Fui traída e dei pra quatro
Essa é a primeira vez que eu escrevo um conto, tomei coragem depois de ler algumas histórias aqui e vou relatar como me ajudaram.
Me chamo Isabella, 23 anos, branquinha, corpo atlético magro, cabelo grande castanho escuro.
Eu sempre fui uma moça "comportada", meu primeiro namorado foi o primeiro em tudo, desde beijo até sexo, começamos a namorar com 14 anos, e aos 18 decidimos morar juntos, ficamos juntos até meus 23 anos, mas a convivência estava se tornando difícil, para resumir, peguei conversas dele dando em cima de algumas meninas no instagram, falando que era solteiro, discutimos muito por isso, eu perdoei, e acreditei em sua mudança, até que descobri que ele estava me traindo, eu trabalhava até tarde em uma farmácia, e certa vez a energia caiu e demoraria muito para voltar, então fechamos mais cedo, meu celular estava descarregado e voltei para casa sem o avisar, quando cheguei, flagrei ele fodendo uma garota, eu não tive reação, talvez você possa pensar que fui trouxa, mas eu não gritei, não fiz escândalo, pelo contrário, enquanto eles se desesperaram ao serem pegos no flagra, eu só pedi pra ela ir embora, entrei pro banheiro pra tomar meu banho, claro que eu chorei muito, mas quem me devia respeito era ele, não a garota.
Depois que saí do banho, o nojento ainda veio se vitimizar, dizendo que precisava procurar na rua porque eu não tinha tempo pra ele, que não dava atenção, eu me senti um lixo com tantas coisas que ele me disse, ainda fiquei algumas semanas morando com ele, e o comportamente era narcizista:
"Sem mim você não sabe se virar - você vai sofrer sem mim - você tinha que aceitar ser corna e ainda dar graças a Deus por ter um homem como eu (...)"
Daí pra pior.
Quando eu recebi meu pagamento, visitei algumas casas para alugar e acabei fechando com uma kitnet próximo a casa dos meus pais, confesso que parcialmente eu tinha medo de não estar próxima de conhecidos, mas ele nunca mais me procurou, ou melhor... chegou a me mandar algumas mensagens chorando pedindo para voltar, mas eu segui minha vida.
Passei alguns meses sem me relacionar com ninguém, por insegurança, as palavras que meu ex tinha me dito ainda me perturbavam, mas decidi me ocupar, até pra melhor minha autoestima, me inscrevi numa academia próximo de onde eu morava, e logo no primeiro dia eu me sentia mal em estar ali, mesmo que ninguém se importasse, na minha mente todos estavam me julgando, eu caminhava tranquilamente na esteira, quando reparo um homem alto, com músculos definidos, branco, 1,80 de altura, cabelos pretos, fone de ouvido, vindo sorrindo em minha direção, quem era aquele deus grego? Continue caminhando pensando que não era comigo, mas meu peito já acelerava, até ele parar com o braço na esteira, segurando uma garrafinha de água, todo másculo:
"Isa?"
Eu o encarei tentando me lembrar, mas sem sucesso, disfarcei com um:
"Oiii, tudo bem?"
"To bem e você? Quanto tempo."
"To bem também, muito tempo mesmo, como vão as coisas?"
"Tá tudo bem, lembra de mim?"
Eu sorri timidamente e confessei:
"Pra te falar a verdade, não lembro"
"Sou eu, o Lucas, estudamos juntos no ensino médio"
"Aaaaah sim"
Lucas, no ensino médio era o nerd da sala, o cara esquisito, que falava com poucos, e sempre usava roupas escuras e largas, nunca me chamou a atenção, mas sempre foi respeitoso e o pessoal o respeitava também, mas ele estava completamente diferente, no jeito de falar, na postura, cabelo, e principalmente aqueles músculos deliciosos.
"Passou muitos anos né?"
"Sim, muito tempo, vc está irreconhecível"
Ele deu um sorriso que me desmontou, mas se despediu em seguida dizendo que precisava ir, assim que o vi sair da academia me senti uma idiota de não ter pedido o whatsapp dele, o cara estava uma delícia, mas eu tava lá toda insegurança.
