#Outros

No puteiro acabei pegando minha amiga de infância

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O Narrador de Contos

Nunca pensei que comeria minha amiga de infância em um puteiro e mudaria minha vida

Era uma noite quente, do tipo que você quer apenas relaxar e se divertir um pouco. Após algumas doses de uísque na esquina com meus amigos, decidi seguir minha própria aventura. Acabei entrando em um puteiro ali perto, um lugar onde nunca tinha estado antes.
A iluminação era suave e convidativa, música sensual tocava no fundo. Fui recebido por uma mulher madura, provavelmente a dona do estabelecimento. Ela me levou para uma sala privada com algumas garotas sentadas ao redor de uma mesa redonda. Elas usavam biquínis minúsculos e pareciam tão relaxadas quanto eu.
Uma das meninas chamou minha atenção imediatamente. Seu corpo era incrível, com curvas em todos os lugares certos. Ela tinha cabelos compridos e escuros, olhos castanhos e um sorriso encantador. Quando ela começou a se aproximar de mim, não pude deixar de notar o quanto ela parecia familiar.
Fomos para uma das salas reservadas nos fundos e começamos a nos beijar intensamente. Sua língua explorava minha boca enquanto suas mãos percorriam meu corpo. Eu estava ficando cada vez mais excitado com cada toque e carícia.

Começamos a nos despir lentamente, explorando cada centímetro do corpo um do outro. Ela baixou minha calça e boxers, revelando meu pau já duro. Sem hesitar, ela se ajoelhou diante de mim e começou a me chupar com entusiasmo.
Seus lábios macios envolveram meu membro, subindo e descendo enquanto sua língua dançava ao redor da cabeça sensível. Ela alternava entre lambidas longas e suaves e movimentos rápidos e intensos com a boca. Eu gemi alto de prazer, segurando seus cabelos enquanto ela me chupava cada vez mais fundo.
Enquanto ela trabalhava em meu pau, suas mãos exploravam minhas bolas e bunda. Ela parecia tão dedicada a me dar o máximo de prazer possível. Eu podia sentir a tensão aumentando dentro de mim a cada segundo que passava.
Depois de um tempo, ela se afastou e olhou para cima com um sorriso safado nos lábios brilhantes. "Gostou disso?" ela perguntou em uma voz rouca e sensual. Não precisei responder; meu rosto já dizia tudo.
Agora era minha vez de explorar seu corpo incrível. Eu a levantei e a empurrei gentilmente contra a parede, beijando e mordiscando sua pele enquanto descia até suas coxas macias. Tirei seu biquíni minúsculo e vi que ela estava completamente depilada.
Eu me ajoelhei entre suas pernas, pronto para provar seu sabor doce. Comecei com beijos suaves em suas coxas internas antes de mergulhar minha língua em sua boceta quente e molhada. Ela gemeu alto quando comecei a lambê-la intensamente, explorando cada dobra e recesso.
Seus dedos se enroscaram em meu cabelo enquanto eu a chupava com vontade, fazendo movimentos circulares ao redor de seu clitóris rígido. Ela começou a rebolar os quadris contra minha boca, claramente adorando cada segundo.
"Por favor, fode-me", ela implorou depois de um tempo, quase sem fôlego. Não precisei ser pedido duas vezes. Levantei-me e pressionei meu pau duro em sua entrada encharcada. Ela era tão apertada e molhada que deslizei para dentro dela com facilidade.
Comecei a estocadas lentas e profundas, apreciando cada centímetro de sua boceta quente. Mas ela queria mais - muito mais. Começou a se mover comigo, encontrando minhas investidas enquanto me implorava para ir mais rápido e mais forte.
Eu obedeci, acelerando meu ritmo até estar batendo nela com força suficiente para fazer seus peitos balançarem. Ela gritou de prazer, suas unhas cravadas em minhas costas. Podíamos ouvir o som de nossos corpos se chocando ecoando pela sala.
"Estou quase gozando", ela arquejou depois de um tempo. Eu também estava perto do limite, mas queria esperar até que ela atingisse primeiro seu clímax. Comecei a massagear seu clitóris enquanto bombeava dentro dela cada vez mais rápido e mais forte.
Ela gritou quando o orgasmo, tremendo e gemendo.
Eu ainda não tinha terminado com ela. Saí de sua boceta e a virei de costas para mim. Ela sabia exatamente o que eu queria. Apoiou as mãos na parede e empinou aquele traseiro perfeito, olhando para trás com um sorriso sedutor.
"Você quer meu cuzinho?" ela perguntou em uma voz provocativa. Eu assenti, já passando minha mão sobre suas nádegas redondas e macias. Ela estava completamente depilada lá também, o que me deixou ainda mais excitado.
Apliquei um pouco de lubrificante em seu buraco apertado antes de pressionar meu pau contra ele. Ela inspirou profundamente quando comecei a empurrar para dentro, centímetro por centímetro. Estava tão apertado quanto sua boceta - se não mais ainda.
"Ahh... você é tão grande", ela gemeu enquanto eu afundava completamente em seu traseiro. Comecei a me mover lentamente, apreciando cada momento enquanto meu pau massageava suas paredes internas macias.
Ela começou a rebolar os quadris para trás ao encontro das minhas estocadas, claramente adorando ser fodida no rabo. Eu fodia cada vez mais rápido e mais forte, minha mão batendo em seu traseiro enquanto ela gemia de prazer.
"Gostou disso, não é?" eu rosnei em seu ouvido enquanto a fodia com força. Ela assentiu, ofegante. "Sim... amo isso. Me fode bem gostoso."
Continuei martelando sua bunda até que não pude mais me segurar. Senti meu pau latejar e comecei a gozar profundamente dentro dela, enchendo seu cuzinho de porra quente. Ela gemeu alto enquanto eu esvaziava minhas bolas em seu interior.
Enquanto recuperávamos o fôlego, ela se virou para mim com um sorriso suave nos lábios inchados. "Bom trabalho, Carlinhos", ela disse, usando meu velho apelido de infância que não ouvia há anos. Meu coração quase parou quando a reconheci finalmente.
"Camila?!", eu exclamei incrédulo. Ela assentiu com uma risada. "Surpresa! Eu não esperava te ver aqui também."
Minha mente estava em turbilhão enquanto processava o que tinha acabado de acontecer. Olhei para essa mulher linda e confusa na minha frente - a mesma garota com quem eu brincava quando éramos crianças.
"Eu... eu não acredito", gaguejei, ainda chocado. "Mas o que você está fazendo aqui? Você era... uma das garotas?"
Ela fez uma careta antes de responder: "Sim, infelizmente. Minha vida não foi fácil desde que nos separamos na adolescência. Depois que meu pai morreu e minha mãe adoeceu, tive que fazer algumas escolhas difíceis para sobreviver".
Senti uma onda de emoções me atingir - tristeza por sua situação, raiva pelo que ela tinha passado e um amor renovado pela garota que eu costumava conhecer tão bem. "Bem, você não precisa mais fazer isso", falei com convicção.
Eu a tirei do estabelecimento naquela noite mesmo e nos mudamos juntos para uma casa nova. Aos poucos, comecei a construir uma vida nova com ela, e logo estávamos casados. Foi como se o destino finalmente tivesse nos unido depois de todo esse tempo separados.
Agora que eu tinha minha melhor amiga de volta em minha vida, sabia que nunca mais a deixaria ir embora.

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