#Sado

Amarrada a um poste

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O Narrador de Contos

Gosto dessa sensação, sabe? De estar restringida ou amarrada.

Gosto dessa sensação, sabe? De estar restringida ou amarrada. Como se cada amarra fosse uma promessa de prazer e submissão. É como se meu corpo inteiro entregasse-se àquele momento, àquela pessoa que decide quando posso me mover e quando devo ficar imóvel.
A última vez que fiz sexo foi assim. Pedir para ser amarrada por correntes a um poste. Não precisei de muitas palavras, o cara com que eu estava saindo entendeu apenas por aquele olhar suplicante e cheio de desejo. Ele com delicadeza amarrou meu pescoço e minhas mãos ao poste.
Senti as correntes frias contra minha pele quente. Era uma sensação contraditória, mas deliciosa. Eu estava completamente à mercê dele, dependendo apenas de sua vontade para ter prazer ou não. E isso me excitava ainda mais.
Ele começou devagar, acariciando meu corpo com suas mãos grandes e fortes. Deslizava os dedos pela minha pele como se estivesse explorando um terreno desconhecido. Cada toque enviava uma corrente elétrica pelo meu corpo, deixando-me cada vez mais molhada e ansiosa por sua boca e seu pau.
Ele beijou meu pescoço, mordiscando a pele sensível logo abaixo da orelha. Sua barba por fazer raspava contra minha pele suave, provocando um arrepio de prazer. Sua mão direito desceu até meu seio, apertando-o com força enquanto o esquerdo percorria a curva da minha cintura.
Eu tentava me contorcer, mas as correntes me mantinham no lugar, presa ao poste como uma vítima indefesa. E foi exatamente isso que eu quis ser naquele momento. Sua vítima, sua prisioneira, sua submissa.
Ele desceu os beijos pelo meu corpo até chegar aos meus seios. Chupou cada mamilo com força, deixando-os ainda mais duros e sensíveis. Sua mão direita deslizou para minha boceta, sentindo o quanto eu estava molhada e pronta para ele.
Então, começou a me penetrar com os dedos enquanto sua boca continuava explorando meus seios. Cada movimento era calculado para me deixar à beira do orgasmo, mas sem permitir que eu chegasse lá ainda. Era torturante, mas delicioso.
Eu gemia e pedia por mais, implorando para que ele me deixasse gozar. Mas ele tinha outros planos. Retirou os dedos da minha boceta e começou a se despir lentamente, revelando seu corpo másculo e definido.
Quando ficou nu, pude ver o quanto seu pau estava duro e pronto para mim. Ele aproximou-se do meu ouvido e sussurrou: "Vou te foder agora, Larissa. Vou foder você até você não aguentar mais".

Então ele me penetrou com força, fazendo-me gritar de prazer. Suas estocadas eram rápidas e brutais, como se quisesse me marcar por dentro. Eu sentia cada centímetro do seu pau entrando fundo na minha boceta, atingindo pontos que eu nem sabia que existiam.
Ele continuou fodendo-me com intensidade, segurando meus quadris com força para mantê-los no lugar. Meus gemidos ficaram cada vez mais altos e desesperados à medida que o orgasmo se aproximava.
Eu podia sentir meu corpo todo tremendo de prazer, minha boceta apertando seu pau como se não quisesse deixá-lo sair nunca mais. Mas ele tinha outros planos.
De repente, parou de me penetrar e começou a masturbar meu clitóris com força enquanto enfiava dois dedos na minha boceta. Meu corpo inteiro convulsionou de prazer e eu gozei com uma intensidade que nunca havia sentido antes.
Ele continuou estimulando meu clitóris mesmo depois que o orgasmo passou, fazendo-me sentir um novo tipo de prazer. Era como se cada toque fosse um choque elétrico diretamente no meu ponto mais sensível.
Quando finalmente parou, estava ofegante e suado. Mas ainda não tinha terminado comigo. Virou-me de costas para o poste e começou a me penetrar por trás. Suas estocadas eram tão profundas que eu podia sentir seu pau batendo contra meu colo do útero.
Eu tentei empinar minha bunda para ele, mas as correntes não permitiam muito movimento. Ele segurou meus quadris com força e continuou fodendo-me como um animal no cio. Seus gemidos se misturavam aos meus, criando uma sinfonia de prazer que ecoava pelo quarto.
Ele enfiou a mão esquerda na minha boceta enquanto continuava me penetrando por trás. O movimento combinado dos seus dedos e do seu pau dentro de mim era demais para suportar. Gozei novamente com intensidade, minhas pernas tremendo tanto que precisei apoiar-me no poste para não cair.
Quando terminou, tirou o pau da minha boceta e começou a masturbar-se até gozar em cima das minhas costas. Fiquei imóvel, sentindo seu sêmen quente escorrer pela minha pele.

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