Não demorei muito no treino e fui embora pra casa, tomei um banho e na minha cabeça só vinha o Lucas, me deitei e acabei não conseguindo pegar no sono, então decidi procurar ele nas redes sociais, não demorou muito pra achar porque tinhamos alguns amigos em comum, mas seu perfil no insta era privado, pedi para seguir sem muita expectativa, ele aceitou em pouquíssimos minutos, meu coração acelerou pensando no que eu ia encontrar, talvez ele tivesse namorada, filhos...
Ao contrário do que eu imaginava, Lucas era bem constante nas redes sociais, não é nenhum blogueiro, digo que ele posta story todos os dias e fotos com bastante frequência, os destaques dele eram de viagens, gastronomia, tudo bem interessante, e o perfil bem másculo com muitas fotos de treino, dirigindo, e com um cachorro pastor alemão que ele tem, mas nenhum sinal de aliança na biografia, nenhum comentário de namorada ou esposa, ele parecia estar completamente solteiro, então decidi dar uma de boba, vi o seu último story, era uma foto da tv com uma cena de filme, e respondi o story:
"Qual o nome do filme?"
Ele respondeu educadamente, mas eu não tava nem aí pro filme, era só pra ter uma desculpa para puxar assunto, então comecei:
"Quais horários você treina? Quem sabe vc possa me ajudar, não sei treinar direito"
Pra resumir, combinamos de treinar juntos no dia seguinte.
O outro dia chegou e trabalhei normalmente, mas foi dando o horário de sair e ir pra academia, e meu coração estava ficando acelerado, uma ansiedade em ver o Lucas fora do comum, pois bem, quando cheguei na academia, ele já estava lá treinando, assim que eu o vi tive certeza que não era um tesão de momento, eu precisava dar pra ele!
Em alguns exercícios ele segurava em minha cintura, e eu ficava toda desconsertada com aquelas mãos grandes pegando em mim, eu sentia minha calcinha ficando encharcada, mas não queria parecer uma puta atirada, quando acabamos o treino Lucas me convidou para tomarmos um suco e conversar um pouco, essa academia fica dentro de um shopping, então fomos, estávamos sentados na praça de alimentação conversando tranquilamente, quando meu ex passou por nós, junto com a garota que ele me traiu, de mãos dadas, ele me viu e fez questão de se sentar uma mesa atrás, acho que a garota não tinha me reconhecido, ele ficou super carinhoso pegando nela, fazendo carinho, e eu fiquei desconfortável, Lucas percebeu:
"Tá tudo bem?"
"Uhum, só que aquele casal ali atrás é meu ex, com a amante dele, e agora parecem que estão juntos, ele tá todo carinhoso com ela ali pra me provocar, vamos embora daqui?"
"Não, vamos não, é provocação que ele quer?"
Lucas perguntou já segurando em minhas mãos, meu ex abriu um sorriso sarcástico, Lucas viu e sem tempo de eu reagir ele me beijou, no começo eu me assustei, mas me entreguei, um beijo de língua, bem gostoso, com muita pegada, que me deixou mais molhada, o foda é que foi em plena praça de alimentação, ninguém reclamou, mas eu fiquei tímida porque não sou de ficar me pegando em público. Depois do beijo deu pra ver nítidamente meu ex se contorcendo de raiva, terminamos nosso suco e nos saímos de mãos dadas, eu sorria feito uma adolescente, eu havia provado que as palavras "você não vai conseguir viver sem mim / ninguém vai te querer" estavam erradas, e conhecendo meu ex ele não tirou satisfação ou partiu para briga por conta do porte de Lucas, que era mais alto e mais forte.
No estacionamento, Lucas me ofereceu uma carona, eu insisti dizendo que não precisava porque morava perto, mas a preocupação dele era do meu ex me seguir, então aceitei, não quero exagerar mas o carro dele era bem novo, um carro popular, vou evitar ficar falando de marca e modelo, mas era muito bonito e confortável, o que me fez pensar até nas condições financeiras de Lucas, que parecia ser muito boa para minha realidade, não digo por interesse, mas sim porque nessa hora a insegurança bateu de novo, talvez eu não fosse mulher suficiente para aquele homem, e ele estava prestes a descobrir que eu morava em uma kitnet com várias outras casas, um cortiço... ele me deixou na entrada e eu agradeci, talvez por toda essa insegurança eu nem aproveitei para beijá-lo de novo, só o tratei como um amigo.
