado da cona de Clara e do próprio azeite. Depois Pedro voltou para dentro de Ana, abrindo-lhe as ancas largas, fodendo-a com força controlada enquanto Clara lhe sugava os mamilos sensíveis.
- Enche-me toda, Pedro… como se estivesses a regar a terra - pediu Ana, a voz quebrada de prazer, os olhos verde-esmeralda semicerrados.
Ele gozou com um rugido grave e profundo, a porra quente jorrando fundo na cona dela. Clara lambeu tudo o que escorria, misturando a porra espessa com a humidade abundante de Ana, a língua ávida no clitóris inchado até Ana tremer num segundo orgasmo mais suave.
Não foi um ato isolado. Durante todo aquele Outono e Inverno, repetiram o ritual muitas vezes - sempre ao ar livre, entre as oliveiras ou debaixo das figueiras, honrando as velhas tradições sussurradas pelos mais velhos: o corpo como fertilidade, o prazer como oferenda à terra. Por vezes untavam-se com o azeite novo antes de se tocarem, tornando a pele escorregadia e brilhante, os cheiros intensos de sexo e fruto misturando-se no ar quente.
Os gémeos, Lucas e Lara, com os seus 9 anos inocentes, mas curiosos, começaram a notar as ausências dos pais à noite. Uma vez, numa noite quente de novembro, esgueiraram-se pelo pomar de mãos dadas. Escondidos atrás da mesma figueira antiga, espreitaram pela janela entreaberta do casarão.
Viram a mãe e o pai com a patroa Ana. Ela de quatro sobre a cama antiga de ferro, o rabo grande e macio empinado. Pedro atrás, o caralho grosso entrando e saindo devagar da cona dela. Clara debaixo, chupando os mamilos pesados e lambendo onde os corpos se uniam. Os gémeos não compreenderam as palavras sujas - “fode a patroa”, “enche-me como a terra” -, mas sentiram um calor estranho no peito, uma curiosidade que os fez ficar quietos, respirando baixinho, as mãozinhas apertadas com força. Lara sussurrou ao ouvido do irmão:
- Estão a fazer uma coisa secreta… como os rituais que a avó contava das oliveiras.
Lucas acenou, sério. Guardaram o segredo. Mas a partir dessa noite dormiam ainda mais colados, como se o Monte lhes tivesse sussurrado que um dia também eles fariam parte daquela dança antiga.
No presente de 2026, Ana abriu os olhos, o corpo ainda arrepiado com a memória. Miguel abraçava-a por trás, o pau meio duro pressionado contra o seu rabo macio, a respiração quente no seu pescoço. Ao longe, Sofia ria com os gémeos já adultos - Lucas e Lara, agora com 18 anos, corpos definidos pelo trabalho no campo, olhares cúmplices que guardavam o mesmo segredo de sempre.
- O Monte sempre soube - murmurou Ana, a voz rouca e quente. - Guardou os nossos desejos como guarda o azeite nas talhas antigas. E agora… agora podemos viver abertamente o que antes era segredo entre as árvores.
O vento quente do Alentejo soprou, carregando o cheiro de terra, suor e desejo renovado. O Monte continuava a guardar as suas raízes - profundas, antigas e agora, finalmente, livres.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
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