#Outros

A sinhazinha e o escravo bem dotado.

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Capitão do Mato

História da sinhá que encontrou prazer na senzala com o escravo bem dotado

Era o sol de agosto castigava a vila de Santa Cruz, dentro do casarão de azulejos portugueses, o ar parecia mais existe carregado de uma eletricidade que não vinha do tempo, mas das palavras da mucamba para a sinha Marcelina ,sentada em sua cadeira de balanço na varanda sombreada, fingia concentrar-se no bordado de linho, mas seus ouvidos estavam aguçados como os de uma caçadora lá embaixo. Perto do poço onde as lavadeiras batiam a roupa, o sol do trabalho era entreportado por risadas abafadas e sussurros que subiam a encosta como fumaça o nome Pedro Vicente , ecoava em cada frase interrompida não era apenas um nome. Era uma sentença de fascínio e Pedro Vicente era um novo braço forte da fazenda um homem cujo porte físico parecia esculpido em pedra , no polido alto com obras que pareciam largos o suficiente para carregar o mundo e coxas que tensionavam o tecido rústico de suas calças o volumes daa suas partes ficavam marcada a cada passo que ele caminhava ele dominava o chão que pisava mas não era sua força no roçado que alimentava as fofacas, De sua ferramenta das aulas e os cantos dos moinhos que Vicente possuíam uma dotação descomunal, algo que desafiava a anatomia e a lógica o ato era crui direto ele tinha a fama de partir ao meio qualquer mulher que tivesse o atrevimento, ou a sorte de se deitar com ele, não era apenas uma. Questão de tamanho, mas de uma viridade indomável, uma potência que deixava marcas não apenas na alma, mas no corpo de quem o recebia Marcelina sentiu um calafrio desconhecido percorrer sua espina um formigamento. Que deixa sua buceta recém desvirginada muito úmida, na sua cabeça vinha aa palavras das mulheres da senzala elogiando o tamanho descomunal do cacete do escravo. As próprias mãos brancas e delicadas imaginou o contraste daquela pele com o negro imponente de Pedro Vicente a ideia de ser partida de ser preenchida por algo tão vasto que pudesse realmente romper suas barreiras causava lhe um pavor,delicioso o que tanto olhas Maria? Perguntou Marcelina, quando sua mucama pessoal se aproxima e a olha ,sinhar o escravo tá na sombra da jaqueira e fazendo amor com as outras mulheres.
Nisso a si sinhá tomou uma atitude drástica e juntamente com sua mucamba caminhou pelo corredor iluminado por luzer fraca de lamparina, ao chegar ao local se deparou com o negro sem nenhuma vestes e a seu lado de quatro umas das negrinhas recebendo um cacete de mais de 22 centímetros que parecia ter recebido um banho de óleo de tão brilhante que estava e penetrando uma buceta linda de lábios grandes e clitóris de mais de dois

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Comentários (1)

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  • Peroba: Parece que a estória vai ficar boa mas o começo foi fraco

    Responder↴ • uid:6oehqeoxzi