Passei o resto do dia feliz, rindo até do vento, por causa daquele beijo! Porra, o que aquele homem tinha de tão especial? Eu nunca tive um cara alto, músculos definidos, que treinasse, que se cuidasse... meu ex era o oposto, era um maloqueiro.
No dia seguinte, foi cena de Cidade Alerta... eu estava trabalhando na farmácia quando meu ex entrou, ele não sabia onde eu morava, apenas que eu continuava no mesmo emprego, assim que ele entrou meus pensamentos já me diziam que ele estaria armado ou com uma faca, já comecei a orar por minha vida e não tive muita reação, eu sou a garota do caixa, então tinham mais uns 4 funcionários lá, meu ex já começou a gritar comigo, me xingando de todos os nomes possíveis:
"Sua puta do caralho! Você acha bonito ficar me humilhando? Eu vou acabar com sua vida, vadia!"
Derrubando os produtos de uma prateleira, os outros funcionários ao invés de tentar me proteger, só gritavam para ele não fazer nada, pra ir embora e que iam chamar a polícia, para minha sorte ele não estava armado, só pegou alguns produtos pesados e arremeçou contra mim, quando finalmente um farmacêutico se pôs entre a gente, ele foi embora, mas foi dizendo:
"Você não vai ficar aqui o dia todo, escreve o que eu to te falando, hoje a noite você vai morrer"
Eu chorei, chorei muito, chorei de medo, de vergonha, foi um misto de sentimentos, todos estavam preocupados comigo e pediram para eu avisar minha família, e foi a primeira coisa que eu fiz, porém meu pai estava longe e minha mãe já era uma senhora de idade, tios e primos moram em outra cidade, eu estava com medo de sair sozinha então liguei pro Lucas contando tudo que havia acontecido, não demorou 20 minutos ele chegou para me buscar, ele me transmitiu segurança, mas disse que não era bom eu ficar sozinha, que meu ex poderia descobrir onde eu morava e tentar fazer algo, e ele estava certo, então passamos em casa, fiz uma mochila com alguns roupas pra passar 1 semana na casa dele, na hora eu estava tão fora de si que nem pensei em putaria, eu estava vendo como passar uns dias na casa de um amigo.
Assim que cheguei na casa dele, havia um pequeno "problema", só tinha uma cama.
A casa dele era aconchegante, três comodos, tudo bem arrumadinho, limpinho, me surpreendeu mesmo, mas só tinha um quarto, eu insisti dizendo que dormiria no sofá, mas ele deixou claro que se eu quisesse dormir na cama, não rolaria nada, que me respeitaria, então eu concordei.
Passaram dois dias com ele realmente me respeitando, sem encostar em mim, eu não estava indo pro trabalho nem pra academia, Lucas saia cedo pra trabalhar e voltava no final da tarde, então acabei descobrindo que ele trabalhava na administração aeroportuária, não sei bem oq ele faz, mas sei que é um cargo alto e que ganha bem, foi aí que eu acabei sendo interesseira pela primeira vez...
eu já estava ficando na casa dele, a gente já havia se beijado uma vez, o cara tinha casa, carro, emprego bom, estabilidade financeira, era gostoso e me respeitava... eu não estava apaixonada, só com um certo tesão, mas por que não me aproveitar disso? Então eu fiquei convicta de que precisava dar pra ele pra continuar morando ali.
Coloquei um short curto de pijaminha e uma regatinha branca, fiquei sem sutiã, fiz um jantar especial pra quando ele chegasse, ele chegou no horário habitual e jantamos normalmente, eu notei as olhadas que ele me dava, e minha buceta estava começando a ficar molhada, num certo momento da conversa, acabamos comentando sobre meu término, e contei sobre as palavras do meu ex, Lucas começou a me elogiar, dizendo que eu era muito linda, que não era pra eu acreditar nas palavras do meu ex, porque eu estava bem, o ponto principal foi:
"Minha autoestima é baixa, eu não sinto que chamo atenção de muitos homens"
"Pois eu conheço um monte que te foderia"
"Duvido muito"
"Vou te provar"
Eu não entendi como ele provaria, mas na minha timidez, não perguntei, a noite foi passando e perto de umas 22h a campainha tocou, Lucas atendeu e eram três amigos dele, um pessoal que jogava bola com ele, ele me apresentou e eu já ia me retirando pro quarto para deixá-los a vontade, pra mim era só um grupo de amigos se reunindo, até Lucas pegar na minha mão e falar:
"E aí, vai querer que eu prove mesmo?"
Eu fiquei sem graça, olhei pros rapazes, um mais gostoso que o outro, claro que Lucas era o principal, eu gaguejei muito:
"N-não, jamais, eu, eu, com quatro? Não, não sou esse tipo de mulher"
Minha gagueira foi a brecha que Lucas precisava, ele me agarrou pela cintura dizendo:
"Vamos pro quarto"
Eu continuei dizendo:
"Não quero"
Mas quando me dei conta já estava sentada na cama.
Lucas apagou a luz e sem muito tempo de raciocinar eu senti uma boca no meu pescoço, claramente não era o Lucas, porque ele mal tinha apertado o interruptor, eu ainda estava resistente, mas senti outra boca do outro lado, caralho, o que estava acontecendo? Assim que os meninos saíram do meu pescoço, o terceiro já estava com a rola dura pra fora apontando pra minha boca, eu não tinha visto muito bem por causa da escuridão, mas abri a boca timidamente, e ele encaixou, era um pau grosso, médio, mas muito gostoso, quente, enquanto eu chupava fui me soltando e vi quando todos os outros ficaram completamente pelados, meu peito pulsava, um deles tirou minha cabeça e começou a apertar meus peitos, de repente tinha outro pau batendo em minha bochecha, esse era menor, mas eu não tava me apegando a isso, só revezei a mamada entre um pau e outro, até ouvir o Lucas:
"Deita ela"
Eu deitei no centro da cama, os mesmos garotos se ajoelharam próximos ao meu rosto e continuei mamando um pouquinho de cada, enquanto Lucas tirava meu short e calcinha, e começava a passar a lingua na minha buceta.
Eu estava amando receber a lingua de Lucas, mas ele ficou por pouco tempo, uns 5 minutos eu chutaria, assim que terminou, cedeu espaço para o rapaz de pau menor começar a me foder, eu estava encharcada, veio o quarto rapaz que até então não tinha me tocado, e posicionou o pau no meu rosto, e que pau! Uma rola preta, grande, grossa, duríssima, era o maior pau que eu tinha visto na vida (não que fosse difícil, afinal, meu ex deveria ter uns 12cm), eu mamava feito uma bezerra com fome, nem me dei conta de que Lucas estava do outro lado, esperando que eu o chupasse, segurei sem olhar, achando que ainda era o outro rapaz, quando eu senti aquele pauzão, na hora percebi que a pessoa havia mudado, se na minha boca havia uma rola grossa, na minha mão estava uma mais pesada, maior, mais veiuda, e nessa hora eu me senti a mulher mais sortuda do mundo, pq eu já estava amando a rola do neguinho, mas a outra rola me surpreendeu muito, virei mas como eu disse, estava escuro, não enxergava muito, mas senti que realmente era o Lucas, ele puxou meu cabelo pro lado e porra... que pau delicioso, sem exagero, devia ter uns 26cm, eu chupava da base até a cabeça, e olhava para seu rosto que me encarava com olhar de satisfação, me dominando, como se eu fosse sua cachorrinha.
Nessa hora, os meninos me pediram para ficar de quatro, eles revezando minha buceta entre si, enquanto eu revezava os paus em minha boca, nunca me imaginei em uma situação dessa, a menina comportada, uma "semi-crente", estava dando para 4 novinhos gostosos.
Eu sentia cada diferença entre os paus, uns me preenchiam mais, outros menos, mas aquela sensação de quatro rolas me revezando estava incrível, chegaram a pedir anal, mas eu recusei, não iria aguentar, mesmo assim "brincaram" um pouco colocando os dedos, claro que senti um desconforto, mas deixei mesmo assim.
Sinceramente, eu não gosto muito de engolir porra, mas enquanto eu chupava, o primeiro gozou sem avisar, e como eu ainda estava sendo fodida, não queria demonstrar nojinho ou estragar a foda por isso, engoli de uma vez, o gosto é ruim, amargo, mas engoli, acho que isso fez com que outros criassem coragem de fazer o mesmo, ao decorrer de poucos minutos, me via com um pau na boca jorrando porra e eu engolindo sem desperdiçar nenhuma gota, até chegar o último... o Lucas...
eu o chupava, com muita vontade, claro que eu não estava tão feliz em ter engolido porra de três caras diferentes, eu já me sentia meio enjoada, mas com Lucas eu fazia questão de beber tudo, quando ele estava prestes a gozar, tirou o pau da minha boca, segurou em meu queixo e pediu pra eu abrir a boca, eu obedeci, colocando a lingua pra fora, então ele se punhetou por alguns segundos e gozou a maior quantidade de leite que eu já havia visto na vida, grande parte caiu certinho na minha boca, enquanto outros jatos acertaram meu rosto e escorriam quentes até pingar de meu queixo, eu fui pro banho, enquanto Lucas despedia seus amigos.
No banho, eu estava satisfeita, feliz, me sentindo desejada, mas ao mesmo tempo, pensei que jamais teria chances de namorar com Lucas, afinal, ele tinha me distribuido entre os amigos, jamais iria aceitar um relacionamento comigo, seria zombado a vida toda, e isso me preocupou.
Saí do banho e ele me tratou normal, pediu uma pizza e comemos assistindo uma série, eu acabei abrindo o jogo:
"Você tá me achando uma puta né?"
"Não, por que?"
"Pelo que aconteceu... nunca fiz uma orgia"
"Nada haver, por que isso te transformaria em uma puta?"
"Porque eu fiz com 4 ao mesmo tempo"
"Isso não quer dizer nada, puta tem mais haver com atitudes do que com o sexo, você foi maravilhosa na cama"
"Mas eu to com vergonha de você, de você não me ver como uma pessoa descente, ou se a gente de repente sai juntos e eles ficam relembrando, até te desrespeitando"
Lucas entendeu, sorriu, abaixou a cabeça e disse:
"Esses caras são amigos de muitos anos, não somos amigos do dia a dia, eu já comi a namorada de dois deles, tudo com respeito, então eles não tem moral pra ficar te achando puta ou me desrespeitar"
Nessa hora, eu me surpreendi em saber que Lucas era um "comedor de casadas", para resumir, ele me contou que já havia saído com 4 casais, e que curtia ser o comedor, mas que parou fazia alguns meses porque estava trabalhando muito e não queria ficar pegando pessoas de aplicativo, esse universo era novidade pra mim, mas me interessei e me excitei muito, acabou que no mesmo dia, transei de novo com Lucas, e senti muito melhor o quanto ele era gostoso, roludo, e com a pegada gostosa, eu queria ele todos os dias, e sempre que ele chegava do trabalho, transávamos.
Agora, Lucas e eu oficialmente estamos morando juntos, fazem dois meses, assumimos nosso namoro, e não tem nenhum peso de me tratar como uma vadia ou vagabunda, pelo contrário, ele curou os traumas que eu tinha com meu ex, e de uma maneira que eu nunca pensava o meio liberal melhorou minha autoestima, não envolvemos outras pessoas desde que começamos a namorar, um casal que ele saia o chamou de novo, Lucas não me escondeu, não mentiu, não traiu, me mostrou a mensagem e me perguntou se eu queria trocar, eu aceitei, e a troca vai acontecer muito em breve!
Espero que você tenha gostado desse conto.
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Comentários (2)
desssk: eu descobri uma guampa, e sai comendo travesti, acabei sendo comido. A gente acha cada motivo pra se punir
Responder↴ • uid:1edi2hnl8z8gDiego: Continue. História interessante e excitante
Responder↴ • uid:1d1qr316lckv